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Plano de saúde após demissão: o que você precisa saber para continuar com ele

Você perdeu o emprego, mas quer continuar usando o plano de saúde após demissão? 

No meio dessa pandemia e também com a crise econômica brasileira houve muitas demissões nesse período. Dessa forma, muitas dúvidas e incertezas começaram a perturbar as pessoas em relação ao plano de saúde.

E agora se tornou ainda mais importante ter um plano de saúde de boa qualidade. 

Muitas empresas, públicas ou privadas, costumam oferecer a seus colaboradores alguns benefícios e, entre eles está o acesso a um plano de saúde.

Contudo, sempre surge uma dúvida com a dispensa desses funcionários.

  • Será possível continuar com o plano? 
  • Quanto tempo posso permanecer com ele? 
  • Tenho que pagar para continuar a utilizá-lo?

São essas e outras dúvidas que eu vou responder para você aqui.

Então, se você está passando por essa situação, continue lendo este artigo e descubra se é possível continuar com o plano de saúde após demissão.

É possível continuar com o plano de saúde após a demissão?

Esse é um direito estabelecido desde 2011, que foi da publicação da Resolução Normativa nº 279 pela ANS (Agência Nacional de Saúde). 

Essa resolução assegura aos demitidos e aposentados a manutenção do plano de saúde empresarial com cobertura idêntica à vigente durante o contrato de trabalho. 

Contudo, existem alguns critérios para ter direito a esse benefício: 

  1. O funcionário demitido sem justa causa
  2. O funcionário deve ter contribuído no pagamento do plano de saúde

Logo, se a empresa pagava 100% do plano de saúde, o colaborador não poderá usufruir disso após a demissão.

Outro fator importante de lembrar: esse direito só vale enquanto o funcionário estiver desempregado. 

Sendo assim, no momento de sua contratação por uma nova empresa, passa a não ter mais validade.

Qual a vantagem de permanecer no plano de saúde empresarial após demissão?

Qual a vantagem de permanecer no plano de saúde empresarial após demissão?

Como você deve saber, os planos individuais costumam ser mais caros que os planos empresariais. 

Logo, permanecer no plano empresarial é bem vantajoso, ainda que o ex-funcionário tenha um gasto maior com o valor cheio da mensalidade.

Caso o colaborador esteja passando por tratamento quando for desligado da empresa e opte por continuar com o plano empresarial, ele poderá concluir o tratamento sem problemas. 

Agora, se ele escolher deixar o plano, se quiser continuar o tratamento terá que contratar um plano individual para dar continuidade ao atendimento.

Desse modo, o tratamento poderá em outros hospitais e com profissionais diferentes daqueles a que estava habituado.

O funcionário deve pagar pelo plano de saúde após a demissão?

Após a demissão, o ex-funcionário que escolher permanecer com o plano de saúde deve se responsabilizar por arcar com o valor total do plano de saúde. 

Assim sendo, a mensalidade que era paga pela empresa passa a ser cobrada integralmente do funcionário.

Entretanto, vale bom salientar que a operadora não deve alterar o preço do plano.

Desse modo, pode acontecer que o valor pago pelo funcionário demitido se torne mais alto, visto que antes parte dessa mensalidade era custeada pela empresa. 

Após o desligamento, quanto tempo eu tenho para requerer a continuidade do plano de saúde?

Se o empregado desejar continuar com o plano de saúde após a demissão, ele deverá requerer sua continuidade no plano de saúde.

Ele terá de realizar a solicitação em até 30 dias contados da data do desligamento da empresa. 

Este comunicado pode ser entregue na própria empresa onde trabalhava, mas é de extrema importância que o empregado tenha prova de que fez tal solicitação.

Por quanto tempo o funcionário pode usar o plano de saúde após a demissão?

Quando o colaborador é demitido pode permanecer no plano de saúde por um período equivalente a um terço do tempo em que foi beneficiário dentro da empresa.

É importante respeitar o limite mínimo de seis meses e máximo de dois anos.

Já em casos de funcionários aposentados, eles podem manter o plano pelo tempo que desejarem, desde que tenham contribuído por mais de dez anos.

Quando o período for inferior, cada ano de contribuição dará direito a um ano no plano coletivo depois da aposentadoria.

O plano de saúde após a demissão é o mesmo?

Segundo Carla Soares, diretora adjunta de Norma e Habilitação dos Produtos da ANS, a empresa poderá manter os aposentados e demitidos no mesmo plano dos ativos ou fazer uma contratação exclusiva para eles. 

“Se a empresa preferir colocar todos no mesmo plano, o reajuste será o mesmo para empregados ativos, demitidos e aposentados, caso contrário, poderá ser diferenciado”. 

A diretora adjunta explicou ainda, que no caso de planos específicos em separado para aposentados e demitidos, o cálculo do percentual de reajuste tomará como base todos os planos de ex-empregados na carteira da operadora. 

Posso fazer portabilidade de plano de saúde após demissão?

A Resolução ainda prevê a portabilidade especial, que poderá ser exercida pelo demitido e aposentado durante ou após o término do seu contrato de trabalho. 

Dessa forma, com a portabilidade o beneficiário poderá migrar para um plano individual ou coletivo por adesão sem ter de cumprir novas carências.

Posso manter meus dependentes no plano de saúde após a demissão?

Em caso de demissão, o empregado poderá continuar com o plano de saúde e manter os dependentes que estavam incluídos nele.

E se eu tiver filhos no período, poderei incluí-los no plano de saúde após a demissão?

E se eu tiver filhos no período, poderei incluí-los no plano de saúde após a demissão?

Caso tenha um filho neste período, por exemplo, poderá inclusive requisitar a inclusão dele como dependente. Essa é uma garantia da Lei.

Independente se é seu filho por adoção ou biológico, será seu direito incluir todos no plano de saúde.

Contudo, a mensalidade referente aos dependentes também será paga totalmente.

Como funciona a carência do plano de saúde após demissão?

Quero novamente dizer que as condições citadas servem apenas para aqueles em casos de demissão sem justa causa.

Sendo assim, para essas pessoas a carência do plano de saúde após demissão continua vigente pelo menos enquanto durar o aviso.

Depois que o empregado comunicar ao seu empregador o desejo de manter o plano de saúde após demissão em 30 dias, ele terá direito de se manter no plano, com as mesmas condições de pagamento.

Já a cobertura tem um prazo que pode variar entre o mínimo de 6 meses e o máximo de 24 meses.

Além disso, o ex-funcionário precisa ter contribuído para o pagamento do plano de saúde para ter acesso à carência do plano de saúde após demissão.

Conclusão

Neste artigo, você viu que enquanto estiver desempregado, poderá manter o benefício até um prazo máximo de dois anos.

Ainda respondi algumas outras dúvidas relacionadas ao pagamento, aos dependentes e o período de carência.

Espero que muitas de suas dúvidas tenham sido solucionadas.

Mas, se você ainda tiver alguma questão, deixe nos comentários para maiores esclarecimentos.

Até mais!

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Se você é funcionário de alguma empresa, seja pública ou privada, precisa entender qual a importância dos Recursos Humanos na área da saúde do trabalhador. 

Muitos empresários ainda não dispõem de uma estrutura de Recursos Humanos dentro da empresa.

Por isso, os empregados ficam sem receber alguns benefícios que devem ser cumpridos por parte do empregador visando o bom funcionamento da sua equipe.

Sem saúde ninguém consegue fazer nada. 

Só é possível que as pessoas se levantem pela manhã, realizem suas rotinas matinais e se desloquem até o local de trabalho se elas tiverem uma boa saúde. 

Sendo assim, é por meio dela que as pessoas conseguem fazer girar a “roda da vida”

Bons empregadores e gestores de empresas compreendem isso e, visando aprimorar os serviços que oferecem para os seus colaboradores, estão investindo em Recursos Humanos.

Mais especificamente no que se relaciona à área de saúde do trabalhador.

Uma equipe de Recursos Humanos bem estruturada sabe que sua finalidade é facilitar as relações entre os funcionários e o empregador.

Por isso, elas também buscam estratégias para manter os funcionários com uma boa qualidade de vida.

Assim, todo o esforço da empresa também tem um retorno.

Se você deseja saber mais sobre Recursos Humanos e o que ele tem a ver com a sua saúde, continuem aqui comigo!

Neste artigo, você entenderá:

  • Qual a importância do RH da área da saúde
  • Como o RH pode melhorar a gestão de pessoas
  • Por que é importante ter um plano de saúde empresarial 

Importância do RH na área de saúde

É inegável que grande parte dos profissionais sabem o valor do seu trabalho para o desenvolvimento da sociedade humana.

Contudo, por vezes, alguns trabalhadores percebem que sua profissão não é tão valorizada como deveria ser.

Um exemplo de valorização do funcionário é o Governo Federal

Sabe-se que o governo investe em um sistema chamado Sigepe (Sistema de Gestão de Pessoas do Governo Federal), uma plataforma virtual que auxilia na gestão de pessoas dos diversos segmentos.

