Como pedir reembolso plano de saúde

Como pedir reembolso plano de saúde?

Você sabe como pedir reembolso plano de saúde? Sei que te pessoas que não sabem que essa possibilidade existe e outras que não fazem ideia de como fazer essa solicitação.

Por isso, no artigo de hoje vou te mostrar:

  • O que é o reembolso;
  • Quando solicitar o reembolso em planos de saúde;
  • Como o valor do reembolso é calculado;
  • Quais são os prazos para solicitar o reembolso;
  • Quando acontece o reembolso integral.

Vamos lá?

O que é reembolso?

O que é reembolso

O reembolso é a restituição do valor gasto pelo beneficiário em um atendimento médico que deveria ter sido cobertos pelo plano.

O valor do reembolso em planos de saúde nem sempre é a quantia que o beneficiário paga para o atendimento.

Sendo assim, se o usuário gastar mais com despesas médicas do que o plano paga na rede credenciada, ele vai ficar no prejuízo.

Por isso, verifique a tabela de reembolso da sua operadora antes pensar nessa possibilidade.

Quando solicitar o reembolso em planos de saúde?

Solicita-se o reembolso em plano de saúde nas seguintes situações:

Casos de emergência

São aqueles que envolve risco de vida ou lesões irreparáveis, complicações no processo gestacional e acidentes pessoais.

Planos com cobertura regional ou nacional

É quando não existe médico ou até mesmo hospital disponível na região em que o beneficiário se encontra.

Planos com cobertura local

É quando os médicos, hospitais ou clínicas que estão credenciados se recusam a realizar o atendimento.

Além disso, também ocorre quando o paciente não tem acesso a médico, clínica ou hospital credenciado.

Isso quer dizer que, caso um hospital credenciado, se recuse a atender um paciente em uma das situações acima citadas. O beneficiário deve procurar atendimento em outro lugar.

Como o valor do reembolso é calculado?

Como o valor do reembolso é calculado

Calcula-se o valor do reembolso de acordo com os próprios critérios de cada operadora.

No entanto, em geral, as operadoras possuem uma tabela com valores máximos a serem pagos para cada procedimento.

Dessa forma o beneficiário não consegue reaver o valor integral do que foi pago.

Quais são os prazos para solicitar reembolso?

Segundo a ANS, os beneficiários têm até 30 dias após a realização do procedimento para entrar com um pedido de reembolso. 

Já as operadoras possuem seus próprios prazos para pagamento. No entanto, não podem extrapolar o prazo de 30 dias.

Além disso, outro aspecto que pode interferir no prazo de pagamento é a complexidade do procedimento que você vai solicitar reembolso. 

Por exemplo, o pedido de reembolso para as consultas, em geral, levam menos tempo do que um pedido de cirurgia.

Como solicitar o reembolso?

Para solicitar o reembolso você deve entrar em contato com a operadora. O plano de saúde vai te repassar qual o prazo determinado, no máximo 30 dias.

A solicitação deve estar acompanhada de diversos documentos. Afinal de contas, você precisa comprovar a prestação de serviço do médico ou hospital.

Essa documentação, em geral, é a nota fiscal com todos os valores que foram cobrados no atendimento.

No entanto, a operadora pode solicitar comprovante do material, medicamentos e até do honorário do médico.

Além disso, anexe uma justificativa para a concessão do reembolso.

Todavia, essa documentação varia de acordo com a empresa do seu plano de saúde. Sendo assim, procure se informar com a operaora para enviar todos os documentos necessários.

Não se esqueça de solicitar o reembolso no máximo em 30 dias após ter sido atendido. Caso contrário, você pode perder o benefício.

O que fazer se este reembolso não for concedido?

O que fazer se este reembolso não for concedido

Segundo a ANS, o beneficiário que faz a solicitação do reembolso dentro do prazo deve receber o valor em até 30 dias. Contado da data da solicitação de reembolso. 

No entanto, se a operadora negar o reembolso do plano de saúde, o paciente deverá procurar um advogado especializado no tema para obter na Justiça uma indenização por dano moral e a reparação do dano material.

É importante destacar que as regras sobre o direito ao reembolso valem tanto para os contratos novos como antigos (contratos de antes de 1999). 

Aliás, o Judiciário entende que os contratos de plano de saúde são de trato continuado.

Isso quer dizer que se renovam e novas leis que saem depois da contratação também se aplicam a eles.

Quando acontece o reembolso integral? 

O reembolso integral no plano de saúde, em geral, acontece em casos de utilização de serviços fora da rede conveniada.

Se você quiser consultar um ortopedista da sua rede credenciada, por exemplo, mas a operadora não consegue garantir o atendimento em 14 dias, que é o prazo máximo estabelecido pela ANS.

Você pode escolher um médico de sua preferência e, depois, exercer seu direito ao reembolso integral do plano de saúde.

No entanto, se o plano tiver o atendimento dentro do prazo, você pode consultar um especialista de sua confiança o que acontece o direito ao reembolso obedece ao previsto em contrato.

Conclusão

Em resumo, no artigo de hoje te mostrei com pedir o reembolso do plano de saúde.

Antes de tudo, você viu o que é o reembolso e quando solicitá-lo.

Além disso, também te mostrei como se calcula o valor do reembolso, quais são os prazos e quando você pode solicitar o reembolso integral.

Ficou com alguma dúvida? Deixa um comentário! A nossa equipe fará o possível para te responder!

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5 passos para escolher um plano de saúde ideal

5 passos para escolher um plano de saúde ideal

Se você estar querendo escolher um plano de saúde para você e sua família, significa que você é alguém que se preocupa com o futuro. 

Isso porque quem busca um plano de saúde não está pensando apenas no agora, mas também em ter um futuro prologando. 

Afinal de contas, quem não cuida da saúde, corre sérios riscos de receber diagnósticos tardios e não receber o tratamento no momento necessário. 

Pensando nisso, no artigo de hoje vou te mostrar como você pode escolher o plano de saúde ideal para você e sua família. 

Qual o plano de saúde ideal? 

Qual o plano de saúde ideal

Existem duas modalidades de plano de saúde disponíveis. São elas:

  1. Planos individuais (individual ou familiar);
  2. Planos coletivos (coletivo por adesão ou coletivo empresarial).

O plano de saúde individual é indicado para quem deseja um convênio para uma única pessoa ou para a família.

Já nos planos coletivos podem ser adicionadas mais de 2 a 30 pessoas e o preço é muito mais em conta. 

Antes de tudo, escolher o plano de saúde ideal é você optar por uma das modalidades.

Além disso, lembre-se em considerar o número de vidas que você deseja adicionar no plano. 

Sendo assim, após escolher entre as modalidades, você pode seguir o passo a passo a seguir. 

5 passos para escolher o plano de saúde ideal 

5 passos para escolher o plano de saúde ideal

Existem algumas informações que você precisa ponderar antes de assinar um contrato de plano de saúde.

Por isso, vou te mostrar agora um passo a passo para você seguir.

Passo 1: Verifique a cobertura

Cobertura é quais são os procedimentos que fazem parte do plano de saúde.

Por isso, antes de escolher uma operadora você precisa saber qual cobertura é ideal para as suas necessidades.

Sendo assim, você pode escolher entre as seguintes opções:

Plano de saúde ambulatorial

Plano de saúde ambulatorial é um convênio mais simples, com menos opções de serviços e cobertura médica. 

Os serviços oferecidos por um plano de saúde ambulatorial, em geral, inclui:

  • Consultas médicas ilimitadas;
  • Consultas de pré-natal;
  • Exames complementares;
  • Procedimentos clínicos
  • Atendimento de urgência e emergência nas primeiras 12 horas;
  • Hemoterapia ambulatorial;
  • Radioterapia;
  • Hemodiálise;
  • Diálise;
  • Exames complementares:
    • Solicitado por escrito pelo médico cooperado;
    • Autorizado pela operadora;
    • Serviços credenciados ou referenciados pela operadora.

Plano de saúde hospitalar

Plano de saúde hospitalar é uma modalidade de convênio que cobre apenas aos procedimentos hospitalares, ou seja, casos de internações, cirurgias, urgências e emergências.

De maneira geral, o plano de saúde hospitalar cobre:

  • Internação comum e internação em UTI em hospitais credenciados;
  • Consultas médicas e exames complementares que são realizados nos próprios hospitais;
  • Utilização de materiais hospitalares;
  • Tratamentos de radioterapia;
  • Tratamentos de quimioterapia;
  • Transfusão de sangue;
  • Utilização das salas de cirurgia;
  • Medicamentos para anestesia;
  • Acompanhamento pós-operatório completo para o caso de procedimentos cirúrgicos de transplante renal e de córneas;
  • Procedimentos de embolização e de radiologia intervencionista;
  • Fisioterapia.

