14 principais perguntas sobre escleroterapia

14 principais perguntas sobre escleroterapia

A escleroterapia é uma forma de tratamento em que o médico injeta um medicamento nos vasos sanguíneos ou linfáticos, fazendo com que encolham.

Em geral, usa para tratar as veias varicosas ou as chamadas veias da aranha.

O procedimento não é cirúrgico, exigindo apenas uma injeção. Além disso, também usa para tratar doenças dos vasos sanguíneos e linfáticos que fazem com que esses vasos se formem incorretamente.

Agora que você já sabe o que é escleroterapia, veja agora as principais dúvidas sobre esse procedimento.

1) Quando a escleroterapia é realizada?

Em geral, a realiza a escleroterapia para fins cosméticos, ou seja, para melhorar a aparência de varizes e veias da aranha.

No entanto, o procedimento também pode melhorar os sintomas como:

  • Dor;
  • Inchaço;
  • Queimação; e
  • Cólicas noturnas.

Além disso, antes da escleroterapia, você terá uma consulta inicial com um dermatologista ou especialista em medicina vascular que decidirá se você é um bom candidato para o procedimento.

2) Em quais locais a escleroterapia pode ser realizada?

As áreas mais comuns de desenvolvimento de varizes são nas pernas e nos pés. Além disso, às vezes, usa-se a escleroterapia para tratar hemorroidas.

Dessa forma, dependendo do tamanho das veias danificadas, a usa-se escleroterapia para tratar varizes e veias da aranha nas seguintes áreas:

  • Coxas;
  • Tornozelos;
  • Pés;
  • Rosto (nos lados do nariz, por exemplo);
  • Ânus.

3) Quais são os benefícios da escleroterapia?

Para pacientes com insuficiência venosa, o tratamento pode ser benéfico, melhorando o fluxo sanguíneo venoso e limitando o inchaço crônico.

Além disso, quem tem queixas estéticas, com a escleroterapia aparência fica melhor.

4) Quem não pode fazer a escleroterapia?

Você não é elegível se:

  • Estiver grávida; 
  • Toma pílulas anticoncepcionais;
  • Já teve um coágulo sanguíneo no passado;
  • Entre outras situações.

Ou seja, sua elegibilidade será decidida individualmente e dependerá da saúde geral da área que necessita de tratamento, bem como do motivo do coágulo.

5) A escleroterapia é segura?

Todos os procedimentos médicos apresentam riscos que devem ser considerados cuidadosamente antes de iniciar um tratamento específico. 

Além disso, como a escleroterapia pode ser usada para tratar problemas cosméticos, os efeitos colaterais indesejáveis ​​e perigosos devem ser totalmente explicados ao paciente.

6) A escleroterapia dói?

Como esse procedimento requer injeções através da pele, não é um procedimento indolor. 

No entanto, alguns produtos químicos injetados (esclerosantes) têm maior probabilidade de causar dor do que outros. 

Além disso, se o esclerosante for depositado fora da veia inadvertidamente, em geral, é mais doloroso.

7) Quais os efeitos colaterais que podem surgir?

Quais os efeitos colaterais que podem surgir?

Os efeitos colaterais que podem surgir são:

  • Inflamação;
  • Coágulo sanguíneo;
  • Trombose venosa;
  • Bolhas de ar;
  • Reação alérgica.

8) O que posso esperar durante a injeção?

Usa-se uma agulha muito fina durante a injeção. Você pode sentir uma leve sensação de picada de alfinete, semelhante a uma pequena picada de mosquito.

Podem ocorrer 15-30 segundos de leve desconforto ou queimação no local da injeção. 

Além disso, alguns pacientes apresentam cãibras musculares locais, que duram alguns minutos. 

Uma vez que muitos dos vasos se interconectam, uma injeção pode erradicar várias dezenas de vasos ao mesmo tempo.

9) Existem instruções especiais antes do procedimento?

