Crise de labirintite o que é e como tratar

Crise de labirintite: o que é e como tratar?

A crise de labirintite é muito mais que só uma simples tontura. Mas muita gente ainda confunde muito isso. 

Por isso, eu vim aqui pra te explicar o que é a crise de labirintite e como você pode evitá-la ou tratá-la.

Todos nós possuímos uma região interna no ouvido, também chamada de labirinto. 

Ela contém duas estruturas e uma delas é responsável pela função de sentir a posição e os movimentos da cabeça. 

Dessa forma, quando há algum problema nesse sensor de movimentos, você pode ter a sensação de que a sua cabeça está rodando ou se movendo.

Isso é um sintoma comum de vertigem, também conhecida como tontura.

Mas esse é apenas um dos sintomas das doenças do labirinto.

Segundo a Revista Brasileira de Otorrinolaringologia, a sensação de tontura é uma queixa de 42% da população adulta em São Paulo.

Além disso, é mais comum entre as mulheres e idosos, mas pode também acometer crianças. 

Geralmente, o diagnóstico precoce e o devido tratamento podem levar ao desaparecimento do problema. 

Dessa forma, sabe-se que é possível controlar sintomas, prevenir crises, solucionar ou controlar as doenças associadas. 

Como resultado dessa possibilidade, eu vou te explicar aqui neste artigo o que você precisa saber para evitar, tratar ou prevenir uma crise de labirintite.

O que é labirintite? 

Geralmente as pessoas usam essa palavra equivocadamente para descrever sintomas como tontura, vertigem ou desequilíbrio.

Mas, na verdade, esse uso é totalmente equivocado. 

A labirintite é uma uma forma popular de falarmos das doenças do labirinto. 

Contudo, o correto mesmo seria dizer que a labirintite é o termo técnico que damos para a  inflamação do labirinto. 

Por outro lado, o labirinto é uma região responsável pelo equilíbrio, audição e percepção do corpo.

Qual a causa principal? 

Como outras inflamações do nosso corpo, a inflamação do labirinto pode ocorrer de diversas formas. 

Sendo assim, quando ocorre uma crise de labirintite é necessário identificar as causas para conseguir tratar melhor as crises.

Veja algumas delas abaixo:

  • problemas de origem respiratória;
  • infecções virais;
  • herpes;
  • infecções por bactérias;
  • estresse e ansiedade

Além disso, é importante dizer que nem sempre o sintoma da tontura tem relação direta com o labirinto, mas sim com inúmeros problemas de saúde como: 

  • doenças cardiológicas
  • alterações metabólicas
  • problemas hormonais
  • alterações da pressão arterial
  • enxaquecas
  • e outros

Causas menos comuns da crise de labirintite

Além de todas as causas citadas acima, existem algumas causas menos comuns e outras até raras para a crise de labirintite que eu vou te mostrar aqui. 

Vejamos!

Menos comuns: 

O uso de certos medicamentos podem ser algumas das possíveis causas, por exemplo:

  • antibióticos e anti-inflamatórios, 
  • anticonvulsivantes, 
  • anti-hipertensivos, 
  • ansiolíticos, 
  • anti-histamínicos, 
  • narcóticos, 
  • antiarrítmicos, 
  • diuréticos, 
  • vasodilatadores, 
  • betabloqueadores,
  • outros fármacos. 

Portanto, isso é tanto o seu uso como a sua suspensão.

Raras: 

  • Tumores 
  • Doenças neurológicas
  • Alergias 
  • Alterações genéticas 
  • Trauma 
  • Doenças autoimunes 
  • Sífilis e HIV

Sintomas da crise de labirintite 

Um dos sintomas típicos das doenças do labirinto é a vertigem. 

Sendo assim, uma sensação que você pode sentir em uma crise de labirintite é que a cabeça está rodando, ou está se movimentando mesmo que esteja parado.

Desse modo, é preciso ter atenção quanto à duração e intensidade.

Elas podem ser mais ou menos intensas, a depender da região afetada.

Além disso, podem existir outras manifestações associadas, por exemplo:

  • Tontura
  • Desequilíbrio 
  • Palpitações 
  • Calafrios 
  • Náuseas e vômitos 
  • Vertigem ao mexer a cabeça ou assumir determinadas posições 
  • Surdez ou zumbidos 
  • Alteração na fala 
  • Alteração da coordenação muscular e da marcha 
  • Alterações neurológicas, como visão dupla, assimetria da face
  • Suor frio
  • Movimento involuntários dos olhos
  • Dor de cabeça ou sensação de cabeça oca

Assim sendo, também é importante saber que os sintomas começam 3 a 4 dias após o início da inflamação.

Além disso, podem durar minutos, horas ou dias, dependendo da causa e do tratamento. 

Teste de sintomas para crise de labirintite

Para saber a chance de estar com crise de labirintite, responda o teste a seguir em uma folha de papel e veja se você possui ou não alguns dos sintomas apresentados:

1. Dificuldade para manter o equilíbrio

2. Dificuldade para focar a visão

3. Sensação de que tudo em volta está se movendo ou rodando

4. Dificuldade para ouvir com clareza

5. Zumbido constante no ouvido

6. Dor de cabeça constante

7. Tonturas ou sensação de vertigem

Em que pessoas é mais possível ocorrer uma crise de labirintite? 

As doenças do labirinto podem acometer adultos de ambos os sexos, até mesmo em crianças. 

Entretanto, é mais frequente entre idosos e mulheres. 

No caso das mulheres, fatores hormonais estão relacionados, seja na idade fértil, seja no período da menopausa.

Como é feito o diagnóstico? 

É um grande engano achar que qualquer vertigem é causada pela labirintite.

Como você viu neste artigo, outras doenças, como diabetes, hipertensão e esclerose múltipla, causam sintomas parecidos.

Isso pode confundir o paciente.

Dessa forma, na hora da consulta, o médico vai ouvir sua queixa e levantará o seu histórico de saúde. 

Depois disso, fará o exame físico com manobras específicas para que haja o diagnóstico correto. 

Além disso, alguns médicos podem solicitar testes complementares para avaliar a função do labirinto.

Ele pode pedir:

  • exame de oculografia com prova calórica, 
  • teste do impulso cefálico
  • audiometria
  • exames sanguíneos
  • exames de imagem (tomografia, ressonância magnética)

Como é feito o tratamento? 

Em primeiro lugar, é importante dizer que o tratamento para labirintite deve ser prescrito por um médico após saber as causas do problema.

Dessa forma, depois de identificar a causa da doença do labirinto, o tratamento pode ter objetivo terapêutico para a cura, alívio dos sintomas e prevenção de crises.

Além disso, também pode ajudar na solução ou controle de doenças associadas. 

Em segundo saiba que geralmente, o plano terapêutico se baseia nas seguintes estratégias como por exemplo:

  • Manobras de reposicionamento, exercícios de reabilitação vestibular
  • Uso de medicamentos específicos
  • Mudanças de hábitos e estilo de vida 
  • Procedimentos 
  • Cirurgia (em casos mais complicados)

O bom é que, de modo geral, o prognóstico é bom. 

Dessa forma, ocorre uma melhora significativa dos sintomas e da qualidade de vida.

Além desses, um fator que é crucial deixar claro no caso de tratamento para crise de labirintite é que os medicamentos utilizados para alívio da vertigem são seguros e efetivos. 

Todavia, se você os usa sem orientação médica, eles podem levar à sensibilização. 

Sendo assim, o remédio passará a ter o efeito contrário, isto é, em vez de aliviar o sintoma, ele vai agravá-lo.

Assim, evite usar medicamentos de terceiros, ou se automedicar, e busque uma avaliação médica.

Possíveis complicações da labirintite 

Quando a vertigem é muito  intensa, isso pode se tornar incapacitante, e, talvez, possa impedir alguns movimentos.

Como resultado pode-se ter o risco de trombose venosa profunda. 

Além disso, as quedas são bastante comuns. Logo, é necessário ter mais cuidado com certas práticas como, por exemplo, subir escadas, dirigir e atravessar a rua. 

Os cuidados acima devem ser bem observados especialmente entre os idosos. 

Mas, se o grau da doença do labirinto for muito grave, pode haver comprometimento das atividades sociais, profissionais, com perda da qualidade de vida.

Além disso, pode causar também a sensação de insegurança, depressão, pânico e surdez. 

No caso das crianças, ainda há risco de atraso na fala, na escrita e prejuízo da coordenação motora.

Como prevenir a crise de labirintite? 

A grande maioria das doenças do labirinto tem relação com doenças do corpo todo, ou seja, doenças metabólicas. 

Mas, algumas delas podem ser evitadas com a adoção de medidas gerais de saúde, por exemplo: 

  • dieta saudável
  • atividade física
  • peso ideal 
  • e outras

Isso colabora  para que haja uma circulação saudável e a prevenção de todas as doenças relacionadas.

Então para se evitar a labirintite, alguns cuidados podem ser tomados, como por exemplo:

  • Evite consumir álcool, café e tabaco;
  • Mantenha a glicemia e os níveis de colesterol e triglicérides baixos;
  • Tenha uma alimentação saudável, rica em alimentos com propriedades anti-inflamatórias;
  • Não fique muito tempo em jejum, alimente-se de três em três horas;
  • Faça atividades físicas;
  • Beba muito líquido durante o dia;
  • Evite sucos de frutas industrializados e bebidas gaseificadas;
  • Fuja do estresse;
  • Procure não realizar movimentos bruscos com a cabeça e levantar muito rápido;
  • Evite a exposição a muitos estímulos visuais, como ver fogos de artifício ou frequentar discotecas;
  • Evite locais muito barulhentos, como shows ou jogos de futebol;
  • Durma bem.

Quando devo procurar ajuda? 

A regra para toda doença é clara: não despreze nenhum de seus sintomas, nem automedique-se. 

Ainda que você tenha experimentado apenas uma crise passageira, é fundamental ser avaliado sem demora por um médico especialista. 

Acima de tudo para descartar causas mais graves como o AVC.

Agora se as crises se repetem, ficam mais fortes e já atrapalham o seu dia a dia também é preciso procurar ajuda. 

Como resultado, você não só aliviará a crise, mas também terá a definição de sua origem.

Então procure logo um otorrinolaringologista. 

Mas saiba que em alguns quadros, outros especialistas poderão examiná-lo e tratá-lo, como:

  • o neurologista,
  • o clínico geral,
  • o cardiologista,
  • o endocrinologista,
  • o reumatologista,
  • entre outros profissionais da área da saúde.

Dessa forma, é bom que você possua um  bom plano de saúde

Pois, a depender do caso, muitos exames e consultas serão realizados e um plano de saúde de qualidade tem cobertura para esses procedimentos. 

Gostou do nosso artigo? 

Compartilhe com a gente aqui nos comentários se você já teve uma crise de labirintite e como foi a sua experiência no tratamento! 

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Posso incluir meus filhos no plano de saúde?

Você sabe se pode incluir seus filhos no plano de saúde

A gente sabe que ter um plano de saúde é fundamental. E para quem tem filhos, isso é ainda mais necessário. 

Afinal, as crianças são mais vulneráveis em questões de saúde, pois ainda estão em fase de crescimento não só do corpo, mas também da imunidade. 

Mas, afinal, será que podemos incluir os filhos no plano de saúde como dependentes?

