Sinusite como fazer o tratamento corretamente

Sinusite: Como fazer o tratamento corretamente?

O tratamento da sinusite pode ser um ponto crucial dependendo do quadro clínico que você se encontra. 

Em alguns casos, quando não tratada corretamente, a sinusite pode evoluir e gerar complicações que podem causar, em último caso, a morte. 

Difícil, não é? 

Como um problema, por vezes, considerado uma pequena gripe pode chegar a situações tão complicadas? 

É por isso que hoje vou falar para você como deve ser feito o tratamento da sinusite em seus possíveis quadros clínicos. 

Além disso, vou te mostrar o que é a sinusite, quais seus sintomas e como fazer um diagnóstico da enfermidade. 

Vem comigo! 

O que é sinusite?

Quando nossos seios paranasais inflamam, chamamos isso de sinusite ou sinusopatia. 

Ela pode ser resultado de infecções virais, bacterianas ou fúngicas, alergias ou problemas do sistema imunológico.

Geralmente, a sinusite vem acompanhada de rinite, que é a inflamação da cavidade nasal.

Todo esse quadro chama-se rinossinusite. 

Além disso, grande parte dos casos de rinossinusite são decorrentes de vírus respiratórios, como:

  • rinovírus
  • vírus influenza
  • vírus parainfluenza

O que são os seios paranasais?

Também chamados de seios da face, os seios paranasais são cavidades de ar que ficam dentro dos ossos cranianos e da face. 

Além disso, eles possuem comunicação com a cavidade nasal.

Sendo assim, temos quatros seios paranasais em nosso corpo:

  • Frontal.
  • Etmoidal.
  • Seio esfenoidal.
  • Seio maxilar.

Outro fato muito importante, é que os seios da face são bilaterais e simétricos.

Eles ligam-se à cavidade nasal por pequenos canais por onde é drenado o muco produzido.

Mas produzir muco é apenas uma das funções que eles desempenham. Eles também servem para:

  • Umidificar e aquecer o ar respirado pelo nariz.
  • Aumentar a ressonância da voz.
  • Equilibrar as pressões intracranianas quando há variações na pressão atmosférica 
  • Secretar muco para proteção das vias aéreas superiores.
  • Absorver impactos em casos de trauma 

Quando temos alguma alergia ou ficamos gripados, a drenagem do muco é obstruída e então temos congestão nasal e, consequentemente, ficamos com sinusite.

Tipos de sinusite

Você já sabe que temos 4 seios paranasais. Dessa forma, também é importante saber que a sinusite pode afetar qualquer um deles. 

Sendo assim, o acometimento pode ser bilateral ou unilateral. 

Os casos de sinusite podem ser classificados da seguinte forma:

  • Aguda: quando os sintomas duram menos de 4 semanas.
  • Subaguda: quando os sintomas duram entre 4 e 12 semanas
  • Sinusite crônica: quando os sintomas duram mais que 12 semanas.
  • Sinusite recorrente: quando há 4 ou mais episódios de sinusite durante o ano.

Geralmente, as sinusites agudas são de origem viral ou alérgica. 

Contudo, às vezes, elas podem se transformar em sinusite bacteriana.

Isso porque a obstrução do muco nos seios paranasais permitem que as bactérias se proliferem muito rápido. 

Por isso, é muito importante buscar ajuda quando os sintomas aparecerem.

Afinal, sinusites bacterianas quando não são tratadas devidamente podem progredir para um quadro de sinusite crônica.

Sintomas da Sinusite

Dependendo do quadro de sinusite, os sintomas podem variar. 

Dessa forma, trouxe os principais sintomas da sinusite aguda, pois é o quadro mais comum entre a população. 

Eles são:

  • Congestão nasal
  • Corrimento nasal purulento (coriza amarelada)
  • Dor de cabeça.
  • Dores na face
  • Dor na arcada dentária superior
  • Dor em volta dos olhos
  • Sensação de pressão quando abaixa a cabeça
  • Ouvidos entupidos
  • Tosse (principalmente à noite)
  • Diminuição do paladar e do olfato

Além disso, o paciente diagnosticado com sinusite pode ter mau hálito (halitose), fadiga ou irritabilidade e náuseas.

Sintomas da Sinusite Bacteriana

Esse é um quadro clínico que tratarei de modo particular, pois a falta de tratamento pode progredir para uma situação crônica. 

Provavelmente, se você for contaminado por bactérias terá febre. 

Mas, como a gripe pode causar tanto sinusite quanto febre, a distinção entre uma sinusite viral e uma sinusite bacteriana não é um diagnóstico fácil. 

Como já foi dito, a sinusite pode iniciar como uma infecção viral ou um quadro alérgico.

Contudo, após alguns dias, pode se transformar em sinusite bacteriana.

Em algumas situações não é possível diferenciar uma sinusite viral de uma sinusite bacteriana nos primeiros 10 dias de doença.

Dessa forma, você deve ficar de olho nos seguintes sintomas para identificar a existência de uma rinossinusite bacteriana aguda:

  1. Sinais ou sintomas de sinusite aguda com duração de 10 ou mais dias sem melhora.
  2. Início do quadro já com sintomas mais graves, como febre maior que 39ºC e descarga nasal purulenta, com duração de pelo menos três dias.
  3. Quadro de sinusite aguda que melhora após poucos dias, mas subitamente volta a piorar, surgindo febre, dor na face e coriza purulenta.

Diagnóstico da Sinusite

O diagnóstico da rinossinusite é quase sempre clínico. 

Nesse caso, é feito por um médico otorrinolaringologista, o qual analisará os sintomas apresentados pelo paciente e as vias aéreas. 

Geralmente, ele pede alguns exames de imagem dos seios da face e a endoscopia nasal confirmar o diagnóstico, assim como a coleta de amostras da secreção nasal, para identificar a presença de microorganismos.

Complicações

Além de possuir sintomas um pouco mais graves que os da sinusite aguda, a sinusite bacteriana pode levar a complicações graves.

Uma vez que os seios da face apresentam íntima relação com órgãos nobres, como olhos, ouvidos e cérebro.

Assim sendo, é essencial procurar atendimento médico assim que houver os seguintes sinais de complicação:

  • Febre acima de 39ºC
  • Edema ou vermelhidão na face
  • Edema e vermelhidão em volta dos olhos
  • Visão dupla ou qualquer outra alteração visual
  • Confusão mental
  • Dor de cabeça muito intensa
  • Rigidez de nuca
  • Prostração intensa

Quero chamar sua atenção para outro fato: são poucos os casos de morte por sinusite bacteriana.

Contudo, embora, tenha taxas baixas de mortalidade, essa é uma infecção que não deve ser tratada com desconsideração ou negligência. 

Se você sentir ou perceber quaisquer sinais descritos acima, então procure um médico imediatamente.

A sinusite bacteriana quando em casos graves, pode trazer complicações como:

  • infecção dos olhos
  • meningite
  • abscesso cerebral
  • infecção dos ossos da face
  • otite 
  • labirintite

Tratamento da Sinusite

Em grande parte dos casos de sinusite aguda, ela melhora naturalmente em 7 a 10 dias. 

Dessa forma, o tratamento  é basicamente sintomático. 

Alguns médicos indicam que os pacientes diagnosticados façam lavagem da cavidade nasal com solução salina (soro fisiológico) e aplicação de corticoides nasais em spray. 

Também é recomendado fazer compressas mornas sobre o rosto, pois isso pode trazer alívio, e ingestão vigorosa de líquidos ajuda a diluir as secreções.

Sendo assim, veja algumas possíveis formas de tratar naturalmente a sinusite:

  1. Umidifique o ar
  2. Use soro fisiológico para limpar o nariz
  3. Use uma solução salina caseira
  4. Inspire vapores de ervas
  5. Beba mais água
  6. Coma refeições mornas
  7. Descanse o suficiente

Além das formas naturais de tratamento, talvez seja necessário o uso de medicamentos.

Tratamento da Sinusite: descongestionantes nasais

Caso seja necessário, indica-se o seu uso por no máximo 3 dias, pois estas drogas estão associadas a recaídas, provocadas por congestão nasal de rebote. 

Isso porque o paciente quando usa o descongestionante, apresenta alívio temporário dos sintomas.

Entretanto, a suspensão do uso faz a congestão nasal retornar. 

Essa situação cria um ciclo vicioso.

Tratamento da Sinusite: antibióticos

Da mesma forma, os antibióticos só devem ser utilizados quando há evidências de sinusite bacteriana. 

Consulte o médico antes para não usar antibiótico indiscriminadamente para que não haja seleção de bactérias resistentes. 

Sendo assim, se a sinusite não tiver traços de origem bacteriana, não há motivos para usar antibióticos.

Tratamento da Sinusite Crônica

Se a sinusite permanecer por mais de 12 semanas consecutivas apesar do tratamento deve-se considerar um quadro de sinusite crônica.

Além disso, forma crônica está muito associada à presença de desvio de septo nasal e/ou pólipos nasais. 

Nesse caso, ambos possibilitam o quadro crônico, pois causa obstrução da comunicação entre os seios paranasais e as vias nasais.

