9 dicas de finanças que todo MEI precisa saber

9 dicas de finanças que todo MEI precisa saber

Se tem um assunto que todo MEI precisa saber é sobre finanças, tanto pessoais quanto sobre o seu negócio. 

Provavelmente, você já é um microempreendedor individual ou está buscando informações para se tornar um. 

Por isso, é extremamente importante você sabe gerenciar as suas finanças. Não somente anotando o quanto você ganha e o quanto você recebe, precisa também determinar um valor para investimentos e retirar o pró-labore. 

Vou te explicar exatamente cada um desses itens na próxima linha. Vamos lá?

1) Crie um fundo de aposentadoria

Crie um fundo de aposentadoria

Criar um fundo de aposentadoria é uma dica básica. Você, como todos os outros trabalhadores, precisa estar preparado para a aposentadoria.

Você não precisa separar uma tonelada de dinheiro para o fundo, mas economizar agora ajudará a reduzir sua conta de impostos e aumentar os impostos diferidos até que você decida usar os fundos para a aposentadoria.

2) Diversifique seus investimentos

Outra dica importante de finanças para MEI é diversificar seus investimentos.

Grande parte dos microempreendedores tendem a reinvestir seu capital pessoal totalmente em seus negócios.

Embora isso ajude a crescer, você não deve colocar todos os seus ativos pessoais em uma única aposta.

Por isso, procure investir também em negócios paralelos, investimentos alternativos ou simplesmente guardar dinheiro em uma conta poupança.

Tudo isso, caso você precise, fechar o seu negócio por algum motivo, nem todos os seus bens pessoais terão sido canalizados para um negócio falido.

3) Tenha um fundo de emergência

Esta é uma dica de finanças pessoais que MEI também precisa seguir.

Isso porque a probabilidade é os negócios não prosperem mês após mês e você, como proprietário de uma empresa, provavelmente, terá que lidar com ganhos de renda irregulares ao longo do ano.

Por isso, é importante fazer um orçamento para os meses de baixa. Certifique-se de ter economias de “emergência” suficientes em mãos para que possa resistir a quaisquer meses de negócios difíceis.

4) Mantenha suas finanças pessoais e comerciais separadas

Mantenha suas finanças pessoais e comerciais separadas

Quando você é MEI pode haver uma confusão entre quem é você e quem é a sua empresa. 

É normal, afinal de contas você está tão envolvido e conectado com seu negócio que pode parecer que você é o seu negócio e o seu negócio é você.

Embora isso realmente seja uma vantagem,  não deve se aplicar às suas finanças. Isso porque manter suas finanças pessoais e de negócios separadas te:

  • Salva da dor de cabeça durante a temporada de impostos, quando você está deduzindo suas despesas comerciais;
  • Dá ao seu negócio mais credibilidade e legitimidade;.
  • Elimina a responsabilidade pessoal quando algo negativo acontecer ao seu negócio no futuro.

Sendo assim, ao iniciar seu negócio, abra uma conta bancária comercial e solicite um cartão de crédito comercial para usar nas suas despesas comerciais. Este é um ótimo começo para separar suas contas comerciais e pessoais. 

5) Separe o pró-labore

Outra coisa que de finanças que todo MEI precisa saber é o que pró-labore.

Pró-labore nada mais é do que o seu salário como empresário. Um dos principais erros de microempreendedor individual é não se pagar. 

Apesar de você ser dono do seu próprio negócio, como te mostrei no tópico interior, você precisa separar as suas finanças e separar uma quantia para você tirar como salário.

Afinal de contas, você gastou tempo e tem um valor de hora que deve ser pago. 

6) Mantenha suas despesas baixas e siga um orçamento

Pode ser difícil gerenciar seus gastos pessoais do dia a dia quando é mais importante manter um orçamento para sua empresa.

Mas não deixe que o gerenciamento do seu próprio dinheiro seja perdido enquanto você se concentra no crescimento do seu negócio.

Por isso, tenha tudo anotado em uma planilha ou utilize um aplicativo que vá te ajudar nas suas finanças.