Se tem alguma dúvida sobre isso, então está no lugar certo! 

Neste artigo, eu vou te mostrar as principais informações para quem está pensando em adicionar os filhos no plano de saúde. 

Vem comigo!

Filhos no plano de saúde: eles podem ser dependentes?

Conforme a legislação, considera-se dependentes os parentes consanguíneos de primeiro a terceiro grau. 

Isso significa que seus:

  • filhos
  • pais
  • tios
  • sobrinhos
  • netos 
  • avós

Todos estes são seus dependentes, entretanto nem todos podem entrar no seu plano de saúde como dependentes. 

Seguindo as regras da ANS, somente pode aderir como dependente no plano de saúde cônjuge e filhos. 

Afinal, são elegíveis ao plano de saúde os dependentes legais conforme o Código Civil Brasileiro.

Além deles, os parentes por afinidade, como sogro e sogra, também podem ser incluídos como dependentes no plano de saúde. 

Contudo, verifique antes as regras específicas de cada seguradora.

Agora em planos odontológicos têm-se um baixo risco financeiro dos tratamentos para a seguradora.

Dessa forma, eles são mais flexíveis e abrem a opção também para:

  • pais
  • tios
  • sobrinhos
  • netos 
  • avós

Qual o limite de idade para meu filho permanecer incluso no plano de saúde?

Bom, segundo a ANS, os filhos e a linhagem descendente, como sobrinhos, deixam de ter direito a ser dependentes com 21 anos completos.

Mas esse limite não é taxativo.

Sendo assim, as operadoras podem ampliá-lo. Isso vai depender da política de atração de clientes, mas não podem reduzi-los.

Além disso, saiba que se você tem filhos recém-nascidos, eles não precisam cumprir as carências relativas ao plano. 

Entretanto, você deve cadastrá-lo em até 30 dias após o nascimento. 

Se isso não for feito, eles permanecem com o direito de ser dependentes, porém precisam aguardar a carência para o acesso a determinados serviços. 

Como incluir filhos no plano de saúde?

Para incluir seus filhos no plano de saúde, a operadora sempre pedirá uma documentação que comprove o vínculo entre o titular do plano e o filho.

Sendo assim, você deve apresentar na operadora os seguintes documentos:

  • RG
  • Certidão de Nascimento ou documento de identidade com foto
  • Documento de adoção

No caso de tutela ou de você ter um enteado, deve-se levar:

  • Certidão de Nascimento ou documento de identidade com foto e termo de tutela ou guarda
  • Certidão de Nascimento em conjunto com a Certidão do Casamento ou documentos exigidos como comprovantes do vínculo de união estável

Não se esqueça de verificar quais os custos e carências que podem incidir sobre a inclusão do seu filho no plano de saúde!

Quais as vantagens de colocar filhos no plano de saúde?

A principal vantagem é a segurança que seus filhos terão em questões de saúde. 

Todo pai sabe o quanto um plano de saúde é importante, não só para eles. 

Ter um plano de saúde é fundamental para manter a qualidade de vida e incluir os filhos no plano é um direito do titular.

Caso seus filhos sejam recém-nascidos, a inclusão é obrigatória quando o plano oferece atendimento obstétrico. 

Incluir filhos no plano de saúde não é um processo complicado.

Contudo, é necessário cumprir as exigências das operadoras, que não podem se recusar a incluí-lo. 

Saiba que se isso acontecer, você pode buscar seus direitos e a operadora terá que pagar multas aplicadas pela ANS de até R$ 50 mil.

Existe burocracia para a entrada do enteado no plano de saúde?

Hoje em dia, muitas pessoas possuem cônjuges que têm filhos de outros parceiros. 

Porém, ainda que esses filhos não sejam legítimos, os parceiros os criam como se fossem.

Dessa forma, muitos padrastos e madrastas desejam incluir seus enteados no plano de saúde como se fossem seus filhos, mas daí surge a dúvida:

Os enteados podem ser equiparados aos filhos legítimos para uso do serviço médico? 

Segundo o art. 226 da Constituição da República de 1988, dá-se os mesmos direitos entre os familiares:

Art. 226. A família, base da sociedade, tem especial proteção do Estado.

  • 4º – Entende-se, também, como entidade familiar a comunidade formada por qualquer dos pais e seus descendentes.
  • 5º – Os direitos e deveres referentes à sociedade conjugal são exercidos igualmente pelo homem e pela mulher.

(…)

Desta feita, por fazer parte da entidade familiar, o enteado equipara-se ao filho.

Então, saiba que sim! O seu enteado também pode ser incluído no plano de saúde como dependente. 

Para isso, a primeira coisa a ser feita é verificar se o tipo de plano de saúde permite a inclusão de qualquer tipo de dependente. 

Se você trabalha em pequenas e médias empresas, entre em contato com o departamento de Recursos Humanos para obter as informações necessárias. 

Se houver permissão, então é só providenciar a documentação do seu enteado.

Quais são os custos da inclusão de filhos em plano de saúde empresarial?

No contrato com as operadoras, algumas taxas para serviços adicionais podem ser estabelecidas, como a inclusão de dependentes

Entretanto, ela deve estar prevista em contrato e é cobrada apenas uma vez para cobrir os custos com a operação.

Mas saiba que, na maioria das vezes, há o benefício de gratuidade como estratégia de fidelização de clientes. 

Sua empresa pode repassá-la diretamente aos trabalhadores, se for cobrada pela operadora.

Por lei, a empresa não é obrigada a arcar com os custos relativos aos dependentes.

Sendo assim, as despesas cobradas pela operadora, como mensalidade e co-participações, podem ser descontadas na folha de pagamento do colaborador.

Mas, é possível que a empresa também ofereça um subsídio fixo ou percentual para ajudar nessas despesas como forma de benefício e incentivo,

Isso é visto como um cuidado e uma valorização ao trabalhador. 

Assim sendo, a inclusão de dependentes em plano de saúde empresarial oferece várias vantagens para a empresa. 

Afinal, esse investimento traz um retorno inestimável, pois, além de melhorar a produtividade dos colaboradores, faz com que eles se tornem promotores da marca.

A satisfação com a relação de trabalho faz com que os funcionários façam marketing oral espontâneo que ajuda a melhorar a imagem da empresa no mercado.

Conclusão

Agora que você já sabe que pode incluir filhos no plano de saúde, é hora de ir atrás das documentações e iniciar os processos para isso. 

Não se esqueça de tirar todas as suas dúvidas em relação à cobertura do seu plano com a operadora ou RH da empresa antes de concluir a solicitação. 

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Guia do tratamento para endometriose

Guia do tratamento para endometriose

O tratamento para endometriose é uma das dúvidas pesquisadas por algumas mulheres. 

Isso porque esse problema de saúde é uma das principais causas de infertilidade entre as mulheres

Porém, nem todas as mulheres sabem que, na maioria dos casos, a fertilidade pode ser restabelecida com o tratamento adequado.

Com isso, ter informação é fundamental.

Este artigo abordará algumas dúvidas e também os tratamentos disponíveis para que, junto ao seu médico, você possa decidir qual o melhor método para você.

O que é endometriose?

A princípio para entender o tratamento para endometriose, precisamos saber como funciona o corpo da mulher. 

Sendo assim, saiba que o útero é um órgão feminino que possui um revestimento de tecido afetado por hormônios. 


Esse tecido engrossa ou afina sua espessura e o corpo o expele conforme o ciclo menstrual. A ele damos o nome de endométrio. 

Umas das funções do endométrio é permitir a instalação do óvulo e a fecundação pelo espermatozoide.

Dessa forma, pode gerar uma gravidez. 

Por outro lado, quando o endométrio cresce fora do útero, isto é, em lugares da cavidade abdominal, como os ovários, a bexiga e por fora do útero, a paciente tem o diagnóstico da endometriose.

Geralmente quando uma mulher menstrua, o endométrio é expelido do corpo.

Contudo, quando ele está em outras partes que não o útero, esse processo não ocorre. 

Dessa forma, a mulher sente dores intensas. Essas dores dificultam a vida da mulher. 

Sendo assim, a endometriose é uma doença crônica e inflamatória em que há o crescimento de endométrio para fora da cavidade uterina.

Caso a doença seja mais grave, gera uma endometriose profunda, que atinge também órgãos fora do sistema reprodutivo, como o intestino. 

Localizações como esta, intestinal, são de difícil acesso cirúrgico.

Estágios da Endometriose

Para classificar qual o estágio de desenvolvimento da doença, precisamos analisar alguns parâmetros como:

  • Tamanho, profundidade e localização dos focos de endometriose
  • Gravidade das aderências

Depois disso, o médico irá responder a um questionário feito pela Sociedade Americana de Fertilidade.

Baseado nas respostas assinaladas pelo médico, o questionário irá dar uma pontuação que varia de 1 a 114.

Desse modo, a classificação da endometriose determina-se a partir desta pontuação. 

Os diferentes estágios da endometriose são classificados da seguinte maneira:

Estágio I (Mínima): Pontuação de 1 a 5. 

É caracterizado pela presença de focos isolados de endometriose e ausência de aderências.

Estágio II (Leve): Pontuação de 6 a 15. 

Contém a presença de focos superficiais e menores do que 5 cm e ausência de aderências.

Estágio III (Moderada): Pontuação de 16 a 40. 

Geralmente possui múltiplos focos de endometriose, além de aderências próximas aos ovários e tubas uterinas.

Estágio IV (Grave ou Severa): Pontuação acima de 40. 

Possui múltiplos focos superficiais e profundos de endometriose, além de aderências densas e firmes.

Além disso, é importante esclarecer que a endometriose superficial possui características diferentes da endometriose profunda. 

Enquanto a primeira possui focos endometriais com profundidade inferior a 5 mm, a segunda contém focos endometriais com profundidade igual ou superior a 5 mm.

Outro fator importante a ser considerado são os tratamentos. 

Se existem estágios diferentes, então os tratamentos também são diferentes. 

Adiante você verá os possíveis tratamentos. 

Entretanto, é importante frisar que o tipo de tratamento que se escolhe dependerá de alguns fatores como:

Tipos de endometriose

O tipo de endometriose depende do órgão afetado e do quanto as células do endométrio penetraram na parede deste órgão.

Endometriose Profunda

Esse tipo acontece quando as células endometriais penetram mais de 5 mm da espessura da parede do órgão ou tecido. 

Costuma-se dizer que é o tipo mais severo de endometriose, com mais sintomas e de maior dificuldade terapêutica. 

Endometriose Superficial

A endometriose superficial acontece quando os implantes endometriais se desenvolvem no peritônio, que é a camada que recobre os intestinos. 

Ela também pode ser bastante dolorosa e apresentar lesões ativas, que sangram durante o período menstrual.

Endometriose Intestinal

Geralmente, esse tipo ocorre quando os implantes infiltram a parede dos intestinos. 

Essa infiltração costuma não ultrapassar 3 mm de parede intestinal. 

Entretanto, pode interferir no hábito intestinal e causar dor de intensidade moderada ou forte.

Endometriose No Ovário

Pode de a endometriose acometer os ovários superficialmente. 

Nesses casos, pode ocasionar os cistos de endometriose ovariana, conhecidos como endometriomas ou cistos de chocolate. 

Atualmente é a forma menos dolorosa da endometriose.

Endometriose De Parede

Esse é um tipo raro de endometriose. 