A sinusite crônica pode ser causada por:

  • Fungos
  • Doença do Refluxo Gastroesofágico
  • Alergia Respiratória Recorrente
  • HIV
  • Asma 
  • Fibrose Cística

Em casos de sinusite crônica, recomenda-se a busca imediata por um especialista.

Apesar de ser de difícil cura, ela pode ser controlada com tratamento adequado.

Como buscar tratamento para a sinusite? 

Em conclusão, o tratamento para sinusite deve se iniciar dentro de casa, se os sintomas forem leves. Depois disso, se eles persistirem, procure um otorrinolaringologista. 

O especialista poderá te ajudar com a doença e saberá te diagnosticar da melhor maneira possível.

Além disso, possuir um plano de saúde irá ajudar você, pois com um plano de saúde é mais fácil conseguir atendimento imediato. 

Os planos de saúde podem proporcionar mais tranquilidade e atendimento de qualidade quando mais se precisa. 

Desse modo, entre em contato com nossa equipe para verificar a melhor opção para você e sua família, é só clicar aqui.

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14 principais perguntas sobre escleroterapia

14 principais perguntas sobre escleroterapia

A escleroterapia é uma forma de tratamento em que o médico injeta um medicamento nos vasos sanguíneos ou linfáticos, fazendo com que encolham.

Em geral, usa para tratar as veias varicosas ou as chamadas veias da aranha.

O procedimento não é cirúrgico, exigindo apenas uma injeção. Além disso, também usa para tratar doenças dos vasos sanguíneos e linfáticos que fazem com que esses vasos se formem incorretamente.

Agora que você já sabe o que é escleroterapia, veja agora as principais dúvidas sobre esse procedimento.

1) Quando a escleroterapia é realizada?

Em geral, a realiza a escleroterapia para fins cosméticos, ou seja, para melhorar a aparência de varizes e veias da aranha.

No entanto, o procedimento também pode melhorar os sintomas como:

  • Dor;
  • Inchaço;
  • Queimação; e
  • Cólicas noturnas.

Além disso, antes da escleroterapia, você terá uma consulta inicial com um dermatologista ou especialista em medicina vascular que decidirá se você é um bom candidato para o procedimento.

2) Em quais locais a escleroterapia pode ser realizada?

As áreas mais comuns de desenvolvimento de varizes são nas pernas e nos pés. Além disso, às vezes, usa-se a escleroterapia para tratar hemorroidas.

Dessa forma, dependendo do tamanho das veias danificadas, a usa-se escleroterapia para tratar varizes e veias da aranha nas seguintes áreas:

  • Coxas;
  • Tornozelos;
  • Pés;
  • Rosto (nos lados do nariz, por exemplo);
  • Ânus.

3) Quais são os benefícios da escleroterapia?

Para pacientes com insuficiência venosa, o tratamento pode ser benéfico, melhorando o fluxo sanguíneo venoso e limitando o inchaço crônico.

Além disso, quem tem queixas estéticas, com a escleroterapia aparência fica melhor.

4) Quem não pode fazer a escleroterapia?

Você não é elegível se:

  • Estiver grávida; 
  • Toma pílulas anticoncepcionais;
  • Já teve um coágulo sanguíneo no passado;
  • Entre outras situações.

Ou seja, sua elegibilidade será decidida individualmente e dependerá da saúde geral da área que necessita de tratamento, bem como do motivo do coágulo.

5) A escleroterapia é segura?

Todos os procedimentos médicos apresentam riscos que devem ser considerados cuidadosamente antes de iniciar um tratamento específico. 

Além disso, como a escleroterapia pode ser usada para tratar problemas cosméticos, os efeitos colaterais indesejáveis ​​e perigosos devem ser totalmente explicados ao paciente.

6) A escleroterapia dói?

Como esse procedimento requer injeções através da pele, não é um procedimento indolor. 

No entanto, alguns produtos químicos injetados (esclerosantes) têm maior probabilidade de causar dor do que outros. 

Além disso, se o esclerosante for depositado fora da veia inadvertidamente, em geral, é mais doloroso.

7) Quais os efeitos colaterais que podem surgir?

Quais os efeitos colaterais que podem surgir?

Os efeitos colaterais que podem surgir são:

  • Inflamação;
  • Coágulo sanguíneo;
  • Trombose venosa;
  • Bolhas de ar;
  • Reação alérgica.

8) O que posso esperar durante a injeção?

Usa-se uma agulha muito fina durante a injeção. Você pode sentir uma leve sensação de picada de alfinete, semelhante a uma pequena picada de mosquito.

Podem ocorrer 15-30 segundos de leve desconforto ou queimação no local da injeção. 

Além disso, alguns pacientes apresentam cãibras musculares locais, que duram alguns minutos. 

Uma vez que muitos dos vasos se interconectam, uma injeção pode erradicar várias dezenas de vasos ao mesmo tempo.

9) Existem instruções especiais antes do procedimento?

Em geral, é importante não tomar aspirina por uma semana antes do tratamento. 

Além disso, certifique-se de comer antes do tratamento para evitar tonturas durante o procedimento.

10) Em quanto tempo os vasos irão desaparecer?

Em geral, os vasos ficarão mais claros ou desaparecerão completamente. O desbotamento ocorre durante o primeiro mês, mas pode levar de dois a três meses para alguns vasos. 

Além disso, é importante ressaltar que o tratamento não impede o aparecimento de novos vasos. Ele trata apenas os vasos que foram injetados.

11) Com que frequência posso ser tratado?

A mesma área não deve ser injetada por seis a oito semanas para permitir a cura completa.

Além disso, tratam-se diferentes áreas mais cedo.

12) Quantas vezes isso tem que ser feito?

Isso varia com o número de áreas que devem ser injetadas, bem como a resposta a cada injeção. 

Em geral, leva de uma a três injeções para obliterar quaisquer vasos e 10-20 vasos podem ser tratados em qualquer sessão.

13) Quanto custa a escleroterapia

O preço médio da sessão de injeções varia de R$ 40 a R$ 200. As sessões de laser custam a partir de R$ 300, mas são mais eficazes. 

Dessa forma, o custo total depende do tamanho e do número de veias tratadas, bem como de onde você mora.

14) O plano de saúde cobre o custo da escleroterapia?

A escleroterapia, em geral, não é coberta pelo plano de saúde se for feita por motivos cosméticos.

No entanto, se você tiver sintomas médicos relacionados a veias varicosas, seu seguro pode cobrir o procedimento.

Se você ainda não tem um plano de saúde, entre em contato com a Smart Care.

Nós somos especialistas em encontrar o melhor plano que combina com as suas necessidades, da sua família e da sua empresa.

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O plano de saúde cobre vasectomia

O plano de saúde cobre vasectomia?

Sim, o plano de saúde cobre vasectomia. Desde 2008 o procedimento foi incluído no Rol de Cobertura da ANS.

A vasectomia pelo plano de saúde requer que se realize o procedimento com o objetivo de favorecer o planejamento familiar, também previsto em legislação específica.

A ANS, Agência Nacional de Saúde Suplementar, é o órgão responsável por regulamentar os Planos de Saúde.

Sendo assim,  a cada dois anos, a agência divulga um documento onde lista todos os procedimentos de Cobertura Obrigatório.

Ou seja, esse é o documento base para afirmarmos se há ou não cobertura de algum tratamento.

Além disso, existem alguns requisitos que podem ser exigidos pela operadora do plano de saúde para que a vasectomia seja coberta. 

Por isso, no artigo de hoje vou te mostrar tudo o que você precisa saber sobre o assunto.

O que é a vasectomia?

O que é a vasectomia

Vasectomia é uma cirurgia de esterilização masculina voluntária e definitiva, onde ocorre o fechamento dos canais deferentes no homem.

Ou seja, nesse procedimento cortam-se os canais que conduzem os espermatozoides no momento da ejaculação. Evitando assim que os espermatozoides chegam ao útero. 

Sendo assim, a cirurgia de vasectomia é simples. Em geral, realiza-se com anestesia local, sem a necessidade de internação do paciente. Aliás, tempo total pode ser inferior a uma hora.

Para quem a vasectomia é indicada?

Indica-se a vasectomia para homem com mais de 25 anos, que já tenha filhos, e que queira realizar um planejamento familiar com sua companheira.

Ou seja, a vasectomia também se realiza quando companheira não poder tomar anticoncepcional ou tem algum problema de saúde.

Além disso, o paciente precisa estar com a sua capacidade civil plena. Isso quer dizer que se o solicitante estiver sob efeito de drogas, ou se demonstrar estado emocional alterado ele não pode realizar a vasectomia.

Em casos mais graves, realiza-se a vasectomia mediante autorização judicial.

A vasectomia é 100% reversível?

A taxa de sucesso da reversão da vasectomia  costuma ser baixa. Por isso, a decisão de realizar o procedimento deve ser bastante pensada.

Como solicitar vasectomia pelo plano de saúde?

Como solicitar vasectomia pelo plano de saúde

Para solicitar vasectomia pelo plano de saúde, o cliente precisa manifestar o interesse junto à operadora. A partir desse contato, a empresa terá até 60 dias para realizar a intervenção. 

Nesse período são feitos aconselhamentos com médico e psicólogo para garantir que essa seja a vontade do paciente.

Sendo assim, havendo indicação médica expressa e concordando com todos os requisitos de elegibilidade para o procedimento, o convênio deverá cobrir as despesas.