Além disso, o plano de saúde hospitalar também cobre outros procedimentos específicos como, por exemplo: radioterapia, hemodiálise, diálise e hemoterapia ambulatorial.

Plano de saúde com obstetrícia

Plano de saúde com obstetrícia é uma classificação utilizada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para identificar quais coberturas terá o convênio médico.

Além das coberturas apresentadas antes também cobre:

  • Atendimento pré-natal com exames e tratamentos necessários este período;
  • Atenção ao parto; 
  • Assistência do recém-nascido natural por 30 dias ou adotivo durante o mesmo período; 
  • Consultas;
  • Exames;
  • Internações;
  • UTI neonatal;
  • E outras cirurgias.

Plano de saúde referência

Plano de Saúde Referência é uma assistência médico-ambulatorial e hospitalar com obstetrícia e acomodação em enfermaria. 

O plano de saúde referência cobre:

  • Atendimento em consultórios; 
  • Exames e tratamentos necessários para diagnosticar ou tratar o problema de saúde;
  • Internação em enfermaria, com direito a UTI e parto.

Passo 2: Verifique a rede referenciada

Rede credenciada é quais os hospitais e clínicas vão estar disponível no seu convênio.

Se você tem alguma preferência é importante listar para verificar com a operadora.

É importante verificar também a localização dos hospitais e clínicas que você deseja no seu plano.

Afinal de contas, não vai adiantar muito contratar um plano de saúde com excelentes hospitais. Se ficam em outra cidade ou a uma distância muito grande.

Veja as avaliações dos hospitais 

O site da Agência Nacional de Saúde disponibiliza alguns arquivos de avaliação dos hospitais e clinicas.

Veja algumas informações que você pode pesquisar com a ANS:

  • Consulta de dados e planos disponíveis pela operadora;
  • Qualidade de hospitais, clínicas e laboratórios;
  • Desempenho das operadoras;
  • Monitoramento da garantia de atendimento;
  • Índice de reclamações.

Além disso, você também pode dar uma olhada nas reclamações e filtrá-las.

Nem sempre os usuários têm razão, por isso seja crítico ao verificar as reclamações. 

Passo 3: Verifique as opções de reembolso e carência

É importante procurar por um plano de saúde que permita o reembolso e que esteja de acordo com as regras de carência.

O reembolso é para quando, por exemplo, ocorrer um acidente em outra cidade e precisar de um especialista que não é credenciado à rede você possa ser atendido da mesma forma.

Ou seja, o plano de saúde vai te reembolsar neste caso. Aliás, lembre-se de verificar se:

  • O processo de reembolso é fácil ou burocrático;
  • O valor do reembolso é coerente com os preços praticados na região.

Já a carência é o período, após a assinatura do contrato, em que o beneficiário não pode usar o plano.

Sendo assim, a ANS determina que o prazo máximo a ser aguardado depois de uma contratação é:

  • 24 horas para casos de urgência;
  • 300 dias para obstetrícia (partos prematuros e demais complicações se enquadram em circunstâncias emergenciais);
  • 24 meses para doenças que já eram do conhecimento da pessoa, antes de contratar o plano;
  • 180 dias para demais situações.

Além disso, as operadoras podem estipular um tempo menor ou até inexistente, porém, nunca maior que o estabelecido pela legislação.

Passo 4: Pensa na possibilidade de coparticipação

A coparticipação é quando você paga uma mensalidade mais baixa e paga uma porcentagem apenas quando for utilizar o serviço.

Essa modalidade é vantajosa para quem não realizar muitos procedimentos médicos durante o ano.

Aliás, para saber mais sobre plano de saúde com coparticipação clique aqui.

Passo 5: Veja as operadoras

Agora que você já tem todas as informações essenciais para escolher um plano de saúde ideal, está na hora de comparar as operadoras.

Você pode fazer isso por conta própria ou entrar em contato com uma seguradora especializada. 

Aqui na SmartCare os nossos profissionais são capacitados para te oferecer a melhor opção de acordo com o seu perfil. 

Além disso, se você deseja fazer uma cotação entre em contato com um dos nossos consultores aqui.

Conclusão

Em resumo, no artigo de hoje te mostrei como você pode escolher o plano de saúde ideal.

Antes de tudo, te mostrei em 5 passos as principais informações que você precisa verificar antes de assinar um contrato. 

Gostou do artigo?

Compartilhe o link nas redes sociais. Se tiver qualquer dúvida sobre o assunto deixa um comentário!

A nossa equipe fará o possível para te responder!

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Quais hospitais de referência em Brasília

Quais hospitais de referência em Brasília?

Você sabe quais são os hospitais de referência em Brasília? Separei para você uma lista completa com as melhores instituições do Distrito Federal. 

Mas antes disso quero te mostrar como você pode avaliar os melhores hospitais, segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e outras instiuições.

Como avaliar os melhores hospitais do Brasil

Como avaliar os melhores hospitais do Brasil

As instituições relacionadas a saúde avaliam os estabelecimentos em requisitos alinhados a segurança do paciente, humanização, tecnologia, eficiência, entre outros. 

Geralmente, a ANS divulga uma relação de hospitais que atendem os critérios de qualidade importantes na assistência prestada à população. 

Dessa forma, ela auxilia a avaliação e acompanhamento sobre a qualidade dos serviços prestados em saúde.

A iniciativa pretende oferecer transparência e segurança para o sistema de saúde e mostra o desempenho dos estabelecimentos de acordo com três indicadores:

1) Acreditação

A acreditação é realizada a cada dois ou três anos. Ela mede a qualidade da assistência através de um conjunto de padrões relacionados ao serviço prestado da instituição na totalidade.

Dessa forma, esse critério reúne os estabelecimentos que possuem certificação máxima de qualidade emitida por instituições acreditadoras de serviços de saúde. 

Além disso, é importante destacar que os estabelecimentos participam dessa avaliação de forma voluntária. Ou seja, esse ranking não é uma imposição legal ou regulamentar.

2) Índice de Readmissão Hospitalar

O Índice de Readmissão Hospitalar mede a capacidade da instituição em promover a recuperação dos pacientes de forma eficaz.

Esse é uma forma de incentivar que os hospitais promovam melhorias para prover o cuidado efetivo ao paciente, dentro do menor tempo possível.

Eles são avaliados de acordo com:

  • O gerenciamento do quadro clínico dos pacientes;
  • O planejamento de alta;
  •  A capacitação da equipe do hospital;
  •  Fluxos e protocolos de atendimento.

3) Segurança do paciente

Este indicador tem como objetivo estimular a melhoria contínua dos processos de cuidado e do uso seguro de tecnologias da saúde.

Os hospitais relacionados estão em acordo com a Resolução n.º 36/2013 da Anvisa.

A resolução determina que todos os serviços de saúde devem constituir núcleos de segurança do paciente.

Os melhores hospitais de Brasília

Os melhores hospitais de Brasília

Agora que você já sabe quais são os critérios de avaliação, vou te mostrar quais são os melhores hospitais de Brasília.

DF Star 

DF Star possui:

  • 112 leitos de internação, sendo 30 leitos de CTI;
  • 9 boxes de emergência com banheiro;
  • 13 consultórios; e
  • 9 apartamentos dedicados exclusivamente à infusão de quimioterápicos.

Além disso, com o conceito de assistência personalizada, o DF Star possui um Centro de Terapia Intensiva com 30 acomodações individualizadas de UTI.

Hospital Sírio Libanês

O Hospital Sírio Libanês possui três prédios pelo Distrito Federal, cada um responsável por uma especialidade.

A Unidade Asa Sul do hospital possui como especialidade principal oncologia.

Além dos equipamentos de última geração, o prédio conta ainda com uma estrutura moderna e acessível.

A Unidade Lago Sul também possui como especialidade a oncologia. Entretanto, possui uma equipe multidisciplinar especializada no combate ao câncer e em cuidados paliativos.

Já o Centro de Diagnósticos do Hospital Sírio Libanês oferece exames de: ressonância magnética, tomografia computadorizada, mamografia entre outros.

Hospital da Criança de Brasília José Alencar

O Hospital da Criança de Brasília José Alencar é um hospital referência com mais de 16 especialidades pediátricas, além da realização de exames infantis.

Além disso, o Hospital da Criança de Brasília José Alencar realiza procedimentos através do plano de saúde e também atende pelo SUS. 