Em geral, é importante não tomar aspirina por uma semana antes do tratamento. 

Além disso, certifique-se de comer antes do tratamento para evitar tonturas durante o procedimento.

10) Em quanto tempo os vasos irão desaparecer?

Em geral, os vasos ficarão mais claros ou desaparecerão completamente. O desbotamento ocorre durante o primeiro mês, mas pode levar de dois a três meses para alguns vasos. 

Além disso, é importante ressaltar que o tratamento não impede o aparecimento de novos vasos. Ele trata apenas os vasos que foram injetados.

11) Com que frequência posso ser tratado?

A mesma área não deve ser injetada por seis a oito semanas para permitir a cura completa.

Além disso, tratam-se diferentes áreas mais cedo.

12) Quantas vezes isso tem que ser feito?

Isso varia com o número de áreas que devem ser injetadas, bem como a resposta a cada injeção. 

Em geral, leva de uma a três injeções para obliterar quaisquer vasos e 10-20 vasos podem ser tratados em qualquer sessão.

13) Quanto custa a escleroterapia

O preço médio da sessão de injeções varia de R$ 40 a R$ 200. As sessões de laser custam a partir de R$ 300, mas são mais eficazes. 

Dessa forma, o custo total depende do tamanho e do número de veias tratadas, bem como de onde você mora.

14) O plano de saúde cobre o custo da escleroterapia?

A escleroterapia, em geral, não é coberta pelo plano de saúde se for feita por motivos cosméticos.

No entanto, se você tiver sintomas médicos relacionados a veias varicosas, seu seguro pode cobrir o procedimento.

Se você ainda não tem um plano de saúde, entre em contato com a Smart Care.

Nós somos especialistas em encontrar o melhor plano que combina com as suas necessidades, da sua família e da sua empresa.

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Se você quer saber o que é escleroterapia, é provável que você esteja buscando esse tratamento para melhorar a sua saúde e/ou estética. Ou indicaram para você essa opção e você não faz ideia do que seja. 

Por isso, neste artigo vou te mostrar tudo o que você precisa saber sobre o tratamento.

Vamos lá?

O que é escleroterapia?

A escleroterapia é uma forma de tratamento em que o médico injeta um medicamento nos vasos sanguíneos ou linfáticos, fazendo com que encolham. Em geral, usa para tratar as veias varicosas ou as chamadas veias da aranha.

O procedimento não é cirúrgico, exigindo apenas uma injeção. Além disso, também pode ser usado para tratar doenças dos vasos sanguíneos e linfáticos que fazem com que esses vasos se formem incorretamente.

Para que é realizada a escleroterapia?

Em geral, realiza a escleroterapia para fins cosméticos, ou seja, para melhorar a aparência de varizes e veias da aranha.

No entanto, o procedimento também pode melhorar os sintomas como:

  • Dor;
  • Inchaço;
  • Queimação; e
  • Cólicas noturnas.

Além disso, antes da escleroterapia, você terá uma consulta inicial com um dermatologista ou especialista em medicina vascular que decidirá se você é um bom candidato para o procedimento.

Quando a escleroterapia pode ser realizada?

As áreas mais comuns de desenvolvimento de varizes são nas pernas e nos pés.

As veias afetadas podem estar elevadas, descoloridas ou inchadas e algumas são mais profundas sob a pele e podem causar desconforto. 

Já as veias da aranha são menores em tamanho, mais próximas da superfície da pele e podem ser vermelhas, roxas ou azuis.

Além disso, às vezes, usa a escleroterapia para tratar hemorroidas.

Isso porque a escleroterapia para o tratamento de hemorroidas pode ser usada quando as hemorroidas são menores e externas.

Também pode ser usado quando as hemorroidas sangram ou quando você não pode arriscar um procedimento cirúrgico, como uma hemorroidectomia, devido a outros problemas de saúde.