Saiba exatamente o quanto você vai gastar e não esquece de separar também aquela quantia para despesas avulsas. 

7) Cuida da sua saúde e economize tempo e dinheiro

Cuida da sua saúde e economize tempo e dinheiro

Se tem uma coisa que demanda tempo e dinheiro é a nossa saúde. Você como MEI, provavelmente, já pensou: “e se eu sofrer um acidente como minha empresa vai continuar”?

Essa é um pensamento extremamente normal e você deve colocá-lo no papel.

Afinal de contas você não sabe quando vai precisar ficar internado ou se vai precisar de uma cirurgia de emergência.

Por isso, a melhor opção é manter um plano de saúde empresarial. Além de todas as vantagens de um plano de saúde tradicional, você também os benefícios de uma empresa. 

Sem contar que sai muito mais em conta contratar um plano empresarial do que um individual ou familiar. 

Quer saber sobre esse assunto? Converse com um dos nossos consultores.  

8) Contrate um funcionário na hora certa

Um MEI pode ter um funcionário, mas isso não significa que você vai contratá-lo assim que iniciar o sue negócio. Afinal, um funcionário gera despesas para a empresa. 

Por isso, quando começar a expandir e conseguir manter um funcionário ocupado por 40 horas por semana, é hora de contratar um profissional. 

Esse investimento vale a pena quando você já sabe quanto vai precisar separar para manter aquela pessoa na sua empresa. 

Caso ainda não seja o momento, você pode contratar um profissional para realizar serviços esporadicamente. 

9) Resista ao impulso de procrastinar

Sei que pode não ser uma das coisas mais divertidas de se fazer, mas você precisa parar de procrastinar quando o assunto é cuidar das finanças do seu negócio como MEI. 

Sei que você tem um milhão de outras coisas para fazer que precisam de sua atenção total.

Embora isso seja certamente verdade, não deixe que isso se torne uma desculpa constante.

Acompanhar as finanças da sua empresa é extremamente importante e adiar essa tarefa pode trazer erros comerciais que poderiam ter sido facilmente evitados.

Conclusão

Em resumo, no artigo de hoje te mostrei 9 dicas de finanças que todo MEI precisa saber.

Entre elas, te mostrei a importância de criar um fundo para aposentadoria e fundo de emergência. 

Você viu também como diversificar os seus investimentos, separar suas finanças pessoais das comercias e o que é o pró-labore. 

Além disso, você viu também como é essencial manter as despesas baixas, cuidar da sua saúde, contratar um funcionário na hora certa e resistir ao impulso de procrastinar. 

Gostou do artigo? Deixa um comentário! Assim vou saber que posso trazer mais assuntos como este aqui para o blog. 

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Você sabe o que significa ter uma Assistência Viagem Internacional? Imagina que você vai fazer uma viagem para Paris ou qualquer outro país. Aí você sofre um acidente no meio da estrada. 

Eu sei. Horrível né?

Mas você está bem, só são alguns arranhões. Só que mesmo assim você terá que ser transportado até o hospital mais próximo e realizar alguns exames. 

Se fosse aqui no Brasil era só ir até um hospital público. Mas no exterior não é assim, você vai precisar pagar com os custos com a ambulância, internação, exames…

Pensando nisso, vou te mostrar:

  • O que é uma Assistência Viagem Internacional;
  • Por que devo fazer;
  • Como contratar;
  • Qual a diferença entre seguro viagem e Assistência Viagem?
  • Dicas para ter uma excelente experiência com o serviço.

Vamos lá?

O que é uma Assistência Viagem Internacional?

A Assistência Viagem Internacional é como se fosse um seguro que vai te deixar mais tranquilo caso acontece algum previso. Em geral, ele cobre: 

  • Consultas médicas;
  • Assistência hospitalar;
  • Reembolso para perdas e cancelamentos de voos;
  • Compras de remédios e equipamentos de saúde;
  • Coberturas contra perda ou extravio de bagagem;
  • Entre outras coberturas.

O objetivo é você economizar muito caso precisa de um serviço hospitalar, por exemplo, em outro país. 