Além disso, é importante ressaltar que a negativa é abusiva e o beneficiário pode entrar na justiça para conseguir o procedimento.

Em resumo, para conseguir uma vasectomia pelo plano de saúde, você precisa ter:

  • Idade superior a 25 anos ou;
  • Idade entre 18 a 25 anos desde que já tenha dois filhos;
  • Capacidade civil;
  • Prescrição Médica.

Conclusão

No artigo de hoje te mostrei se o plano de saúde cobre vasectomia. Antes de tudo, te mostrei o que é esse procedimento e para quem se indica. 

Além disso, também te mostre como deve ser realizada a solicitação da vasectomia para o plano de saúde. 

Enfim… Ficou com alguma dúvida? Deixa um comentário que a nossa equipe está disposta a te ajudar.

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6 dicas de autoajuda para TOC

6 dicas de autoajuda para TOC

Você sabia que existem técnicas de autoajuda para TOC? No artigo de hoje vou te mostrar 6 dicas que vão te ajudar a controlar os sintomas de TOC.

TOC é a sigla para Transtorno Obsessivo Compulsivo, uma doença mental que causa obsessões ou compulsões.

Ou seja, o TOC não é sobre hábitos como roer as unhas ou ter pensamentos negativos. Todo mundo tem hábitos ou pensamentos que às vezes se repetem. No entanto, as pessoas com TOC têm pensamentos ou ações que:

  • Tome pelo menos uma hora por dia;
  • Estão além do seu controle;
  • Não são agradáveis;
  • Interferem no trabalho, na vida social ou em outra parte da vida.

Diante disso, vamos para as dicas que vão te ajudar a controlar os sintomas de TOC.

Dica 1: identifique os gatilhos

identifique os gatilhos

O primeiro passo para controlar seus sintomas de TOC é reconhecer os gatilhos (pensamentos ou situações) que provocam suas obsessões e compulsões. 

Sendo assim, registre uma lista dos gatilhos que você experimenta a cada dia e as obsessões que eles provocam. 

Você pode fazer isso avaliando a intensidade do medo ou da ansiedade que sentiu em cada situação. Em seguida, as compulsões ou estratégias mentais que usou para aliviar sua ansiedade. 

Por exemplo, se você tem medo de ser contaminado por germes. Tocar um corrimão no shopping pode gerar uma intensidade de medo de nível 3. Enquanto tocar o chão do banheiro no shopping pode gerar um 10 e exigir 15 minutos de lavagem das mãos para facilitar ansiedade.

Manter o controle de seus gatilhos pode ajudá-lo a antecipar seus impulsos. E, ao antecipar seus impulsos compulsivos antes que eles surjam, você pode ajudar a aliviá-los. 

Por exemplo, se o seu comportamento compulsivo envolve verificar se as portas estão trancadas, as janelas fechadas ou os aparelhos desligados, tente trancar a porta ou desligar o aparelho com atenção redobrada na primeira vez.

Sendo assim para identificar os gatilhos, você pode criar uma imagem mental sólida e fazer uma anotação mental. Diga a si mesmo: “A janela agora está fechada” ou “Estou vendo que o forno está desligado”.

Dica 2: aprenda a resistir às compulsões do TOC

Pode parecer inteligente evitar as situações que acionam seus pensamentos obsessivos, mas quanto mais você os evita, mais assustadores eles se sentem. 

Por outro lado, ao expor-se repetidamente aos gatilhos do TOC, você pode aprender a resistir ao impulso de completar seus rituais compulsivos. Isso é conhecido como prevenção de exposição e resposta (ERP) e é a base da terapia profissional para o TOC.

O ERP exige que você se exponha repetidamente à fonte de sua obsessão. E depois se abstenha do comportamento compulsivo que normalmente desempenharia para reduzir sua ansiedade. 

Se você é um lavador de mãos compulsivo, por exemplo, isso pode significar tocar na maçaneta de um banheiro público e não se permitir lavar as mãos. 

À medida que você se senta com a ansiedade, a necessidade de lavar as mãos gradualmente começa a desaparecer por si mesma. 

Dessa forma, você aprenderá que não precisa do ritual para se livrar da ansiedade e que tem algum controle sobre seus pensamentos obsessivos e comportamentos compulsivos.

Lidar com seus maiores medos de cara pode ser extremo demais, então os exercícios de ERP começam com você enfrentando medos menores e, em seguida, subindo na “escada do medo”. 

Ou seja, a ideia é enfrentar aquelas situações que geram uma intensidade de medo baixa e, uma vez que você seja capaz de tolerar a ansiedade, pode passar para o próximo desafio de exposição mais difícil.

Construindo sua escada do medo

  1. Pense no seu objetivo final (ser capaz de usar um banheiro público sem medo de contaminação, por exemplo, ou dirigir até o trabalho sem parar para verificar se atingiu algo).
  2. Em seguida, analise as etapas necessárias para atingir esse objetivo. 
  3. Usando as informações que você registrou para identificar seus gatilhos, faça uma lista de situações da menos assustadora à mais assustadora. 

Aliás, lembre-se que o primeiro passo deve deixá-lo um pouco ansioso, mas não tanto a ponto de ficar intimidado demais para tentar.

Exemplo de escada do medo

Objetivo: dirigir para o trabalho sem parar para verificar se você bateu em algo.

Intensidade do medoSituação
10Dirigir todo o caminho para o trabalho sem parar para verificar se bati em algo
8Não ligar para o cônjuge para saber se está trabalhando com segurança
6Sair de casa, trancar a porta da frente e ir embora sem verificar
4Desligar o fogão e sair da sala sem verificar
2Colocar o leite na geladeira sem verificar se a tampa está segura

Usando sua escada do medo

Comece com o primeiro passo (intensidade 2) e não siga em frente até começar a se sentir mais confortável para fazê-lo. 

Se possível, permaneça na situação o tempo suficiente para que sua ansiedade diminua. 

Quanto mais tempo você se expor ao gatilho do TOC, mais se acostumará com ele e menos ansioso se sentirá quando o enfrentar na próxima vez. 

Diante disso, depois de ter realizado a primeira etapa em várias ocasiões diferentes sem sentir muita ansiedade, você pode passar para a próxima etapa. 

No entanto, se uma etapa for muito difícil, divida-a em etapas menores ou vá mais devagar.

Além disso, é importante também, enquanto você está resistindo às suas compulsões, concentrar-se nos sentimentos de ansiedade. 

Ou seja, em vez de tentar se distrair, deixe-se sentir ansioso enquanto resiste ao impulso de se envolver em seu comportamento compulsivo. 

Você pode acreditar que o desconforto que está sentindo continuará até que você se envolva na compulsão. Mas se você persistir, as chances são que a ansiedade desaparecerá.

Aliás, quanto mais você praticar, mais rápido será seu progresso. Por outro lado, não se apresse. Vá em um ritmo que você possa controlar sem se sentir oprimido. 

E lembre-se: você se sentirá desconfortável e ansioso ao enfrentar seus medos, mas os sentimentos são apenas temporários. 

Isso porque cada vez que você se expõe ao seu gatilho, sua ansiedade deve diminuir e você começará a perceber que tem mais controle (e menos medo) do que pensava.

Dica 3: desafie os pensamentos obsessivos

desafie os pensamentos obsessivos

Todo mundo tem pensamentos ou preocupações perturbadores ocasionalmente. No entanto, o transtorno obsessivo-compulsivo faz com que o cérebro fique preso a um determinado pensamento que provoca ansiedade, fazendo com que ele fique repetidamente em sua cabeça. 

Diante disso, quanto mais desagradável ou angustiante for o pensamento, maior será a probabilidade de você tentar reprimi-lo. Mas reprimir pensamentos é quase impossível e tentar geralmente tem o efeito oposto, ou seja, faze com que o pensamento desagradável reapareça com mais frequência e se torne mais incômodo.

Assim como acontece com as compulsões de resistência, você pode superar pensamentos perturbadores e obsessivos aprendendo a tolerá-los por meio de exercícios de exposição e prevenção de respostas.

Dessa forma, vou te mostrar estratégias que podem ajudá-lo a ver seus pensamentos como eles são e a recuperar a sensação de controle sobre sua mente ansiosa.

Escreva seus pensamentos obsessivos 

Quando você começar a ficar obcecado, anote todos os seus pensamentos ou compulsões.

No entanto, anotar pensamentos é um trabalho muito mais difícil do que simplesmente pensá-los.

Por isso, continue escrevendo enquanto o TOC continua, com o objetivo de registrar exatamente o que você está pensando. Mesmo se estiver repetindo as mesmas frases ou os mesmos desejos indefinidamente.

Isso porque anotar tudo o ajudará a ver o quão repetitivas são suas obsessões. Já escrever a mesma frase ou impulso centenas de vezes o ajudará a perder seu poder.

Crie um período de preocupação com o TOC

Em vez de tentar suprimir obsessões ou compulsões, desenvolva o hábito de reagendá-las.