Nesse quadro clínico, o endométrio está infiltrado na parede abdominal. É doloroso e a paciente pode sentir através da palpação do abdome. 

Como resultado, a grande maioria dos casos costuma apresentar mudança de coloração na pele (escurecimento).

Endometriose Pulmonar

É uma raridade que a endometriose se apresente fora da pelve feminina, mas pode acontecer. 

Com isso, pode ocasionar sangramento de vias aéreas durante a menstruação, que pode ser perceptível através de tosse com secreção serosanguinolenta.

Sintomas de endometriose

Os principais sintomas da doença são:

  • Dor abdominal;
  • Sangramento nas fezes;
  • Massa abdominal palpável;
  • Cólicas menstruais;
  • Alterações do hábito intestinal: diarreia ou prisão de ventre;
  • Dor para evacuar ou urinar;
  • Dor na relação sexual;
  • Distensão abdominal;
  • Infertilidade;
  • Síndrome disfórica (sinais e sintomas mais intensos na TPM).

Causas

Não existe um esclarecimento sobre as causas da endometriose. Sendo assim, o que se acredita é que suas origens são multifatoriais.

Mas, vejamos algumas possíveis causas e explicações:

  • Menstruação retrógrada
  • Falha no sistema imunológico
  • Diferenciação equivocada de células na vida intrauterina

Na menstruação retrógrada, o sangue menstrual e tecido endometrial são expelidos através das trompas em direção aos ovários e na cavidade abdominal, podendo ocasionar a endometriose. 

Outro possível fator que causa a endometriose é falhas no sistema imune, pois ele quem monitora estes implantes de células fora do seu local de origem e impede o crescimento do tecido.

Além disso, a origem embrionária do abdome e cavidade pélvica é a mesma. 

Dessa maneira, o aparecimento da doença pode ter origem na vida intra uterina com uma diferenciação errônea de células endometriais dentro da cavidade abdominal.

Diagnóstico

O diagnóstico da endometriose realiza-se numa clínica com laboratório especializado. 

Lá a paciente fará alguns exames físicos e ginecológicos.

Desse modo, após análise desses exames e a história da paciente, o diagnóstico confirma-se por exames de imagem, biópsia e identificação das células endometriais na avaliação citológica.

Tratamento para endometriose

O tratamento da endometriose engloba o tratamento físico e psicológico, bem como de toda a patologia que aparece simultaneamente. 

Sendo uma doença crônica, o tratamento físico consiste, sobretudo, em controlar a dor. 

Como já dito anteriormente, o tratamento deve estar perfeitamente alinhado com as necessidades da mulher, tendo em conta as queixas, a faixa etária, se têm ou não os filhos que pretende, etc. 

É possível tratar quando a suspeição é elevada, mesmo sem diagnóstico definitivo.

Assim sendo, alguns possíveis tratamentos são:

Tratamento para endometriose: hormônios

O tratamento para endometriose habitualmente envolve a interrupção do ciclo menstrual.

Para isso, usa-se pílulas anticoncepcionais de modo contínuo, ou seja, sem pausas para menstruar.

Também podem ser usados progestagênios isolados, hormônios injetáveis, implantes ou DIU que libera progesterona.

Este tipo de terapia alivia a maioria dos sintomas da endometriose, mas não elimina os focos de endometriose ou as aderências causadas pela doença.

Além disso, o tratamento hormonal também não reverte as alterações anatômicas que já ocorreram.

Tratamento para endometriose: cirurgia

Depois de confirmado o diagnóstico de endometriose, pode-se utilizar a laparoscopia para o tratamento da doença.

Atualmente é o tratamento de escolha quando uma cirurgia for indicada. 

É uma cirurgia minimamente invasiva e que costuma resolver o problema.

A laparotomia, que é uma cirurgia mais invasiva, pois ocorre corte no abdome, raramente é indicada para o tratamento da endometriose.

Assim sendo, o ideal é que a cirurgia para endometriose retire todos os focos da doença, ao invés de simplesmente cauterizar os focos de endometriose. 

Dessa forma, minimiza-se as possibilidades de retorno da doença.

Contudo, siga sempre as orientações do seu médico.

O plano de saúde cobre o tratamento para endometriose?

Se a paciente possui indicação médica, o plano de saúde deve cobrir o tratamento integral da endometriose.

Caso negue-se a cobertura sob a alegação de que determinado procedimento não consta do rol da ANS ou mesmo de exclusão contratual podem ser questionadas judicialmente.

O plano de saúde deve, inclusive, garantir o acesso da paciente a médicos especializados em endometriose.

Além disso, se não houver profissionais especializados dentro da rede credenciada do plano de saúde, a paciente poderá utilizar os serviços de médico particular especialista e exigir ser reembolsada das despesas.

Conclusão

Neste artigo, você aprendeu o que é a endometriose, suas possíveis causas e sintomas. 

Além disso, eu te mostrei como você pode buscar um diagnóstico preciso para essa doença e também revelei os tratamentos existentes. 

Agora você também sabe porque os planos de saúde devem cobrir o tratamento para endometriose. 

Sendo assim, se você possui esse quadro clínico ou tem dúvidas, busque imediatamente o seu médico. 

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Até mais!

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Como mudar a cobertura do plano de saúde

Mudar a cobertura do plano de saúde tornou-se um assunto bastante procurado e pesquisado pelas pessoas, principalmente depois da crise econômica que a pandemia Covid-19 causou. 

Conforme um relatório emitido pelo Guia ANS, que é uma ferramenta de consulta da ANS (Agência Nacional de Saúde), o índice teve um aumento de 50% somente nos quatro primeiros meses de 2021.

Isso aconteceu porque as pessoas estão procurando por opções mais baratas de planos de saúde. 

Sendo assim, elas vão em busca de coberturas que caibam no seu bolso para que ainda com menos benefícios não perca a segurança de ter um atendimento de qualidade caso necessitem. 

Mas, existem algumas exigências e critérios que você precisa saber antes de mudar a cobertura do plano de saúde. 

Por isso, fiz esse artigo para lhe explicar o que você precisa ter em mãos para mudar a cobertura do seu plano e como você pode fazer isso sem cumprir novamente os prazos de carência. 

Fique comigo até o final para aprender a mudar a cobertura do plano de saúde do jeito certo!

Quais as coberturas do plano de saúde?

Para entender o processo de mudança de plano de saúde, você primeiro precisa conhecer quais são os planos existentes e quais procedimentos eles cobrem. 

Dessa forma, vou lhe apresentar a segmentação assistencial de cada plano de saúde que existe. 


A segmentação assistencial é a composição das coberturas, isto é a definição do tipo de atendimento que o usuário terá direito ao contratar um plano.

Os planos mais comuns são ambulatorial, referência, hospitalar sem e com obstetrícia, odontológico, porém existem outros diversos tipos.

Dessa forma, para cada segmentação, a ANS definiu uma lista de procedimentos com cobertura obrigatória descrita no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde.

Veja a seguir alguns tipos de planos e sua cobertura obrigatória:

Ambulatorial

Neste plano, estão incluídas consultas médicas em clínicas e consultórios, exames, tratamentos e demais procedimentos ambulatoriais.

Hospitalar sem obstetrícia

Inclui serviços em regime de internação hospitalar, com exceção de partos.

Hospitalar com obstetrícia

Aqui sim inclui partos, além do regime de internação.

Referência

Este plano inclui assistência médico-ambulatorial e hospitalar com obstetrícia e acomodação em enfermaria;

Odontológico

Engloba assistência odontológica que inclui consultas, exames, atendimento de urgência e emergência. 

Além disso também inclui tratamentos e demais procedimentos feitos em ambulatórios, desde que solicitados pelo profissional para complementar o diagnóstico.

Tipos de mudança da cobertura do plano de saúde

como mudar a cobertura do plano de saúde

Agora que você já conhece as coberturas, chegou a hora de saber como você pode mudar de cobertura. 

Assim sendo, conheça as duas formas possíveis:

  1. Downgrade ou;
  2. Upgrade

Uma das propostas de solução para quem deseja cortar gastos durante a crise econômica, sem abrir mão do plano de saúde, é fazer o downgrade de categoria.

Desse modo, em vez de cancelar, você muda o plano para um padrão abaixo dentro da mesma operadora.

Além disso, você também pode optar pelo processo contrário, ou seja, você pode solicitar o upgrade do plano de saúde, aumentando sua rede credenciada por um reajuste no valor da mensalidade.

Como mudar a cobertura do plano de saúde? 

Bom, as exigências e critérios são básicos.

A solicitação de mudança de cobertura somente pode ser feita por beneficiários de planos individuais, familiares ou coletivo por adesão (contratados por meio de entidades de classe, sindicatos, etc), após 12 meses de contrato.

Depois da alteração, você passa a ter acesso à rede credenciada da nova categoria. 

Além disso, também há possibilidade de alterar a abrangência geográfica e o tipo de acomodação.

Caso você esteja com algum tratamento em andamento, não se preocupe, ele continuará assegurado. 

Contudo, não poderá ser realizado nos locais que deixaram de ser credenciados em casos de downgrade.

Para realizar a troca é você terá de realizar um pedido formal à operadora, que irá avaliar a solicitação. 

Para isso, não se esqueça de levar alguns documentos. Listei-os abaixo para te ajudar:

  • Cópia do contrato ou declaração, ambos emitidos pela operadora do plano de saúde;
  • Abrangência Geográfica;
  • Segmentação Assistencial;
  • Tipo de Contratação;
  • Regulamentação;
  • Data de inclusão;
  • CPT – Cobertura Parcial Temporária;
  • Nome do Titular e dependentes;
  • Cópia dos três últimos boletos vencidos quitados;
  • Cópia da proposta de adesão.

Não deixe de analisar as condições com calma, principalmente cláusulas que tratam de reajuste e políticas de reembolso. 

E certifique-se de que os médicos ou hospitais de sua preferência fazem parte da nova rede credenciada.

E caso eu queira fazer portabilidade de plano de saúde sem cumprir carência?

Segundo a ANS, a portabilidade de carências é um direito garantido a todos os beneficiários de planos de saúde contratados a partir de 01/01/1999 ou adaptados à Lei nº 9.656/98. 

Essa opção está disponível aos clientes de qualquer modalidade de contratação, seja o plano individual, coletivo empresarial ou coletivo por adesão.

Para conseguir efetuar a portabilidade de carências, o beneficiário deve cumprir alguns critérios. Veja abaixo:

  • O plano atual deve ter sido contratado após 1º de janeiro de 1999 ou ter sido adaptado à Lei dos Planos de Saúde (Lei nº 9.656/98);
  • O plano de destino deve ter faixa de preço compatível com o atual;
  • O contrato deve estar ativo, ou seja, o plano de saúde atual não pode estar cancelado;
  • O cliente deve estar em dia com o pagamento das mensalidades;
  • O beneficiário deve ter cumprido o prazo mínimo de permanência no plano

Quais os prazos de permanência no plano?

Se a sua situação for de primeira portabilidade então o prazo mínimo é de 2 anos no plano de origem. 

Entretanto, pode se estender a 3 anos se tiver cumprido a Cobertura Parcial Temporária (CPT) para uma Doença ou Lesão Preexistente.