Hospital Brasília

O Hospital Brasília conta ainda com um pronto-socorro 24 horas. Além disso, conta com o que há de mais moderno em realização de exames, atendimento e cirurgias.

Ele é referência em cardiologia, oncologia, pediatria, neurologia e ainda possui outras 40 especialidades. 

Além disso, ele também foi um dos primeiros hospitais de Brasília a realizar um transplante de rim e de fígado.

Hospital São Francisco

O Hospital São Francisco, localizado na Ceilândia, conta com uma equipe médica de grande qualificação técnica e humanística. 

Atua com mais de 200 profissionais da medicina atuam e oferece serviços de qualidade em diferentes especialidades:

  • Alergologia
  • Anestesia
  • Angiologia e Cirurgia Vascular
  • Buco-Maxilo
  • Cardiologia
  • Cirurgia de Cabeça e Pescoço
  • Cirurgia Cardiovascular, Geral, Pediátrica, Plástica e Vascular
  • Clínica Médica
  • Dermatologia
  • Endocrinologia
  • Fonoaudiologia
  • Gastroenterologia
  • Geriatria
  • Ginecologia/Obstetrícia
  • Hepatologia
  • Infectologia
  • Mastologia
  • Neurologia Cirúrgica
  • Neurologia Pediátrica
  • Oftalmologia
  • Ortopedia e Traumatologia
  • Otorrinolaringologia
  • Pediatria
  • Pneumologia
  • Proctologia
  • Psiquiatria
  • Reumatologia
  • Urologia

Hospital Santa Helena

O Hospital Santa Helena, localizado na Asa Norte, reúne tecnologia de ponta e equipe assistencial humanizada para a rápida recuperação dos pacientes.

As especialidades da instituição são:

  • Cardiologia
  • Cirurgia Geral
  • Clínica Médica
  • Ginecologia e Obstetrícia
  • Ortopedia
  • Otorrinolaringologista
  • Pediatria
  • Cabeça e Pescoço
  • Cirurgia Plástica
  • Cirurgia Torácica
  • Endoscopia
  • Infectologia
  • Nefrologia
  • Neurocirurgia
  • Neurologia
  • Otorrinolaringologia
  • Urologia

Hospital Oftalmológico Pacini

O Hospital Oftalmológico Pacini possui uma infra-estrutura preparada para prestar assistência integral em Oftalmologia.

Ou seja, a instituição realiza consulta de rotina e tratamento complexos, como a microcirurgia com implante de lentes intraoculares para tratamento da catarata.

Além disso, possui 4 salas exclusivas para cirurgias oftalmológicas para procedimento de correção refrativa a laser, passando pela plástica ocular, ao transplante de córneas.

HOB Brasília

HOB é um hospital especializado na saúde dos olhos. Ele trabalha com tecnologias de última geração tanto para prevenção, como para o tratamento dos pacientes.

Além disso, a instituição recebe pacientes de todas as regiões do País e do exterior.

Seja para tratamento, seja para a realização de procedimentos cirúrgicos de alta complexidade.

Hospital Daher

O Hospital Daher é um hospital privado brasileiro, da região administrativa do Lago Sul, no Distrito Federal.

A instituição oferece, há mais de 30 anos, serviços de excelência na área médico-hospitalar. 

Além disso, o Hospital Daher possui tratamento de excelência em traumas da face, internação em apartamentos, unidade de terapia intensiva (UTI adulto) e berçário.

Hospital Santa Lúcia

O Hospital Santa Lúcia oferece a melhor assistência hospitalar do Distrito Federal, especialmente nos serviços de média e alta complexidade.

Para você ter uma noção a unidade realiza, mensalmente, uma média de 14,5 mil atendimentos na emergência. Aliás, são quase 2 mil internações e cerca de mil cirurgias.

Com centros de cardiologia e oncologia bastante equipados, o Santa Lúcia é referência em alta e média complexidade em todo o Distrito Federal.

Hospital Santa Luzia

O Hospital Santa Luzia tornou-se um hospital geral de alta complexidade. As principais especialidades da instituição são:

  • Cirurgia Geral
  • Clínica Médica
  • Ortopedia
  • Pediatria
  • Cabeça e Pescoço
  • Cirurgia Plástica
  • Cirurgia Torácica
  • Endoscopia
  • Infectologia
  • Nefrologia
  • Neurocirurgia
  • Neurologia
  • Otorrinolaringologia
  • Urologia

Conclusão

Em resumo, no artigo de hoje te mostrei quais são os hospitais de referência em Brasília. Entre eles você tem o Hospital Santa Luzia, HOB e Hospital de Brasília. 

Além disso, te mostrei quais são principais critérios que são analisados em uma classificação para avaliar os melhores hospitais de Brasília. 

Se tiver algum dúvida sobre esse assunto, deixa um comentário ou entre em contato com um dos nossos consultores.

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Por que ter um plano de saúde para os funcionários

Por que ter um plano de saúde para os funcionários?

Você sabe por que é essencial ter um plano de saúde para os funcionários da sua empresa?

Se você pensa que é um gasto ou investimento desnecessário precisa ler esse artigo até o final. 

Pois vou te mostrar:

  • Por que se preocupar com a saúde dos colaboradores;
  • Como funciona o plano de saúde;
  • Como é a carência;
  • Quais os principais benefícios. 

Por que se preocupar com a saúde dos colaboradores? 

Por que se preocupar com a saúde dos colaboradores

Uma das primeiras causas de afastamento no trabalho é por questões de saúde.

Aliás, sem saúde (física e emocional) os seus colaboradores não são produtivos nem felizes no ambiente de trabalho. 

Além disso, muitas vezes, os próprios funcionários negligenciam os cuidados com a saúde e se automedicam para adiar a ida aos médicos.

E qual é o papel da empresa em tudo isso?

Quando a organização se compromete a oferecer planos de saúde, ela mostra a preocupação com o bem-estar de seus colaboradores. 

Assim sendo, também é uma forma de passar conscientização de que o bom trabalho está diretamente ligado ao bom funcionamento do próprio corpo.  

Como funciona o plano de saúde para funcionários?

O plano de saúde para funcionários é similar ao oferecido para pessoas físicas. As condições são oferecidas a todos os colaboradores, que podem optar por participar ou não do benefício.

Além disso, também é opcional para a empresa. Ou seja, não existe obrigatoriedade, segundo a legislação trabalhista, para que a empresa ofereça o plano. 

Por outro lado, o convênio médico é uma vantagem competitiva na hora de atrair, contratar e reter talentos.

Aliás, é importante destacar que o plano de saúde para os funcionários podem incluir também:

  • Família dos colaboradores;
  • Sócios;
  • Gestores;
  • Aposentados;
  • Estagiários; 
  • Trabalhadores temporários; e 
  • Menores aprendizes. 

Quanto custa?

O custo para contratar um plano de saúde para funcionários varia de acordo com:

  • O número de funcionários a serem beneficiados;
  • A rede de hospitais;
  • Serviços escolhidos;
  • Entre outros fatores. 

Por exemplo, um plano de saúde para 20 funcionários custa, em média, cerca de R$ 5 mil por mês.

Além disso, pode haver ou não a coparticipação no plano. 

O que é coparticipação?

A coparticipação é o plano de saúde com a opção do colaborador pagar um percentual de todas as consultas, exames e procedimentos realizados.

Além disso, ele também irá pagar um mensalidade. 

Pode parecer mais caro, mas muitas vezes o plano com coparticipação sai mais em conta do que o plano tradicional.

Afinal de contas, vai depender se você costuma utilizar muito ou pouco os serviços hospitalares.

Como é a carência?

Com relação à carência do plano, os prazos são os mesmos dos convênios voltados para pessoas físicas, isto é:

  • 24 horas para casos de urgência e emergência;
  • 300 dias para parto;
  • 24 meses para cobertura de lesões e doenças preexistentes;
  • 180 dias para o restante dos casos.

Quais os principais benefícios do plano de saúde para funcionários?

Quais os principais benefícios do plano de saúde para funcionários

Agora que você já sabe como funciona o plano de saúde para funcionário, vou te mostrar quais os principais benefícios. Veja só:

1. Valorização do funcionário

Hoje em dia, uma empresa que não se preocupa com o bem-estar e a saúde dos funcionários tende a enfrentar diversas crises.

Seja na hora de contratar um profissional, seja para manter ele na equipe.

Aliás, isso pode aumentar a insatisfação dos funcionários, refletir em uma má gestão, impedindo o crescimento e desenvolvimento do negócio.

Por isso, com o plano de saúde a empresa passa o valorizar o funcionário e construir um ambiente de trabalho mais agradável. 