Por que devo fazer ter uma Assistência Viagem Internacional?

Já ouviu aquela frase “imprevistos acontecem”?

Por isso, você ter uma Assistência Viagem Internacional.

Afinal de contas, acidentes e doenças podem acontecer a qualquer momento.

Sendo assim, se o problema for grave, o custo do tratamento no exterior (a depender do país de destino) pode ser bem caro!

Em geral, se você não tiver esse serviço, terá que pagar por consultas médicas, remédio e, em casos mais graves, transporte de ambulância e internação. 

Além disso, pode também cobrir extravio de bagagem, remarcação de passagem, entre outros. É importante verifique quais são as coberturas disponíveis antes de escolher o seu plano.

Como contratar uma Assistência Viagem Internacional?

Você pode procurar esse serviço em seguradoras. Mas a melhor forma de adquirir a Assistência Viagem Internacional é contratando um plano de saúde que já possui esse serviço no pacote. 

Dessa forma, você não vai precisar se preocupar com outra documentação. Além disso, já terá a qualidade que você conhece no Brasil, caso precise de um auxílio no exterior. 

Sendo assim, se você viaja muito para outro país procure um plano de saúde que já inclua Assistência Viagem Internacional no contrato.

Qual a diferença entre seguro viagem e assistência viagem?

O seguro viagem funciona como um seguro comum.

Ou seja, você paga todas as despesas médicas do próprio bolso e depois solicita o reembolso à seguradora. Isso, é claro, dentro dos limites de valores estabelecidos em contrato. 

A vantagem é poder escolher qualquer lugar para ser atendido, independente de fazer parte da rede conveniada do seguro.

Já a desvantagem é que a burocracia pode ser uma dor de cabeça. Afinal de contas você vai precisar dos comprovantes de despesas médicas, laudos, notas fiscais e tudo que possa confirmar o atendimento. 

Já na assistência viagem o atendimento será todo arcado pela seguradora contratada (dentro dos limites previstos no contrato).

Todo o pagamento será arcado pela seguradora e você deve entrar em contato com a empresa contratada antes de receber o atendimento.

A desvantagem é a obrigatoriedade de ser atendido no local indicado (salvo casos de emergência).

Mas isso não será um problema, caso você tenha contratado um plano de saúde com uma ampla rede credenciada. 

Dicas para ter uma excelente experiência com a Assistência Viagem Internacional

Agora que você já sabe o que é a Assistência Viagem Internacional, como contratar e qual a diferença entre ela e o seguro viagem.

Vou te mostrar as principais dicas para você ter uma excelente experiência. 

1) Veja a cobertura para doenças preexistentes

É importante você verificar se o plano pede a carência para as doenças preexistentes. Isso está escrito no seu contrato ou na carteirinha. 

Além disso, caso aconteça algum problema de saúde antigo, a empresa contratada pode se negar a oferecer a cobertura ou pedir um valor extra. 

2) Verifique o valor da cobertura

Verificar o valor da cobertura é importante para você saber o quanto será reembolsado caso aconteça alguma coisa.

Além disso, não é porque você tem a Assistência Viagem Internacional que ela vai cobrir qualquer coisa que aconteça.

Sendo assim, você precisa ter uma noção do valor que você usufruir caso aconteça algum imprevisto. 

3) Compare o preço e benefícios entre os planos

Lembra que te falei que uma ótima oportunidade de ter uma Assistência Viagem Internacional é contratando ele dentro do seu plano de saúde?

Existem várias operadoras que oferecem esse serviço!

Por isso, a melhor forma de comparar os preços e benefícios que atendem suas necessidades é você entrar em contato com uma seguradora. 

Se você tiver precisando de ajuda, entre em contato com a gente. A nossa equipe está preparada para te orientar dar melhor forma possível.

Conclusão

Em resumo, no artigo de hoje eu te mostrei o que é uma Assistência Viagem Internacional.

Antes de tudo, você viu por que deve fazer uma e como contratar. Também te mostrei qual a diferença entre seguro viagem e Assistência Viagem.

Além disso, te mostrei dicas para ter uma excelente experiência com o serviço.