Agora se for a segunda portabilidade, ou seja, se em outros momentos você já havia realizado uma portabilidade, então o prazo de permanência exigido é de pelo menos 1 ano.

Mas esse prazo pode se estender por até 2 anos caso tenha feito portabilidade para o plano atual com coberturas não previstas no plano anterior.

Ademais, vale ressaltar também que é possível fazer a portabilidade da carência de um plano mais caro para um mais barato.

Todavia, observe o requisito de compatibilidade da faixa de preço.

Além disso, saiba que o pedido de portabilidade deve ser analisado em até dez dias pela operadora do plano de destino.

Depois disso, se não houver resposta, a troca é considerada válida. 

Desse modo, a partir da mudança, o usuário tem cinco dias para cancelar o plano anterior.

Caso contrário, estará sujeito a cumprir carências do novo plano.

Outro fato importante é que caso o plano de destino tenha coberturas não previstas no plano atual, o usuário poderá cumprir carência apenas para esses serviços. 

Nesse caso, o período de carência é limitado a 300 dias para partos e 180 dias para as demais coberturas.

Conclusão

Neste artigo, você aprendeu que é possível mudar a cobertura do plano de saúde e até fazer a portabilidade sem o cumprimento de carências. 

Se você está pensando nessa possibilidade para diminuir seus gastos ou deseja fazer um upgrade do seu plano, encontrou aqui boas respostas para suas dúvidas. 

Além disso, não deixe de avaliar as opções antes de tomar a sua decisão e fale com a sua operadora para tirar dúvidas sobre o seu contrato atual. 

Todas as informações fizeram sentido para você? 

Diga para mim nos comentários, tá pensando em fazer um downgrade ou upgrade? 

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Sequelas de infarto como viver bem após um infarto

Sequelas de infarto: como viver bem após um infarto?

Você acha que é possível sobreviver com sequelas de infarto?

Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia, o infarto já fez mais de 84 mil vítimas somente em 2021. 

Sendo assim, podemos ver que uma das principais causas de morte no Brasil é o infarto. 

Porém, isso não quer dizer que todas as pessoas que sofreram um infarto morreram. Os sobreviventes desse terrível mal podem continuar vivendo muito bem. 

Entretanto, essa situação pode deixar sequelas leves ou graves e o paciente terá de fazer algumas adaptações em seu cotidiano para viver bem e por um longo tempo. 

Durante este artigo, você vai ficar por dentro de tudo sobre infarto: o que é e quais são os tipos de tratamento existentes, assim como quais são as sequelas de infarto, quais cuidados especiais o paciente deve manter.

Permaneça aqui para ficar bem informado(a) sobre isso!

O que é infarto?

O infarto é um problema que atinge o coração. Talvez você o conheça por outro nome: ataque cardíaco. 

Isso porque algumas pessoas também costumam chamá-lo assim.

O infarto ocorre quando o fluxo de sangue para o coração é interrompido.

Dessa forma, o coração não recebe sangue e oxigênio suficientes para manter-se em atividade. 

Essa situação pode provocar danos no músculo cardíaco e, em alguns casos extremos, pode levar à morte dele.

Embora o infarto não conduza todos os atingidos ao óbito, é fundamental que você procure o médico o quanto antes para evitar os riscos de sequelas de infarto.

Além disso, a rápida busca por atendimento pode garantir as chances de sobrevivência.

Assim sendo, se você sentir uma dor no peito que esteja relacionada à tontura, falta de ar e formigamento, busque ajuda o mais rápido possível!

O que causa o Infarto?

O infarto possui algumas causas que acontecem em grande parte dos casos. Todavia, outras são menos comuns. 

Geralmente, uma pessoa sofre um infarto porque as placas de gordura que se instalam nas paredes das artérias coronárias – aquelas que levam o oxigênio para o coração – bloqueiam a passagem do oxigênio e assim ocorre uma aterosclerose.

Contudo, ainda existem outras causas menos comuns do problema. 

Um exemplo é o espasmo da artéria coronária. Nesse caso, a situação é causada por drogas ilícitas estimulantes, como a cocaína.

Ocorre a interrupção da irrigação sanguínea que chega ao coração. Desse modo, parte do músculo do miocárdio é danificado.

Outro fator que pode causar o infarto é o rompimento de uma artéria do coração ou quando há a presença de coágulos que vêm de outras partes do corpo pelo sangue.

Além disso, se uma pessoa sente a pressão muito baixa ou quando leva um choque, ela também pode sofrer um infarto, pois nesses casos o fluxo sanguíneo ao coração é severamente diminuído.

Tipos de Infarto

O infarto é classificado de duas formas. Geralmente, sua classificação é feita em dois tipos principais. 

Contudo, de acordo com suas causas e intensidade pode ser dividido em até 5 tipos.

Vejamos! 

A classificação comum do infarto é: 

  1. Infarto STEMI 
  2. Infarto NSTEMI

O primeiro provoca a obstrução completa da artéria coronária e o segundo causa o bloqueio parcial da mesma artéria.

Já a classificação em 5 tipologias é feita da seguinte forma:

Tipo 1

É o tipo mais comum, relacionado a ruptura, fissura, dissecação ou erosão da artéria coronária;

Tipo 2

Quando o infarto acontece devido à falta de oxigênio no coração, que pode ser causada por condições como pressão alta ou baixa, anemia profunda, entre outros;

Tipo 3

Conhecido como “morte súbita” ou “infarto fulminante”, quando ocorre a morte inesperada do músculo cardíaco, gerando o infarto;

Tipo 4

É o tipo ocorrido após a realização de uma angioplastia (tipo de intervenção cirúrgica com o objetivo de reparar vasos no corpo);

Tipo 5

Infarto que acontece após uma cirurgia de revascularização do miocárdio, sendo um risco do procedimento.

Quais os fatores de risco para surgimento do Infarto?

Geralmente, o infarto costuma atingir homens acima de 45 anos e mulheres acima dos 55 anos de idade. 

Mas alguns fatores podem aumentar o risco de qualquer pessoa ter o problema e ainda ter muitas sequelas de infarto.

Conheça os principais fatores:

  • Tabagismo;
  • Sedentarismo;
  • Obesidade;
  • Má Alimentação;
  • Colesterol alto;
  • Diabetes;
  • Hipertensão arterial;
  • Consumo de bebidas alcoólicas;
  • Uso de drogas, como a cocaína;
  • Estresse e ansiedade.

Quais os sintomas de Infarto?

Como todo problema de saúde, o infarto também possui sintomas. Afinal, se há algo errado no seu corpo ele irá te avisar com antecedência. 

Por isso, veja os principais sintomas de infarto:

  • Dor permanente e prolongada no peito (essa dor pode se irradiar pela mandíbula e/ou pelos ombros e braços);
  • Ardor no peito (algumas pessoas confundem com azia);
  • Suor em excesso, náuseas, vômito, tontura e desfalecimento;
  • Ansiedade e agitação fora do comum;
  • Sensação de morte iminente;
  • Tosse seca;
  • Dificuldade para dormir;
  • Dor nas costas;
  • Palidez e suor frio;
  • Dormência ou formigamento no braço esquerdo.

É claro que os sintomas podem variar de pessoa para pessoa, bem como alguns podem ser assintomáticos. 

Por isso, é importante ter bastante cuidado com esse problema, pois, às vezes, ele pode ser silencioso.

O que fazer em caso de infarto?

Se você estiver sentindo algum desses sintomas listados acima ou veja alguém nessa situação e desconfie que esteja tendo um infarto, não deixe de ligar imediatamente para o pronto-socorro. 

Se possível, dirija-se o mais rápido possível a um hospital

Além disso, é essencial que você siga as orientações do médico enquanto espera o atendimento.

Caso esteja com uma pessoa e ela sofra um infarto, acalme-a, desabotoe sua camisa ou afrouxe as roupas justas. 

Lembre-se também de acompanhar a respiração e batimentos cardíacos, além de realizar massagens cardíacas.

Para receber melhores orientações sobre os primeiros socorros, ligue para o SAMU no número 192.

Sequelas de infarto

Infelizmente o infarto pode deixar marcas para toda vida. 

Algumas pessoas podem ter sequelas de infarto leves ou graves, principalmente se o tratamento for tardio ou acontecer de modo inadequado.

Dessa forma, podemos perceber que quanto mais ágil e mais qualificado for o atendimento e o tratamento há mais chances de o paciente sobreviver.

Mas, afinal, quais são as sequelas de infarto? Veja algumas:

  • Choque cardiogênico;
  • Insuficiência cardíaca congestiva;
  • Aumento de chances para arritmias cardíacas ocorrerem;
  • Paralisia de membros;
  • Problemas na fala.

As sequelas de infarto podem ser mais visíveis que as de um AVC. 

E sem os devidos cuidados, o paciente pode sofrer um segundo infarto em menos de 10 anos.

Quais são os tipos de tratamento para o infarto?

Antes de dizer os tipos, é importante enfatizar que o tratamento escolhido depende da gravidade do caso. 

De modo a evitar complicações e diminuir as sequelas de infarto, os médicos agem de maneira rápida.

Quando você chegar à emergência, a equipe médica irá realizar alguns procedimentos, como:

  • Verificar a frequência dos batimentos cardíacos;
  • Conceder oxigênio ao paciente para que o coração não se esforce excessivamente;
  • Administrar medicamentos para reduzir as dores no peito;
  • Em casos graves, pode ser recomendada uma cirurgia de revascularização do miocárdio ou angioplastia;
  • Prescrever medicamentos para evitar um outro episódio de infarto.

O que fazer para evitar um infarto?

Uma vida com hábitos saudáveis pode evitar não só o infarto, mas muitas outras doenças

Desse modo, é fundamental que você adote uma rotina de saúde para viver bem. 

Separei alguns hábitos que vão te ajudar nessa jornada. Veja!

Como levar a vida após um infarto?

Para quem já sofreu um infarto, é importante realizar algumas ações para permanecer vivo e com saúde. 

Por isso, após um infarto, permaneça um tempo em repouso absoluto para evitar que o músculo lesionado fique sobrecarregado. 

Mas qual o tempo certo de repouso?

Bom, isso vai depender do caso. Alguns pacientes exigem um repouso de maior duração.

Todavia, não prolongue demais o repouso absoluto, pois o sedentarismo também pode ocasionar um novo infarto. 

Se o médico permitir, inicie caminhadas leves ainda no hospital.

Além disso, não deixe de manter uma alimentação saudável composta por verduras, frutas, legumes, carboidratos complexos, proteínas e muita ingestão de água. 

A prática regular de exercícios físicos também podem ajudar bastante. 

Não deixe de manter um acompanhamento médico para ser informado da saúde do seu coração. 

Conclusão

Nesse artigo, você aprendeu sobre o infarto, suas causas, tipos, sintomas e também suas sequelas. 

Além disso, eu te mostrei como você pode evitar um infarto e levar uma vida tranquila caso já tenha sofrido com esse problema. 

Saiba que um plano de saúde pode ajudar você a ter um atendimento rápido e de qualidade.

Dessa forma, você evita sequelas do infarto que podem acompanhá-lo por toda a vida. 

Por isso, não deixe de entrar em contato com nossos atendentes para se informar sobre os planos existentes e adquirir o seu! 

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Plano de saúde para PME como escolher a melhor opção

Plano de saúde para PME: como escolher a melhor opção?

Você sabe escolher um plano de saúde para PME? 