Além disso, esse sistema ajuda o governo a aumentar a produtividade de seus servidores, dá maior transparência aos processos internos e armazenar todo o histórico profissional dos trabalhadores.

Esse é um dos exemplos de como um sistema, uma equipe de Recursos Humanos é importante. 

Da mesma forma, muitos empresários também estão aderindo a gestão de pessoas através de um setor de RH mais atuante.

Desse jeito, conseguem alterar e melhorar suas demandas internas.

Vamos falar um pouco sobre como a gestão de pessoas através do RH pode trazer melhorias eficientes para a vida do trabalhador e consequentemente da empresa que o contratou.

Recursos Humanos na área da saúde: Como melhorar a  gestão de pessoas

A equipe de Recursos Humanos é responsável por elaborar algumas estratégias para trazer resultados positivos para a empresa. 

Dessa forma, quando o setor de Recursos Humanos elabora uma estratégia bem definida para atender as necessidades de saúde do funcionário, os resultados são sempre positivos. 

Isso porque a saúde gera disposição, felicidade e tudo isso se converte em um funcionário produtivo e que agrega valor à empresa.

Dentre as muitas práticas que podem ser adotadas pela equipe, vamos ver algumas possíveis:

1. Treinamento

Conhecimento nunca é demais, sendo assim, investir em bons treinamentos para os funcionários é uma estratégia muito eficiente para qualquer empresa. 

Você deve concordar comigo que um funcionário que tem treinamentos antes e ao longo do tempo em que está prestando seus serviços à empresa, ele conhece o passa a passo para realizar suas tarefas.

Consequentemente é mais eficiente do que aquele que iniciou e não teve nenhum treinamento ou acompanhamento das tarefas.

Isso acontece porque qualquer tipo de preparação, ainda que seja aquela em que o funcionário acompanha o dia a dia de um colega de equipe, é uma forma de capacitá-lo para lidar com sua futura rotina.

Por isso, se você é um empresário, ou gestor de RH cogite essa opção para melhorar a produtividade dos seus colaboradores.

2. Plano de carreira

A equipe de Recursos Humanos, juntamente com o dono e administrador da empresa, podem elaborar a construção de um plano de carreira para os colaboradores.

Essa atitude aumenta bastante, não só a produtividade, mas também a motivação dos trabalhadores.

Dessa forma, muitas empresas sempre informam aos seus recém-contratados o “caminho das pedras” que eles poderão passar ao longo de sua carreira dentro da instituição. 

E desse jeito, o funcionário sabe que não irá ficar estagnado na profissão, além de saber o que precisa fazer para alcançar novos patamares no seu serviço.

Quando uma empresa investe em um bom plano de carreira para os seus colaboradores, o resultado é profissionais mais engajados com as suas funções. 

E é assim que os Recursos Humanos na área da saúde consegue melhorar os setores da empresa. 

3. Gestão mais eficiente

Com a globalização e o alto desenvolvimento da tecnologia, boa parte dos processos internos de uma empresa podem acontecer à distância.

Alguns empresários e gestores já estão optando pelo famoso home office e mantendo as relações presenciais apenas para reuniões com elevada importância. 

Esse tipo de gestão à distância tem se mostrado muito eficaz e capaz de diminuir e muito alguns gastos da empresa. 

Os funcionários são monitorados através de sistemas organizacionais e suas demandas são realizadas da mesma maneira, só que dentro do conforto do lar. 

O aumento da produtividade dos colaboradores nesse sistema também é um fator bastante considerável.

4. Recompensas e premiações

O que mais você imagina que pode ser feito para que os colaboradores da empresa trabalhem com maior motivação? 

O RH pode estabelecer uma política de recompensas e premiações na instituição.

Mas como isso pode ser feito?

É muito simples! Se um funcionário se destaca pelos serviços de alta qualidade que executa, por que não recompensá-lo por essas atitudes? 

Quando ele lembrar do valor que ele tem para a instituição certamente ficará motivado a fazer um serviço ainda mais qualificado.

Para demonstrar isso para os seus colaboradores, a empresa pode conceder dias de folga, uma mini viagem paga pela instituição, vales-compras em alguma loja da região etc.

5. Feedbacks

O feedback é uma via de mão dupla, isto é, quando o gestor sugere algo para a sua equipe, ele também recebe sugestões sobre aspectos que precisam ser aprimorados na sua gestão.

Sendo assim, as sugestões visam ajudar o profissional a melhorar o seu desempenho. 

E como isso afeta a saúde do trabalhador? 

A prática do feedback aumenta a comunicação dentro do local de trabalho e faz com que todos na equipe se sintam mais seguros e felizes. 

Consequentemente, o empresário pode observar como os trabalhos dos seus funcionários têm uma melhora eficiente e rápida.

6. Encontros semanais

Outra estratégia que melhora a interação entre os colaboradores de uma empresa é a promoção de encontros semanais. 

Para isso, a equipe de RH deve marcar reuniões semanalmente, quinzenalmente ou ao menos mensalmente. 

Nessas reuniões será discutido tudo que está envolvido nos serviços da equipe.

Há ainda algumas empresas que  preferem um ambiente mais descontraído, para que os funcionários possam apenas conversar e relaxar um pouco, saboreando um pequeno lanche. 

7. Plano de Saúde para funcionários

E por último, mas não menos importante.

Uma das estratégias que mais irá impactar a saúde do trabalhador e sua qualidade de vida é: ter um bom plano de saúde

Os gestores de Recursos Humanos sabem que esse é um dos benefícios mais importantes que uma empresa pode oferecer aos seus colaboradores. 

Isso porque ter um plano de saúde vai proporcionar ao funcionário segurança na vida pessoal e financeira, já que ele terá garantia de uma assistência médica de qualidade quando for necessário.

Além disso, podemos ver que boa parte das causas de afastamento no trabalho é por questões de saúde.

Afinal, sem saúde, tanto física quanto emocional, os seus funcionários não são produtivos, muito menos felizes no ambiente de trabalho. 

Quando a organização se compromete a oferecer planos de saúde, ela mostra preocupação com o bem-estar de seus colaboradores. 

Assim sendo, também é uma forma de conscientizar a equipe que o bom trabalho está diretamente ligado ao bom funcionamento do próprio corpo.

Quem pode fazer parte do plano de saúde empresarial?

Saiba que qualquer um dos seus funcionários podem fazer parte do plano de saúde empresarial, afinal o contrato dos planos de saúde incluem:

  • Empregados;
  • Sócios; 
  • Administradores;
  • Aposentados; 
  • Trabalhadores temporários;
  • Estagiários;
  • Menor aprendiz;
  •  E até integrantes da família do funcionário.

Como funciona o plano de saúde para funcionários?

Os planos de saúde empresarial são coletivos, mas funcionam como um plano de saúde para pessoa física. 

Assim sendo, as condições são oferecidas a todos os colaboradores, que podem optar por participar ou não do benefício.

Quanto custa um plano de saúde para funcionários?

A resposta para essa pergunta vai variar conforme alguns critérios como: 

  • O número de funcionários da empresa;
  • A rede de hospitais que farão parte do plano;
  • Quais serviços escolhidos;
  • Entre outros fatores. 

Geralmente, em média, um plano básico para uma instituição com 20 funcionários custa R$ 5 a 7 mil por mês.

Além disso, também é importante lembrar de verificar os reajustes que podem ser realizados pela operadora

Conclusão

Como você pode ver neste artigo, existem diversas estratégias para que os Recursos Humanos consigam colaborar com a saúde dos trabalhadores.

Em consequência, há um aumento no nível de felicidade dos profissionais em seu trabalho.

Eu te mostrei que os Recursos Humanos na área da saúde do trabalhador é essencial  para que os colaboradores continuem a aprimorar suas práticas, e desse jeito possa continuar realizar o seu trabalho com eficácia e qualidade.

Você conseguiu entender porque o RH é tão importante para gerar saúde para os trabalhadores? 

Se você é funcionário ou empresário e gostaria de saber mais sobre planos de saúde empresariais. Entre em contato com a gente. Basta clicar aqui!

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Se você está buscando um melhor acompanhamento para a sua saúde, veja agora nove dicas para contratar um plano de saúde de qualidade. 

Muitas pessoas acreditam que contratar um plano de saúde é caro demais e que, por vezes, está fora de cogitação para a realidade brasileira. 

Mas, eu vim te mostrar neste artigo que existem diversas alternativas e convênios com um excelente custo-benefício. 

Além disso, o principal responsável pela escolha do plano de saúde é você. Sendo assim, você pode escolher as coberturas e serviços que cabem no seu bolso e de acordo com as suas necessidades. 

Ao ler este artigo, você irá perceber que pagar um valor mensalmente e ter direito a consultas, exames e até internações vale muito mais a pena do que ficar esperando na fila do SUS ou optar por pagar os preços absurdamente caros da rede particular.