Sendo assim, dependendo do tamanho das veias danificadas, usa a escleroterapia para tratar varizes e veias da aranha nas seguintes áreas:

  • coxas;
  • tornozelos;
  • pés;
  • rosto (nos lados do nariz, por exemplo);
  • ânus.

Quem não pode fazer a escleroterapia?

Você não é elegível se:

  • Estiver grávida
  • Toma pílulas anticoncepcionais;
  • Já teve um coágulo sanguíneo no passado;
  • Entre outras situações.

Ou seja, sua elegibilidade será decidida em particular e dependerá da saúde geral da área que necessita de tratamento, bem como do motivo do coágulo.

Riscos de realizar a escleroterapia

A escleroterapia resulta em poucas complicações graves. No entanto, alguns efeitos colaterais que podem ocorrer no local da injeção incluem:

  • Hematomas;
  • Áreas vermelhas elevadas;
  • Pequenas feridas na pele;
  • Pele escurecida em forma de linhas ou manchas;
  • Vários pequenos vasos sanguíneos vermelhos.

Além disso, esses efeitos colaterais, em geral, desaparecem dentro de alguns dias a várias semanas. 

Efeitos colaterais que podem exigir tratamento

Outras complicações são menos comuns, mas podem exigir tratamento. Esses incluem:

Inflamação

Em geral, é leve, mas pode causar inchaço, calor e desconforto no local da injeção. Seu médico pode sugerir um analgésico de venda livre, como aspirina ou ibuprofeno para reduzir a inflamação.

Coágulo sanguíneo

Um nódulo de sangue coagulado pode se formar em uma veia tratada que pode exigir drenagem. Às vezes, um coágulo sanguíneo pode viajar para uma veia mais profunda da perna (trombose venosa profunda).

Trombose venosa

A trombose venosa profunda acarreta o risco de embolia pulmonar (uma complicação muito rara da escleroterapia), uma situação de emergência em que o coágulo viaja da perna para os pulmões e bloqueia uma artéria vital. 

Por isso, procure atendimento médico o mais rápido possível se sentir dificuldade em respirar, dor no peito ou tontura, ou se tossir sangue.

Bolhas de ar

Pequenas bolhas de ar podem subir em sua corrente sanguínea. Nem sempre causam sintomas, mas se o fizerem, os sintomas incluem distúrbios visuais, dores de cabeça, desmaios e náuseas. 

Esses sintomas, em geral, desaparecem, mas chame seu médico se você tiver problemas com os movimentos dos membros ou sensação após o procedimento.

Reação alérgica

É possível que você tenha uma reação alérgica à solução usada para o tratamento, mas isso é incomum.

A preparação para escleroterapia

A preparação para escleroterapia

Antes do procedimento, seu médico realiza um exame físico e reúne seu histórico médico.

Exame físico

Seu médico irá:

  • Avaliar as veias envolvidas;
  • Verificar se há alguma doença vascular subjacente.

Histórico médico

Seu médico vai querer saber seu histórico médico, incluindo perguntas sobre:

  • Doenças recentes ou condições médicas existentes, como problemas cardíacos ou histórico de coágulos sanguíneos;
  • Medicamentos ou suplementos que você toma como, por exemplo, aspirina, ibuprofeno, naproxeno sódico, anticoagulantes, suplementos de ferro ou suplementos de ervas;
  • Alergias;
  • Tratamento prévio para veias varicosas e os resultados do tratamento.

Sendo assim, se você toma aspirina, ibuprofeno, naproxeno sódico ou anticoagulantes, seu médico pode instruí-lo sobre como parar de tomar o medicamento por um determinado período antes do procedimento, para reduzir as chances de sangramento.

Ultrassom

O ultrassom é um procedimento indolor que usa ondas sonoras para produzir imagens de estruturas dentro do corpo.

Dependendo de quais veias estão envolvidas, seu médico pode solicitar imagens de ultrassom nas veias de suas pernas. 