  • Escolha um ou dois “períodos de preocupação” de 10 minutos por dia, tempo que você pode dedicar à obsessão.
  • Durante o período de preocupação, concentre-se apenas nos pensamentos ou impulsos negativos. Não tente corrigi-los. No final do período de preocupação, respire algumas vezes para se acalmar, deixe os pensamentos obsessivos irem e volte às suas atividades normais. O resto do dia, entretanto, deve ser considerado livre de obsessões.
  • Quando os pensamentos vierem à sua cabeça durante o dia, escreva-os e “adie-os” para o período de preocupação.

Desafie seus pensamentos obsessivos

Use seu período de preocupação para desafiar pensamentos negativos ou intrusivos perguntando-se:

  • Qual é a evidência de que o pensamento é verdadeiro? Isso não é verdade? Eu confundi um pensamento com um fato?
  • Existe uma maneira mais positiva e realista de encarar a situação?
  • Qual é a probabilidade de que o que estou com medo realmente aconteça? Se a probabilidade for baixa, quais são alguns dos resultados mais prováveis?
  • O pensamento é útil? Como a obsessão por isso vai me ajudar e como isso vai me machucar?
  • O que eu diria a um amigo que teve esse pensamento?

Crie uma fita de suas obsessões com TOC ou pensamentos intrusivos

Concentre-se em um pensamento ou obsessão específica e grave-o em um gravador ou smartphone.

  • Reconte a frase, sentença ou história obsessiva exatamente como ela vier à sua mente.
  • Toque a fita para você mesmo, repetidamente por um período de 45 minutos todos os dias, até que ouvir a obsessão não o faça mais se sentir muito angustiado.

Ao confrontar continuamente sua preocupação ou obsessão, você se tornará gradualmente menos ansioso. Aliás, você pode repetir o exercício para uma obsessão diferente.

Dica 4: peça ajuda

O TOC pode piorar quando você se sente impotente e sozinho, por isso é importante construir um sistema de apoio forte. 

Isso porque quanto mais conectado você estiver com outras pessoas, menos vulnerável se sentirá. E apenas conversar com uma pessoa compreensiva sobre suas preocupações e desejos pode torná-los menos ameaçadores.

Fique conectado com a família e amigos

Obsessões e compulsões podem consumir sua vida até o ponto de isolamento social. Por sua vez, o isolamento social agravará os sintomas de TOC. 

Por isso, é importante investir no relacionamento com a família e amigos. Falar cara a cara sobre suas preocupações e desejos pode fazer com que pareçam menos reais e menos ameaçadores.

Junte-se a um grupo de apoio ao TOC

Você não está sozinho em sua luta contra o TOC, e participar de um grupo de apoio pode ser um lembrete eficaz disso. 

Os grupos de apoio para TOC permitem que você compartilhe suas próprias experiências e aprenda com outras pessoas que estão enfrentando os mesmos problemas.

Dica 5: controle o estresse

controle o estresse

Embora o estresse não cause TOC, pode desencadear ou piorar os sintomas. O exercício físico e o contato direto com outra pessoa são duas maneiras muito eficazes de acalmar o sistema nervoso. 

Além disso, você também pode:

Acalmar-se rapidamente e alivia os sintomas de ansiedade

Você pode fazer isso usando um ou mais dos seus sentidos físicos (visão, olfato, audição, tato, paladar).

Por exemplo, você pode tentar ouvir uma música favorita, olhar uma foto apreciada, saborear uma xícara de chá ou acariciar um animal de estimação.

Pratique técnicas de relaxamento

A meditação consciente, a ioga, a respiração profunda e outras técnicas de relaxamento podem ajudar a reduzir o estresse geral e os níveis de tensão e ajudá-lo a controlar seus impulsos. 

Sendo assim, para obter melhores resultados, tente praticar uma técnica de relaxamento regularmente.

Dica 6: faça mudanças no estilo de vida para aliviar o TOC

Um estilo de vida saudável e equilibrado desempenha um grande papel no alívio da ansiedade e no controle das compulsões, medos e preocupações do TOC.

Exercite regularmente

O exercício é um tratamento anti-ansiedade natural e eficaz que ajuda a controlar os sintomas de TOC, reorientando sua mente quando surgem pensamentos obsessivos e compulsões. 

Para obter o máximo benefício, tente fazer 30 minutos ou mais de atividade aeróbica na maioria dos dias. Dez minutos várias vezes ao dia podem ser tão eficaz quanto um período mais longo, especialmente se você prestar atenção ao processo de movimento.

Durma o suficiente

A ansiedade e a preocupação podem não apenas causar insônia, mas a falta de sono também pode exacerbar pensamentos e sentimentos ansiosos. 

Isso porque quando você está bem descansado, é muito mais fácil manter o equilíbrio emocional. Um fator-chave para lidar com transtornos de ansiedade, como o TOC.

Evite álcool e nicotina

O álcool pode parecer que reduz temporariamente a ansiedade e a preocupação, mas, na verdade, causa sintomas de ansiedade à medida que passa. 

Da mesma forma, embora possa parecer que os cigarros são calmantes, a nicotina é, na verdade, um poderoso estimulante. 

Conclusão

No artigo de hoje te mostrei 6 dicas que vão te ajudar a controlar os sintomas de TOC.

Entre elas, identificar os gatilhos mentais, aprender a resistir as compulsões e pça ajuda. 

Se você sabe de alguém que merece ler esse artigo, envia o link pra ele. Qualquer dúvida é só enviar nos comentários. 

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Você sabe o que são doenças genéticas? Provavelmente você conheça uma ou duas. Ou conhece alguém que tem.  Mas se Read more

O que são doenças genéticas?

O que são doenças genéticas?

Você sabe o que são doenças genéticas? Provavelmente você conheça uma ou duas. Ou conhece alguém que tem. 

Mas se você está aqui neste artigo é porque precisa de mais informações sobre o assunto. 

Por isso, vou começar pelo conceito básico de gene. 

O que é um gene?

O que é um gene

Genes são seções ou segmentos de DNA que são carregados nos cromossomos e determinam características humanas específicas. Por exemplo, altura ou cor do cabelo.

Algumas características vêm de um único gene, enquanto outras vêm de combinações de genes.

Sendo assim, como cada pessoa tem cerca de 25 mil genes diferentes, há um número quase infinito de combinações possíveis.

Enfim, para entender como os genes funcionam, vou revisar alguns fundamentos da biologia. 

Fundamentos da biologia

A maioria dos organismos vivos é composta de células que contêm DNA.

O DNA tem quatro substâncias químicas (adenina, timina, citosina e guanina – A, T, C e G) que são amarradas em padrões em fitas finas enroladas na célula.

Os genes são feitos de DNA. E diferentes padrões de A, T, G e C codificam as instruções para fazer as coisas de que seu corpo precisa para funcionar.

Como, por exemplo, as enzimas para digerir os alimentos ou o pigmento que dá a cor aos seus olhos)

Sendo assim, à medida que suas células se duplicam, elas passam essa informação genética para as novas células.

Além disso, o DNA é agrupado para formar estruturas chamadas cromossomos. A maioria das células do corpo humano tem 23 pares de cromossomos, perfazendo um total de 46. 

Genes e Hereditariedade

Hereditariedade é a passagem de genes de uma geração para a outra. Como, por exemplo, você herdar os genes de seus pais. 

A hereditariedade ajuda a torná-lo a pessoa que você é hoje: baixo ou alto, com cabelo preto ou loiro, com olhos castanhos ou azuis.

Mas o que acontece se uma pessoa alterar (ou fazer uma mutação) em um gene?

Às vezes, as mudanças causam pequenas diferenças, como a cor do cabelo. No entanto, outras mudanças nos genes podem causar problemas de saúde.

Mutações em um gene acabam fazendo com que aquela cópia específica do gene não execute seu trabalho da maneira que deveria.

Como temos duas cópias de cada gene, normalmente ainda há uma cópia de trabalho “normal” do gene.

Nestes casos, normalmente nada de extraordinário acontece, uma vez que o corpo ainda pode fazer as tarefas de que necessita. Ou seja, este é um exemplo de traço autossômico recessivo.

Sendo assim, para alguém ter uma doença ou característica recessiva, a pessoa deve ter uma mutação genética em ambas as cópias do par de genes. Fazendo assim com que o corpo não tenha cópias funcionais desse gene específico.

Uma pessoa pode nascer com mutações genéticas ou podem ocorrer ao longo da vida.

As mutações podem ocorrer quando as células estão envelhecendo ou foram expostas a certos produtos químicos, ou radiação.

Felizmente, as células em geral reconhecem esses tipos de mutações e as reparam por si mesmas. Outras vezes, porém, podem causar doenças, como alguns tipos de câncer.

Além disso, se a mutação genética existe nos óvulos ou espermatozoides, as crianças podem herdar a mutação genética de seus pais.

Sendo assim, quando a mutação está em todas as células do corpo, o corpo não é capaz de “reparar” a mudança genética.

O que é uma doença genética?

O que é uma doença genética

Enfim, você já sabe o que é gene, agora fica fácil entender o que é uma doença genética.

Sendo assim, uma doença genética é qualquer doença causada por uma anormalidade na composição genética de um indivíduo. 

A anormalidade genética pode variar de minúscula a maior. Ou seja, de uma mutação discreta em uma única base no DNA de um único gene a uma anormalidade cromossômica bruta. Envolvendo assim a adição ou subtração de um cromossomo inteiro, ou conjunto de cromossomos. 