Tem mais alguma dúvida sobre o assunto? Deixa um comentário, a nossa equipe fará o possível para te responder.

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O que é DASN SIMEI

O que é DASN SIMEI?

Se você quer saber o que é DASN SIMEI, provavelmente, você é um microempreendedor individual ou está pretendendo se tornar um. 

É uma declaração bem simples e que quem é MEI precisa fazer todos os anos. 

Por isso, com o objetivo de te entregar tudo o que você precisa saber sobre esse assunto, vou te mostrar:

  • Quem precisa enviar a declaração;
  • O que acontece se ultrapassar o faturamento;
  • Como fazer a DASN;
  • O que acontece se não entregar essa declaração;
  • Qual o prazo de envio;
  • E o que acontece com essa declaração no caso de cancelamento do MEI.

Mas antes, vou te explicar…

O que é a DASN SIMEI?

DASN SIMEI é a sigla para Declaração Anual do Simples Nacional para Microempreendedor Individual. Ela é feita gratuitamente pela internet.

É por meio dela que o MEI declara à Receita Federal o faturamento do ano anterior e se houve contratação de um empregado.

Ou seja, o microempreendedor informa ao governo sobre as receitas derivadas das atividades de:

  • Comércio;
  • Indústria; e
  • Serviço de transporte intermunicipal e interestadual.

Além disso, deve informar também se teve funcionário contratado no período ou não.

Quem precisa enviar a DASN SIMEI?

A DASN SIMEI deve ser enviada por todo microempreendedor que está com o CNPJ. Até mesmo aquelas empresas que não tiveram movimentação. Nesse caso, deve-se enviar a DASN SIMEI alegando a receita bruta zerada.

E se ultrapassar o faturamento permitido?

O teto anual do MEI é de R$ 81 mil de faturamento, no entanto, existe a possibilidade ultrapassar esse valor sempre precisar mudar de categoria. 

Caso o faturamento do MEI chegue até 20% do valor permitido (R$ 97,2 mil) será necessário pagar as guias DAS na condição de MEI.

Ou seja, após o preenchimento da declaração, ele terá que gerar um DAS complementar, para pagar o excesso de faturamento.

Agora se ultrapassar o limite máximo de R$ 97,2 mil de faturamento, o MEI passa para a condição de Microempresa ou Empresa de Pequeno Porte. 

E assim terá que recolher os tributos devidos do Simples Nacional, retroagindo ao mês de janeiro, conforme os percentuais das atividades exercidas.

Como fazer a DASN?

Para fazer a declaração você precisa:

  1. Fazer um relatório das receitas obtidas a cada mês (baixe aqui um modelo);
  2. Conferir se o valor das notas fiscais emitidas foi anotado corretamente no seu relatório;
  3. Se estiver tudo correto, você tem até 31 de maio do ano seguinte para enviar a declaração (apenas pela internet).

Para fazer a DASN você vai precisar informar seu CNPJ. Além disso, dentro do portal há alguns termos que vou te explicar para te ajudar a realizar essa declaração. 

A linha “Original” significa que você precisa selecionar o ano-calendário referente à declaração. 

Já a opção “Retificadora” você só preenche se precisar corrigir algum dado do ano anterior.

Depois você vai preencher as receitas obtidas por meio de atividades na indústria, comércio e serviço do transporte intermunicipal e interestadual. Caso não tenha receita é só preencher com 0,00.

Logo depois, você precisa informar se contratou algum funcionário nesse período. 

Pronto! Agora é clicar no botão transmitir e imprimir o recibo da declaração. 

Além disso, você precisa ficar atento se o seu faturamento passou do teto permitido.

Se esse for o caso, você precisa clicar no botão “Gerar DAS” e imprimir a cobrança dos impostos sobre a receita excedente.

Veja o vídeo sobre “Como fazer o DASN SIMEI”

Não entreguei a declaração, e agora?

Se você não entregar a Declaração Anual do Simples Nacional (DASN SIMEI) até o dia 31 de maio, fica sujeito ao pagamento de uma multa. 