O dia anterior

Antes do procedimento, evite barbear ou aplicar qualquer loção nas pernas. Aliás, é importante não se barbear ou usar loção após o procedimento até que o local da injeção esteja curado. 

Além disso, use roupas largas e confortáveis ​​para a sua consulta. Você pode até considerar o uso de shorts para que suas pernas fiquem expostas.

O que você pode esperar

Em geral, realiza a escleroterapia no consultório do seu médico e não requer anestesia. Leva menos de uma hora para ser concluído.

Durante o procedimento

Para o procedimento, você deitará de costas com as pernas um pouco elevadas. Após limpar a área a ser tratada com álcool, o médico usará uma agulha fina para inserir uma solução na veia apropriada.

A solução, em geral, na forma líquida, age irritando o revestimento da veia, fazendo com que ela inche e bloqueie o fluxo de sangue. Algumas soluções contêm um anestésico local chamado lidocaína.

O normal é que a veia se transforme em tecido cicatricial e desapareça. Às vezes, uma versão de espuma da solução pode ser usada, especialmente quando uma veia maior está envolvida. A espuma tende a cobrir mais área de superfície do que o líquido.

Além disso, algumas pessoas sentem uma pequena picada ou cãibras quando a agulha é inserida na veia. Se você sentir muita dor, informe o seu médico. Pode ocorrer dor se a solução vazar da veia para o tecido circundante.

Assim que a agulha é retirada, o médico aplica compressão e massageia a área para manter o sangue fora do vaso injetado e dispersar a solução. Uma almofada de compressão pode ser colada no local da injeção para manter a área comprimida enquanto o médico passa para a próxima veia.

O número de injeções depende do número e do tamanho das veias tratadas.

Após o procedimento

Você será capaz de se levantar e andar logo após o procedimento. Andar e mover as pernas é importante para prevenir a formação de coágulos sanguíneos.

Você também deverá usar meias de compressão ou bandagens – em geral, por cerca de duas semanas – para manter a compressão nas veias tratadas.

A maioria das pessoas retorna às suas atividades normais no mesmo dia, mas pode ser sensato pedir a alguém que leve você para casa após o procedimento. Seu médico pode aconselhá-lo a evitar exercícios extenuantes por duas semanas após o procedimento.

Além disso, você também deve evitar a exposição ao sol nas áreas tratadas durante esse período. A inflamação causada pelas injeções combinadas com a exposição ao sol pode causar manchas escuras na pele, em especial se você já tiver um tom de pele escuro.

Resultados

Se você recebeu tratamento para pequenas veias varicosas ou vasinhos, em geral, pode esperar resultados definitivos em três a seis semanas. As veias maiores podem exigir de três a quatro meses. No entanto, vários tratamentos podem ser necessários para atingir os resultados desejados.

As veias que respondem ao tratamento, em geral, não voltam, mas novas veias podem aparecer.

Seu médico pode agendar uma consulta de acompanhamento cerca de um mês após o procedimento para determinar como o procedimento funcionou e se você precisa de mais sessões. Em geral, você precisa esperar cerca de seis semanas antes de se submeter a outra sessão de escleroterapia.

Quanto custa a escleroterapia

Quanto custa a escleroterapia

O preço médio da sessão de injeções varia de R$ 40 a R$ 200. As sessões de laser custam a partir de R$ 300, mas são mais eficazes. 

O custo total depende do tamanho e do número de veias tratadas, bem como de onde você mora.

O plano de saúde cobre o custo da escleroterapia?

A escleroterapia, em geral, não é coberta pelo seguro se for feita por motivos cosméticos. No entanto, se você tiver sintomas médicos relacionados a veias varicosas, seu seguro pode cobrir o procedimento.

Se você ainda não tem um plano de saúde, entre em contato com a Smart Care. Nós somos especialistas em encontrar o melhor plano que combina com as suas necessidades, da sua família e da sua empresa.