As pequenas e médias empresas que desejam contratar um plano de saúde para seus funcionários devem se atentar a alguns fatores importantes. 

Mas muitas vezes, os micro e médio empresários ficam com dúvidas sobre quais as melhores opções, o que levar em consideração antes de contratar um plano.

E, por isso, eu vim aqui para te mostrar o que você deve considerar e analisar ao escolher um plano de saúde para PME. 

Afinal, você terá a sua escolha deve ser  assertiva para não prejudicar o caixa da empresa e ter um bom custo-benefício.

Dessa forma, prepare um papel e uma caneta para anotar o que você vai precisar analisar para não errar na escolha final.

Vem comigo!

O que é um plano de saúde?

Antes de saber como escolher um plano de saúde para PME, é importante você ter alguns conceitos e definições bem explicados. 

Sendo assim, entenda comigo neste artigo o que é o plano de saúde. 

Muito conhecido também como seguro saúde, o plano de saúde é um produto regulado pela ANS — Agência Nacional de Saúde

Ele possui regras e normas conforme as várias exigências desse órgão regulador. 

A ANS prevê cobertura para toda a relação de processos médicos exigidos pelo órgão. 

Dessa forma, inclui uma rede credenciada de hospitais, laboratórios e médicos especializados para cobrir procedimentos como:

  • Pronto-socorro
  • Consultas
  • Exames
  • Terapias 
  • Internações

Assim sendo, quando você recebe um desconto em alguma consulta, exame e medicamentos isso não é caracterizado como plano de saúde.

O que é carência de plano de saúde?

Outro conceito muito importante para você conseguir escolher um plano de saúde para PME é o de carência

Muitos microempreendedores, microempresários não sabem o que é carência de plano de saúde. 

Mas eu vou te explicar. 

Basicamente, a carência é a impossibilidade de utilizar procedimentos específicos de um plano até que se cumpra um prazo determinado.

E qual o tempo de duração desse período?

Bom, isso depende do perfil de cliente e do contrato estabelecido.

As carências podem ser de:

  • 24 horas a partir do início do contrato para utilização de pronto-socorro
  • 180 dias para internação eletiva  em cirurgias previamente agendadas e não emergenciais 
  • 24 meses — prazo máximo de aplicação de carência — para procedimentos relacionados a uma doença pré-existente

5 dicas antes de escolher um plano de saúde para PME

Agora que você já sabe o que é um plano de saúde, sabe da existência do período de carência. 

Chegou a hora de começar a busca para contratar um plano de saúde para PME.

Para isso, é fundamental seguir algumas dicas antes de realizar sua escolha final

Veja no índice de reclamações da ANS a posição da Operadora que você pretende contratar

Para ter certeza de que a operadora que você está contratando é de confiança, então vá atrás de boas recomendações. 

Muitos podem procurar no setor de avaliações do Google, mas eu te indico ver as reclamações da ANS. 

Afinal, esse é o órgão regulador, quem melhor do que eles para te indicar as melhores opções?

Garanta que a rede credenciada é de qualidade. Busque por hospitais e clínicas de excelência

Não tem coisa pior do que contratar um serviço e recebê-lo com péssima qualidade. 

Desse modo, para garantir que você terá um ótimo atendimento, busque por redes de excelência, com bons índices de qualidade. 

Consulte quais regiões estão englobadas pelo plano

Se você é uma pessoa que viaja bastante, é essencial que você verifique se a cobertura engloba os locais onde você tem mais chance de precisar de atendimento. 

Isso porque existem diversos tipos de planos e contratos. Alguns são locais, regionais, outros nacionais. 

Não se esqueça de analisar esse ponto.

Informe-se a respeito dos mecanismos básicos do plano

O que você deve fazer para ter acesso aos serviços oferecidos?

Existem procedimentos que necessitam de autorização prévia?

É bom saber disso antes de escolher um plano para PME.

Leia atentamente o contrato e tire todas as suas dúvidas antes de assiná-lo

Como todo documento, é extremamente importante que você tenha conhecimento sobre as cláusulas do contrato, seus direitos, deveres e obrigações das partes envolvidas. 

Dessa forma, não pule etapas. Leia todo o contrato com calma, tire suas dúvidas e só então assine o documento.

Como escolher um plano de saúde para PME?

Concluída a etapa inicial de como escolher um plano de saúde para PME, vamos à fase dois que é de fato a escolha. 

Dessa forma, você precisa analisar diversos fatores. 

Em primeiro lugar, é preciso examinar a qualidade do plano de modo que ele abarque as necessidades dos seus colaboradores.

Para isso, listei alguns fatores para você considerar ao escolher um plano de saúde para PME: 

Perfil dos colaboradores 

Como eu disse anteriormente, o perfil do cliente é importante na escolha de um bom plano de saúde. 

Desse modo, veja se seu corpo de colaboradores são estratégicos ou operacionais. 

Se em sua maioria, eles são estratégicos, então busque por planos cuja rede credenciada forneça prestadores relevantes e um bom reembolso para médicos de livre-escolha.

Agora se eles têm um perfil mais operacional ou de menor complexidade, contrate planos mais básicos, com rede credenciada mais restrita e produtos sem reembolso.

Tipo de acomodação

Esse é um fator importante em casos de internação. 

Costuma-se acomodar os pacientes de 2 maneiras:

  • Quarto coletivo (enfermaria) ou 
  • Quarto individual (apartamento).

Olhando novamente para o perfil dos seus colaboradores, se eles forem estratégicos, o comum é contratar uma acomodação individual. 

Agora para os operacionais, as acomodações coletivas são as mais contratadas.

Rede credenciada e abrangência

Não se esqueça de verificar a abrangência do plano que você irá escolher.

Lembre-se que ela pode ser local, regional ou nacional.

Além disso, é preciso considerar a rede credenciada, reembolso, carências contratuais, índice de reclamações na ANS e existência de coparticipação. 

Quanto custa um plano de saúde para PME?

Essa é uma pergunta com resposta variável. Isso porque o valor final depende de uma série de fatores.

Dessa forma, é importante avaliar e ponderar todos os pontos que eu te falei nesse artigo para saber quanto custa um plano de saúde.

Além disso, é importante saber também que os planos de saúde possuem reajustes.

Desse modo, conheça os três tipos de reajuste: 

  1. Aumento técnico (inflação médica)
  2. Sinistralidade 
  3. Mudança de faixa etária

Caso seu contrato seja precificado dessa forma, haverá uma mudança que, neste caso, ocorre em média há cada 4 anos. 

Quais são as opções de plano de saúde para PME que existem no mercado?

Existem muitas opções de planos de saúde para PME.

Todas as alternativas com diversos serviços disponíveis e ótimo atendimento. 

Além do mais, aqui na Smart Care oferecemos algumas das melhores opções existentes no mercado como: 

Seus serviços são excelentes podendo conter:

  • Orientação médica por telefone
  • Coberturas adicionais
  • Assistência viagem
  • Desconto em farmácias
  • Telemedicina 
  • Agendamento online

Conclusão 

Escolher um plano de saúde para PME é uma tarefa que dever ser realizada com bastante cautela.

Veja a melhor opção dentro da necessidade e, principalmente, do seu orçamento empresarial.

Além disso, quero te dizer que o seguro ou plano de saúde é um benefício que as empresas oferecem para os funcionários e, grande parte das vezes, é considerado o benefício mais valorizado por eles.

Entre em contato com um de nossos atendentes, clicando aqui e permita que ele te ajude na hora de escolher um excelente plano de saúde para sua PME.

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Sinusite como fazer o tratamento corretamente

Sinusite: Como fazer o tratamento corretamente?

O tratamento da sinusite pode ser um ponto crucial dependendo do quadro clínico que você se encontra. 

Em alguns casos, quando não tratada corretamente, a sinusite pode evoluir e gerar complicações que podem causar, em último caso, a morte. 

Difícil, não é? 

Como um problema, por vezes, considerado uma pequena gripe pode chegar a situações tão complicadas? 

É por isso que hoje vou falar para você como deve ser feito o tratamento da sinusite em seus possíveis quadros clínicos. 

Além disso, vou te mostrar o que é a sinusite, quais seus sintomas e como fazer um diagnóstico da enfermidade. 

Vem comigo! 

O que é sinusite?

Quando nossos seios paranasais inflamam, chamamos isso de sinusite ou sinusopatia. 

Ela pode ser resultado de infecções virais, bacterianas ou fúngicas, alergias ou problemas do sistema imunológico.

Geralmente, a sinusite vem acompanhada de rinite, que é a inflamação da cavidade nasal.

Todo esse quadro chama-se rinossinusite. 

Além disso, grande parte dos casos de rinossinusite são decorrentes de vírus respiratórios, como:

  • rinovírus
  • vírus influenza
  • vírus parainfluenza

O que são os seios paranasais?

Também chamados de seios da face, os seios paranasais são cavidades de ar que ficam dentro dos ossos cranianos e da face. 

Além disso, eles possuem comunicação com a cavidade nasal.

Sendo assim, temos quatros seios paranasais em nosso corpo:

  • Frontal.
  • Etmoidal.
  • Seio esfenoidal.
  • Seio maxilar.

Outro fato muito importante, é que os seios da face são bilaterais e simétricos.

Eles ligam-se à cavidade nasal por pequenos canais por onde é drenado o muco produzido.

Mas produzir muco é apenas uma das funções que eles desempenham. Eles também servem para:

  • Umidificar e aquecer o ar respirado pelo nariz.
  • Aumentar a ressonância da voz.
  • Equilibrar as pressões intracranianas quando há variações na pressão atmosférica 
  • Secretar muco para proteção das vias aéreas superiores.
  • Absorver impactos em casos de trauma 

Quando temos alguma alergia ou ficamos gripados, a drenagem do muco é obstruída e então temos congestão nasal e, consequentemente, ficamos com sinusite.

Tipos de sinusite

Você já sabe que temos 4 seios paranasais. Dessa forma, também é importante saber que a sinusite pode afetar qualquer um deles. 

Sendo assim, o acometimento pode ser bilateral ou unilateral. 

Os casos de sinusite podem ser classificados da seguinte forma:

  • Aguda: quando os sintomas duram menos de 4 semanas.
  • Subaguda: quando os sintomas duram entre 4 e 12 semanas
  • Sinusite crônica: quando os sintomas duram mais que 12 semanas.
  • Sinusite recorrente: quando há 4 ou mais episódios de sinusite durante o ano.

Geralmente, as sinusites agudas são de origem viral ou alérgica. 

Contudo, às vezes, elas podem se transformar em sinusite bacteriana.

Isso porque a obstrução do muco nos seios paranasais permitem que as bactérias se proliferem muito rápido. 

Por isso, é muito importante buscar ajuda quando os sintomas aparecerem.

Afinal, sinusites bacterianas quando não são tratadas devidamente podem progredir para um quadro de sinusite crônica.

Sintomas da Sinusite

Dependendo do quadro de sinusite, os sintomas podem variar. 

Dessa forma, trouxe os principais sintomas da sinusite aguda, pois é o quadro mais comum entre a população. 