O valor dessa multa por atraso é de no mínimo R$ 50,00 ou de 2% ao mês-calendário ou fração.

A multa é gerada no momento da transmissão da declaração. Ou seja, apenas quando for declarar o DASN SIMEI que o microempreendedor vai saber quanto irá pagar de multa.

Além disso, o pagamento realizado em até 30 dias, terá a multa reduzida em 50%, totalizando R$ 25,00.

Para maiores esclarecimentos, acesse o Manual que trata sobre DASN – SIMEI, disponibilizado pelo Simples Nacional.

Ele também trata de informações sobre a multa por atraso na entrega da declaração – MAED (página 16).

O que acontece se não declarar o DASN SIMEI?

Se não apresentar a declaração não poderá emitir os boletos mensais deste ano, referentes ao pagamento do INSS, ISS e ICMS.

Ou seja, colocará em risco os seus benefícios como microempreendedor individual, inclusive a oportunidade de adquirir um excelente plano de saúde empresarial.

Qual o prazo de envio da DASN SIMEI?

O DASN SIMEI deve ser enviado todos os anos até as 23h59 do dia 31 de maio. Após esse prazo, O MEI fica sujeito a uma multa. 

Como te mostrei anteriormente, o valor mínimo dessa multa é de R$ 50,00 ou de 2% ao mês-calendário ou fração incidentes sobre o montante dos tributos declarados na DASN-SIMEI, limitando-se a 20%.

Vou cancelar o MEI, preciso fazer a declaração?

Sim. Se você vai cancelar o seu CNPJ como MEI, precisa também preencher a DASN, mas nesse caso, como situação especial.

Será necessário enviar as informações até o último dia do mês de junho, desde que a extinção tenha ocorrido no 1° quadrimestre do ano-calendário. 

Já nas demais situações, a declaração em situação especial deve ser entregue até o último dia do mês subsequente à extinção.

Conclusão

Em resumo no artigo de hoje eu te explique o é DASN SIMEI. Antes de tudo você viu quem precisa enviar a declaração e o que acontece ser ultrapassar o faturamento permitido para MEI. 

Te mostrei também como fazer a DASN e o que acontece se não entregar essa declaração.

Além disso, você viu qual o prazo de envio e o que acontece com essa declaração no caso de cancelamento do MEI.

Se você tiver qualquer dúvida sobre esse assunto, deixe um comentário. A nossa equipe está preparada para te ajudar!

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Se você quer saber o que é DAS MEI, provavelmente, é porque está se preocupando em regularizar a sua atividade como microempreendedor individual. 

Por isso, já te adianto que não é um bicho de sete cabeças e que o valor cabe perfeitamente no seu bolso. 

Além disso, nesse artigo eu também vou te mostrar:

  • Por que você deve pagar o DAS MEI;
  • Quais são os impostos pagos do documento;
  • Como ter acesso;
  • O que fazer se atrasar o pagamento;
  • Como pedir o reembolso;
  • Como pagar o DAS MEI em dia;
  • O que é DASN-SIMEI.

Vamos lá?

O que é DAS MEI?

DAS MEI é o Documento de Arrecadação Simplificada do Microempreendedor Individual. Ele é um documento de pagamento mensal das obrigações tributárias como MEI.

Desse modo, os boletos são emitidos pela Secretaria da Micro e Pequena Empresa (SMPE). Eles devem ser pagos sempre até o dia 20 de cada mês, podendo ser adiado para o próximo dia útil caso caia em fim de semana ou feriado.

Por que devo pagar?

Pagar o DAS MEI é importante porque ele, além de possibilitar a manutenção da atividade do MEI, também garante os benefícios da categoria. 

Além disso, é através desse boleto que ocorre a contribuição para todos os benefícios inclusive para a Previdência Social. Ou seja, é uma forma de garantir a aposentadoria por idade.

Quais são os impostos pagos pelo MEI?

Os impostos pagos com o DAS MEI, independente do setor, se resumem a duas contribuições. 

A primeira é com 5% do valor do salário mínimo para o INSS, o Instituto Nacional do Seguro Social.