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A melhor forma de melhorar a saúde mental no trabalho é falando sobre o assunto.

Não tem como fugir desse tema ou fingir que ele não existe, principalmente, no momento que estamos passando atualmente. 

Por isso, vou te mostrar o que você e a sua empresa podem fazer para melhorar a saúde mental da sua equipe

Mas antes, você sabe o que é saúde mental?

O que é saúde mental?

A saúde mental, de acordo com a OMS, está relacionada à forma como uma pessoa reage às exigências, desafios e mudanças da vida.

Além disso, também está relacionado ao modo como harmoniza suas ideias e emoções.

Ou seja, tem a ver com sentimentos deprimidos, estressados ​​ou de medo que podem ser intensos demais ao ponto de afetar nossa vida diária. Se transformando assim em um problema de saúde mental, como ansiedade ou depressão

Qual a relação da saúde mental com o trabalho?

Há diversos fatores de risco para a saúde mental que podem estar presentes no ambiente de trabalho.

Podem, por exemplo, estar relacionados ao ambiente organizacional e gerencial, as habilidades e competências dos funcionários, etc.

Provavelmente, você já percebeu que quando um funcionário não está bem mentalmente, ele começa a cometer erros bobos, procrastina mais ou então pegar mais tarefas do que conseguem finalizar no ambiente de trabalho. 

Dessa forma, os problemas de saúde mental e estresse podem afetar negativamente o funcionário como, por exemplo, no:

  • Comunicação com colegas de trabalho;
  • Engajamento com o trabalho;
  • Desempenho e produtividade no trabalho;
  • Capacidade física e funcionamento diário.

O que pode ser feito para melhorar a saúde mental no trabalho?

Para melhorar a saúde mental no trabalho, as empresas podem disponibilizar planos de saúde com acompanhamento psicológico incluído. 

Dessa forma, os profissionais de saúde podem perguntar aos pacientes sobre qualquer depressão ou ansiedade e recomendar exames, tratamento e serviços conforme apropriado.

Além disso, os psicólogos podem incluir assistentes sociais, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e outros profissionais de saúde aliados como parte das equipes principais de tratamento para fornecer atendimento abrangente e holístico.

As empresas também podem:

  • Desenvolver um guia de “como fazer” para ajudar no desenho, implementação e avaliação de programas de saúde no local de trabalho que abordem questões de saúde mental e estresse;
  • Criar um cartão de pontuação de saúde mental que os empregadores possam usar para avaliar seu ambiente de trabalho e identificar áreas de intervenção;
  • Desenvolver um programa de reconhecimento que recompensa os empregadores que demonstram melhorias baseadas em evidências nas métricas de saúde mental e bem-estar e resultados de negócios mensuráveis;
  • Estabelecer programas de treinamento em parceria com escolas de negócios para ensinar os líderes como construir e manter uma força de trabalho mentalmente saudável.

Como você pode melhorar a saúde mental da sua equipe

Como você pode melhorar a saúde mental da sua equipe

Felizmente, existem várias maneiras de apoiar o bem-estar mental de seus funcionários. 

Por isso, separei 10 maneiras de melhorar a saúde mental no trabalho. Vamos lá? 

1) Fale francamente sobre saúde mental 

O primeiro passo para vencer o estigma é parar de tratar as doenças mentais como tabu. 

Quer seja um artigo que você leu, um programa que assistiu ou uma experiência pessoal que teve, falar sobre isso abertamente e sem vergonha ajudará os outros a perceberem que não estão sozinhos.

2) Continue a conversa

A cultura do local de trabalho deve ser estimulada, o que significa que você não pode mencionar saúde mental apenas uma vez e esperar que ela pegue. 

Por isso, encontrei várias oportunidades para incorporar o assunto ao dia a dia dos funcionários para que fique sempre em primeiro lugar.