Algumas pessoas herdam doenças genéticas dos pais, enquanto mudanças adquiridas ou mutações em um gene, ou grupo de genes preexistente causam outras doenças genéticas.

Além disso, as mutações genéticas podem ocorrer aleatoriamente ou devido a alguma exposição ambiental.

Em média, as pessoas provavelmente carregam de 5 a 10 genes com mutações em cada uma de suas células.

Aliás, os problemas acontecem quando o gene específico é dominante. Ou quando uma mutação está presente em ambas as cópias de um par de genes recessivos.

Os problemas também podem acontecer quando vários genes variantes interagem uns com os outros (ou com o ambiente) para aumentar a suscetibilidade a doenças.

Por exemplo, às vezes, quando um óvulo e um espermatozoide se unem, a nova célula obtém muitos ou poucos cromossomos. O que pode causar problemas para a criança.

É o que acontece com a maioria das crianças nascidas com síndrome de Down, elas têm um cromossomo extra número 21.

Teste genético

Em alguns casos, as pessoas preocupadas com a possibilidade de serem portadores de certos genes variantes podem fazer o teste genético. Assim podem descobrir as chances de seus filhos herdarem uma doença.

Além disso, mulheres grávidas também podem fazer testes para ver se o feto que estão carregando pode ter certas doenças genéticas.

O teste genético, em geral, envolve a coleta de uma amostra do sangue, pele ou líquido amniótico.

Quais são os quatro tipos de doenças genéticas?

Quais são os quatro tipos de doenças genéticas

Existem vários tipos diferentes de doenças genéticas e incluem:

  1. Herança de gene único
  2. Herança multifatorial
  3. Anormalidades cromossômicas
  4. Herança mitocondrial

Vou te explicar sobre elas agora. 

Distúrbios de herança de gene único

A herança de um único gene também é chamada de herança mendeliana ou monogenética.

Alterações ou mutações que ocorrem na sequência de DNA de um único gene causam esse tipo de herança.

Existem milhares de doenças de um único gene conhecidas. No entanto, os distúrbios de um único gene têm diferentes padrões de herança genética, incluindo:

  • Herança autossômica dominante, na qual apenas uma cópia de um gene defeituoso (de um dos pais) é necessária para causar a doença;
  • Herança autossômica recessiva, na qual duas cópias de um gene defeituoso (uma de cada pai) são necessárias para causar a doença; e
  • Herança ligada ao X, em que o gene defeituoso está presente na mulher, ou cromossomo X. A herança ligada ao X pode ser dominante, ou recessiva.

Além disso, alguns exemplos de distúrbios de um único gene são:

  • Fibrose cística;
  • Alfa e beta talassemias;
  • Anemia falciforme;
  • Síndrome de Marfan;
  • Síndrome do X frágil;
  • Doença de Huntington;
  • Hemocromatose.

Distúrbios de herança genética multifatoriais comuns

A herança multifatorial também é chamada de herança complexa ou poligênica.

Os distúrbios de herança multifatorial são causados ​​por uma combinação de fatores ambientais e mutações em vários genes. 

Por exemplo, diferentes genes que influenciam a suscetibilidade ao câncer de mama foram encontrados nos cromossomos 6, 11, 13, 14, 15, 17 e 22. Algumas doenças crônicas comuns são distúrbios multifatoriais.

Exemplos de herança multifatorial são:

  • Doença cardíaca;
  • Pressão alta;
  • Doença de Alzheimer;
  • Artrite;
  • Diabetes;
  • Câncer;
  • Obesidade.

Além disso, a herança multifatorial também está associada a características hereditárias, como padrões de impressão digital, altura, cor dos olhos e cor da pele.

Anormalidades cromossômicas

Os cromossomos, estruturas distintas constituídas por DNA e proteínas, estão localizados no núcleo de cada célula.

Como os cromossomos são os portadores do material genético, anormalidades no número ou na estrutura dos cromossomos podem resultar em doenças.

Anormalidades cromossômicas, em geral, ocorrem devido a um problema com a divisão celular.

Por exemplo, a síndrome de Down ou trissomia do cromossomo 21 é uma doença genética comum. Ela ocorre quando uma pessoa tem três cópias do cromossomo 21. Existem outras anormalidades cromossômicas, incluindo:

  • Síndrome de Turner;
  • De Klinefelter (47, XXY);
  • De “choro do gato”.

Além disso, as doenças também podem ocorrer devido à translocação cromossômica, na qual partes de dois cromossomos são trocadas.

Distúrbios de herança genética mitocondrial

Este tipo de distúrbio genético é causado por mutações no DNA não nuclear da mitocôndria.

As mitocôndrias são pequenas organelas redondas ou em forma de bastão. Elas estão envolvidas na respiração celular e são encontradas no citoplasma de células vegetais e animais.

Além disso, cada mitocôndria pode conter 5 a 10 pedaços circulares de DNA. Como os óvulos, mantêm suas mitocôndrias durante a fertilização, o DNA mitocondrial é sempre herdado do pai feminino.

Exemplos de doença mitocondrial incluem:

  • Atrofia óptica hereditária de Leber (LHON), uma doença ocular;
  • Epilepsia mioclônica com fibras vermelhas irregulares (MERRF); e
  • Encefalopatia mitocondrial, acidose láctica e episódios como AVC.

Conclusão

Em resumo, no artigo de hoje te mostrei o que são doenças genéticas. Antes de tudo, te mostrei o que é um gene.

Além disso, te mostrei também quais são os quatro tipos de doenças genéticas.

Gostou do artigo? Compartilhe nas redes sociais! Tem alguma dúvida? Deixa um comentário! A nossa equipe fará o possivel para te responder.

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Treinamento de força e resistência: como e por que fazer

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Provavelmente, você já ouviu que o treinamento de força e resistência é essencial para quem deseja se manter ativo mesmo depois de perder peso

Mas você exatamente o que é um treinamento de força e resistência? Como fazer e por que você deve fazer?

Por isso, vou te mostrar tudo isso neste artigo!

Por que fazer treinamento de força e resistência é importante

Por que fazer treinamento de força e resistência é importante

Na maioria das vezes, quando alguém começa uma rotina de treinamento de força, segue a ideia testada e verdadeira de levantar pesos pesados ​​com poucas repetições e um bom tempo de descanso.

Programas como esses são geralmente voltados para pessoas que desejam aumentar a força bruta. O resultado é o aumento de 1RMs (um máximo de repetição) em qualquer exercício (s).

Tudo isso é muito bom, mas há um pequeno problema. A maioria das pessoas que treina para obter força não precisa necessariamente de força. O que eles precisam é de resistência. 

Se você der uma olhada em qualquer atividade em que o aumento da força seja benéfico, você notará que, para que o aumento da força seja benéfico, você deve ser capaz de tirar proveito dessa força por um longo período de tempo. Veja só:

  • Beisebol: a menos que você ache que vai fazer um home run no primeiro arremesso toda vez, ou que pode descansar de 4 a 5 minutos entre os arremessos, é melhor estar pronto para rebater não apenas forte, mas frequentemente.
  • Futebol: as partidas geralmente duram 45 minutos ou mais, com períodos de descanso de 15 minutos. Você precisa exercer tanta força quanto possível durante toda a jogada.
  • Hóquei: a atividade pode durar até 30-60 segundos (ou mais) sem parar. É mais que provável que você intercale rajadas curtas e rápidas com outras mais lentas e menos intensas. Você precisa ser capaz de “tocar” essa reserva de força a qualquer momento – e usá-la totalmente.
  • Boxe/Artes Marciais: dependendo do estilo da partida ou luta, você pode ter que fazer várias rodadas de alguns minutos ou pode apenas competir sem parar até que haja um vencedor. Você precisa ser capaz de utilizar o máximo possível de sua força a qualquer momento.

Devo usar altas repetições e baixo peso?

É um mito quando dizem que para treinar para resistência, precisamos usar séries de repetições mais altas com peso menor.

Se estou procurando por uma resistência de força aumentada, isso significa essencialmente que ser o mais fortes possível pelo maior tempo possível.

Então, em vez de dar tudo de si por uma explosão rápida e depois parar, você deve ser capaz de continuar se esforçando por longos períodos de tempo. 

Agora, você acha que pode atingir essa resistência de força realizando inúmeras repetições com um peso mais leve?

De jeito nenhum! Isso seria como dizer a um homem que pesa 90 kg para  aumentar sua resistência de força fazendo incontáveis ​​flexões.

Terá um aumento na resistência? Talvez. Um aumento na resistência de força? Não.

Como aumentar a resistência e força?

Como aumentar a resistência e força?

Para aumentar a resistência da força, você precisa de um programa que realize três coisas: use peso, requeira períodos de descanso mais curtos e utilize volume.

Peso

Se você quiser ficar forte, terá que levantar pesos. Andar de bicicleta é bom e será necessário para uma recuperação muscular adequada, mas você deve chegar ao ponto de levantar o mais pesado possível.

Períodos de descanso encurtados

A ideia por trás do treinamento para aumentar a resistência da força é que você deseja que seu corpo seja capaz de exercer a força máxima quando não estiver totalmente recuperado aerobicamente. 

Você também deseja treinar seu corpo para se recuperar mais rapidamente. Ou, em outras palavras, quando você está sob tensão máxima, deseja se recuperar mais rapidamente dessa tensão.