Eu vou te mostrar que é possível escolher um plano de saúde que cabe no seu orçamento e ainda supre as suas necessidades. 

Benefícios de ter um plano de saúde

Sem dúvida alguma, a gente não tem previsão de quando iremos adoecer, ou quando nossos filhos ou cônjuge irão ficar doentes. 

Sendo assim, ter um plano de saúde é essencial se você não quer passar por alguns transtornos nesses momentos difíceis. 

Além do mais, ter um plano de saúde vai te proporcionar segurança na vida pessoal e financeira, já que terá garantia de uma assistência médica de qualidade quando for necessário.

Caso você não queira ter um convênio, só lhe restará duas alternativas:

  1. Custear os altos gastos no atendimento particular; 
  2. Depender do atendimento precário do SUS.

Pesar qual a melhor opção entre as duas alternativas que lhe resta é um grande desafio, visto que apesar de possuir alguns méritos, os atendimentos da rede de atenção básica são insuficientes para a alta demanda exigida pela população. 

E para quem opta pelo atendimento na rede particular, pode se deparar com preços absurdos e dependendo da complexidade do problema a ser tratado, poderá contrair dívidas para bancar os gastos.

Geralmente, uma consulta numa clínica particular não é abaixo de R$150 e as internações ficam por volta de R$10 mil.

E apesar de, recentemente, terem surgido alternativas com preços populares, as clínicas não oferecem cobertura hospitalar e ambulatorial.

Por isso, se você deseja receber os cuidados médicos ideais para as suas necessidades, não passar por sustos e perrengues em casos emergenciais, a sua melhor opção é contratar um plano de saúde.

Porque é importante escolher bem o plano de saúde?

Porque é importante escolher bem o plano de saúde

Sabe quando deitamos a nossa cabeça no travesseiro e dormimos tranquilamente pensando em como a vida está tranquila e não há nada com que se preocupar? 

É… Essa é a sensação que temos quando aprendemos a contratar um plano de saúde que é excelente para nossa realidade. 

Um levantamento prévio realizado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), mostrou que o número de usuários de planos de saúde atingiu 48,1 milhões, em abril de 2021. Esse é o maior volume no período de cinco meses.

E, segundo o Datafolha, somente a casa própria é mais importante para os brasileiros do que um plano de saúde. Conforme as estatísticas, 80% dos usuários aprovam a sua operadora. 

E para estar entre os índices de satisfação, você precisa contratar um bom plano de saúde que seja compatível com as suas necessidades médicas.

Por isso, antes de escolher o seu plano, você precisa refletir nas seguintes perguntas:

  • Quero ser atendido na sua cidade ou em todo o país? 
  • Em caso de internação, quero ficar na enfermaria ou em um apartamento? 
  • Estou disposto a pagar coparticipação ou quero tudo incluso na mensalidade?

As respostas para essas e outras perguntas que vão definir que tipo de plano você necessita e quais coberturas são fundamentais.

Como contratar um plano de saúde que eu possa pagar?

Para contratar um plano de saúde que caiba no seu orçamento, você precisa avaliar quais são as suas necessidades. 

Existem diversas opções de planos com coberturas e valores diferentes. Há planos mais básicos com mais limitações no atendimento que podem ser uma ótima opção para quem não utiliza os serviços frequentemente.

Ah! Outra forma de reduzir o valor da mensalidade do seu plano de saúde é a adesão aos planos coletivos ou empresariais.

Você também pode optar por convênios com coparticipação, que possuem mensalidades mais baixas e cobram uma taxa simbólica a cada atendimento.

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Se você seguir essas dicas para contratar um plano de saúde, provavelmente irá fazer uma escolha assertiva. 

E essa decisão é um passo importante para você cuidar melhor de si e da sua família.

1. Escolha o tipo de contratação

Primeiramente, saiba que os planos de saúde podem ser de três tipos em relação à contratação:

  1. Individual ou familiar: você procura a operadora para contratar o plano
  2. Coletivo por adesão: sua associação profissional ou sindicato oferece o plano
  3. Coletivo empresarial: você contrata através de um CNPJ

Plano Individual

No plano individual, você procura a operadora para contratar o plano de saúde. A adesão é livre, possui período de carência, a cobertura acontece conforme o contrato e o ROL de procedimentos. 

Além disso, a rescisão é feita apenas em caso de fraude e/ou falta de pagamento e a cobrança ocorre diretamente ao consumidor pela operadora de planos de saúde.

Plano coletivo por adesão

No plano coletivo por adesão, sua associação profissional ou sindicato oferece o plano. 

A adesão exige vínculo com associação profissional ou sindicato, possui período de carência, salvo para quem ingressa no plano em até 30 dias da celebração do contrato ou no aniversário do mesmo.

A cobertura acontece conforme o contrato e o Rol de Procedimentos e a rescisão é prevista em contrato e somente é válida para o contrato na sua totalidade. Já a cobrança é feita diretamente ao consumidor pela Pessoa Jurídica contratante ou pela Administradora de Benefícios.

Plano de saúde empresarial

Em caso de contratação do plano empresarial, você precisa de um CNPJ para fazer a contratação. Pode ser de pequena, média ou grande empresa e até mesmo de microempreendedor individual (MEI). 

A adesão exige vínculo com pessoa jurídica por relação empregatícia ou estatutária. Possui período de carência, salvo para contrato com 30 ou mais beneficiários e para quem ingressa no plano em até 30 dias da celebração do contrato ou da vinculação à empresa.

Além disso, a cobertura é feita conforme o contrato e o Rol de Procedimentos e a rescisão é prevista em contrato e somente válida para o contrato na sua totalidade. 

Da mesma forma, a cobrança é feita diretamente ao consumidor pela Pessoa Jurídica contratante ou pela Administradora de Benefícios.

2. Veja qual a área de atendimento

A escolha da área de atendimento vai depender de até onde você deseja ser atendido. 

Por exemplo, se você é viajante é bom optar por um convênio que tenha atendimento por todo o país ou pelo menos nos estados que você mais costuma ir. 

Porém, também há planos apenas no seu estado ou cidade que podem ser mais acessíveis em valores. 

Apesar disso, saiba que há planos de saúde nacionais, estaduais, para alguns estados, para alguns municípios ou só para a sua cidade.

3. Atente-se às coberturas

Esse é um dos requisitos mais importantes para contratar seu plano de saúde, porque é ele que determina a quais serviços médicos você terá direito.

São cinco segmentos assistenciais em vigência:

  • Ambulatorial: cobre apenas consultas, exames e terapias
  • Hospitalar com ou sem obstetrícia: cobre apenas internações em hospitais (com ou sem direito a parto)
  • Ambulatorial + hospitalar com ou sem obstetrícia: cobre consultas, exames, terapias e internações (com ou sem direito a parto)
  • Odontológico: cobre apenas assistência odontológica
  • Referência: cobre consultas, exames, terapias, internações e parto (a cobertura total é válida 24 horas depois da adesão, sem carência) 

Como você pode ver, o plano referência é o melhor em relação às coberturas, entretanto também é o mais caro.

Para quem deseja ter um bom plano de saúde, é importante que o convênio escolhido ofereça no mínimo a cobertura ambulatorial + hospitalar. 

Ah! E tem mais uma dica: se você quer ter filhos, a cobertura de parto é essencial.

4. Defina o tipo de acomodação

Você pode optar por acomodação coletiva (enfermaria) ou acomodação individual (apartamento) em caso de internação.

O conforto é mais caro, então saiba que se escolher a acomodação individual, o valor do seu plano também irá aumentar.

5. Analise a rede credenciada

Avaliar quais são as redes credenciadas ao seu plano é crucial. E para isso lembre-se de priorizar qualidade ao invés de quantidade. 

Veja quais são as redes de hospitais, clínicas, laboratórios e médicos, e avalie se os prestadores são suficientes, se possuem bons profissionais, etc.

6. Verifique a carência

Legalmente, os planos de saúde podem exigir prazos de carência até a liberação dos serviços, seguindo os limites abaixo:

  • 24 horas para urgências e emergências
  • 180 dias para demais coberturas
  • 300 dias para partos a termo (gestações com mais de 37 semanas)

E você pode trocar de plano (caso já possua um) sem cumprir a carência. Basta consultar as condições de portabilidade no site da ANS.

7. Leia e preencha a proposta de adesão com cuidado

Ler o contrato antes de assinar é uma parte do processo que não deve ser transgredida. 

Leia-o e esclareça suas dúvidas com o corretor ou operadora. Não deixe de verificar se as condições que estão no documento são as mesmas do plano que você contratou.

8. Considere os reajustes

Geralmente, os planos de saúde passam por dois tipos de reajuste:

  1. Anual
  2. Aumento por mudança de faixa etária

Já o percentual máximo de reajuste para planos individuais e familiares é divulgado anualmente pela ANS.

Nos planos coletivos e empresariais, o reajuste ocorre conforme condições da operadora e acordos com empresários.