A segunda vária de acordo com cada setor. Os prestadores de serviços pagam R$ 5,00 de Imposto Sobre Serviços (ISS) e industriários e comerciantes recolhem R$ 1,00 de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

Além disso, só paga esses dois últimos tributos a empresa do MEI que for prestadora de serviços e também estabelecimento comercial.

Os valores do DAS MEI são atualizados anualmente, a partir do aumento do salário mínimo. Sendo assim, os valores dessa contribuição mensal em 2020 é a seguinte:

MEIs – AtividadeINSSICMS/ISSTotal
Comércio e Indústria (ICMS)52,251,0053,25
Serviços (ISS)52,255,0057,25
Comércio e Serviços (ICMS e ISS)52,256,0058,25

Como tenho acesso ao DAS MEI?

Até 2015, o MEI recebia em sua casa o chamado Carnê da Cidadania, trazendo as 12 parcelas relativas à sua contribuição mensal. 

Mas agora é preciso gerar os próprios boletos de pagamento, o que pode ser feito no Portal do Empreendedor ou via aplicativo

Para baixar o aplicativo, acesse a página da Receita Federal e escolha o seu sistema operacional (disponível para aparelhos com Android e iOS).

Já no Portal do Empreendedor, siga este passo a passo:

  1. Acesse o portal do MEI;
  2. Vá até “Já SOU microempreendedor individual”;
  3. Clique em “Serviços”;
  4. Clique em “Pague sua contribuição mensal”;
  5. Escolha a forma de pagamento
    1. Débito Automático;
    2. Pagamento online;
    3. Boleto de pagamento.
  6. Informe o CNPJ;
  7. Pronto. 

Além disso, separei para você três vídeos que vão te ajudar a emitir o seu DAS MEI e fazer o pagamento. Veja só:

Saiba como fazer a inclusão de Débito Automático do MEI

Saiba como fazer o pagamento online da contribuição do MEI

Como fazer a emissão do PGDAS do MEI

E se atrasar o pagamento?

Se você não pagar o DAS MEI até o dia do vencimento, deve gerar um novo DAS, que trará os valores de multa e juros incidentes. Nesse caso, o vencimento se dará no último dia útil do mês. 

Por outro lado, se a intenção for encerrar a empresa, o MEI deve quitar todos os pagamentos e providenciar a baixa, feita gratuitamente no Portal do Empreendedor. 

Paguei o DAS a mais, posso receber de volta?

Se você pagou o boleto duas vezes ou se pagou o boleto enquanto recebeu salário-maternidade, auxílio-doença ou auxílio-reclusão, você pode pedir a restituição, ou seja, o reembolso do que pagou a mais. Basta você acessar aqui: http://www8.receita.fazenda.gov.br/SimplesNacional/Servicos/Grupo.aspx?grp=18 

Como pagar o DAS MEI em dia?

Agora que já sabe tudo sobre o DAS MEI, separei 5 dicas para você não perder os prazos

1) Registre as despesas

Antes de tudo, você deve registrar TODAS as despesas e as receitas. Ou seja, não importa se o valor é alto ou baixo.

2) Não misture as finanças

Depois separe as suas despesas e receitas da empresa da sua vida pessoal.

O indicado é você separar uma quantia para você como se fosse um salário que você recebe mensalmente.

3) Tenha metas

Quanto você quer faturar com a sua empresa daqui a três meses? Um ano? Cinco anos? 

Quando você quer deixar de ser microempreendedor e virar uma empresa de pequena porte?

Esses são exemplos de metas que você pode colocar no papel, dessa forma você gerencia melhor os seus recursos e estimula o crescimento da empresa. 

4) Planeje-se

Faça um planejamento de quais ações você vai fazer para alcançar o objetivo que você determinou no item anterior. Isso vai te ajudar a manter a empresa em crescimento constante. 

Além disso, esse planejamento pode ser diário, semanal, mensal e até mesmo anual.

No entanto, cada um desses períodos exige uma estratégia diferente. Você precisa determinar cada uma delas.