Afinal de contas, o funcionário passa a se sentir seguro com a própria saúde e se sente importante no trabalho.

2. Aumento da produtividade

Quando o funcionário possui um problema de saúde ou tem um familiar doente, geralmente, gera mais estresse no trabalho. E, querendo ou não, isso pode afetar diretamente a produtividade.

Além disso, um plano de saúde pode deixar o funcionário mais focado no trabalho, tranquilo e pronto para produzir.

Afinal de contas, ele não se sentirá insatisfeito com a empresa.

Aliás, ele não vai perder várias horas do dia de trabalho para receber um atendimento hospitalar.

3. Vantagens para empresas pequenas

Um plano de saúde empresarial para quem tem empresas com menos de 30 funcionários é extremamente importante para o crescimento do negócio.

Isso porque a baixa produtividade e os atestados médicos podem ser muito prejudiciais para o negócio de maneira geral. 

Por exemplo, imagine uma empresa com 10 funcionário, sendo que apenas duas pessoas fazem parte do setor de SAC. Uma entra com licença maternidade e a outra fica doente, precisando de afastar por duas semanas. 

O que você acha que vai acontecer?

Eu já passei por uma empresa em que isso ocorreu e outras pessoas tiveram que cuidar do SAC. 

A funcionária que adoeceu ficou uma semana indo a vários hospitais públicos para tentar descobrir o que era.

No entanto, só quando ela pagou uma consulta é que ela conseguiu um diagnóstico correto. 

Agora se a empresa tivesse um plano de saúde, ela já teria sido medicada e não precisaria ter ficado duas semanas afastadas.

4. Menos impostos com o plano de saúde empresarial

As empresas recebem incentivos ficais que ajudam na redução ou eliminação do ônus tributário.

O plano de saúde empresarial é um exemplo disso. Pois além de garantir benefícios aos funcionários, isenta ou reduz alguns impostos destinados à pessoa jurídica.

Quais coberturas são geralmente oferecidas em um plano de saúde para funcionário?

Quais coberturas são geralmente oferecidas em um plano de saúde para funcionário

Cobertura é o nome dado ao conjunto de procedimentos que são contemplados em um plano de saúde.

Sendo assim, vou te mostrar agora quais são as opções:

Plano de saúde ambulatorial

É um convênio mais simples, com menos opções de serviços e cobertura médica. A cobertura se dá apenas em ambulatórios, clínicas e consultórios.

Ou seja, não inclui internação e o atendimento hospitalar é por até 12 horas.

Plano de saúde hospitalar

É uma modalidade de convênio que cobre apenas aos procedimentos hospitalares, ou seja, casos de internações, cirurgias, urgências e emergências.

Isso quer dizer você pode utilizar redes hospitalares credenciadas a ele e ser atendido nas unidades que oferecem o serviço de urgência e de emergência.

Além disso, normalmente, o plano de saúde hospitalar é contratado com o plano de saúde ambulatorial, pois um complementa o outro.

Plano de saúde com obstetrícia

O plano de saúde com obstetrícia pode ser contratado na modalidade hospitalar ou na ambulatorial. 

Ou seja, cada escolha de segmentação assistencial, disponibiliza coberturas e atendimentos específicos.

Sendo assim, o plano ambulatorial, de maneira geral, cobre:

  • Consultas médicas em clínicas e consultórios;
  • Tratamentos;
  • Exames laboratoriais e de imagem;
  • Outros procedimentos ambulatoriais.

Já o hospitalar as internações, consultas, tratamentos e procedimentos.

Ambos podem possuir a opção com obstetrícia, o que significa que além das coberturas apresentadas anteriormente também cobre:

  • Atendimento pré-natal com exames e tratamentos necessários este período;
  • Atenção ao parto; 
  • Assistência do recém-nascido natural por 30 dias ou adotivo durante o mesmo período; 
  • Consultas;
  • Exames;
  • Internações;
  • UTI neonatal;
  • E outras cirurgias.

Plano de saúde referencial

É uma assistência médico-ambulatorial e hospitalar com obstetrícia e acomodação em enfermaria. 

Segundo a ANS, sua cobertura mínima também deve ter o atendimento de urgência e emergência integral após as 24 horas da sua contratação.

Ou seja, ele é praticamente o plano padrão entre todos os planos de saúde oferecidos.

Conclusão

Em resumo, no artigo de hoje te mostrei por que você precisa ter um plano de saúde para funcionário. 

Antes de tudo, você viu a importância se preocupar com a saúde dos colaboradores e como ele funciona.

Além disso, você viu também quais os principais benefícios e quais são as coberturas disponibilizadas. 

Enfim… Ficou com algum dúvida? Deixa um comentário! A nossa equipe fará o possível para te responder. 

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Plano de saúde cobre cirurgia plástica?

Plano de saúde cobre cirurgia plástica?

Se você quer saber se o plano de saúde cobre cirurgia plástica precisar ler esse artigo até o final. 

Isso porque no artigo de hoje vou te mostrar:

  • O que é cirurgia plástica;
  • Qual a diferença entre cirurgia reparadora  e estética;
  • Quais cirurgias plásticas que o plano de saúde cobre;
  • Quando o plano de saúde não cobre;
  • E como solicitar a sua operadora.

Enfim… Vamos lá?

O que é cirurgia plástica?

O que é cirurgia plástica

Cirurgia plástica é um procedimento médico que visa a reconstituição de uma parte do corpo humano por razões médicas ou estéticas.

Qual a diferença entre cirurgia plástica reparadora e cirurgia plástica estética?

A cirurgia plástica reparadora é aquela realizada por razões médicas. Ou seja, ela é feita para corrigir lesões deformantes, defeitos congênitos ou adquiridos.

Já a cirurgia plástica estética é feita pelo paciente com a intenção de alterar algum aspecto físico que não o agrado.

Quais cirurgias plásticas o plano de saúde cobre?

Em geral, os planos de saúde cobrem a cirurgia plástica reparadora. Segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), essas cirurgias são:

Retirada de excesso de pele

A cirurgia de retirada de excesso de pele ocorre quando o paciente passa pelo procedimento de redução do estômago (bariátrica ou gastroplastia).

Considera-se uma cirurgia reparadora porque o excesso de pele pode comprometer a saúde e o dia a dia do paciente. Ocasionando infecções e afetando o estado emocional.

Reconstrução da mama

Mulheres que fizeram mastectomia realizam a reconstrução da mama. Ou seja, em pacientes que receberam o diagnóstico de câncer de mama, lesões traumáticas e tumores em geral.

Isso inclui também a mastoplastia na mama oposta após reconstrução da contralateral, em casos de lesões traumáticas e tumores.

Além disso, é importante frisar que, casa uma mama esteja saudável, a cirurgia pode ser feita apenas em uma mama.

Redução de mamas

A redução da mama também pode ser chamada de cirurgia para redução dos seios ou mamoplastia redutora.

Procura-se o procedimento quando o tamanho e o peso da mama está acima das características anatômicas do tórax. Ou quando gera incômodo estético para o paciente.

Além disso, também indica-se para os casos de gigantomastia e para pacientes com mamas avantajadas quem passam a envergar a coluna para disfarçá-las.

No entanto, mesmo nesses casos a paciente precisa receber o diagnóstico de que pode haver problemas na coluna e na postura em determinadas situações.

Ou seja, o médico responsável pelo pedido deve elaborar um laudo médico. Dessa forma, o plano de saúde é OBRIGADO a custear a cirurgia de redução da mama. 

Queloides, cicatrizes hipertróficas e queimaduras

Apesar de parecer uma cirurgia plástica estética, em muitos casos as queloides, cicatrizes e queimaduras pode trazer consequências para a saúde do paciente.

Nesses casos, é importante verificar com o plano de saúde como será o procedimento. 

Blefaroplastia

A blefaroplastia ocorre quando a pálpebra está tão caída que interfere na visão.

Nesse caso também é necessária a indicação médica, bem como a entrada com um processo na operadora pedindo a realização do procedimento.

Órteses e próteses

Além disso, a cobertura de cirurgia plástica também é obrigatória no caso de órteses, próteses e seus apêndices associados à prática cirúrgica. 

Quando o plano de saúde não cobre cirurgia plástica?

Quando o plano de saúde não cobre cirurgia plástica

Como te disse antes, as operadoras de saúde não são obrigadas a cobrir cirurgias plásticas puramente estéticas. Aliás, essa é uma determinação da ANS.

Ou seja, se o beneficiário desejar realizar uma lipoaspiração só por estética, por exemplo, o plano de saúde não tem obrigação de cobrir. 