Eles são:

  • Congestão nasal
  • Corrimento nasal purulento (coriza amarelada)
  • Dor de cabeça.
  • Dores na face
  • Dor na arcada dentária superior
  • Dor em volta dos olhos
  • Sensação de pressão quando abaixa a cabeça
  • Ouvidos entupidos
  • Tosse (principalmente à noite)
  • Diminuição do paladar e do olfato

Além disso, o paciente diagnosticado com sinusite pode ter mau hálito (halitose), fadiga ou irritabilidade e náuseas.

Sintomas da Sinusite Bacteriana

Esse é um quadro clínico que tratarei de modo particular, pois a falta de tratamento pode progredir para uma situação crônica. 

Provavelmente, se você for contaminado por bactérias terá febre. 

Mas, como a gripe pode causar tanto sinusite quanto febre, a distinção entre uma sinusite viral e uma sinusite bacteriana não é um diagnóstico fácil. 

Como já foi dito, a sinusite pode iniciar como uma infecção viral ou um quadro alérgico.

Contudo, após alguns dias, pode se transformar em sinusite bacteriana.

Em algumas situações não é possível diferenciar uma sinusite viral de uma sinusite bacteriana nos primeiros 10 dias de doença.

Dessa forma, você deve ficar de olho nos seguintes sintomas para identificar a existência de uma rinossinusite bacteriana aguda:

  1. Sinais ou sintomas de sinusite aguda com duração de 10 ou mais dias sem melhora.
  2. Início do quadro já com sintomas mais graves, como febre maior que 39ºC e descarga nasal purulenta, com duração de pelo menos três dias.
  3. Quadro de sinusite aguda que melhora após poucos dias, mas subitamente volta a piorar, surgindo febre, dor na face e coriza purulenta.

Diagnóstico da Sinusite

O diagnóstico da rinossinusite é quase sempre clínico. 

Nesse caso, é feito por um médico otorrinolaringologista, o qual analisará os sintomas apresentados pelo paciente e as vias aéreas. 

Geralmente, ele pede alguns exames de imagem dos seios da face e a endoscopia nasal confirmar o diagnóstico, assim como a coleta de amostras da secreção nasal, para identificar a presença de microorganismos.

Complicações

Além de possuir sintomas um pouco mais graves que os da sinusite aguda, a sinusite bacteriana pode levar a complicações graves.

Uma vez que os seios da face apresentam íntima relação com órgãos nobres, como olhos, ouvidos e cérebro.

Assim sendo, é essencial procurar atendimento médico assim que houver os seguintes sinais de complicação:

  • Febre acima de 39ºC
  • Edema ou vermelhidão na face
  • Edema e vermelhidão em volta dos olhos
  • Visão dupla ou qualquer outra alteração visual
  • Confusão mental
  • Dor de cabeça muito intensa
  • Rigidez de nuca
  • Prostração intensa

Quero chamar sua atenção para outro fato: são poucos os casos de morte por sinusite bacteriana.

Contudo, embora, tenha taxas baixas de mortalidade, essa é uma infecção que não deve ser tratada com desconsideração ou negligência. 

Se você sentir ou perceber quaisquer sinais descritos acima, então procure um médico imediatamente.

A sinusite bacteriana quando em casos graves, pode trazer complicações como:

  • infecção dos olhos
  • meningite
  • abscesso cerebral
  • infecção dos ossos da face
  • otite 
  • labirintite

Tratamento da Sinusite

Em grande parte dos casos de sinusite aguda, ela melhora naturalmente em 7 a 10 dias. 

Dessa forma, o tratamento  é basicamente sintomático. 

Alguns médicos indicam que os pacientes diagnosticados façam lavagem da cavidade nasal com solução salina (soro fisiológico) e aplicação de corticoides nasais em spray. 

Também é recomendado fazer compressas mornas sobre o rosto, pois isso pode trazer alívio, e ingestão vigorosa de líquidos ajuda a diluir as secreções.

Sendo assim, veja algumas possíveis formas de tratar naturalmente a sinusite:

  1. Umidifique o ar
  2. Use soro fisiológico para limpar o nariz
  3. Use uma solução salina caseira
  4. Inspire vapores de ervas
  5. Beba mais água
  6. Coma refeições mornas
  7. Descanse o suficiente

Além das formas naturais de tratamento, talvez seja necessário o uso de medicamentos.

Tratamento da Sinusite: descongestionantes nasais

Caso seja necessário, indica-se o seu uso por no máximo 3 dias, pois estas drogas estão associadas a recaídas, provocadas por congestão nasal de rebote. 

Isso porque o paciente quando usa o descongestionante, apresenta alívio temporário dos sintomas.

Entretanto, a suspensão do uso faz a congestão nasal retornar. 

Essa situação cria um ciclo vicioso.

Tratamento da Sinusite: antibióticos

Da mesma forma, os antibióticos só devem ser utilizados quando há evidências de sinusite bacteriana. 

Consulte o médico antes para não usar antibiótico indiscriminadamente para que não haja seleção de bactérias resistentes. 

Sendo assim, se a sinusite não tiver traços de origem bacteriana, não há motivos para usar antibióticos.

Tratamento da Sinusite Crônica

Se a sinusite permanecer por mais de 12 semanas consecutivas apesar do tratamento deve-se considerar um quadro de sinusite crônica.

Além disso, forma crônica está muito associada à presença de desvio de septo nasal e/ou pólipos nasais. 

Nesse caso, ambos possibilitam o quadro crônico, pois causa obstrução da comunicação entre os seios paranasais e as vias nasais.

A sinusite crônica pode ser causada por:

  • Fungos
  • Doença do Refluxo Gastroesofágico
  • Alergia Respiratória Recorrente
  • HIV
  • Asma 
  • Fibrose Cística

Em casos de sinusite crônica, recomenda-se a busca imediata por um especialista.

Apesar de ser de difícil cura, ela pode ser controlada com tratamento adequado.

Como buscar tratamento para a sinusite? 

Em conclusão, o tratamento para sinusite deve se iniciar dentro de casa, se os sintomas forem leves. Depois disso, se eles persistirem, procure um otorrinolaringologista. 

O especialista poderá te ajudar com a doença e saberá te diagnosticar da melhor maneira possível.

Além disso, possuir um plano de saúde irá ajudar você, pois com um plano de saúde é mais fácil conseguir atendimento imediato. 

Os planos de saúde podem proporcionar mais tranquilidade e atendimento de qualidade quando mais se precisa. 

Desse modo, entre em contato com nossa equipe para verificar a melhor opção para você e sua família, é só clicar aqui.

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Plano de saúde após demissão: o que você precisa saber para continuar com ele

Você perdeu o emprego, mas quer continuar usando o plano de saúde após demissão? 

No meio dessa pandemia e também com a crise econômica brasileira houve muitas demissões nesse período. Dessa forma, muitas dúvidas e incertezas começaram a perturbar as pessoas em relação ao plano de saúde.

E agora se tornou ainda mais importante ter um plano de saúde de boa qualidade. 

Muitas empresas, públicas ou privadas, costumam oferecer a seus colaboradores alguns benefícios e, entre eles está o acesso a um plano de saúde.

Contudo, sempre surge uma dúvida com a dispensa desses funcionários.

  • Será possível continuar com o plano? 
  • Quanto tempo posso permanecer com ele? 
  • Tenho que pagar para continuar a utilizá-lo?

São essas e outras dúvidas que eu vou responder para você aqui.

Então, se você está passando por essa situação, continue lendo este artigo e descubra se é possível continuar com o plano de saúde após demissão.

É possível continuar com o plano de saúde após a demissão?

Esse é um direito estabelecido desde 2011, que foi da publicação da Resolução Normativa nº 279 pela ANS (Agência Nacional de Saúde). 

Essa resolução assegura aos demitidos e aposentados a manutenção do plano de saúde empresarial com cobertura idêntica à vigente durante o contrato de trabalho. 

Contudo, existem alguns critérios para ter direito a esse benefício: 

  1. O funcionário demitido sem justa causa
  2. O funcionário deve ter contribuído no pagamento do plano de saúde

Logo, se a empresa pagava 100% do plano de saúde, o colaborador não poderá usufruir disso após a demissão.

Outro fator importante de lembrar: esse direito só vale enquanto o funcionário estiver desempregado. 

Sendo assim, no momento de sua contratação por uma nova empresa, passa a não ter mais validade.

Qual a vantagem de permanecer no plano de saúde empresarial após demissão?

Qual a vantagem de permanecer no plano de saúde empresarial após demissão?

Como você deve saber, os planos individuais costumam ser mais caros que os planos empresariais. 

Logo, permanecer no plano empresarial é bem vantajoso, ainda que o ex-funcionário tenha um gasto maior com o valor cheio da mensalidade.

Caso o colaborador esteja passando por tratamento quando for desligado da empresa e opte por continuar com o plano empresarial, ele poderá concluir o tratamento sem problemas. 

Agora, se ele escolher deixar o plano, se quiser continuar o tratamento terá que contratar um plano individual para dar continuidade ao atendimento.

Desse modo, o tratamento poderá em outros hospitais e com profissionais diferentes daqueles a que estava habituado.

O funcionário deve pagar pelo plano de saúde após a demissão?

Após a demissão, o ex-funcionário que escolher permanecer com o plano de saúde deve se responsabilizar por arcar com o valor total do plano de saúde. 

Assim sendo, a mensalidade que era paga pela empresa passa a ser cobrada integralmente do funcionário.

Entretanto, vale bom salientar que a operadora não deve alterar o preço do plano.

Desse modo, pode acontecer que o valor pago pelo funcionário demitido se torne mais alto, visto que antes parte dessa mensalidade era custeada pela empresa. 

Após o desligamento, quanto tempo eu tenho para requerer a continuidade do plano de saúde?

Se o empregado desejar continuar com o plano de saúde após a demissão, ele deverá requerer sua continuidade no plano de saúde.

Ele terá de realizar a solicitação em até 30 dias contados da data do desligamento da empresa. 

Este comunicado pode ser entregue na própria empresa onde trabalhava, mas é de extrema importância que o empregado tenha prova de que fez tal solicitação.

Por quanto tempo o funcionário pode usar o plano de saúde após a demissão?

Quando o colaborador é demitido pode permanecer no plano de saúde por um período equivalente a um terço do tempo em que foi beneficiário dentro da empresa.

É importante respeitar o limite mínimo de seis meses e máximo de dois anos.

Já em casos de funcionários aposentados, eles podem manter o plano pelo tempo que desejarem, desde que tenham contribuído por mais de dez anos.

Quando o período for inferior, cada ano de contribuição dará direito a um ano no plano coletivo depois da aposentadoria.

O plano de saúde após a demissão é o mesmo?

Segundo Carla Soares, diretora adjunta de Norma e Habilitação dos Produtos da ANS, a empresa poderá manter os aposentados e demitidos no mesmo plano dos ativos ou fazer uma contratação exclusiva para eles. 

“Se a empresa preferir colocar todos no mesmo plano, o reajuste será o mesmo para empregados ativos, demitidos e aposentados, caso contrário, poderá ser diferenciado”. 

A diretora adjunta explicou ainda, que no caso de planos específicos em separado para aposentados e demitidos, o cálculo do percentual de reajuste tomará como base todos os planos de ex-empregados na carteira da operadora. 

Posso fazer portabilidade de plano de saúde após demissão?

A Resolução ainda prevê a portabilidade especial, que poderá ser exercida pelo demitido e aposentado durante ou após o término do seu contrato de trabalho. 