5) Organize-se

Comece pequeno, mas pense grande. Nada de deixar tudo bagunçado! O ideal é você ter um cadastro de clientes atualizado e definir um calendário de rotinas.

Dessa forma, você não perde os prazos de vencimento das contas e também não esquece de cobrar seus clientes.

O que é a Declaração anual do MEI?

A Declaração Anual do Simples Nacional para Microempreendedor Individual (DASN-SIMEI) é uma declaração de faturamento do último ano-calendário que todo MEI cadastrado deve apresentar. 

Ou seja, independente da empresa ter faturado ou não, ela deve entregar a declaração.

Além disso, se a DASN-SIMEI não for entregue, o empreendedor fica impossibilitado de gerar DAS MEI para pagamento.

Conclusão

Em resumo, no artigo de hoje te mostrei o que é DAS MEI e te dei 5 dicas para você não perder o prazo. 

Antes de tudo, você viu por que deve pagar o DAS MEI, quais são os impostos pagos e como ter acesso a esse documento. 

Além disso, te mostrei também o que fazer se atrasar o pagamento, como pedir o reembolso e o que é DASN-SIMEI.

Se você tiver qualquer outra dúvida sobre esse assunto, deixe um comentário! A nossa equipe fará o possível para te responder.

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Se você quer saber como deduzir plano de saúde você pode estar preocupado com o Imposto de Renda.

Em geral, pode parecer complicado, mas o que vou te mostrar agora vai clarear a sua mente sobre como deduzir o plano de saúde. Isso porque vou te mostrar:

  • Como declarar o plano de saúde;
  • Como deduzir o plano de saúde individual, empresarial e familiar;
  • O que a Receita Federal considera como despesa médica;
  • O que você não pode deduzir como despesa médica. 

Vamos lá?

Como declarar plano de saúde no Imposto de Renda 2020

Para declarar o plano de saúde no Imposto de Renda de 2020 você precisa informar: 

  • O CNPJ e o nome da operadora;
  • O valor pago;
  • E a parcela que foi reembolsada e não é dedutível. 

Além disso, é importante também você informar todos gastos que foram feitos com o seu próprio plano de saúde, o de um dependente ou de um alimentando.

Aliás, uma novidade para 2020 é que o programa do Imposto de Renda permite que o informe enviado pelas operadoras de plano de saúde seja importado.

Basta selecionar o botão “importar arquivo do plano de saúde” na ficha Pagamentos Efetuados e pronto. Isso já vai agilizar muito o processo para declarar o plano de saúde. 

Como deduzir plano de saúde individual

Como deduzir plano de saúde individual

Se você paga o seu plano de saúde individual integralmente, para deduzi-lo basta solicitar a operadora o Informe de Rendimentos 2019.

Este é um documento com os dados relacionados para conseguir realizar a declaração. Ele envolve apenas o gasto com a mensalidade paga ao longo de 2019 ao plano de saúde.

Ou seja, declaram-se os gastos com consultas médicas e outros procedimentos nos itens respectivos do formulário.

Dessa forma, lembre-se que para fazer a declaração corretamente você precisa de todos os recibos desses pagamentos ou nota fiscal.

Como deduzir plano de saúde familiar e empresarial

Para deduzir o plano de saúde familiar todos os dependentes ou alimentados precisam estar cadastrado anteriormente na declaração como dependentes.

Ou seja, precisa ser informando o CPF, mesmo que algum deles seja menor de idade.

Por outro lado, nos casos no caso que os dependentes e alimentandos estão incluídos em um plano empresarial só será deduzido do seu Imposto de Renda o valor que sai direto do seu bolso enquanto contribuinte.

O que a Receita Federal considera como despesa médica?

A Receita Federal considera como despesa médica:

  • Gastos com plano de saúde individual, familiar ou empresarial;
  • Gastos com planos de dependentes e alimentandos (beneficiários de pensão alimentícia);
  • Pagamentos efetuados a médicos de qualquer especialidade:
    • Dentistas;
    • Psicólogos;
    • Fisioterapeutas;
    • Terapeutas ocupacionais;
    • Fonoaudiólogos.
  • Hospitais e as despesas provenientes de exames laboratoriais;
  • Serviços radiológicos;
  • Aparelhos ortopédicos;
  • Próteses ortopédicas e dentárias.