Como solicitar uma cirurgia plástica?

Para solicitar a cirurgia plástica para o seu plano de saúde, você: 

  • Deve agendar uma consulta;
  • Manifestar o interesse em fazer o procedimento;
  • Passar por avaliações e realizar os exames.

Além disso, é importante lembrar que esses tipos de procedimentos costumam exigir um prazo de carência.

Ou seja, você deve verificar antes, se é possível fazer a cirurgia plástica. Ou se o contrato estípula um período de vigência antes que ela possa ser realizada.

Por ouro lado, se for o caso de cirurgia emergencial, dependendo do seu contrato, você pode solicitar o reembolso parcial ou integral posteriormente.

Posso pedir reembolso para o plano de saúde?

Você pode pedir reembolso para o plano de saúde em duas situações:

  1. Se estiver previsto em contato; ou
  2. Se a rede credenciada não oferecer profissional que preste o atendimento.

Além disso, sem o reembolso previsto no contrato do plano, o beneficiário pode acionar a operadora e verificar se pode optar por um profissional particular.

Nesse caso, o próprio paciente paga pelas demais despesas. 

Tem carência para realizar a redução da mama?

Quando não há doença preexistente, segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar, o prazo de carência para cirurgias é de 180 dias. 

Caso a cirurgia precise ser realizada em caráter de urgência ou emergência, a carência é de 24 horas. Contados a partir da data de assinatura do contrato. 

Conclusão

Em geral, no artigo de hoje te mostrei o que é cirurgia plástica e qual a diferença entre cirurgia reparadora e estética.

Antes de tudo, você viu também quais cirurgias plásticas que o plano de saúde cobre e quando ele não cobre;

Além disso, te mostrei como solicitar você pode acionar a sua operadora.

Enfim… Gostou do artigo? Deixa um comentário e compartilhe o link nas redes sociais.

Se ficou algum dúvida sobre o assunto, entre em contato com um dos nossos consultores.

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Você está com dúvida sobre por que ter um plano de saúde? Fique tranquilo que no artigo de hoje vou te mostrar 12 motivos que vão te ajudar a fazer a melhor escolha. 

Vamos lá?

1) Tranquilidade no atendimento

Tranquilidade no atendimento

Você já teve que ir até um hospital público e voltar de lá sem atendimento? Acredito que sim. 

Por isso, que um dos principais motivos para ter um plano de saúde é a garantia de um atendimento. 

Aliás, é quase impossível você ir até um hospital credenciado no seu plano e você não receber atendimento.

2) Mais economia

Pode parecer antagônico, mas ter um plano de saúde gera mais economia para você.

Isso porque, a maioria das pessoas, quando não consegue atendimento no hospital público ou quando a consulta marcada pelo SUS vai demorar de dois a três, opta pela rede particular. 

Sendo assim, se você já tiver um plano, além de poupar o estresse também fará a consulta por um preço mais em conta. Aliás, principalmente, se o seu plano for com coparticipação. 

O plano com coparticipação é quando você paga uma mensalidade inferior e só quando for realizar algum procedimento faz o pagamento. Isso é, de acordo com a tabela disponibilizada pela operadora. 

No entanto, se você utiliza muito a rede hospitalar o indicado é fazer um plano de saúde tradicional. 

3) Prevenção

A gente não pode negar que raramente vamos ao médico para fazer uma consulta de rotina.

Isto é, com o plano de saúde você se sente na obrigação de fazer um check-up. 

Além disso, com o plano é mais fácil encontrar os profissionais de saúde que vão te acompanhar durante toda a realização dos exames.

Sendo assim, se houver algum problema, já pode iniciar o tratamento imediatamente.

4) Comodidade no agendamento

Outra vantagem de ter um plano de saúde é a comodidade no agendamento de consultas e exames. 

Aliás, a maioria, se não for todas, as operadoras possuem um atendimento online ou por telefone. 

5) Acesso aos melhores profissionais

Acesso aos melhores profissionais

Infelizmente agendar uma consulta com um especialista é uma das tarefas mais difíceis para quem utiliza o SUS.

Aliás, como te falei antes, dependendo da área você precisa esperar até 3 meses para conseguir um atendimento. 

Já com o plano de saúde você terá acesso aos melhores profissionais o mais rápido possível.

Isso porque o tempo de espera por uma consulta costuma ser bem menor.

6) Rapidez

O plano de saúde possui uma resposta rápida quando o assunto é marcar uma consulta, realizar exames e até mesmo na hora de uma emergência. 

Isso porque a rede privada consegue promover um atendimento imediato, te direcionando para os melhores hospitais e enviando ambulâncias com agilidade.

7) Segurança e qualidade de vida

É importante ter um plano de saúde porque ele é uma garantia de segurança e qualidade de vida para você e sua família. 

Por exemplo, se por acaso acontecer algum acidente ou alguém receber um diagnóstico de doença crônica.

Com o plano você já sabe que terá um atendimento qualificado e no tempo apropriado para cuidar da sua saúde.

8) Praticidade para realizar exames de saúde

Além disso, com o plano de saúde também é mais tranquilo realizar e agendar exames médicos.

Afinal de contas, você só precisa verificar a disponibilidade da sua cobertura. 

9) Coberturas nacionais

Aliás, o plano de saúde também te dá a oportunidade de ter uma cobertura nacional.

Ou seja, se você precisar viajar para outro estado você pode ficar tranquilo.

Afinal de contas, caso precise utilizar um serviço hospitalar você receberá o mesmo atendimento de qualidade. 

10) Infraestrutura de qualidade

Outra vantagem do plano de saúde é a qualidade da infraestrutura dos hospitais e clínicas ofertadas pela operadora. 

Ou seja, você terá acesso a materiais tecnológicos, acomodações confortáveis e profissionais qualificados para atendê-los.

11) Opções diversificadas de hospitais, clínicas e postos de atendimento

Os planos de saúde possuem uma variedade de hospitais, clínicas e postos de atendimento. 

Sendo assim, você pode escolher o seu plano de acordo com a cobertura de sua preferência. 

12) Várias opções de cobertura

O plano de saúde te permite várias opções de cobertura e vou te mostrar agora como cada um delas funciona.

Aliás, isso vai te ajudar a escolher qual é a melhor opção para você. Vamos lá?

O que é plano de saúde ambulatorial?

Plano de saúde ambulatorial é um convênio mais simples, com menos opções de serviços e cobertura médica.

A cobertura se dá apenas em ambulatórios, clínicas e consultórios. Ou seja, não inclui internação e o atendimento hospitalar é por até 12 horas.

Enfim… Os serviços oferecidos por um plano ambulatorial, em geral, inclui:

  • Consultas médicas ilimitadas;
  • Consultas de pré-natal;
  • Exames complementares;
  • Procedimentos clínicos
  • Atendimento de urgência e emergência nas primeiras 12 horas;
  • Hemoterapia ambulatorial;
  • Radioterapia;
  • Hemodiálise;
  • Diálise;
  • Exames complementares:
    • Solicitado por escrito pelo médico cooperado;
    • Autorizado pela operadora;
    • Serviços credenciados ou referenciados pela operadora.

O que é o plano de saúde hospitalar?

Plano de saúde hospitalar é uma modalidade de convênio que cobre apenas aos procedimentos hospitalares, ou seja, casos de internações, cirurgias, urgências e emergências.

Isto é, você irá usufruir das redes hospitalares credenciadas a ele e poderá ser atendido nas unidades que oferecem o serviço de urgência e de emergência.

Por isso que, normalmente, o plano hospitalar é contratado com o plano ambulatorial, pois um complementa o que falta no outro.

Enfim, de maneira geral, o plano de saúde hospitalar cobre:

  • Internação comum e internação em UTI em hospitais credenciados;
  • Consultas médicas e exames complementares que são realizados nos próprios hospitais;
  • Utilização de materiais hospitalares;
  • Tratamentos de radioterapia;
  • Tratamentos de quimioterapia;
  • Transfusão de sangue;
  • Utilização das salas de cirurgia;
  • Medicamentos para anestesia;
  • Acompanhamento pós-operatório completo para o caso de procedimentos cirúrgicos de transplante renal e de córneas;
  • Procedimentos de embolização e de radiologia intervencionista;
  • Fisioterapia.

Além disso, o plano hospitalar também cobre outros procedimentos específicos como, por exemplo: radioterapia, hemodiálise, diálise e hemoterapia ambulatorial.

O que é plano de saúde com obstetrícia?

Plano de saúde com obstetrícia é uma classificação utilizada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para identificar quais coberturas terá o convênio médico.