Dessa forma, com a portabilidade o beneficiário poderá migrar para um plano individual ou coletivo por adesão sem ter de cumprir novas carências.

Posso manter meus dependentes no plano de saúde após a demissão?

Em caso de demissão, o empregado poderá continuar com o plano de saúde e manter os dependentes que estavam incluídos nele.

E se eu tiver filhos no período, poderei incluí-los no plano de saúde após a demissão?

E se eu tiver filhos no período, poderei incluí-los no plano de saúde após a demissão?

Caso tenha um filho neste período, por exemplo, poderá inclusive requisitar a inclusão dele como dependente. Essa é uma garantia da Lei.

Independente se é seu filho por adoção ou biológico, será seu direito incluir todos no plano de saúde.

Contudo, a mensalidade referente aos dependentes também será paga totalmente.

Como funciona a carência do plano de saúde após demissão?

Quero novamente dizer que as condições citadas servem apenas para aqueles em casos de demissão sem justa causa.

Sendo assim, para essas pessoas a carência do plano de saúde após demissão continua vigente pelo menos enquanto durar o aviso.

Depois que o empregado comunicar ao seu empregador o desejo de manter o plano de saúde após demissão em 30 dias, ele terá direito de se manter no plano, com as mesmas condições de pagamento.

Já a cobertura tem um prazo que pode variar entre o mínimo de 6 meses e o máximo de 24 meses.

Além disso, o ex-funcionário precisa ter contribuído para o pagamento do plano de saúde para ter acesso à carência do plano de saúde após demissão.

Conclusão

Neste artigo, você viu que enquanto estiver desempregado, poderá manter o benefício até um prazo máximo de dois anos.

Ainda respondi algumas outras dúvidas relacionadas ao pagamento, aos dependentes e o período de carência.

Espero que muitas de suas dúvidas tenham sido solucionadas.

Mas, se você ainda tiver alguma questão, deixe nos comentários para maiores esclarecimentos.

Até mais!

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Se você é funcionário de alguma empresa, seja pública ou privada, precisa entender qual a importância dos Recursos Humanos na área da saúde do trabalhador. 

Muitos empresários ainda não dispõem de uma estrutura de Recursos Humanos dentro da empresa.

Por isso, os empregados ficam sem receber alguns benefícios que devem ser cumpridos por parte do empregador visando o bom funcionamento da sua equipe.

Sem saúde ninguém consegue fazer nada. 

Só é possível que as pessoas se levantem pela manhã, realizem suas rotinas matinais e se desloquem até o local de trabalho se elas tiverem uma boa saúde. 

Sendo assim, é por meio dela que as pessoas conseguem fazer girar a “roda da vida”

Bons empregadores e gestores de empresas compreendem isso e, visando aprimorar os serviços que oferecem para os seus colaboradores, estão investindo em Recursos Humanos.

Mais especificamente no que se relaciona à área de saúde do trabalhador.

Uma equipe de Recursos Humanos bem estruturada sabe que sua finalidade é facilitar as relações entre os funcionários e o empregador.

Por isso, elas também buscam estratégias para manter os funcionários com uma boa qualidade de vida.

Assim, todo o esforço da empresa também tem um retorno.

Se você deseja saber mais sobre Recursos Humanos e o que ele tem a ver com a sua saúde, continuem aqui comigo!

Neste artigo, você entenderá:

  • Qual a importância do RH da área da saúde
  • Como o RH pode melhorar a gestão de pessoas
  • Por que é importante ter um plano de saúde empresarial 

Importância do RH na área de saúde

É inegável que grande parte dos profissionais sabem o valor do seu trabalho para o desenvolvimento da sociedade humana.

Contudo, por vezes, alguns trabalhadores percebem que sua profissão não é tão valorizada como deveria ser.

Um exemplo de valorização do funcionário é o Governo Federal

Sabe-se que o governo investe em um sistema chamado Sigepe (Sistema de Gestão de Pessoas do Governo Federal), uma plataforma virtual que auxilia na gestão de pessoas dos diversos segmentos.

Além disso, esse sistema ajuda o governo a aumentar a produtividade de seus servidores, dá maior transparência aos processos internos e armazenar todo o histórico profissional dos trabalhadores.

Esse é um dos exemplos de como um sistema, uma equipe de Recursos Humanos é importante. 

Da mesma forma, muitos empresários também estão aderindo a gestão de pessoas através de um setor de RH mais atuante.

Desse jeito, conseguem alterar e melhorar suas demandas internas.

Vamos falar um pouco sobre como a gestão de pessoas através do RH pode trazer melhorias eficientes para a vida do trabalhador e consequentemente da empresa que o contratou.

Recursos Humanos na área da saúde: Como melhorar a  gestão de pessoas

A equipe de Recursos Humanos é responsável por elaborar algumas estratégias para trazer resultados positivos para a empresa. 

Dessa forma, quando o setor de Recursos Humanos elabora uma estratégia bem definida para atender as necessidades de saúde do funcionário, os resultados são sempre positivos. 

Isso porque a saúde gera disposição, felicidade e tudo isso se converte em um funcionário produtivo e que agrega valor à empresa.

Dentre as muitas práticas que podem ser adotadas pela equipe, vamos ver algumas possíveis:

1. Treinamento

Conhecimento nunca é demais, sendo assim, investir em bons treinamentos para os funcionários é uma estratégia muito eficiente para qualquer empresa. 

Você deve concordar comigo que um funcionário que tem treinamentos antes e ao longo do tempo em que está prestando seus serviços à empresa, ele conhece o passa a passo para realizar suas tarefas.

Consequentemente é mais eficiente do que aquele que iniciou e não teve nenhum treinamento ou acompanhamento das tarefas.

Isso acontece porque qualquer tipo de preparação, ainda que seja aquela em que o funcionário acompanha o dia a dia de um colega de equipe, é uma forma de capacitá-lo para lidar com sua futura rotina.

Por isso, se você é um empresário, ou gestor de RH cogite essa opção para melhorar a produtividade dos seus colaboradores.

2. Plano de carreira

A equipe de Recursos Humanos, juntamente com o dono e administrador da empresa, podem elaborar a construção de um plano de carreira para os colaboradores.

Essa atitude aumenta bastante, não só a produtividade, mas também a motivação dos trabalhadores.

Dessa forma, muitas empresas sempre informam aos seus recém-contratados o “caminho das pedras” que eles poderão passar ao longo de sua carreira dentro da instituição. 

E desse jeito, o funcionário sabe que não irá ficar estagnado na profissão, além de saber o que precisa fazer para alcançar novos patamares no seu serviço.

Quando uma empresa investe em um bom plano de carreira para os seus colaboradores, o resultado é profissionais mais engajados com as suas funções. 

E é assim que os Recursos Humanos na área da saúde consegue melhorar os setores da empresa. 

3. Gestão mais eficiente

Com a globalização e o alto desenvolvimento da tecnologia, boa parte dos processos internos de uma empresa podem acontecer à distância.

Alguns empresários e gestores já estão optando pelo famoso home office e mantendo as relações presenciais apenas para reuniões com elevada importância. 

Esse tipo de gestão à distância tem se mostrado muito eficaz e capaz de diminuir e muito alguns gastos da empresa. 

Os funcionários são monitorados através de sistemas organizacionais e suas demandas são realizadas da mesma maneira, só que dentro do conforto do lar. 

O aumento da produtividade dos colaboradores nesse sistema também é um fator bastante considerável.

4. Recompensas e premiações

O que mais você imagina que pode ser feito para que os colaboradores da empresa trabalhem com maior motivação? 

O RH pode estabelecer uma política de recompensas e premiações na instituição.

Mas como isso pode ser feito?

É muito simples! Se um funcionário se destaca pelos serviços de alta qualidade que executa, por que não recompensá-lo por essas atitudes? 

Quando ele lembrar do valor que ele tem para a instituição certamente ficará motivado a fazer um serviço ainda mais qualificado.

Para demonstrar isso para os seus colaboradores, a empresa pode conceder dias de folga, uma mini viagem paga pela instituição, vales-compras em alguma loja da região etc.

5. Feedbacks

O feedback é uma via de mão dupla, isto é, quando o gestor sugere algo para a sua equipe, ele também recebe sugestões sobre aspectos que precisam ser aprimorados na sua gestão.

Sendo assim, as sugestões visam ajudar o profissional a melhorar o seu desempenho. 

E como isso afeta a saúde do trabalhador? 

A prática do feedback aumenta a comunicação dentro do local de trabalho e faz com que todos na equipe se sintam mais seguros e felizes. 

Consequentemente, o empresário pode observar como os trabalhos dos seus funcionários têm uma melhora eficiente e rápida.

6. Encontros semanais

Outra estratégia que melhora a interação entre os colaboradores de uma empresa é a promoção de encontros semanais. 

Para isso, a equipe de RH deve marcar reuniões semanalmente, quinzenalmente ou ao menos mensalmente. 

Nessas reuniões será discutido tudo que está envolvido nos serviços da equipe.

Há ainda algumas empresas que  preferem um ambiente mais descontraído, para que os funcionários possam apenas conversar e relaxar um pouco, saboreando um pequeno lanche. 

7. Plano de Saúde para funcionários

E por último, mas não menos importante.

Uma das estratégias que mais irá impactar a saúde do trabalhador e sua qualidade de vida é: ter um bom plano de saúde

Os gestores de Recursos Humanos sabem que esse é um dos benefícios mais importantes que uma empresa pode oferecer aos seus colaboradores. 

Isso porque ter um plano de saúde vai proporcionar ao funcionário segurança na vida pessoal e financeira, já que ele terá garantia de uma assistência médica de qualidade quando for necessário.

Além disso, podemos ver que boa parte das causas de afastamento no trabalho é por questões de saúde.

Afinal, sem saúde, tanto física quanto emocional, os seus funcionários não são produtivos, muito menos felizes no ambiente de trabalho. 

Quando a organização se compromete a oferecer planos de saúde, ela mostra preocupação com o bem-estar de seus colaboradores. 

Assim sendo, também é uma forma de conscientizar a equipe que o bom trabalho está diretamente ligado ao bom funcionamento do próprio corpo.

Quem pode fazer parte do plano de saúde empresarial?

Saiba que qualquer um dos seus funcionários podem fazer parte do plano de saúde empresarial, afinal o contrato dos planos de saúde incluem:

  • Empregados;
  • Sócios; 
  • Administradores;
  • Aposentados; 
  • Trabalhadores temporários;
  • Estagiários;
  • Menor aprendiz;
  •  E até integrantes da família do funcionário.

Como funciona o plano de saúde para funcionários?

Os planos de saúde empresarial são coletivos, mas funcionam como um plano de saúde para pessoa física. 

Assim sendo, as condições são oferecidas a todos os colaboradores, que podem optar por participar ou não do benefício.

Quanto custa um plano de saúde para funcionários?

A resposta para essa pergunta vai variar conforme alguns critérios como: 

  • O número de funcionários da empresa;
  • A rede de hospitais que farão parte do plano;
  • Quais serviços escolhidos;
  • Entre outros fatores. 

Geralmente, em média, um plano básico para uma instituição com 20 funcionários custa R$ 5 a 7 mil por mês.

Além disso, também é importante lembrar de verificar os reajustes que podem ser realizados pela operadora

Conclusão

Como você pode ver neste artigo, existem diversas estratégias para que os Recursos Humanos consigam colaborar com a saúde dos trabalhadores.