9. Avalie a reputação da operadora

Por último, mas não menos importante. Não assine o contrato do seu plano de saúde sem analisar a reputação da operadora no mercado.

No site da ANS, existe a possibilidade de você conferir o ranking de operadoras em relação à qualidade, além de verificar possíveis casos de suspensão e processos de falência.

Vale a pena também ver o Reclame Aqui e avaliar os comentários do Google para entender como os usuários avaliam o plano.  

 Conclusão

Viu que é possível contratar um plano de saúde que cabe no seu orçamento e ainda supre as suas necessidades? 

Basta que você siga o passo a passo que eu te mostrei aqui. 

E para te ajudar ainda mais nessa missão importante, eu tenho uma dica bônus para você! 

Contrate um plano da Smart Care! Você pode acessar os planos disponíveis clicando aqui

Caso fique alguma dúvida, você ainda pode entrar em contato com um de nossos consultores.

Avalie as suas necessidades e vem já contratar o seu plano de saúde!

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Você sabe o que é urgência e emergência para os planos de saúde? 

A gente chega no hospital e vê esses nomes em placas, mas, muitas vezes, não sabemos o que significa e quais as diferenças nesses atendimentos. Acaba que ficamos perdidos, sem saber onde devemos buscar ajuda. 

Mas será que essas situações hospitalares são as mesmas para os planos de saúde?

E se eu contratar um plano e acontecer uma emergência, eu tenho que esperar a carência do plano para ser atendido? 

Vamos sanar essas dúvidas neste artigo! Vamos lá?

O que é urgência e emergência para os planos de saúde?

A primeira coisa que você precisa saber quando se tem dúvidas sobre esse atendimento nos planos de saúde é:

  • O que é urgência; e
  • O que é emergência. 

Então, vou te explicar qual a diferença entre esses dois atendimentos. 

Existe uma lei que regulamenta os planos de saúde existentes no Brasil. É a lei n.º 9.656/98

Nessa lei, os casos de urgência são aqueles que resultam de acidentes pessoais ou complicações no período gestacional, por exemplo: 

  • Fraturas causadas por queda
  • Torções 
  • Inalação de gases
  • Prenhez tubária
  • Eclâmpsia
  • Parto prematuro
  • Abortamento

Já os casos de emergência são aqueles em que o paciente corre risco imediato de morte ou lesões irreparáveis, como:

  • Picadas de animais peçonhentos
  • Afogamentos
  • Queimaduras de alto grau
  • Infarto 
  • Intoxicação por alimento ou medicamento

Qual o tempo de carência para situações de urgência e emergência para os planos de saúde?

Qual o tempo de carência para situações de urgência e emergência para os planos de saúde

A carência é o tempo que uma pessoa que contrata um plano de saúde deve esperar para ter algumas coberturas garantidas no plano contratado.  

O cumprimento da carência, quando exigido, deve sempre estar expresso de forma clara no contrato. 

Os prazos máximos de carência estabelecidos na legislação são: 

Urgência e emergência – 24 horas 

Parto a termo – 300 dias 

Demais casos (consultas, exames, internações, cirurgias) – 180 dias

Em relação ao parto a termo, você deve saber que esse tipo de parto é aquele realizado a partir da 38.ª semana de gravidez. 

Sendo assim, caso o parto ocorra antes, é considerado prematuro e tratado como um procedimento de urgência. 

O que o plano de saúde deve cobrir em casos de urgência e emergência?

Segundo a legislação que regulamenta os planos de saúde, os planos contratados a partir de Janeiro de 1999 (planos novos), a cobertura dos procedimentos de urgência e emergência ficam garantidos após 24 horas. Isto é, conforme as limitações do plano que você contratou.

Para os planos antigos, isto é, os contratados antes de Janeiro de 1999, vale o que está em contrato.

Além disso, a assistência médica para urgência e emergência deve garantir a atenção e atuação no sentido da preservação da vida, órgãos e funções. Sendo assim, variando de acordo com a segmentação de cobertura do plano contratado. 

Agora vamos observar como se dá a assistência de acordo com cada tipo de plano de saúde.

Plano Ambulatorial

Se o seu plano for apenas ambulatorial, o atendimento fica limitado às primeiras 12 horas. 

Se esse período for ultrapassado e haja necessidade de internação, então a cobertura se encerra. Além disso, todas as despesas passam a correr por conta do paciente dali em diante, se optar pela permanência na unidade. 

No entanto, caso não queira permanecer no hospital, o paciente pode fazer transferência para outra unidade de sua escolha. Ou pode optar pelo atendimento no SUS em uma unidade que disponha de recursos necessários à continuidade do tratamento. 

A remoção deve ser realizada por ambulância com os recursos necessários para garantir a manutenção da vida e somente pode ser autorizada pelo médico assistente.

Além disso, quando não puder ocorrer a remoção por risco de vida, o paciente e o hospital deverão negociar entre si. Ou seja, desobrigando a operadora de qualquer ônus.

Plano Hospitalar (sem Obstetrícia)

A pessoa que contrata um Plano Hospitalar (sem Obstetrícia) tem assegurada a assistência integral nos casos de urgência e emergência. Contudo, somente após cumprir os prazos de carência.

Mas em situações de urgências provenientes de complicações na gravidez, é assegurado o atendimento ambulatorial por até 12 horas, ou em prazo menor. Isso caso o quadro evolua para internação ou se for necessária a realização de procedimentos exclusivos da cobertura hospitalar.

Agora se o caso de urgência for decorrente de  acidente pessoal, mesmo em período de carência, nas decorridas 24 horas do início da vigência do contrato, o contratante do Plano Hospitalar (sem Obstetrícia) terá assistência integral, sem restrições.

Já nos casos de emergência, quando o consumidor ainda está cumprindo prazos de carência, nas já decorridas 24 horas do início da vigência do contrato, ele estará submetido às mesmas regras do plano ambulatorial.

Plano Hospitalar com Obstetrícia

No Plano Hospitalar com Obstetrícia, os pacientes têm assistência integral nos casos de urgência e emergência. Mas, para isso, devem cumprir após o período de carência. 

Em casos de urgência, mesmo em período de carência, nas primeiras 24 horas do início da vigência do contrato, o contratante do Plano Hospitalar com Obstetrícia terá assistência integral, sem restrições.

Contudo, em urgências decorrentes de complicações no processo gestacional e para as emergências, quando o contratante ainda está cumprindo  prazos de carência, já nas 24 horas decorridas do início da vigência do contrato, ele estará  submetido às mesmas regras do Plano Ambulatorial.

Plano Odontológico

A assistência às urgências e emergências odontológicas está garantida para os usuários do Plano Odontológico, após 24 horas do início da vigência do contrato.

Nesse caso, a legislação estabeleceu que os procedimentos odontológicos de urgência e emergência são:

  • hemorragia bucal;
  • drenagens de abscessos;
  • curativos em caso de dor;
  • imobilização dentária;
  • recimentação de prótese;
  • tratamento de alveolite; 
  • colagem de fragmentos dentários;

Plano Referência

Após as 24 horas do início da vigência do contrato, já é garantida a cobertura integral (ambulatorial e hospitalar) para urgência e emergência aos contratantes do Plano Referência, sem qualquer tipo de limitação, a não ser para os casos de doenças ou lesões preexistentes. 

Conclusão

Nesse artigo, você pode tirar suas dúvidas sobre o que é urgência e emergência para os planos de saúde. 

Em resumo, te mostrei:

  • Quais as diferenças entre esses dois atendimentos;
  • Quais as situações consideradas em cada um dos casos;
  • Qual o período de carência estabelecido em lei; e
  • Como funciona o atendimento para cada tipo de plano contratado. 

Você já esteve em situações de urgência e emergência e não conseguiu atendimento nas unidades de saúde? 

Reflita sobre a possibilidade de contratação de um plano de saúde. Agora que você já sabe como funciona fica mais fácil decidir! 

Para conversar com um dos nossos especialistas, basta acessar aqui. Assim que possível, você terá um retorno.

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Conjuntivite: o que é, sintomas, tratamento e como se prevenir

Você sabe o que é conjuntivite? Muitas pessoas morrem de medo de ter esse problema ocular. Porém, esse diagnóstico pode ser facilmente evitado ou também tratado. Com apenas algumas precauções você pode prevenir essa situação.

Por isso, neste artigo você vai descobrir o que é, quais suas causas, sintomas, formas de tratamento e muito mais. 

Vem com a gente!

O que é conjuntivite?

O olho humano é coberto por uma membrana chamada conjuntiva. Ela permite que o olho esteja sempre lubrificado e também facilita o movimento ocular para que as pessoas possam enxergar corretamente. 

Contudo, essa membrana pode inflamar e com isso ocorre o diagnóstico da conjuntivite. 

Ao contrário do que muitos pensam, a conjuntivite é um problema ocular muito comum e pode aparecer em qualquer pessoa devido a motivos diversos, pois é causada por agentes tóxicos, alergias, bactérias ou vírus.