Por exemplo, no caso o plano com obstetrícia ele pode ser contratado na modalidade hospitalar ou na ambulatorial.

Ou seja, cada escolha de segmentação assistencial, disponibiliza coberturas e atendimentos específicos.

Sendo assim, além das coberturas apresentadas antes também cobre:

  • Atendimento pré-natal com exames e tratamentos necessários este período;
  • Atenção ao parto; 
  • Assistência do recém-nascido natural por 30 dias ou adotivo durante o mesmo período; 
  • Consultas;
  • Exames;
  • Internações;
  • UTI neonatal;
  • E outras cirurgias.

O que é plano de saúde referência?

Plano  de Saúde Referência é uma assistência médico-ambulatorial e hospitalar com obstetrícia e acomodação em enfermaria. 

Segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), sua cobertura mínima também deve ter o atendimento de urgência e emergência integral após as 24 horas da sua contratação.

Ou seja, ele é praticamente o plano padrão entre todos os planos de saúde oferecidos.

Assim sendo, o plano de referência cobre:

  • Atendimento em consultórios; 
  • Exames e tratamentos necessários para diagnosticar ou tratar o problema de saúde;
  • Internação em enfermaria, com direito a UTI e parto.

Conclusão

Em resumo, no artigo de hoje, te mostrei por que você precisa ter um plano de saúde.

Antes de tudo, te mostrei 12 motivos que vão te ajudar a tomar a melhor escolha. 

Você viu que com um plano de saúde você tem mais tranquilidade no atendimento, mais economia, prevenção, comodidade no agendamento, etc. 

Enfim… Ficou com algum dúvida? Deixe um comentário que a nossa equipe está disposta a te ajudar.

Se achar melhor entre em contato com um dos nossos consultores.

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Para quem é indicado o plano de saúde com coparticipação

Para quem é indicado o plano de saúde com coparticipação

Se você quer saber para quem é indicado o plano de saúde com coparticipação, provavelmente, você está considerado contratar esse tipo de serviço para você e sua família. 

De maneira bem direta, vou te explicar sobre isso e ainda te dar mais informações essenciais sobre o assunto.

Indica-se o plano de saúde com coparticipação para as pessoas que não possuem uma doença preexistente ou que costumam fazer poucas consultas e exames no ano. 

O que é doença preexistente?

De acordo com a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), “doenças ou Lesões Preexistentes (DLP) são aquelas que o beneficiário ou seu representante legal saiba ser portador ou sofredor, no momento da contratação ou adesão ao plano de saúde”.

Ou seja, doença preexistente é toda doença que o indivíduo já possui e sabe disso antes da contratação do serviço.

Alguns exemplos são:

  • Hipertensão arterial sistêmica;
  • Acidente vascular encefálico (derrame);
  • Diabetes mellitus tipo 2;
  • Infarto agudo do miocárdio;
  • Catarata;
  • Anemias;
  • Deficiência de vitaminas;
  • Doenças genéticas;
  • AIDS;
  • Doenças cardíacas;
  • Hérnias;
  • Câncer;
  • Doenças congênitas;
  • Pedra na vesícula ou nos rins.

E quando esse plano não é indicado?

E quando esse plano não é indicado

Não se indica o plano de saúde com coparticipação para quem tem uma doença preexistente, idosos, gestante ou quem planeja ter um filho.

Isso porque, geralmente, há grandes chances de agendamento de consultas e exames com frequência ao longo do mês.

Além disso, não indica para população idosa porque esse tipo de perfil requer maior atenção médica na maioria das vezes.

O quero te dizer é que nestes casos o plano completo é a melhor opção. Pois você pagará mensalmente o preço acordado no contrato e nenhum outro valor a mais para agendar as especialidades desejadas.

Ou seja, independentemente do número de procedimentos realizados mensalmente você pode usufruir de todos os benefícios sem se preocupar.

Como funciona o plano de saúde com coparticipação?

O plano de saúde com coparticipação é uma alternativa para quem deseja ter as vantagens do plano de saúde e ainda sim pagar mais barato. 

Ou seja, ele assemelha-se com o plano de saúde tradicional. Mas a diferença é que o usuário paga (além da mensalidade) por cada serviço utilizado. 

Por exemplo, ao invés de pagar R$ 600 todo mês e raramente precisar ir a um consultório médico, você pode pagar uma mensalidade mais barata e custear um valor extra apenas quando for realizar uma consulta, exame, procedimento ou internações. 

 O importante é verificar com a operadora a taxa por cada procedimento na tabela das prestadoras pra saber se realmente vale a pena ou não. Geralmente, a taxa de uma consulta gira em torno de R$ 20 ou 20% do valor previsto na tabela. 

Segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), a operadora só está proibida de cobrar o valor integral do procedimento. Por isso, é importante ficar atento ao repasse dos valores e dos reajustes.

O que é cobrado no plano com coparticipação? 

Entre os serviços normalmente cobrados no plano de saúde com coparticipação, estão:

  • Consultas médicas: cobra-se individualmente, ou seja, a cada consulta;
  • Exames simples: o valor pago não será da única coleta, mas sim de todos os exames solicitados pelo médico;
  • Exames personalizados: cobra-se individualmente.
  • Internações: cobra-se referente ao evento. Ou seja, independente se for um dia ou dez dias, o valor será o mesmo. 

Além disso, não cobra na coparticipação os exames realizados em regime de internação.

Quais as vantagens do plano de saúde com coparticipação

Quais as vantagens do plano de saúde com coparticipação

As vantagens do plano de saúde com coparticipação se resume a:

  • Cobertura igual de um plano comum;
  • Mensalidade do plano de saúde mais em conta;
  • Ideal para quem não tem doenças crônicas, mas quer ter mais tranquilidade em relação à saúde;

Os planos com coparticipação significam uma maneira efetiva de economizar e ainda assim cuidar da saúde.

Afinal de contas as mensalidades mais em conta são um grande atrativo para quem não pode gastar tanto.

Outra vantagem dos planos com coparticipação é que eles têm um teto para cobrança das taxas ou percentuais sobre consultas e exames médicos.

Ou seja, você saberá o máximo que poderá gastar quando precisar de um atendimento. 

Além disso, as taxas e percentuais em coparticipação só são aplicam em consultas médicas e exames laboratoriais.

Isso que dizer que o beneficiário não vai pagar nada a mais por internações, tratamentos de quimioterapia, sessões de psicoterapia, demais terapias e cirurgias.

Como fazer a escolha certa?

Para fazer a escolha certa do plano de saúde com coparticipação, você deve estudar minuciosamente cada cláusula da proposta e verificar quanto você vai pagar por cada consulta. Depois, veja se é a melhor opção para o seu orçamento.

Além disso, é importante verificar também se o plano com coparticipação é o ideal para você. Para saber isso você pode faze uma suposição simples.

Por exemplo, se o plano tradicional custa R$ 400 e o plano com coparticipação custa R$ 250.

Se você optar pela opção aparentemente mais barata, você deve economizar, de forma bruta, R$150 por mês, ou, em um ano, R$ 1800.

Mas não é só isso que você deve levar em consideração, afinal de contas terá mês que você pode precisar realizar mais de uma consulta. 

Por isso, veja quanto é a taxa ou o teto para taxas de consultas, ou exames no plano de coparticipação.

Se, por consulta, você precisar gastar R$ 50, significa que se você fizer menos de 32 consultas em um ano (R$ 600), o plano de coparticipação deste ainda será a melhor opção.

É importante também levar em consideração eventuais emergências ou imprevistos que podem encarecer o plano ao longo do ano.

Conclusão

No artigo de hoje te mostrei para quem é indicado o plano de saúde com coparticipação. 

Você viu também o que é uma doença preexistente, quando um plano com coparticipação não é indicado e como ele funciona. 

Além disso, também te mostrei quais as vantagens desse tipo de plano e como você pode fazer a escolha certa.

Ficou com a dúvida sobre o plano de saúde com coparticipação? Deixe um comentário ou entre em contato com um dos nossos consultores.

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Como funciona plano de saúde com coparticipação

Como funciona plano de saúde com coparticipação

Você sabe como funciona plano de saúde com coparticipação? Essa é uma de várias opções para cuidar da sua saúde e da sua família. 

Aqui no blog já te dei várias dicas sobre o assunto, mas neste artigo vou te mostrar:

  • O que é e como funciona o plano de saúde com coparticipação;
  • Quais os procedimentos que não podem haver cobrança;
  • O que é e como é cobrado;
  • Quando vale a pena;
  • E o que é melhor: plano com ou sem coparticipação.