Além disso, você deseja sustentar essa tensão por mais tempo ou sustentá-la várias vezes em rápida sucessão.

Volume

Se você não estiver fazendo uma quantidade razoável de repetições no geral, não aumentará nenhum tipo de resistência.

Ou seja, você deve fazer um grande volume de trabalho (juntamente com períodos de descanso encurtados) que lhe dará resistência.

Quando isso é combinado com pesos, então você tem resistência de força. Pense nisso como uma equação:

Força e Resistência = Pesos ​​+ Descanso Curto + Volume

Juntando tudo

Já te mostrei que séries leves de muitas repetições (digamos, 3-4 séries e 12-15 repetições) não são a resposta, pois precisamos levantar pesos. No entanto, se levantarmos peso, não podemos usar repetições mais altas. 

Então, qual a solução?

Usar pesos ​para muitas séries de repetições baixas (digamos 10-20 séries e 1-4 repetições). Os períodos de descanso de 20-40 segundos e nunca passar de 60 segundos.

Resumindo:

  • Use pesos ​​(pois estará fazendo poucas repetições); 
  • Use um grande volume (porque está fazendo mais séries);
  • Encurte os períodos de descanso (não leva tanto tempo para se recuperar de algumas repetições).

Exemplos de treinamento de força e resistência

Exemplos de treinamento de força e resistência

Agora que você já sabe por que fazer um treinamento de força e resistência, se você deve fazer esse tipo de atividade e como aumentar a sua resistência e força, separei para 2 exemplos para você começar ainda hoje!

Treino 1

AQUECER:

Execute 2 séries de 10 repetições cada.

  • Ball Bridge
  • Bola cobra
  • Saltos de agachamento

TREINAMENTO DE RESISTÊNCIA:

Execute 3 a 4 séries de cada par de superconjunto com um descanso de 60 segundos.

  • Empurrar:
    • Supino x8 repetições
    • Flexão de bola x 12 repetições
  • Puxar:
    • Fileira de cabos assentada x8
    • Fileira de braço único x12 / lado
  • Pernas:
    • Agachamento com halteres x8
    • Touchdown de agachamento com uma perna x 12 / lado

Treino 2

AQUECER:

  • Alongamento ativo dos flexores do quadril
  • Ponte de piso de uma perna
  • Bola Cobra deitada

TREINAMENTO DE RESISTÊNCIA – CIRCUITO 3 A 4 CONJUNTOS:

  • Dumbbell Chest Press x8
  • Flexão de bola, pés na bola x12
  • Flexão lateral sentado x8
  • Fileira de cabo de perna única x12 / lado
  • Haltere Lunges x8
  • Estocada com uma perna para equilibrar x10 / lado
  • Descanse 60 segundos

Conclusão

Em resumo, no artigo de hoje te mostrei por que você deve fazer um treinamento de força e resistência. 

Antes de tudo, você viu se você deve fazer esse tipo de atividade e como aumentar a sua resistência e força.

Além disso, te mostrei também separei 2 exemplos de treinos para você começar ainda hoje!

Gostou do artigo? Deixa um comentário e compartilhe o link com alguém que você sabe que precisa saber mais sobre esse assunto.

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Gerenciar o estresse pode ser mais estressante se você não souber o que realmente precisa fazer. 

Por isso, no artigo de hoje vou te mostrar:

  • O que é estresse;
  • Como identificar os sinais de estresse;
  • O que fazer quando se sentir estressado;
  • Sete etapas para ajudar a se proteger do estresse.

O que é estresse?

O que é estresse

Estresse é uma sensação de estar sob pressão anormal.

Essa pressão pode vir de diferentes aspectos do seu dia a dia: uma carga de trabalho aumentada, um período de transição, uma discussão ou preocupações. 

Aliás, você pode descobrir que tem um efeito cumulativo, com cada estressor se acumulando. Por exemplo, você já teve um dia que um simples acontecimento desencadeou estresse para o resto dia? 

É comum, durante essas situações, você se sentir ameaçado ou chateado e seu corpo criar uma resposta ao estresse.

No entanto, o problema é que isso pode causar uma variedade de sintomas físicos, mudar a maneira como você se comporta e levá-lo a sentir emoções mais intensas. 

Ou seja, o estresse nos afeta de várias maneiras, tanto física quanto emocionalmente, e em intensidades variadas. 

Como posso identificar os sinais de estresse?

Embora o estresse afete a todos de maneira diferente, existem sinais e sintomas comuns que você pode observar, como, por exemplo:

  • Sensação de estar sobrecarregado;
  • Sentimentos de preocupação ou ansiedade constantes;
  • Dificuldade de concentração;
  • Irritabilidade ou temperamento explosivo;
  • Mudanças de humor;
  • Dificuldade em relaxar;
  • Baixa autoestima;
  • Depressão;
  • Comendo mais (ou menos) do que o normal;
  • Usar álcool, tabaco ou drogas ilegais para relaxar;
  • Mudanças em seus hábitos de sono;
  • Dores, especialmente tensão muscular;
  • Sensação de náusea ou tontura;
  • Diarreia e constipação;
  • Perda do desejo sexual.

Além disso, é importante frisar que se você está experimentando esses sintomas por um período prolongado.

Ou sente que eles estão afetando sua vida cotidiana ou fazendo você se sentir mal, você precisa consultar um médico. 

O que fazer quando se sentir estressado?

O que fazer quando se sentir estressado

Agora que você já entende o que é estresse e como você pode identificar os sinais, você precisa saber como gerenciar o estresse. 

Por isso, vou te mostrar agora 3 atitudes simples para te ajudar quando você se sentir estressado.

1) Perceba quando isso está causando um problema

O primeiro passo é entender quando você está ficando estressado regularmente. É no trânsito? No trabalho? Quando acorda cedo?

Isto é, tente fazer a conexão entre sentir-se cansado ou doente e as pressões que você enfrenta.

Além disso, esteja atento a avisos físicos, como músculos tensos, cansaço excessivo, dores de cabeça ou enxaquecas.

2) Identifique as causas

Tente identificar as causas subjacentes. Isto é, classifique as possíveis razões para o seu estresse em três categorias:

  1. Uma solução prática;
  2. Vão melhorar com o tempo; 
  3. Você não pode fazer nada.

Por exemplo: se você se estressa muito quando está o trânsito uma solução prática é você optar pelo transporte público. 

Sendo assim, o segredo é tentar liberar a preocupação dos que estão no segundo e terceiro grupos e deixá-los ir.

3) Revise seu estilo de vida

Depois de fazer essas avaliações você precisa revisar seu estilo de vida.

Por exemplo: você poderia estar assumindo muito? Existem coisas que você está fazendo que poderiam ser entregues a outra pessoa? Você consegue fazer as coisas de uma forma mais tranquila?

Para agir de acordo com a resposta a essas perguntas, você precisa priorizar as coisas que está tentando alcançar e reorganizar sua vida.

Assim você libera a pressão que pode advir de tentar fazer tudo de uma vez.

Sete etapas para ajudar a se proteger do estresse

Sete etapas para ajudar a se proteger do estresse

Para finalizar vou te mostrar agora 7 etapas que podem te ajudar a se proteger do estresse. Veja só:

1. Alimente-se de maneira saudável

Comer de maneira saudável pode reduzir os riscos de doenças. Sem contar que a comida afeta nosso humor.

Sendo assim, você pode proteger sua sensação de bem-estar garantindo que sua dieta forneça quantidades adequadas de nutrientes para o cérebro, como vitaminas e minerais essenciais, além de beber água.

2. Esteja ciente de fumar e beber álcool

Pare, ou reduza, a quantidade que você fuma e bebe álcool. Mesmo que pareçam reduzir a tensão inicialmente, isso é enganoso, pois costumam piorar os problemas.

3. Pratique exercício físico

Experimente e integre o exercício físico ao seu estilo de vida, pois pode ser muito eficaz no alívio do estresse

Aliás, sair e tomar um pouco de ar fresco e fazer alguns exercícios físicos leves, como ir para uma caminhada, pode ajudar.

4. Tire um tempo para relaxar

Alcance o equilíbrio entre responsabilidade para com os outros e responsabilidade para consigo mesmo.

Ou seja, diga a si mesmo que não há problema em priorizar o autocuidado. 

Sei que às vezes nos punimos por estar assistindo Netflix ao invés de estudar, mas às vezes é esse tempo de descanso que vai te ajudar a ser mais produtivo. 

5. Esteja atento

Tente praticar a atenção plena regularmente. Você pode fazer isso, por exemplo, com a meditação mindfulness, que pode ser praticada em qualquer lugar a qualquer momento.

Em resumo, a Mindfulness é uma abordagem mente-corpo da vida que nos ajuda a nos relacionarmos de maneira diferente com as experiências.

Além disso, envolve prestar atenção aos nossos pensamentos e sentimentos de uma forma que aumente nossa capacidade de gerenciar o estresse em situações difíceis e fazer escolhas sábias.

6. Tenha um sono reparador

Você está descobrindo que está lutando para dormir? Este é um problema comum quando você está estressado e sua saúde física ou mental pode estar afetando sua capacidade de dormir.