Além disso, lembre-se que você precisa ter todos os comprovantes dessas despesas e guardá-los por 5 anos.

Isso é importante porque se a Receita pedir a comprovação desse gasto, você já tem toda a documentação separada. 

O que não posso deduzir como despesa médica?

O que não posso deduzir como despesa médica?

Agora que você já sabe o que deduzir como despesa médica na Receita Federal, vou te mostrar e te explicar o que NÃO pode deduzir. 

Veja só:

1) Despesas médicas sem recibo

Como te disse anteriormente, você precisa guardar todos os recebidos das suas despesas médicas. 

Caso você não tenha nota fiscal, recibo ou cópia de cheques emitidos em nome do hospital, ou profissional qualificado você não vai poder deduzir esses gastos.

Mas não se preocupe! Ainda é possível requerer essa documentação com os hospitais, clínicas e profissionais de saúde. Provavelmente, eles vão ter guardados e você pode solicitar uma cópia. 

Além disso, é importante ressaltar que se você não conseguir esses recibos não faça a dedução. Isso porque você pode cair malha fina.

2) Plano de saúde pago por empresa

Se o plano de saúde é pago integralmente pela empresa, não tem como você deduzir do Imposto de Renda.

Caso você pague parcialmente a despesa médica, você pode declarar o que pagou do bolso e informar na coluna “Parcela não dedutível/valor reembolsado” o valor pago pela empresa.

Ou seja, na hora de declarar você vai colocar somente o valor que você efetivamente pagou e que pode ser incluído na lista de possíveis deduções.

3) Plano de saúde de não dependente

Mesmo que você tenha pagado o plano de saúde da mãe, do pai, do avô, do sobrinho você não pode abater essa despesa do IR.

Isto é a não ser que essas pessoas sejam seus dependentes na declaração.

4) Remédios

Além disso, não adianta você guardar todos os comprovantes gastos com remédios. Pois, mesmo que eles sejam de uso contínuo, só poderão ser declarados se constarem na conta emitida pelo estabelecimento hospitalar.

5) Vacinas

O mesmo acontece com as vacinas: elas não podem ser deduzida. Isto é a não ser se forem constatadas na conta emitida pelo estabelecimento hospitalar.

6) Enfermeiros e massagistas

Além disso, enfermeiros particulares, cuidadores de idosos e assistentes sociais não são dedutíveis.

Ou seja, esse tipo de serviço só podem ser deduzidos se fizerem parte da conta do hospital. 

7) Viagem ao exterior para tratamento médico

Nesse caso o que não vai ser dedutível é as despesas com a viagem, ou seja, os gastos com passagens, hospedagem, transporte e alimentação.

Sendo assim, o que você vai poder deduzir como despesa médica é o tratamento hospitalar.

É claro que somente com nota fiscal emitida pelo profissional de medicina ou pelo hospital responsável.

8) Academia

Mesmo que as aulas na academia seja por recomendação médica, elas não podem ser deduzidas do Imposto de Renda.

9) Compra de óculos e lentes de contato

A compra de óculos e lentes de contatos, mesmo com a receita médica, não podem ser abatidos do Imposto de Renda.

No entanto, a única exceção são as lentes intraoculares que fizerem parte da conta do hospital ou do profissional qualificado.

10) Gastos com veterinário

Sei que tem muitas pessoas que consideram seu animal de estimação com parte da família, mas os gastos com tratamento e consultas veterinárias não podem ser deduzidos. 

Conclusão

No artigo de hoje te mostrei como deduzir o plano de saúde em 2020. Você viu o que você precisa fazer para declarar o plano de saúde empresarial, familiar e individual. 

Além disso, te mostrei também o que a Receita Federal considera como despesa médica e o que você não pode deduzir. 

Agora é a sua vez! Se você tiver qualquer dúvida sobre esse assunto, deixe um comentário. A nossa equipe fará o possível para te responder.

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