Por isso, é importante se atentar para suas causas se você quiser evitar ter esse tipo de diagnóstico.

Do ponto de vista clínico, pode ser classificada por diferentes critérios: 

  • Aguda, sub-aguda e crônica;
  • Serosa, mucosa, purulenta e pseudomembranosas;
  • Folicular, papilar, flictenular e papilar gigante;
  • Blefaroconjuntivite ou ceratoconjuntivite.

Quais são os tipos e o que causa conjuntivite?

Quais são os tipos e o que causa conjuntivite

Os diferentes tipos de conjuntivite variam de acordo com o agente patogênico envolvido. Sendo assim, os principais tipos são:

1. Conjuntivite viral

É originada por um vírus. Muitas vezes, a inflamação da conjuntiva é apenas uma manifestação de uma infecção como a gripe e neste caso a evolução da conjuntivite acompanha o desenvolvimento da infeção que lhe deu origem.

Em geral, esse tipo é bastante contagioso. Contudo, costuma melhorar em alguns dias mesmo sem tratamento médico.

2. Conjuntivite bacteriana

É causada por bactérias e geralmente costuma ser de difícil extração. Por isso, esse tipo necessita de tratamento com colírios e/ou pomadas com antibióticos. Tende a ser frequente, autolimitada, benigna e ocasionalmente pode ser grave. 

3. Conjuntivite alérgica

Substâncias alergênicas, como pólen, poeira e pelos de animais, ocasionam o problema em pessoas suscetíveis. A conjuntivite alérgica pode ser sazonal ou aparecer durante o ano todo, dependendo do causador da alergia.

4. Conjuntivite tóxica

Aqui o problema é causado através do contato da conjuntiva com algum produto e substância tóxica, como produtos de limpeza, shampoos e inseticidas. Se não houver um tratamento correto nesse caso, a visão pode sofrer danos permanentes.

O que é conjuntivite: sintomas comuns

Os sintomas de conjuntivite variam de acordo com o tipo. Mas alguns sinais podem ser comuns em todos os tipos, indiferentemente do tipo de agente causador.

Geralmente, os primeiros sintomas costumam ser ardência, lacrimejamento, sensação de areia nos olhos e como se as pálpebras estivessem coladas ao acordar. 

Em seguida, os olhos podem ficar vermelhos e uma secreção pode surgir (excesso de remela), principalmente se for bacteriana.

Outros sintomas que você pode observar são:

  • Coceira nos olhos;
  • Dor;
  • Inchaço nas pálpebras;
  • Fotofobia (intolerância à luz forte).

É muito comum que o paciente sinta muito incômodo nos olhos, mas a visão não é afetada por isso. Então, se tiver pegado conjuntivite, irá enxergar normalmente.

Qual o tratamento para conjuntivite?

Qual o tratamento para conjuntivite

Assim como os sintomas variam conforme o agente causador, o tipo de tratamento também é diferente para cada uma de suas formas. 

Na conjuntivite viral não existem medicamentos específicos, então o tratamento costuma ser feito somente para amenizar os sintomas. 

Sendo assim, você pode fazer a aplicação de uma compressa fria e úmida nos olhos várias vezes ao dia.

No tratamento da conjuntivite bacteriana, o oftalmologista pode prescrever colírios ou pomadas antibióticas.

Já na conjuntivite alérgica, medicamentos para alergia geralmente podem ajudar a prevenir ou reduzir as crises. 

Mas atenção! A indicação de qualquer remédio somente pode ser feita por um médico. Alguns colírios são altamente contra-indicados, pois podem provocar complicações graves e agravar o problema. 

Sendo assim, não se automedique! Procure um oftalmologista assim que perceber que está com conjuntivite.

É importante que haja o acompanhamento do oftalmologista para um diagnóstico preciso e tratamento adequado.

Como prevenir a conjuntivite?

É fácil evitar problemas oculares como conjuntivites. Basta apenas você tomar medidas que vão diminuir o risco de você adquirir uma, como, por exemplo:

  • Evitar nadar em piscinas sem cloro ou em lagos;
  • Usar óculos de mergulho para nadar, ou óculos de proteção se você trabalha com produtos químicos;
  • Lavar com frequência o rosto e as mãos para evitar a transmissão de micro-organismos patogênicos;
  • Não coçar os olhos;
  • Evitar abraços, beijos e cumprimentos com as mãos com pessoas infectadas;
  • Aumentar a frequência de troca as toalhas do banheiro ou use toalhas de papel para enxugar o rosto e as mãos;
  • Trocar as fronhas dos travesseiros diariamente enquanto perdurar a crise;
  • Não compartilhar esponjas, rímel, delineadores ou qualquer outro produto de beleza.

Conclusão

Neste artigo, te mostramos o que é a conjuntivite, quais são as suas principais causas, sintomas, formas de tratamento e como evitar esse problema ocular. 

Também te explicamos quais são as diferenças entre as conjuntivites bacterianas, virais e alérgicas.

Não deixe de seguir as recomendações para evitar a sua contaminação e procure o medicamento assim que presumir que está com conjuntivite. 

Você já teve conjuntivite? O que fez para curar esse problema? Conte-nos aqui nos comentários!

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Você já deve ter pensado nas dúvidas mais comuns sobre o plano de saúde, caso cogitou adquirir um, não é mesmo? 

Segundo a Agência Nacional de Saúde (ANS), mais de 47 mil pessoas são beneficiárias de um plano de saúde privado. Esse número em um levantamento feito em 2019. Imagina agora em 2021? Esse número deve ser muito maior. 

Isso porque existem muitos benefícios em se contratar um plano de saúde. Mas, é claro que antes de adquirir um, surgem muitas dúvidas. Então nesse artigo vamos esclarecer as 11 dúvidas mais comuns sobre o plano de saúde.

1) Como funciona um plano de saúde?

A primeira dúvida que geralmente surge é: como funciona um plano de saúde? 

Bom, o plano de saúde é um serviço de assistência médica oferecido por operadoras ou empresas privadas. 

Você paga uma taxa mensal e o plano te oferece uma quantidade mínima de procedimentos estabelecidos pela ANS.

Com isso, você pode realizar consultas, exames, internações e garantir atendimento de qualidade na rede que você escolheu.

2) Como fazer um plano de saúde?

Para ter um plano de saúde, você precisa entrar em contato com a operadora ou empresa para fechar um contrato. 

Os profissionais da empresa vão buscar a melhor opção dentro das suas necessidades. Depois disso, você deve enviar sua cotação para avaliação e também seus documentos. 

Por fim, basta aguardar que a operadora dê um retorno sobre a implantação do seu plano.

Para fazer uma cotação com os especialistas da Smart Care, basta acessar esse link.

3) Quais são os tipos de planos de saúde existentes?

De acordo com a ANS, os planos de saúde existentes são:

  • Ambulatorial: cobre consultas, exames e terapias; 
  • Hospitalar: cobre internação, com ou sem serviços de obstetrícia (pré-natal, parto e pós-parto); 
  • Ambulatorial + hospitalar (com ou sem obstetrícia); 
  • Odontológico
  • Plano Referência: cobre consultas, exames, terapias, internações, parto e acomodação em enfermaria, com cobertura integral -ambulatorial e hospitalar – nos casos de urgência e emergência, após 24 horas de vigência do plano.

4) Como escolher o melhor plano de saúde?

O melhor plano de saúde é aquele que atende às suas necessidades. 

Então, antes de contratar um plano, verifique se concorda com o que você e os dependentes precisam. 

Veja se quer opções que ofereçam hospitais próximos à sua localidade, se existe algum serviço que você não abre mão, etc. 

5) O que é carência de plano de saúde?

A carência é o tempo que o contratante do plano deve aguardar para começar a usar os serviços oferecidos pelos planos de saúde. 

Mas existem alguns prazos máximos que são definidos pela ANS. Contudo, podem ser reduzidos se a operadora ou empresa preferir. 

Veja quais são as datas máximas:

  • 24 horas para urgência e emergência;
  • 180 dias para consultas, exames e internações;
  • 10 meses para parto a termo;
  • 2 anos para doenças preexistentes.

6) Existe algum plano de saúde que não tem carência?

Existe algum plano de saúde que não tem carência

Grande parte dos planos exigem o tempo de carência que é regulamentado pela ANS. Entretanto, há dois casos especiais em que a carência pode ser abatida:

  1. Contratos com mais de 30 pessoas inclusas;
  2. Quando o contratante decide aproveitar a carência do seu plano antigo.

7) Como cancelar um plano de saúde?

Realizar o cancelamento do plano de saúde é um direito que o consumidor tem a hora que desejar. 

Para fazer isso, basta que ele leve uma declaração assinada até a empresa contratada e fique com uma cópia carimbada pela portadora. 

Eles irão verificar se não existe nenhuma pendência financeira e possuem um prazo de até 10 dias úteis para confirmar o cancelamento.