3) Inclui todos os níveis de pessoal

Seus funcionários não acreditarão que você realmente se preocupa com o bem-estar deles, a menos que todos os gerentes e executivos também demonstrem a importância da saúde mental.

Sendo assim, fique atento para que a cultura da saúde mental passe por todos os níveis da empresa.

4) Incentive os funcionários a tirar dias de folga para saúde mental

Se você ainda exigir que seus funcionários forneçam um atestado médico ou outro motivo “legítimo” para faltar ao trabalho, pode ser hora de parar. 

Parte da saúde preventiva envolve dar uma folga à mente e ao corpo de vez em quando. 

Ou seja, permitir que sua equipe falte ao trabalho para se recarregar pode ajudá-los a evitar problemas de saúde mais sérios no futuro.

5) Preste atenção e esteja pronto para ajudar

Se você notar um funcionário se comportando de maneira diferente (por exemplo, irritabilidade ou baixo-astral), não hesite em perguntar se está tudo bem. 

Mesmo se eles disserem que está bem, lembre-os de que você está lá para ajudar e que eles têm acesso a recursos de assistência.

6) Certifique-se de que as ferramentas e recursos são relevantes

Não importa quantas informações você forneça a seus funcionários, nunca adiantará se estiverem desatualizadas ou irrelevantes. Na verdade, pode até causar danos.

Sendo assim, atualize com frequência seus recursos de saúde mental para certificar-se de que estão precisos, atualizados e contém conselhos práticos que seus funcionários podem usar para melhorar.

7) Facilite o acesso a esses recursos

Semelhante ao ponto anterior, sua equipe não aproveitará muito as informações se elas forem difíceis de encontrar. 

Por isso, elimine barreiras de acesso, fornecendo o conteúdo em uma variedade de formatos (áudio, vídeo, escrito, etc.). Além disso, minimize o número de etapas necessárias para encontrá-lo.

8) Priorize a confidencialidade e o anonimato

Mesmo que a saúde mental possa estar normalizada em seu local de trabalho, algumas pessoas ainda podem se sentir desconfortáveis ​​em discutir isso, especialmente se lutam contra vícios, traumas ou pensamentos suicidas. 

Dessa forma, tranquilize sua equipe de que a privacidade deles é sua principal preocupação e que o uso de recursos de saúde mental nunca será monitorado ou rastreado.

9) Projete um espaço de trabalho mentalmente saudável

É importante que seus funcionários se sintam energizados e estimulados pelo ambiente de trabalho. 

Uma pesquisa mostrou que a produtividade, o envolvimento e o bem-estar geral aumentam quando as pessoas se sentem confortáveis ​​em locais de trabalho com iluminação natural, plantas e outras características positivas.

10) Concentre-se no positivo

A doença mental é um problema sério, mas ainda pode ser tratada de uma maneira que faça as pessoas se sentirem compreendidas, apreciadas e esperançosas.

Por isso, lembre-se sempre de deixar seus funcionários com a sensação de que têm um plano de ação claro pela frente e que eles ou seus entes queridos podem ficar bem.

O que os funcionários podem fazer para melhorar a saúde mental no trabalho

Além disso, os próprios funcionários também podem ajudar a melhorar a saúde mental. Como, por exemplo:

  • Incentivando a empresa a oferecer educação e programas de saúde mental e gerenciamento de estresse que atendam às suas necessidades e interesses, caso ainda não existam;
  • Participando de programas e atividades patrocinados pelo empregador para aprender habilidades e obter o apoio de que precisam para melhorar sua saúde mental;
  • Não compartilhando com atitudes inaceitáveis ​​no local de trabalho como forma de ajudar outras pessoas;
  • Compartilhando experiências pessoais com outras pessoas para ajudar a reduzir o estigma;
  • Respondendo com empatia, oferecendo apoio aos colegas e incentivando outras pessoas a buscar ajuda;
  • Adotando comportamentos que promovam o controle do estresse e a saúde mental;
  • Fazendo refeições saudáveis ​​e bem balanceadas;
  •  Praticando exercícios físicos regularmente
  • Dormindo de 7 a 8 horas por noite;
  • Participando de atividades que promovam o controle do estresse e o relaxamento, como ioga, meditação, atenção plena ou tai chi.
  • Reservando um tempo para refletir sobre experiências positivas e expressando felicidade e gratidão;
  • Entre outras ações.
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Como é diagnosticado o câncer de mama

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No artigo de hoje vou te mostrar quais são os principais procedimentos e exames solicitados para diagnosticar o câncer de mama. 