Enfim… Vamos começar por o que é plano de saúde com coparticipação.

O que é plano de saúde com coparticipação?

O que é plano de saúde com coparticipação

O plano de saúde com coparticipação é uma modalidade onde o usuário paga, além da mensalidade, uma parte das despesas pelo atendimento ou procedimentos.

Além disso, esse plano de saúde é mais em conta do que os planos de saúde tradicionais.

Como funciona o plano de saúde com coparticipação?

Cobram-se os valores de acordo com tipos de procedimentos.

Por exemplo, a operadora pode aplicar uma porcentagem nos atendimentos com nutricionistas, psicólogos, fisioterapeutas e outras terapias.

Além disso, em geral, o valor da contribuição não é pago direto ao prestador do serviço. Contabiliza-se o custo na fatura emitida pela operadora para o beneficiário.

Ou seja, quem repassa o valor para o profissional de saúde é a própria operadora. 

Quais os procedimentos em que NÃO pode haver cobrança de coparticipação?

Quais os procedimentos em que NÃO pode haver cobrança de coparticipação

Segundo a ANS, alguns procedimentos não podem haver cobrança de coparticipação. Isso inclui:

4 consultas por ano

Quatro consultas por ano (em consultório ou em domicílio) realizadas com médico generalista (pediatria, clínica geral, médico de família, geriatria, ginecologista). 

Exames preventivos

  • Mamografia em mulheres de 40 a 69 anos: 1 exame a cada 2 anos
  • Citologia oncótica cérvico-uterina em mulheres de 21 a 65 anos: 1 exame por ano
  • Sangue oculto nas fezes em adultos de 50 a 75 anos: 1 exame ao ano
  • Colonoscopia em adultos de 50 a 75 anos
  • Glicemia de jejum: 1 exame ao ano para pacientes acima 50 anos
  • Hemoglobina glicada: 2 exames ao ano para pacientes diabéticos
  • Lipidograma em homens acima de 35 anos e mulheres acima de 45 anos: 1 exame ao ano
  • Teste HIV e sífilis: 1 exame ao no

Tratamentos crônicos

Sem limite de número para hemodiálise, radioterapia e quimioterapia intravenosa e horal, hemoterapia crônica e imunobiológicas para doenças definidas nas Diretrizes de Utilização (DUTs).

Exames de pré-natal

  • Sorologia para sífilis, hepatites e HIV
  • Ferro sérico
  • Citologia cérico-uterina
  • Cultura de urina
  • Tipagem sanguínea (ABO) e RH
  • Pelo menos 3 exames  de ultrassonografia
  • EAS
  • Glicemia de jejum
  • Teste de COMBS direto
  • 10 consultas de obstetrícia
  • Toxoplasmose

Exames de triagem neonatal

Ou seja, teste do pezinho, orelhinha, olhinho e do coraçãozinho.

O que é cobrado no plano com coparticipação?

Em geral, entre os serviços cobrados no plano de saúde com coparticipação estão:

  • Consultas médicas: cobra-se o valor da consulta. Porém, não se cobra coparticipação no retorno dentro do prazo de 30 dias.
  • Exames simples: cobra-se por exame e não por coleta. Por exemplo, caso seja necessário fazer uma coleta de sangue o beneficiário irá pagar o valor referente a um exame.
  • Exames especializados: cobra-se individualmente. Por exemplo, se você precisar de uma ressonância magnética, cobra-se o valor referente a um exame especializado.
  • Internações: é o mesmo caso dos exames especializados. Cobra-se o valor da coparticipação referente à internação, ou seja, independente se a internação for de um dia ou dez dias.

Além disso, não se cobra coparticipação sobre os exames realizados em regime de internação.

Como é cobrada a coparticipação no plano de saúde?

Como é cobrada a coparticipação no plano de saúde

A Agência Nacional de Saúde Suplementar protege o consumidor. Ou seja, estabelece um percentual máximo a ser cobrado pela operadora para realização de procedimentos.

O valor máximo a ser pago pela coparticipação não pode ultrapassar o valor correspondente à própria mensalidade do consumidor e/ou a 12 mensalidades no ano.

Além disso, a ANS também permite que as operadoras ofereçam descontos, bônus ou outras vantagens aos consumidores que mantiverem bons hábitos de saúde. 

Um das opções, por exemplo, é a possibilidade de isenção de cobrança de coparticipação e franquia em mais de 250 procedimentos e eventos em saúde, tais como:

  • Consultas com médico generalista;
  • Exames preventivos e de pré-natal; e
  • Tratamentos crônicos. 

Quando um plano de saúde com coparticipação vale a pena?

Para saber se um plano de saúde com coparticipação vale a pena, você precisa comparar os preços com o plano tradicional.

Por exemplo, digamos que o plano com coparticipação tem mensalidade de R$ 200, e uma taxa de R$ 20 por consulta. Já o plano tradicional, da mesma operadora, tem custo de R$ 400, sem nenhuma outra taxa.

Nesse caso, vale mais a pena o plano com coparticipação? Depende. 

Digamos que você vai ao médico uma vez por mês, ou seja, realiza 12 consultas por ano. O custo mensal será em torno de R$ 220, totalizando R$ 2.640 por ano.

Já com o plano tradicional, do nosso exemplo, o total anual seria de R$ 4.800. Isso quer dizer que, neste caso, vale mais a pena contratar o plano de saúde com coparticipação. 

Mas como fazer essa escolha correta?

O fato é que quem vai a poucas consultas e realiza poucos exames anuais costuma ser mais vantajoso o plano de saúde com coparticipação.

Já indivíduos com doenças preexistentes, graves ou não, como o diabetes e a pressão alta, tem maior hábito de buscar um especialista. E nesse caso é melhor o plano de saúde tradicional.

Para idosos, crianças e gestantes o plano de saúde com coparticipação não costuma ser uma boa opção.

Sendo assim, converse com um dos nossos consultores da SmartCare para escolher o melhor plano de saúde para você e sua família.

Juntos, vocês poderão avaliar o plano de saúde com coparticipação e definir mais fácil a segmentação da assistência.

O que é melhor: plano de saúde com ou sem coparticipação?

Como te mostrei antes, vai depender do quanto você utiliza os serviços hospitalares. 

Isso porque em relação à cobertura e à qualidade dos serviços, o plano com coparticipação é igual ao plano sem coparticipação.

Ou seja, ambos os contratos oferecem o mesmo catálogo de médicos, clínicas e hospitais conveniados.

A diferença é que os planos de saúde com coparticipação, na maioria das vezes, trabalham com mensalidades menores do que os planos sem coparticipação.

Isso porque o cliente também paga um valor por cada serviço que utilizar.

Conclusão

Em resumo, no artigo de hoje te mostrei o que é plano de saúde com coparticipação e como ele funciona.

Antes de tudo, você viu quais os procedimentos que podem e que não podem haver cobrança.

Além disso, te mostrei quando vale a pena fazer um plano com coparticipação e o que é melhor: um plano com ou sem coparticipação.

Enfim… Tem alguma dúvida sobre este assunto? Deixa um comentário que a nossa equipe está preparada para te ajudar. 

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Quanto custa o plano de saúde para MEI

Quanto custa o plano de saúde para MEI?

Se você quer saber quanto custa o plano de saúde para MEI precisa ler este artigo até o final. 

Sei que pode parecer que ele é mais caro, mas você vai entender o por que dele ser mais conta do que o plano de saúde individual.

Além disso, no artigo vou te mostrar também:

  • O que é um plano de saúde para MEI;
  • Quem pode fazer um plano de saúde MEI;
  • O preço das mensalidades;
  • Como é a carência;
  • Se existe plano com coparticipação;
  • Como funciona a portabilidade;
  • As cautelas que você precisar tomar;
  • Como contratar um plano de saúde para MEI.

O que é um plano de saúde para MEI?

O que é um plano de saúde para MEI

O plano de saúde para MEI funciona como um plano de saúde coletivo empresarial. Até porque, para fazer a contratação, você precisa utilizar um CNPJ. 

O plano de saúde empresarial é similar o plano individual, a diferença é que para fazer a adesão, os beneficiários devem estar ligados à pessoa jurídica por relação empregatícia, estatutária ou familiar.

Além disso, o plano de saúde empresarial, geralmente, é bem mais barato do que o individual.

Quem pode fazer um plano de saúde para MEI?

Para fazer o plano de saúde o microempreendedor individual precisa ter mais de 6 meses de registro de MEI.

Ou seja, se você se registrar hoje, só daqui a 6 meses poderá contratar um plano de saúde desse tipo. 