8) Como devem ser feitos os reajustes de valores?

Conforme a Lei 9.656/98 que autoriza os planos firmados a partir de janeiro de 1999 ou adaptados sofrerem o reajuste, esses valores serão ajustados nas seguintes situações:

  • Reajuste Anual
  • Contratos individuais ou familiares: o percentual máximo para o reajuste anual é autorizado a cada ano pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
  • Coletivos (por adesão e empresariais) com menos de 30 beneficiários: São agrupados para definir o percentual, utilizando um único índice para todo o grupo.
  • Contratos coletivos (por adesão e empresariais) com mais de 30 beneficiários: Não há estipulação de índice pela ANS. O reajuste é definido com base no contrato e negociação entre as partes
  •  Reajuste por mudança de idade (faixa etária)

9) Quais os tipos de contratação dos planos de saúde?

Existem três formas de contratação em planos de saúde:

  1. Através de um CNPJ ou MEI, podendo contratar para a sua empresa ou família;
  2. Planos individuais do tipo pessoa física;
  3. Familiar, podendo fazer contratos individuais ou se tiver um CNPJ contratando um plano coletivo;

Além disso, caso você não tenha um CNPJ, mas está vinculado a um sindicato, pode optar pelo plano por adesão. 

10) Qual a diferença entre plano de saúde e seguro de saúde?

A grande diferença é que o seguro de saúde é obrigado a fornecer o serviço de reembolso.

Entretanto, muitos planos de saúde também oferecem esse recurso.

11) Quem pode ser incluído como dependente no plano de saúde?

Segundo a legislação da ANS, os dependentes que podem ser incluídos são cônjuges, filhos, enteados, dependentes legais, pais, tios, sobrinhos, netos, avós e sogros.

Contudo, há empresas que permitem apenas cônjuges, filhos, dependentes legais e enteados. 

Por outro lado, algumas operadoras oferecem a inserção por parentesco ou afinidades. 

Essa decisão fica a critério da empresa.

Conclusão

Bom, agora você pode escolher qual o melhor plano para você e sua família. 

Aqui, você pôde tirar suas dúvidas sobre o que é o plano de saúde, como ele funciona, quais tipos existem, como fazer a contratação de um. Além de saber sobre a carência, opções de cancelamento, reajustes e etc.

Aqui na Smart Care oferecemos os melhores planos de saúde. Você pode entrar em contato com um de nossos especialistas, clicando aqui.

Ainda tem alguma dúvida sobre plano de saúde, fale aqui nos comentários!

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Para que serve o médico endocrinologista

Para que serve o médico endocrinologista

Você sabe para que serve o médico endocrinologista? Vou te mostrar nesse artigo tudo o que você precisar sobre esse assunto. Isso inclui:

  • O que é um endocrinologista;
  • O que é endocrinologia;
  • Como é a consulta;
  • O que é sistema endócrino;
  • Quais as doenças possíveis.

Vamos lá?

O que é um médico endocrinologista?

Endocrinologista é um médico especializado para diagnosticar e gerenciar doenças que afetam as glândulas e os hormônios.

Um médico endocrinologista visa restaurar o equilíbrio hormonal nos sistemas do corpo. Em geral, tratam:

  • Diabetes;
  • Osteoporose;
  • Menopausa;
  • Distúrbios metabólicos;
  • Doenças da tireoide;
  • Produção excessiva ou insuficiente de hormônios;
  • Alguns tipos de câncer;
  • Baixa estatura;
  • infertilidade.

O que é endocrinologia?

Endocrinologia é o campo de doenças relacionadas a hormônios. Dessa forma, um endocrinologista pode diagnosticar e tratar problemas hormonais e as complicações que surgem deles.

Os seres humanos têm mais de 50 hormônios diferentes, eles regulam o metabolismo, respiração, crescimento, reprodução, percepção sensorial e movimento. 

Além disso, é importante saber também que: 

  • A endocrinologia envolve uma ampla gama de sistemas dentro do corpo humano;
  • Os tecidos endócrinos incluem glândula adrenal, hipotálamo, ovários e testículos;
  • Existem três grandes grupos de distúrbios endócrinos;
  • A síndrome dos ovários policísticos é o distúrbio endócrino mais comum em mulheres.

Como é a consulta com um médico endocrinologista

Como é a consulta com um médico endocrinologista

Durante a primeira visita, o médico fará ao paciente uma série de perguntas para ajudar a chegar ao diagnóstico. Ele pode perguntar sobre:

  • Medicamentos atuais;
  • História familiar de problemas hormonais;
  • Hábitos de dieta;
  • Outras condições médicas, incluindo alergias.

Além disso, o endocrinologista pode perguntar sobre sintomas que parecem não estar relacionados ou que parecem desnecessários.

Isso ocorre porque os níveis hormonais afetam tantos sistemas diferentes no corpo que apenas pequenas alterações em uma glândula podem afetar partes do corpo distantes do local das próprias glândulas.

Por exemplo, ele pode verificar a frequência cardíaca e a pressão sanguínea do paciente, examinar a condição de sua pele, cabelos, dentes e boca.

Após o diagnóstico, o endocrinologista irá sugerir um tratamento. Isso dependerá de qual condição subjacente está causando os sintomas.

O que é o sistema endócrino?

O sistema endócrino humano consiste em várias glândulas, que liberam hormônios para controlar muitas funções diferentes. Veja só:

Glândulas supra-renais

As glândulas supra-renais estão localizadas no topo dos rins. Elas secretam:

  • Corticosteroides: esteroides envolvidos nas respostas ao estresse, sistema imunológico e inflamação;
  • Catecolaminas: noradrenalina e epinefrina, em resposta ao estresse;
  • Aldosterona: que afeta a função renal;
  • Andrógenos ou hormônios sexuais masculinos, incluindo testosterona.

Hipotálamo

O hipotálamo está localizado logo acima do tronco cerebral e abaixo do tálamo.

Essa glândula ativa e controla funções involuntárias do corpo, incluindo respiração, frequência cardíaca, apetite, sono, temperatura e ciclos circadianos ou ritmos diários.

Ovários e testículos

Os ovários secretam os hormônios estrogênio e progesterona. Esses hormônios promovem desenvolvimento sexual, fertilidade e menstruação.

Já os testículos secretam andrógenos, principalmente testosterona. Esses hormônios controlam o desenvolvimento sexual, a puberdade, os pelos faciais, o comportamento sexual, a libido, a função erétil e a formação de espermatozoides.

Pâncreas

Localizado no abdômen, o pâncreas é uma glândula endócrina e um órgão digestivo. Ele lança:

  • Insulina: importante para o metabolismo de carboidratos e gorduras no organismo;
  • Somatostatina: regula a função do sistema nervoso e endócrino e controla a secreção de vários hormônios, como gastrina, insulina e hormônio do crescimento;
  • Glucagon: um hormônio que aumenta os níveis de glicose no sangue quando eles caem muito baixo;
  • Polipeptídeo pancreático: ajuda a controlar a secreção de substâncias produzidas pelo pâncreas.

Glândulas paratireoides

Essas pequenas glândulas endócrinas localizadas no pescoço produzem hormônio paratireoide, que regula o cálcio e o fosfato no sangue.

Corpo pineal ou glândula pineal

Esta é uma pequena glândula endócrina localizada profundamente no cérebro.

Secreta melatonina e ajuda a controlar os padrões de sono do corpo e níveis moderados de hormônios reprodutivos.

Glândula pituitária

Essa é uma glândula endócrina ligada ao hipotálamo na base do cérebro.

Ela é conhecida como a principal glândula endócrina principal, porque secreta hormônios que regulam as funções de outras glândulas, bem como o crescimento e várias outras funções corporais.

A hipófise anterior ou frontal secreta hormônios que afetam o desenvolvimento sexual, a função da tireoide, o crescimento, a pigmentação da pele e a função adrenocortical.

Glândula timo

O timo é uma glândula endócrina localizada abaixo do esterno ou esterno. Os linfócitos T, um tipo de célula imune, amadurecem e se multiplicam na glândula timo no início da vida. Após a puberdade, a glândula diminui.

A glândula timo desempenha um papel no sistema imunológico, que protege o corpo contra doenças e infecções.

Glândula tireóide

Uma glândula em forma de borboleta localizada logo abaixo do pomo de Adão no pescoço, a tireoide produz hormônios que desempenham um papel fundamental na regulação da pressão arterial, temperatura corporal, frequência cardíaca, metabolismo e como o corpo reage a outros hormônios.

Quais as doenças um médico endocrinologista trata?

Quais as doenças um médico endocrinologista trata

Um desequilíbrio hormonal pode resultar de fatores genéticos ou ambientais. Existem três grandes grupos de distúrbios endócrinos:

  • Hipossecreção de glândulas endócrinas: uma glândula não produz hormônios suficientes;
  • Hipersecreção: uma glândula produz muito de seus hormônios;
  • Tumores: eles podem ser malignos ou cancerígenos, mas também podem ser benignos ou não cancerígenos.