Antes de tudo, os médicos usam muitos testes para encontrar ou diagnosticar o câncer de mama.

Também utilizam para saber se o câncer se espalhou para uma parte do corpo e para saber quais tratamentos funcionam melhor.

No entanto, para a maioria dos tipos de câncer. A biópsia é a única maneira segura do médico saber se uma área do corpo tem câncer.

Por outro lado, o médico também pode considerar os seguintes fatores;

  • Sinais e sintomas;
  • Idade e saúde geral;
  • Incidência de câncer na família;
  • Resultados de testes médicos anteriores.

Em geral, solicitam-se os exames quando a mulher ou o médico descobrem:

  • Uma massa;
  • Calcificações anormais em uma mamografia de rastreamento;
  • Um caroço; ou
  • Um nódulo na mama durante um exame clínico. 

Sendo assim, vou te mostrar agora os testes usados ​​para diagnosticar câncer de mama.

Mamografia diagnóstica

Utiliza-se a mamografia diagnóstica quando uma mulher apresenta sinais, como um novo nódulo ou secreção no mamilo.

Além disso, utiliza-se também quando encontra algo suspeito em uma mamografia de rastreamento.

Ultra-som

Um ultrassom usa ondas sonoras para criar uma imagem do tecido mamário.

Sendo assim, ele pode distinguir entre uma massa sólida, que pode ser câncer, e um cisto cheio de líquido, que, em geral, não é câncer.

Ressonância magnética

Uma ressonância magnética usa campos magnéticos, não raios-x, para produzir imagens detalhadas do corpo. 

Isto é aplica-se um corante especial denominado meio de contraste antes do exame para ajudar a criar uma imagem clara do possível câncer.

Utiliza-se também uma ressonância magnética de mama depois que uma mulher é diagnosticada com câncer.

O objetivo é descobrir quanto a doença cresceu ao longo da mama ou para verificar se há câncer na outra mama. 

Ela também é uma opção de rastreamento, junto com a mamografia. Para algumas mulheres com alto risco de desenvolver câncer de mama e para algumas mulheres com histórico de câncer de mama.

Além disso, utiliza-se a ressonância magnética como um método de vigilância após o diagnóstico e tratamento de câncer de mama.

Biopsia

A biópsia é a remoção de uma pequena quantidade de tecido para exame ao microscópio.

Outros testes podem sugerir que o câncer está presente, mas apenas uma biópsia pode fazer um diagnóstico definitivo. 

Além disso, existem diferentes tipos de biópsias, classificadas pela técnica e/ou tamanho da agulha utilizada para coletar a amostra de tecido. Veja só:

Biópsia aspirativa por agulha fina

Este tipo de biópsia usa uma agulha fina para remover uma pequena amostra de células.

Biópsia por agulha

Esse tipo de biópsia usa uma agulha mais larga para remover uma amostra maior de tecido.

Por certo, esta técnica de biópsia é a preferida para descobrir se há uma anormalidade em um exame físico ou um teste de imagem. 

Biópsia cirúrgica

Esse tipo de biópsia remove a maior quantidade de tecido. Como se realiza a cirurgia após o diagnóstico de câncer, uma biópsia cirúrgica, em geral, não é a maneira recomendada para diagnosticar o câncer de mama. 