Por isso, altere seu ambiente para ajudar a melhorar seu sono. Assim você pode se levantar em vez de ficar na cama quando sua mente está se preocupando à noite.

7. Não seja muito duro consigo mesmo

Tente manter as coisas em perspectiva. Lembre-se de que ter um dia ruim é uma experiência humana universal.

Sendo assim, quando o seu crítico interno ou externo encontra falhas, tente encontrar a verdade e a exceção ao que está sendo dito.

Por exemplo, se você sentir que falhou, não se culpe. Aja como se você fosse seu melhor amigo: seja gentil e apoie.

Conclusão

Em resumo, no artigo de hoje te mostrei (quase) tudo que você precisa saber sobre gerenciar o estresse.

Antes de tudo, você viu o que é estresse e como identificar os sinais de estresse.

Você viu também o que fazer quando se sentir estressado e sete etapas para ajudar a se proteger do estresse.

Gostou do artigo? Deixa um comentário e compartilhe com alguém que precisa saber disso. 

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Plano de saúde cobre cirurgia de desvio de septo?

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Se você quer saber se o plano de saúde cobre cirurgia de desvio de septo, provavelmente você já pesquisou sobre esse tipo de procedimento. 

No entanto, antes de te responder essa pergunta eu preciso deixar claro sobre tudo o que você precisa saber sobre esse assunto. 

Sendo assim, se você já quer saber a resposta se o plano de saúde cobre ou não a cirurgia de desvio de septo é só clicar aqui

Agora se você quer saber mais sobre esse assunto, continue comigo que no próximo tópico vou te mostrar o que é o desvio de septo.

O que é desvio de septo nasal?

O que é desvio de septo nasal?

Desvio de septo nasal é quando há uma descentralização da membrana que divide as cavidades. 

Sendo assim, as pessoas com desvio de septo têm obstrução e a congestão nasal. Também podem sentir dores de cabeça e sinusite.

No entanto, nem sempre essa condição é perceptível. Por isso, é importante fazer exames com um médico para verificar se você tem desvio de septo ou não.

Além disso, nem sempre a cirurgia é a primeira opção neste caso. Com a consulta com o especialista, você pode ter a opção de um tratamento apenas com medicamentos.

Como é a cirurgia de desvio de septo?

A cirurgia de desvio de septo também é chamada de septoplastia. Ela tem duração aproximada de duas horas e necessita de anestesia local ou geral.

Realiza-se a septoplastia de duas maneiras: aberta ou fechada. Vou te explicar cada uma delas. 

Septoplastia Aberta

Neste caso ocorre uma incisão na pele para o descolamento do nariz. É um procedimento que permite uma melhor visualização das estruturas nasais.

Sendo assim, é recomendado quando o objetivo é realizar correções complexas.

Além disso, em geral, o corte é imperceptível após o processo de cicatrização.

Septoplastia Fechada

O corte é realizado na parte interna do nariz, ou seja, não há pontos externos.

Sendo assim, essa opção é indicada nos casos em que a pele não cicatriza com facilidade ou quando o problema é mais simples de corrigir.

A partir de que idade é recomendado a cirurgia de desvio de septo?

O recomendado é que a septoplastia seja realizada em pacientes com mais de 16 anos. 

Isso porque a fase de crescimento do septo já está encerrada. 

No entanto, em casos especiais, indica-se o procedimento mais cedo.

Por isso, é importante conversar com um médico otorrinolaringologista e verificar essas possibilidades.

Como é o pós-operatório da cirurgia de desvio de septo?

Por ser um procedimento simples, em geral, o pós-operatório é indolor. A cirurgia dura em torno de duas horas e o paciente pode ter alta na manhã seguinte. Ficando no hospital apenas para observação. 

No entanto, ainda sim pode ter sangramento discreto nos dois primeiros dias. Por isso, também é necessário repouso durante duas semanas. 

Quando o plano de saúde cobre septoplastia?

Quando o plano de saúde cobre septoplastia?

Agora que você entendeu o que é o desvio de septo nasal e como acontece a cirurgia. Vamos para a pergunta principal desse artigo: o plano de saúde cobre a cirurgia de desvio de septo?

Em geral, se existe uma indicação médica, os planos de saúde são obrigados a cobrir a realização da septoplastia. 

Sendo assim, o paciente precisa passar por consulta para ter um diagnóstico detalhado para apresentar o laudo médico quando for solicitar a cirurgia.

E se a operadora negar o procedimento?

Se a operadora de plano de saúde negar o procedimento, você deve verificar qual é o motivo. 

Em geral, isso acontece porque o médico solicitou a realização da septoplastia com videolaparoscopia, que não está listada no Rol da ANS

Conclusão

Em resumo, no artigo de hoje te mostrei se o plano de saúde cobre cirurgia de desvio de septo. 

Antes de tudo, te mostrei o que é desvio de septo e como ocorre a cirurgia (sendo ela aberta ou fechada). 

Além disso, te falei sobre a idade recomendada para o procedimento e o que você deve fazer se a operadora negar o seu pedido. 

Enfim… Ficou com alguma dúvida? Deixa um comentário! A nossa equipe está prepara para te auxiliar!

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10 dicas para reduzir o consumo de álcool

10 dicas para reduzir o consumo de álcool

Você pensa em reduzir o consumo de álcool? Provavelmente, você tenha experimentado alguns efeitos negativos para a saúde por causa da bebida. 

Sendo assim, se a quantidade de álcool que você bebeu excede as diretrizes recomendadas.

Ou o coloca em risco de desenvolver problemas relacionados ao álcool, você pode tentar diminuir ou moderar o consumo.

Afinal de contas, beber muito álcool ou beber com muita frequência aumenta o risco de desenvolver uma lesão, ou doença relacionada ao álcool, como cirrose. 

Além disso, o consumo de álcool contribui para morte prematura e problemas de saúde.

Por exemplo, cerca de 25% dos consumidores de álcool na Inglaterra bebem em níveis de risco mais alto e 20% dos que bebem de alto risco tentam reduzir o consumo de álcool .

No entanto, as tentativas de reduzir não costumam levar a reduções reais no consumo de álcool.

Diante disso, separei para 10 dicas para reduzir o consumo de álcool. Veja só:

1) Defina uma meta realista

Defina uma meta realista

Anote quantas bebidas deseja beber por dia e quantos dias por semana deseja beber.

Isto é, anotar seus objetivos pode ajudar a lembrá-lo de que deseja limitar o consumo de álcool.

De acordo com o National Institutes of Health, apenas 2 em cada 100 pessoas que bebem de acordo com as diretrizes têm transtorno de uso de álcool.

Ou seja, pessoas que bebem dentro das diretrizes recomendadas têm um risco muito menor de desenvolver problemas. 

2) Conte suas bebidas

Registrar quantas bebidas você bebe também pode ajudá-lo a reduzir ou diminuir o consumo de álcool.

Sendo assim, você pode usar uma nota manuscrita ou registrar suas bebidas no smartphone, o que for mais conveniente para você.

3) Ponha-se no ritmo

Alguns bebedores que tentam reduzir o consumo tem obtido sucesso controlando seu hábito de beber.

Ou seja, eles tomam seus drinques lentamente ou certificando-se de que bebem apenas um gole por hora.

Isso porque pessoas que consomem bebidas rapidamente, especialmente as primeiras bebidas, correm maior risco de desenvolver abuso ou dependência do álcool.

4) Espaço entre suas bebidas

Espaço entre suas bebidas

Outro truque para reduzir o consumo de álcool é usar espaçadores: bebidas não alcoólicas entre as bebidas que contêm álcool. 

Aliás, não importa o quanto você bebe, é sempre uma boa ideia beber bastante água com suas bebidas alcoólicas.

Sendo assim, você pode alternar também com um copo de suco ou de refrigerante entre suas bebidas alcoólicas para diminuir o consumo.

5) Não se esqueça de comer

Comer alimentos pode ajudar reduzir o desejo por álcool.

Por isso, certificar-se de fazer uma refeição nos horários em que costuma beber para poder ajudá-lo a reduzir a quantidade que bebe.

Aliás, não é aconselhável beber com o estômago vazio.

6) Evite seus gatilhos

Esteja você tentando reduzir ou parar de beber, é uma boa ideia evitar situações em que você está acostumado a beber. 

Isso porque pessoas, lugares, coisas e certas atividades podem ser os gatilhos que fazem você ter vontade de beber. 

Sendo assim, evitar esses gatilhos pode impedir você de beber quando não o faria.

Além disso, pesquisas mostram que mudanças no ambiente que facilitam para as pessoas beberem menos podem ter um impacto substancial na saúde pública.

7) Faça outra coisa

Faça outra coisa

Se beber se tornou uma grande parte de sua vida, tente substituir por outras atividades durante aqueles momentos em que você costuma beber. 

Por exemplo, comece um hobby, um programa de exercícios, faça novos amigos ou passe mais tempo com sua família.

Ou seja, encontre algo que goste e que ocupe o tempo que você normalmente estaria bebendo.

8) Aprenda a dizer “não”

Provavelmente, você estará em situações em que alguém lhe oferecerá uma bebida ou espera que você beba com essa pessoa, como fazia no passado.

Por isso, aprenda a dizer educadamente “não, obrigado”, com sinceridade. Diga isso com rapidez e firmeza para não se dar tempo de mudar de ideia.