Dessa forma, veja agora alguns exemplos do que pode acontecer se uma glândula secreta muito ou pouco de seus hormônios.

Glândula adrenal

  • A hipersecreção pode levar ao excesso de nervosismo, sudorese, pressão arterial elevada e doença de Cushing;
  • A hipossecreção pode levar à doença de Addison, deficiência de mineralocorticóides, perda de peso, perda de energia e anemia.

Pâncreas

  • A hipersecreção pode levar ao hiperinsulinismo, excesso de insulina pode levar à baixa glicose no sangue;
  • Hipossecreção pode levar a um tipo de diabetes.

Glândula paratireoide

  • A hipersecreção pode levar a ossos frágeis que se fraturam facilmente, além de pedras no sistema urinário;
  • A hipossecreção pode levar a contrações musculares involuntárias, ou tetania, causadas por baixos níveis de cálcio no plasma.

Glândula tireoide

  • O hipertireoidismo pode levar ao metabolismo acelerado, sudorese, arritmia ou batimento cardíaco irregular, perda de peso e nervosismo;
  • O hipotireoidismo pode levar ao cansaço, ganho de peso, depressão, desenvolvimento ósseo anormal, atraso no desenvolvimento e crescimento atrofiado.

Glândula pituitária

  • A hipersecreção pode levar a gigantismo ou crescimento excessivo;
  • A hipossecreção pode levar ao crescimento ósseo lento e baixa estatura.

Glândula timo

  • A hipersecreção pode levar a um sistema imunológico hiperativo que reage exageradamente às ameaças percebidas. Isso pode resultar em uma doença auto-imune;
  • A hipossecreção pode levar a um sistema imunológico enfraquecido, onde o corpo é incapaz de combater infecções e sucumbe facilmente a vírus, bactérias e outros patógenos.

Conclusão

No artigo de hoje te mostrei, praticamente, tudo o que você precisa saber sobre para que serve um médico endocrinologista.

Você viu o que é um endocrinologista e o que é endocrinologia. Te mostrei também como é a consulta com esse profissional.

Além disso, te mostrei também o que é sistema endócrino e quais as doenças possíveis.

Quer saber mais sobre esse assunto? Deixe um comentário!

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Para saber qual é a melhor operadora de plano de saúde, antes preciso te explicar alguns fatores importantes.

Por isso nesse artigo, você vai ver:

  • O que é uma operadora de plano de saúde;
  • Principais pontos que você precisa verificar antes de contratar;
  • Quais as melhores operadoras do Brasil.

Vamos lá?

O que é uma operadora de plano de saúde?

Operadora de plano de saúde é uma pessoa jurídica registrada na Agência Nacional de Saúde (ANS) que administra, comercializa ou disponibiliza um Plano de Assistência à Saúde.

Ou seja, uma operadora de plano de saúde é uma empresa que vende os planos e fica responsável pelos diferentes tipos de atendimento ao cliente. 

Além disso, as operadoras de plano de saúde podem se classificar em diferentes modalidades de atuação, como, por exemplo, a de medicina em grupo, as seguradoras especializadas em saúde, a odontologia em grupo, entre outras.

Principais pontos que você precisa verificar antes de contratar uma operadora de plano de saúde

Aqui no blog já te mostrei qual a melhor forma de escolher um plano de saúde empresarial

Em resumo, os principais pontos que você precisa verifica antes de contratar uma operadora de plano de saúde é: 

  • quais são os tipos de cobertura;
  • quais hospitais são atendidos pela operadora; 
  • como funciona a carência do plano;
  • quais são os reajustes de mensalidade.

Sendo assim, fique atento se a operadora tem no seu rol de hospitais aqueles que são considerados os melhores da região e quais são as carências exigidas.

Além disso, antes de contratar uma operadora de plano de saúde verifique como ocorre a cobertura de consultas, exames, tratamentos, hospitais, laboratórios e próteses.

O que o plano de saúde não é obrigado a cobrir?

O plano de saúde não é obrigado a cobrir:

O plano de saúde não é obrigado a cobrir

O que é obrigação da operadora oferecer?

A operadora de plano de saúde, de acordo com o contrato, deve oferecer:

O que é obrigação da operadora oferecer?

Quais as melhores operadores de plano de saúde?

Quais as melhores operadores de plano de saúde

Conheça agora as 4 melhores operadores de plano de saúde do Brasil:

Plano de Saúde Bradesco 

Antes de tudo, você precisa saber que o Plano de Saúde Bradesco possui três tipos de planos que podem se ajustar a sua empresa. Veja só:

  • 3 (3 a 29 pessoas).
  • 30 (30 a 99 pessoas).
  • 100 (100 a 199 pessoas)

Além disso, há 7 linhas de plano e opções com coparticipação de taxas variadas.

Planos de Saúde Amil

A AMIL oferece planos médicos e odontológicos para famílias e empresas. Entre eles:

  • FÁCIL: oferece planos regionais com excelente custo-benefício;
  • AMIL: planos médicos com abrangência nacional ou regional, oferecendo a opção de coparticipação e de reembolso;
  • ONE: segmento premium;
  • DENTAL: para consultas com dentistas, exames e radiografias. 

De maneira geral, as vantagens dos planos de saúde da Amil, além da especificidade de cada plano, é o cuidado remoto. 

Ou seja, a empresa possui vários canais de atendimento à distância para facilitar o atendimento do beneficiário.

Se você quer saber mais sobre cada um dos planos ou até mesmo fazer uma cotação, entre em contato com a gente

Plano de Saúde SulAmérica

A SulAmérica possui as seguintes opões de plano de saúde:

  • PME (03 a 29 pessoas)
  • PME Mais (30 a 99 pessoas)
  • Empresarial (a partir de 100 pessoas)

Além disso, há também os planos regionais. 

Plano de Saúde Unimed 

A Unimed do Brasil também coordena um dos principais diferenciais da Unimed, conhecido como Intercâmbio Nacional, que é o atendimento do beneficiário de uma Unimed por outra, desde que seu plano contratado permita a prática.

Além disso, outra atribuição é atuar em prol da sustentabilidade econômico-financeira das Federações e Singulares Unimed por meio de consultorias e oferta de produtos e projetos reconhecidos por sua qualidade.

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Para você contratar uma das melhores operadores de plano de saúde do Brasil, basta entrar em contato com a Smart Care Seguros

A nossa equipe é treinada para encontrar a opção ideal que se encaixa perfeitamente as suas necessidades, da sua família e da sua empresa. 

Para falar com um dos nossos especialistas, faça uma cotação online e aguarde. Assim que possível uma pessoa da nossa equipe entrará em contato com você.

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Plano de saúde é um custo ou investimento?
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Uma das dúvidas mais comuns é se o plano de saúde é um custo ou investimento. Algumas pessoas podem ver Read more

Plano de saúde é um custo ou investimento

Plano de saúde é um custo ou investimento?

Uma das dúvidas mais comuns é se o plano de saúde é um custo ou investimento. Algumas pessoas podem ver como um custo, pois você está pagando para utilizar um serviço. 

No entanto, vou te mostrar neste artigo que um plano de saúde é muito mais um investimento do que um custo. 

Mas antes você sabe qual a diferença entre custo e investimento?

Diferença entre custo e investimento

A principal diferença entre custo e investimento é que um custo é somente uma saída de capital que não traz um retorno. Por exemplo, os juros de um cartão de crédito.

Já o investimento é uma saída de capital que traz um benefício direta ou indiretamente.

Sendo assim, o plano de saúde é um custo ou investimento?

Plano de saúde: custo ou investimento?

Apesar de existirem planos de saúde baratos, você sempre terá uma saída de capital quando contratar um plano de saúde.

Em contrapartida, você recebe um atendimento de qualidade nos melhores hospitais e a possibilidade de realizar exame. 

Sendo assim, o plano de saúde é um investimento na saúde e bem-estar da sua família e dos funcionários da sua empresa.

Pois o plano de saúde é essencial para um atendimento de emergência, consultas ou tratamentos que podem ser extremamente altos quando contratados fora de um plano de saúde.

Como ajustar o plano de saúde ao seu orçamento

Agora que você já entendeu que o plano de saúde não é um custo e sim um investimento, é possível que possa estar se perguntando como ajustar o plano de saúde ao seu orçamento.

O primeiro ponto que você precisa saber é que os planos de saúde mudam o preço de acordo com as coberturas disponibilizadas.

Isso porque cada cobertura possui procedimentos que você deve verificar se estão alinhados com as necessidades da sua família/empresa ou não.

Em geral, são 3 tipos de coberturas, cada uma com suas particularidades, procedimentos e preços. Veja só:

Cobertura ambulatorial

O plano de saúde ambulatorial garante a prestação de serviços de saúde, que compreendem: 

  • Consultas médicas em clínicas; 
  • Exames; 
  • Tratamentos e procedimentos ambulatoriais;
  • Pequenas cirurgias; e 
  • Primeiros socorros. 