Além disso, para fazer um plano de saúde para MEI, geralmente, você precisa de duas ou três pessoas. Sendo que pode ser um familiar ou colaborador.

O preço das mensalidades é mais baixo para MEI?

Geralmente, as mensalidades dos planos para MEI são menores do que as mensalidades dos planos individuais. 

Por exemplo, seguindo a Guia de Planos da ANS, para uma mulher de 29 anos as mensalidades com:

  • Cobertura Ambulatorial + Obstetrícia + Hospitalar
  • Abrangência nacional
  • Quarto Particular
  • Sem coparticipação

O plano individual ficaria um total de R$ 2.237,47, enquanto o empresarial um total de R$ 1.066,56. 

Vamos para outro exemplo:

  • Homem 31 anos
  • Cobertura Ambulatorial + Hospitalar
  • Abrangência municipal
  • Enfermaria
  • Com coparticipação

O plano individual ficaria uma mensalidade R$ 756,83, enquanto o empresarial R$ 537,58. 

Ou seja, é mais de mil reais de diferença.

Para saber exatamente quanto custa um plano de saúde ideal para você entre em contato com a nossa equipe de consultores.

Como é a carência no plano de saúde para MEI?

Como é a carência no plano de saúde para MEI

Pelo MEI ser uma empresa com menos de 30 funcionários, o período de carência é similar aos planos individuais:

  • 300 dias para partos;
  • 180 dias para procedimentos terapêuticos, exames complexos, cirurgias e internações;
  • 30 dias para consultas e exames básicos;
  • 24 horas para urgências e emergências.

Existe plano de saúde para MEI com coparticipação?

Sim, existe a possibilidade de fazer a adesão com coparticipação.

Plano de saúde com coparticipação significa que os serviços oferecidos serão os mesmos e com mesma qualidade só que as mensalidades costumam ter um valor menor.

Isso porque o beneficiário paga um valor específico no momento do atendimento no hospital ou na clínica.

Além disso, é importante verificar a tabela de preços com a operadora para saber se vale a pena ou não fazer um contrato com coparticipação.

Essa possibilidade é indicada para quem não utiliza o plano de saúde com tanta frequência.

Como funciona a portabilidade no plano de saúde empresarial?

De acordo com a ANS, os empresários têm o direito de realizar a portabilidade para outra operadora ou outro plano, sem necessidade de cumprir nova carência.

Mas antes de fazer o pedido de portabilidade, verifica com a sua operadora se não possui um tempo mínimo de permanência no plano de origem.

Geralmente, elas exigem pelo menos 2 anos de contrato antes da primeira portabilidade.

Cautelas com o Plano Empresarial

É importante frisar que os planos de saúde empresariais não seguem as normas de reajuste anual da ANS.

Ou seja, a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), reguladora dos planos de saúde, não define limite de reajuste dos preços nos planos de saúde coletivos (que incluem os empresariais). 

Então quando você contratar um plano de saúde coletivo o índice de reajuste é determinado a partir da negociação entre a pessoa jurídica contratante e a operadora de plano de saúde. 

Além disso, no plano de saúde coletivo é possível que a operadora cancele o contrato unilateralmente, se previsto em contrato. 

Como contratar um plano de saúde para MEI

Como contratar um plano de saúde para MEI

Para contratar um plano de saúde para MEI você pode entrar em contato direito com a operadora ou entrar em contato com uma seguradora da sua confiança, como a SmartCare. 

A vantagem é que a seguradora vai te mostrar todas as operadores que se encaixam perfeitamente com o seu perfil. 

Além disso, é importante lembrar também que na hora de contratar o plano de saúde MEI, você precisar estar com os seguintes documentos:

  • Inscrição no Órgão Competente, como a Junta Comercial;
  • Registro Ativo perante a Receita Federal;
  • Certificado do MEI (checar a data de abertura do MEI para a comprovação do tempo de atividade da empresa).
  • Outros documentos que a operadora considera necessário.

Conclusão

Em resumo, no artigo de hoje, te mostrei o que é um plano de saúde para MEI e quem pode fazer um plano de saúde MEI. 

Antes de tudo, você viu também o preço das mensalidades, como é a carência e se existe plano com coparticipação.

Além disso, te mostrei como funciona a portabilidade, quais as cautelas que você precisar tomar e como você pode contratar um plano de saúde para MEI.

Enfim… Ficou alguma dúvida? Deixe um comentário! A nossa equipe está preparada para conversar com você.

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Plano de saúde cobre cirurgia de desvio de septo?

Plano de saúde cobre cirurgia de desvio de septo?

Se você quer saber se o plano de saúde cobre cirurgia de desvio de septo, provavelmente você já pesquisou sobre esse tipo de procedimento. 

No entanto, antes de te responder essa pergunta eu preciso deixar claro sobre tudo o que você precisa saber sobre esse assunto. 

Sendo assim, se você já quer saber a resposta se o plano de saúde cobre ou não a cirurgia de desvio de septo é só clicar aqui

Agora se você quer saber mais sobre esse assunto, continue comigo que no próximo tópico vou te mostrar o que é o desvio de septo.

O que é desvio de septo nasal?

O que é desvio de septo nasal?

Desvio de septo nasal é quando há uma descentralização da membrana que divide as cavidades. 

Sendo assim, as pessoas com desvio de septo têm obstrução e a congestão nasal. Também podem sentir dores de cabeça e sinusite.

No entanto, nem sempre essa condição é perceptível. Por isso, é importante fazer exames com um médico para verificar se você tem desvio de septo ou não.

Além disso, nem sempre a cirurgia é a primeira opção neste caso. Com a consulta com o especialista, você pode ter a opção de um tratamento apenas com medicamentos.

Como é a cirurgia de desvio de septo?

A cirurgia de desvio de septo também é chamada de septoplastia. Ela tem duração aproximada de duas horas e necessita de anestesia local ou geral.

Realiza-se a septoplastia de duas maneiras: aberta ou fechada. Vou te explicar cada uma delas. 

Septoplastia Aberta

Neste caso ocorre uma incisão na pele para o descolamento do nariz. É um procedimento que permite uma melhor visualização das estruturas nasais.

Sendo assim, é recomendado quando o objetivo é realizar correções complexas.

Além disso, em geral, o corte é imperceptível após o processo de cicatrização.

Septoplastia Fechada

O corte é realizado na parte interna do nariz, ou seja, não há pontos externos.

Sendo assim, essa opção é indicada nos casos em que a pele não cicatriza com facilidade ou quando o problema é mais simples de corrigir.

A partir de que idade é recomendado a cirurgia de desvio de septo?

O recomendado é que a septoplastia seja realizada em pacientes com mais de 16 anos. 

Isso porque a fase de crescimento do septo já está encerrada. 

No entanto, em casos especiais, indica-se o procedimento mais cedo.

Por isso, é importante conversar com um médico otorrinolaringologista e verificar essas possibilidades.

Como é o pós-operatório da cirurgia de desvio de septo?

Por ser um procedimento simples, em geral, o pós-operatório é indolor. A cirurgia dura em torno de duas horas e o paciente pode ter alta na manhã seguinte. Ficando no hospital apenas para observação. 

No entanto, ainda sim pode ter sangramento discreto nos dois primeiros dias. Por isso, também é necessário repouso durante duas semanas. 

Quando o plano de saúde cobre septoplastia?

Quando o plano de saúde cobre septoplastia?

Agora que você entendeu o que é o desvio de septo nasal e como acontece a cirurgia. Vamos para a pergunta principal desse artigo: o plano de saúde cobre a cirurgia de desvio de septo?

Em geral, se existe uma indicação médica, os planos de saúde são obrigados a cobrir a realização da septoplastia. 

Sendo assim, o paciente precisa passar por consulta para ter um diagnóstico detalhado para apresentar o laudo médico quando for solicitar a cirurgia.

E se a operadora negar o procedimento?

Se a operadora de plano de saúde negar o procedimento, você deve verificar qual é o motivo. 

Em geral, isso acontece porque o médico solicitou a realização da septoplastia com videolaparoscopia, que não está listada no Rol da ANS

Conclusão

Em resumo, no artigo de hoje te mostrei se o plano de saúde cobre cirurgia de desvio de septo. 

Antes de tudo, te mostrei o que é desvio de septo e como ocorre a cirurgia (sendo ela aberta ou fechada). 

Além disso, te falei sobre a idade recomendada para o procedimento e o que você deve fazer se a operadora negar o seu pedido. 

Enfim… Ficou com alguma dúvida? Deixa um comentário! A nossa equipe está prepara para te auxiliar!

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