9) Não beba para “esquecer” alguma coisa

Se você estiver muio triste, com pensamos suicidas ou qualquer outro sentimento ruim não beba. Ainda mais se for para “esquecer” alguma coisa.

Aliás, o mais provável é que você não vá esquecer e no outro dia vai estar se sentido pior por beber demais. 

10) Procure ajuda

Se você perceber que nenhuma dessas dicas está surgindo efeito, procure ajude. Pode ser um médico ou associações que ajudam dependentes. 

O importante é você não ter vergonha de estar buscando ajuda para melhorar a sua saúde.

Áreas com as quais os governos poderiam trabalhar para reduzir o uso prejudicial de álcool

Áreas com as quais os governos poderiam trabalhar para reduzir o uso prejudicial de álcool

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a cada ano, 3 milhões de vidas são perdidas devido ao uso nocivo de álcool.

Sendo assim, a estratégia global da OMS para reduzir o uso prejudicial do álcool busca melhorar os resultados sociais e de saúde para indivíduos, famílias e comunidades, com morbidade e mortalidade consideravelmente reduzidas devido ao uso prejudicial do álcool e suas consequências sociais.

Prevê-se que a estratégia global irá promover e apoiar ações locais, regionais e globais para prevenir e reduzir o uso nocivo do álcool. 

A estratégia global concentra-se em dez áreas-chave de opções de políticas e intervenções em nível nacional. As dez áreas de ação nacional são:

  1. Liderança, consciência e comprometimento.
  2. Resposta dos serviços de saúde.
  3. Ação comunitária.
  4. Políticas e contramedidas para dirigir alcoolizado.
  5. Disponibilidade de álcool.
  6. Marketing de bebidas alcoólicas.
  7. Políticas de preços.
  8. Reduzindo as consequências negativas do consumo de álcool e intoxicação por álcool.
  9. Reduzir o impacto do álcool ilícito e do álcool produzido informalmente na saúde pública.
  10. Monitoramento e vigilância.

Conclusão

No artigo de hoje te mostrei 10 dicas para reduzir o consumo de álcool. Você viu que contar suas bebidas, evitar os gatilhos e aprender a dizer “não” são extremamente importantes para esse processo. 

Além disso, te mostrei quais áreas o governo pode trabalhar para ajudar a reduzir o uso prejudicial do álcool. 

Gostou do artigo? Deixe um comentário para gente conversar mais sobre esse assunto.

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Como é diagnosticado o câncer de mama

Como é diagnosticado o câncer de mama

No artigo de hoje vou te mostrar quais são os principais procedimentos e exames solicitados para diagnosticar o câncer de mama. 

Antes de tudo, os médicos usam muitos testes para encontrar ou diagnosticar o câncer de mama.

Também utilizam para saber se o câncer se espalhou para uma parte do corpo e para saber quais tratamentos funcionam melhor.

No entanto, para a maioria dos tipos de câncer. A biópsia é a única maneira segura do médico saber se uma área do corpo tem câncer.

Por outro lado, o médico também pode considerar os seguintes fatores;

  • Sinais e sintomas;
  • Idade e saúde geral;
  • Incidência de câncer na família;
  • Resultados de testes médicos anteriores.

Em geral, solicitam-se os exames quando a mulher ou o médico descobrem:

  • Uma massa;
  • Calcificações anormais em uma mamografia de rastreamento;
  • Um caroço; ou
  • Um nódulo na mama durante um exame clínico. 

Sendo assim, vou te mostrar agora os testes usados ​​para diagnosticar câncer de mama.

Mamografia diagnóstica

Utiliza-se a mamografia diagnóstica quando uma mulher apresenta sinais, como um novo nódulo ou secreção no mamilo.

Além disso, utiliza-se também quando encontra algo suspeito em uma mamografia de rastreamento.

Ultra-som

Um ultrassom usa ondas sonoras para criar uma imagem do tecido mamário.

Sendo assim, ele pode distinguir entre uma massa sólida, que pode ser câncer, e um cisto cheio de líquido, que, em geral, não é câncer.

Ressonância magnética

Uma ressonância magnética usa campos magnéticos, não raios-x, para produzir imagens detalhadas do corpo. 

Isto é aplica-se um corante especial denominado meio de contraste antes do exame para ajudar a criar uma imagem clara do possível câncer.

Utiliza-se também uma ressonância magnética de mama depois que uma mulher é diagnosticada com câncer.

O objetivo é descobrir quanto a doença cresceu ao longo da mama ou para verificar se há câncer na outra mama. 

Ela também é uma opção de rastreamento, junto com a mamografia. Para algumas mulheres com alto risco de desenvolver câncer de mama e para algumas mulheres com histórico de câncer de mama.

Além disso, utiliza-se a ressonância magnética como um método de vigilância após o diagnóstico e tratamento de câncer de mama.

Biopsia

A biópsia é a remoção de uma pequena quantidade de tecido para exame ao microscópio.

Outros testes podem sugerir que o câncer está presente, mas apenas uma biópsia pode fazer um diagnóstico definitivo. 

Além disso, existem diferentes tipos de biópsias, classificadas pela técnica e/ou tamanho da agulha utilizada para coletar a amostra de tecido. Veja só:

Biópsia aspirativa por agulha fina

Este tipo de biópsia usa uma agulha fina para remover uma pequena amostra de células.

Biópsia por agulha

Esse tipo de biópsia usa uma agulha mais larga para remover uma amostra maior de tecido.

Por certo, esta técnica de biópsia é a preferida para descobrir se há uma anormalidade em um exame físico ou um teste de imagem. 

Biópsia cirúrgica

Esse tipo de biópsia remove a maior quantidade de tecido. Como se realiza a cirurgia após o diagnóstico de câncer, uma biópsia cirúrgica, em geral, não é a maneira recomendada para diagnosticar o câncer de mama. 

Além disso, na maioria das vezes, recomendam-se as biópsias não cirúrgicas com agulha grossa para diagnosticar o câncer de mama. A fim de limitar a quantidade de tecido removido.

Biópsia guiada por imagem

Durante esse procedimento, uma agulha é guiada até o local da massa ou calcificações com o auxílio de uma técnica de imagem. Por exemplo, como mamografia, ultrassom ou ressonância magnética. 

Biópsia do linfonodo sentinela

Quando o câncer se espalha pelo sistema linfático, o linfonodo ou grupo de linfonodos que o câncer atinge primeiro é chamado de linfonodo “sentinela”. 

No câncer de mama, em geral, são os gânglios linfáticos sob os braços, chamados de gânglios linfáticos axilares.

Além disso, o procedimento de biópsia do linfonodo sentinela é uma forma de descobrir se há câncer nos linfonodos próximos à mama.

Analisando a amostra de biópsia

Analisando a amostra de biópsia

Analisar a amostra removida durante a biópsia pode ajudar seu médico a aprender sobre as características específicas de um câncer.

Além disso, também ajudam a determinar suas opções de tratamento.

Características do tumor

 Utiliza-se o exame do tumor ao microscópio para determinar se ele é invasivo ou não invasivo; ductal, lobular ou outro tipo de câncer de mama; e se o câncer se espalhou para os nódulos linfáticos. 

Examina-se as margens ou bordas do tumor e mede-se a distância do tumor até a borda do tecido removido, chamado de largura da margem.

Exames de sangue

Seu médico também pode precisar fazer vários tipos de exames de sangue. Esses testes podem ser feitos antes ou depois da cirurgia.

Hemograma completo

Um hemograma completo (CBC) é usado para medir o número de diferentes tipos de células em uma amostra de sangue de uma pessoa.

Isso é feito para garantir que sua medula óssea esteja funcionando bem.

Química do sangue

Este teste avalia se o fígado e os rins estão funcionando bem.

Testes de hepatite

Embora não seja atualmente o tratamento padrão. Esses testes são usados ​​ocasionalmente para verificar a existência de evidências de exposição anterior à hepatite B e/ou hepatite C. 

Sendo assim, se você tiver evidências de uma infecção de hepatite B ativa. Pode ser necessário tomar um medicamento especial para suprimir o vírus antes de receber quimioterapia.

Sem esse medicamento, a quimioterapia pode fazer com que o vírus cresça e danifique o fígado. 

Sintomas e sinais de câncer de mama

Sintomas e sinais de câncer de mama

A suspeita de câncer de mama, em geral, surge pela primeira vez quando um nódulo é detectado na mama.

Aliás, é durante o exame das mamas ou uma área suspeita é identificada durante a mamografia de rastreamento.

Para diagnosticar a causa da área suspeita ou caroço na mama, o médico fará uma biópsia. Outros sinais e sintomas de câncer de mama incluem:

  • Alterações na pele da mama,
  • Coceira;
  • Vermelhidão
  • Inchaço;
  • Fluido que vem do mamilo (amarelo, a cor do sangue);
  • Dor na mama.

Conclusão

Em resumo, no artigo de hoje te mostrei como é diagnosticado o câncer de mama.

Antes de tudo te mostrei os vários tipos de exames que podem ser realizados.

Além disso, você viu também quais são os sintomas e sinais que você precisar ficar atenta. 

Enfim… Gostou do artigo? Deixa um comentário e compartilhe nas redes sociais!

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