Além disso, em emergências, o período máximo de internação é de 12 horas.

Cobertura hospitalar

O plano de saúde hospitalar, além de incluir a cobertura do ambulatorial, também garante a realização de procedimentos em internações hospitalares sem limite de tempo em quarto ou UTI.

Além disso, esse tipo de plano de saúde também pode  incluir a cobertura obstetrícia, oferecendo assistência médica ao recém-nascido durante os primeiros 30 dias após o parto.

Cobertura dos planos da segmentação referência

O plano de saúde referência é a opção completa dos planos. Ou seja, inclui a assistência ambulatorial e hospitalar com obstetrícia e acomodação em enfermaria.

Além disso, o atendimento de urgência e emergência é integral após 24 horas da sua contratação.

Em qual dos planos de saúde investir?

Em qual dos planos de saúde investir

Para escolher em qual dos planos de saúde você vai investir você precisa pensar nas reais necessidades da sua família e da sua empresa.

No caso das empresas, a melhor opção é o plano de saúde de referência, pois você garante que os seus funcionários tenham o acompanhamento médico em qualquer situação.

Agora, se você pretende contratar um plano de saúde empresarial para a sua família é importante verificar as suas opções. 

Por exemplo, se a sua família não tem histórico de doenças, o plano ambulatorial deve ser o suficiente. No entanto, a melhor forma de descobrir em qual plano de saúde investir é essencial para você entrar em contato com um especialista da Smart Care. 

A nossa equipe é treinada para conhecer suas necessidades e escolher o melhor plano de saúde para você, sua família é sua empresa. Para fazer uma cotação online, basta clicar aqui e aguardar. Assim que possível, um dos nossos especialistas vai entrar em contato com você.

Quais os benefícios de contratar um plano de saúde empresarial?

Agora que você entendeu se o plano de saúde é um custo ou benefícios. Vou te mostrar os 4 benefícios de contratar um plano de saúde empresarial.

1) Retenção de talentos

Um dos principais benefícios de contratar um plano de saúde empresarial é a valorização do funcionário. Isso é nítido quando você faz uma pesquisa rápida e descobre que o benefício mais valorizado pelos profissionais brasileiros é ter um plano de saúde.

Ou seja, quando a empresa oferece um plano de saúde ao funcionário, ela está motivando-o a permanecer em seu time.

2) Redução de impostos

Um benefício para a empresa é que com um plano de saúde empresarial, a empresa tem uma redução de impostos.

3) Manutenção e aumento de produtividade 

Qualquer pessoa com um problema de saúde naturalmente diminui a produtividade. Por isso, uma empresa com um plano de saúde assegura uma produtividade dos colaboradores. 

Pois com acesso fácil a bons médicos e a hospitais, o colaborador se sente mais confortável e confiante para procurar um especialista.

4) Redução de turnover e taxa de absenteísmo

Turnover é alta rotatividade de funcionário e a taxa de absenteísmo é índice de faltas e atrasos dos funcionários de uma empresa.

Ou seja, ao prevenir e resolver problemas de saúde, as chances de um funcionário sair da empresa ou ter faltas é bem menor com um plano de saúde. 

Pois ele terá um atendimento de qualidade e um acompanhamento médico eficaz que diminuirá as idas aos hospitais e diminuir as chances de ir atrás de outra oportunidade de emprego.

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Plano de Saúde mais barato 4 opções vantajosas

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Se você quer encontrar um Plano de Saúde mais barato, precisa ler esse artigo até o final.

Isso porque eu vou te mostrar:

  • Se é difícil encontrar plano de saúde barato;
  • Como economizar na contratação do plano de saúde;
  • 4 planos de saúde mais baratos do Distrito Federal.

Vamos lá!

Plano de saúde barato: é difícil encontrar? 

A maioria das pessoas acredita que é difícil encontrar um plano de saúde mais barato. No entanto, esquecem de medir o que significa esse “mais barato”. 

Vou te explicar. 

Você já ouviu dizer que o barato e o caro são muito relativos? Isso quer dizer que o que é barato para você pode não ser para outra pessoa. 

E aquele ditado “o barato sai caro”. Você conhece? Aqui no plano de saúde também se aplica.

Pois muitos planos de saúde que prometem ser mais baratos não cumprem tudo aquilo que você de fato precisa. 

Por isso, a melhor forma de encontrar um plano de saúde mais barato é fazendo uma cotação online. 

Dessa forma, você consegue saber com exatidão quais planos se encaixam na sua necessidade e no seu bolso. 

Converse com um dos nossos especialistas! A equipe Smart Care é treinada para buscar o melhor custo-benefício para o cliente.

Como economizar na contratação do plano de saúde? 

Para economizar na hora de contratar um plano de saúde, é importante você:

1) Pesquisar o histórico da empresa

Saber sobre o histórico da empresa é essencial para você contratar um plano de saúde mais barato. 

Para saber essas informações você pode fazer uma pesquisa aqui no nosso site ou no site da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). 

A ANS divulga todo ano um ranking com as melhores operadoras do Brasil. A pesquisa para montar o ranking considera os aspectos econômicos, operacionais e de qualidade.

Além disso, você também pode pesquisar no site Reclame Aqui, mas lembre-se de verificar se o problema foi resolvido.

Fique atento aos planos suspensos

É essencial ficar atento às publicações que a ANS faz. A cada três meses, a agência divulga uma lista de planos que foram suspensos por não cumprir os prazos máximos de atendimento. 

2) Avaliar a cobertura do plano 

Para contratar um plano de saúde mais caro é essencial avaliar a cobertura do plano. Ou seja, muitas vezes os planos são mais baratos porque não possuem todas as coberturas. 

Sendo assim, verifique quais coberturas são essenciais para o seu conforto, antes de fechar o contrato com um plano de saúde.

3) Considerar as limitações geográficas

Os planos de saúde de nível regional, em geral, são mais baratos do que os nacionais. Isso porque o primeiro disponibiliza atendimento apenas na região disposta em contrato. 

Se você viaja muito, a melhor opção é o plano nacional, pois garante um excelente atendimento onde você estiver.

Agora, se você prefere um plano regional, é importante escolher aquele que tem atendimento em um hospital perto da sua residência ou da empresa. 

4 Planos de Saúde mais baratos no Distrito Federal

4 Planos de Saúde mais baratos no Distrito Federal

Veja agora quais sãos os quatro planos de saúde mais baratos do Distrito Federal:

Planos de Saúde Amil

A AMIL oferece planos médicos e odontológicos para famílias e empresas. Entre eles:

  • FÁCIL: oferece planos regionais com excelente custo-benefício;
  • AMIL: planos médicos com abrangência nacional ou regional, oferecendo a opção de coparticipação e de reembolso;
  • ONE: segmento premium;
  • DENTAL: para consultas com dentistas, exames e radiografias. 

De maneira geral, as vantagens dos planos de saúde da Amil, além da especificidade de cada plano, é o cuidado remoto. 

Ou seja, a empresa possui vários canais de atendimento à distância para facilitar o atendimento do beneficiário.

Se você quer saber mais sobre cada um dos planos ou até mesmo fazer uma cotação, entre em contato com a gente. 

Plano de Saúde Unimed 

A Unimed do Brasil também coordena um dos principais diferenciais da Unimed, conhecido como Intercâmbio Nacional.

Ele tem o atendimento do beneficiário de uma Unimed por outra, desde que seu plano contratado permita a prática.

Além disso, outra atribuição é atuar em prol da sustentabilidade econômico-financeira das Federações e Singulares Unimed.

Isto é por meio de consultorias e oferta de produtos e projetos reconhecidos por sua qualidade.

Plano de Saúde SulAmérica

A SulAmérica possui as seguintes opões de plano de saúde:

  • PME (03 a 29 pessoas)
  • PME Mais (30 a 99 pessoas)
  • Empresarial (a partir de 100 pessoas)

Além disso, há também os planos regionais. 

Plano de Saúde Bradesco 

Antes de tudo, você precisa saber que o Plano de Saúde Bradesco possui três tipos de planos que podem se ajustar a sua empresa. Veja só:

  • 3 (3 a 29 pessoas).
  • 30 (30 a 99 pessoas).
  • 100 (100 a 199 pessoas)

Além disso, há 7 linhas de plano e opções com coparticipação de taxas variadas.

Contrate planos de saúde mais barato sem sair de casa

Para contratar um plano de saúde mais barato sem sair de casa, basta clicar neste link.

Aqui na Smart Care o procedimento é realizado de maneira simples. Além disso, todas as dúvidas que você tiver podem ser tiradas com o nosso time de excelência.

O primeiro passo para encontrar o melhor plano de saúde do DF é fazendo uma cotação online. 

Para fazer isso, basta clicar aqui que um dos nossos especialistas vai entrar em contato com você assim que possível

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