Em consequência, há um aumento no nível de felicidade dos profissionais em seu trabalho.

Eu te mostrei que os Recursos Humanos na área da saúde do trabalhador é essencial  para que os colaboradores continuem a aprimorar suas práticas, e desse jeito possa continuar realizar o seu trabalho com eficácia e qualidade.

Você conseguiu entender porque o RH é tão importante para gerar saúde para os trabalhadores? 

Se você é funcionário ou empresário e gostaria de saber mais sobre planos de saúde empresariais. Entre em contato com a gente. Basta clicar aqui!

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Se você está buscando um melhor acompanhamento para a sua saúde, veja agora nove dicas para contratar um plano de saúde de qualidade. 

Muitas pessoas acreditam que contratar um plano de saúde é caro demais e que, por vezes, está fora de cogitação para a realidade brasileira. 

Mas, eu vim te mostrar neste artigo que existem diversas alternativas e convênios com um excelente custo-benefício. 

Além disso, o principal responsável pela escolha do plano de saúde é você. Sendo assim, você pode escolher as coberturas e serviços que cabem no seu bolso e de acordo com as suas necessidades. 

Ao ler este artigo, você irá perceber que pagar um valor mensalmente e ter direito a consultas, exames e até internações vale muito mais a pena do que ficar esperando na fila do SUS ou optar por pagar os preços absurdamente caros da rede particular.

Eu vou te mostrar que é possível escolher um plano de saúde que cabe no seu orçamento e ainda supre as suas necessidades. 

Benefícios de ter um plano de saúde

Sem dúvida alguma, a gente não tem previsão de quando iremos adoecer, ou quando nossos filhos ou cônjuge irão ficar doentes. 

Sendo assim, ter um plano de saúde é essencial se você não quer passar por alguns transtornos nesses momentos difíceis. 

Além do mais, ter um plano de saúde vai te proporcionar segurança na vida pessoal e financeira, já que terá garantia de uma assistência médica de qualidade quando for necessário.

Caso você não queira ter um convênio, só lhe restará duas alternativas:

  1. Custear os altos gastos no atendimento particular; 
  2. Depender do atendimento precário do SUS.

Pesar qual a melhor opção entre as duas alternativas que lhe resta é um grande desafio, visto que apesar de possuir alguns méritos, os atendimentos da rede de atenção básica são insuficientes para a alta demanda exigida pela população. 

E para quem opta pelo atendimento na rede particular, pode se deparar com preços absurdos e dependendo da complexidade do problema a ser tratado, poderá contrair dívidas para bancar os gastos.

Geralmente, uma consulta numa clínica particular não é abaixo de R$150 e as internações ficam por volta de R$10 mil.

E apesar de, recentemente, terem surgido alternativas com preços populares, as clínicas não oferecem cobertura hospitalar e ambulatorial.

Por isso, se você deseja receber os cuidados médicos ideais para as suas necessidades, não passar por sustos e perrengues em casos emergenciais, a sua melhor opção é contratar um plano de saúde.

Porque é importante escolher bem o plano de saúde?

Porque é importante escolher bem o plano de saúde

Sabe quando deitamos a nossa cabeça no travesseiro e dormimos tranquilamente pensando em como a vida está tranquila e não há nada com que se preocupar? 

É… Essa é a sensação que temos quando aprendemos a contratar um plano de saúde que é excelente para nossa realidade. 

Um levantamento prévio realizado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), mostrou que o número de usuários de planos de saúde atingiu 48,1 milhões, em abril de 2021. Esse é o maior volume no período de cinco meses.

E, segundo o Datafolha, somente a casa própria é mais importante para os brasileiros do que um plano de saúde. Conforme as estatísticas, 80% dos usuários aprovam a sua operadora. 

E para estar entre os índices de satisfação, você precisa contratar um bom plano de saúde que seja compatível com as suas necessidades médicas.

Por isso, antes de escolher o seu plano, você precisa refletir nas seguintes perguntas:

  • Quero ser atendido na sua cidade ou em todo o país? 
  • Em caso de internação, quero ficar na enfermaria ou em um apartamento? 
  • Estou disposto a pagar coparticipação ou quero tudo incluso na mensalidade?

As respostas para essas e outras perguntas que vão definir que tipo de plano você necessita e quais coberturas são fundamentais.

Como contratar um plano de saúde que eu possa pagar?

Para contratar um plano de saúde que caiba no seu orçamento, você precisa avaliar quais são as suas necessidades. 

Existem diversas opções de planos com coberturas e valores diferentes. Há planos mais básicos com mais limitações no atendimento que podem ser uma ótima opção para quem não utiliza os serviços frequentemente.

Ah! Outra forma de reduzir o valor da mensalidade do seu plano de saúde é a adesão aos planos coletivos ou empresariais.

Você também pode optar por convênios com coparticipação, que possuem mensalidades mais baixas e cobram uma taxa simbólica a cada atendimento.

9 passos para contratar um plano de saúde excelente

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Se você seguir essas dicas para contratar um plano de saúde, provavelmente irá fazer uma escolha assertiva. 

E essa decisão é um passo importante para você cuidar melhor de si e da sua família.

1. Escolha o tipo de contratação

Primeiramente, saiba que os planos de saúde podem ser de três tipos em relação à contratação:

  1. Individual ou familiar: você procura a operadora para contratar o plano
  2. Coletivo por adesão: sua associação profissional ou sindicato oferece o plano
  3. Coletivo empresarial: você contrata através de um CNPJ

Plano Individual

No plano individual, você procura a operadora para contratar o plano de saúde. A adesão é livre, possui período de carência, a cobertura acontece conforme o contrato e o ROL de procedimentos. 

Além disso, a rescisão é feita apenas em caso de fraude e/ou falta de pagamento e a cobrança ocorre diretamente ao consumidor pela operadora de planos de saúde.

Plano coletivo por adesão

No plano coletivo por adesão, sua associação profissional ou sindicato oferece o plano. 

A adesão exige vínculo com associação profissional ou sindicato, possui período de carência, salvo para quem ingressa no plano em até 30 dias da celebração do contrato ou no aniversário do mesmo.

A cobertura acontece conforme o contrato e o Rol de Procedimentos e a rescisão é prevista em contrato e somente é válida para o contrato na sua totalidade. Já a cobrança é feita diretamente ao consumidor pela Pessoa Jurídica contratante ou pela Administradora de Benefícios.

Plano de saúde empresarial

Em caso de contratação do plano empresarial, você precisa de um CNPJ para fazer a contratação. Pode ser de pequena, média ou grande empresa e até mesmo de microempreendedor individual (MEI). 

A adesão exige vínculo com pessoa jurídica por relação empregatícia ou estatutária. Possui período de carência, salvo para contrato com 30 ou mais beneficiários e para quem ingressa no plano em até 30 dias da celebração do contrato ou da vinculação à empresa.

Além disso, a cobertura é feita conforme o contrato e o Rol de Procedimentos e a rescisão é prevista em contrato e somente válida para o contrato na sua totalidade. 

Da mesma forma, a cobrança é feita diretamente ao consumidor pela Pessoa Jurídica contratante ou pela Administradora de Benefícios.

2. Veja qual a área de atendimento

A escolha da área de atendimento vai depender de até onde você deseja ser atendido. 

Por exemplo, se você é viajante é bom optar por um convênio que tenha atendimento por todo o país ou pelo menos nos estados que você mais costuma ir. 

Porém, também há planos apenas no seu estado ou cidade que podem ser mais acessíveis em valores. 

Apesar disso, saiba que há planos de saúde nacionais, estaduais, para alguns estados, para alguns municípios ou só para a sua cidade.

3. Atente-se às coberturas

Esse é um dos requisitos mais importantes para contratar seu plano de saúde, porque é ele que determina a quais serviços médicos você terá direito.

São cinco segmentos assistenciais em vigência:

  • Ambulatorial: cobre apenas consultas, exames e terapias
  • Hospitalar com ou sem obstetrícia: cobre apenas internações em hospitais (com ou sem direito a parto)
  • Ambulatorial + hospitalar com ou sem obstetrícia: cobre consultas, exames, terapias e internações (com ou sem direito a parto)
  • Odontológico: cobre apenas assistência odontológica
  • Referência: cobre consultas, exames, terapias, internações e parto (a cobertura total é válida 24 horas depois da adesão, sem carência) 

Como você pode ver, o plano referência é o melhor em relação às coberturas, entretanto também é o mais caro.

Para quem deseja ter um bom plano de saúde, é importante que o convênio escolhido ofereça no mínimo a cobertura ambulatorial + hospitalar. 

Ah! E tem mais uma dica: se você quer ter filhos, a cobertura de parto é essencial.

4. Defina o tipo de acomodação

Você pode optar por acomodação coletiva (enfermaria) ou acomodação individual (apartamento) em caso de internação.

O conforto é mais caro, então saiba que se escolher a acomodação individual, o valor do seu plano também irá aumentar.

5. Analise a rede credenciada

Avaliar quais são as redes credenciadas ao seu plano é crucial. E para isso lembre-se de priorizar qualidade ao invés de quantidade. 

Veja quais são as redes de hospitais, clínicas, laboratórios e médicos, e avalie se os prestadores são suficientes, se possuem bons profissionais, etc.

6. Verifique a carência

Legalmente, os planos de saúde podem exigir prazos de carência até a liberação dos serviços, seguindo os limites abaixo:

  • 24 horas para urgências e emergências
  • 180 dias para demais coberturas
  • 300 dias para partos a termo (gestações com mais de 37 semanas)

E você pode trocar de plano (caso já possua um) sem cumprir a carência. Basta consultar as condições de portabilidade no site da ANS.

7. Leia e preencha a proposta de adesão com cuidado

Ler o contrato antes de assinar é uma parte do processo que não deve ser transgredida. 

Leia-o e esclareça suas dúvidas com o corretor ou operadora. Não deixe de verificar se as condições que estão no documento são as mesmas do plano que você contratou.

8. Considere os reajustes

Geralmente, os planos de saúde passam por dois tipos de reajuste:

  1. Anual
  2. Aumento por mudança de faixa etária

Já o percentual máximo de reajuste para planos individuais e familiares é divulgado anualmente pela ANS.

Nos planos coletivos e empresariais, o reajuste ocorre conforme condições da operadora e acordos com empresários.

9. Avalie a reputação da operadora

Por último, mas não menos importante. Não assine o contrato do seu plano de saúde sem analisar a reputação da operadora no mercado.

No site da ANS, existe a possibilidade de você conferir o ranking de operadoras em relação à qualidade, além de verificar possíveis casos de suspensão e processos de falência.

Vale a pena também ver o Reclame Aqui e avaliar os comentários do Google para entender como os usuários avaliam o plano.  

 Conclusão

Viu que é possível contratar um plano de saúde que cabe no seu orçamento e ainda supre as suas necessidades? 

Basta que você siga o passo a passo que eu te mostrei aqui. 

E para te ajudar ainda mais nessa missão importante, eu tenho uma dica bônus para você! 

Contrate um plano da Smart Care! Você pode acessar os planos disponíveis clicando aqui

Caso fique alguma dúvida, você ainda pode entrar em contato com um de nossos consultores.

Avalie as suas necessidades e vem já contratar o seu plano de saúde!

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