Além disso, na maioria das vezes, recomendam-se as biópsias não cirúrgicas com agulha grossa para diagnosticar o câncer de mama. A fim de limitar a quantidade de tecido removido.

Biópsia guiada por imagem

Durante esse procedimento, uma agulha é guiada até o local da massa ou calcificações com o auxílio de uma técnica de imagem. Por exemplo, como mamografia, ultrassom ou ressonância magnética. 

Biópsia do linfonodo sentinela

Quando o câncer se espalha pelo sistema linfático, o linfonodo ou grupo de linfonodos que o câncer atinge primeiro é chamado de linfonodo “sentinela”. 

No câncer de mama, em geral, são os gânglios linfáticos sob os braços, chamados de gânglios linfáticos axilares.

Além disso, o procedimento de biópsia do linfonodo sentinela é uma forma de descobrir se há câncer nos linfonodos próximos à mama.

Analisando a amostra de biópsia

Analisando a amostra de biópsia

Analisar a amostra removida durante a biópsia pode ajudar seu médico a aprender sobre as características específicas de um câncer.

Além disso, também ajudam a determinar suas opções de tratamento.

Características do tumor

 Utiliza-se o exame do tumor ao microscópio para determinar se ele é invasivo ou não invasivo; ductal, lobular ou outro tipo de câncer de mama; e se o câncer se espalhou para os nódulos linfáticos. 

Examina-se as margens ou bordas do tumor e mede-se a distância do tumor até a borda do tecido removido, chamado de largura da margem.

Exames de sangue

Seu médico também pode precisar fazer vários tipos de exames de sangue. Esses testes podem ser feitos antes ou depois da cirurgia.

Hemograma completo

Um hemograma completo (CBC) é usado para medir o número de diferentes tipos de células em uma amostra de sangue de uma pessoa.

Isso é feito para garantir que sua medula óssea esteja funcionando bem.

Química do sangue

Este teste avalia se o fígado e os rins estão funcionando bem.

Testes de hepatite

Embora não seja atualmente o tratamento padrão. Esses testes são usados ​​ocasionalmente para verificar a existência de evidências de exposição anterior à hepatite B e/ou hepatite C. 

Sendo assim, se você tiver evidências de uma infecção de hepatite B ativa. Pode ser necessário tomar um medicamento especial para suprimir o vírus antes de receber quimioterapia.

Sem esse medicamento, a quimioterapia pode fazer com que o vírus cresça e danifique o fígado. 

Sintomas e sinais de câncer de mama

Sintomas e sinais de câncer de mama

A suspeita de câncer de mama, em geral, surge pela primeira vez quando um nódulo é detectado na mama.

Aliás, é durante o exame das mamas ou uma área suspeita é identificada durante a mamografia de rastreamento.

Para diagnosticar a causa da área suspeita ou caroço na mama, o médico fará uma biópsia. Outros sinais e sintomas de câncer de mama incluem:

  • Alterações na pele da mama,
  • Coceira;
  • Vermelhidão
  • Inchaço;
  • Fluido que vem do mamilo (amarelo, a cor do sangue);
  • Dor na mama.

Conclusão

Em resumo, no artigo de hoje te mostrei como é diagnosticado o câncer de mama.

Antes de tudo te mostrei os vários tipos de exames que podem ser realizados.

Além disso, você viu também quais são os sintomas e sinais que você precisar ficar atenta. 

Enfim… Gostou do artigo? Deixa um comentário e compartilhe nas redes sociais!

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O que é uma doula: não se decida antes de ler isso

Saber o que é uma doula é essencial para quem está buscando esse tipo de opção durante a gravidez o parto. 

Não tome nenhuma decisão sobre esse assunto, antes de ler o artigo por completo.

Aqui você vai encontrar as principais informações sobre esse assunto. 

Pois vou te mostrar:

  • O que é uma doula;
  • O que uma doula faz e o que não faz;
  • Quanto custa o atendimento;
  • Quais são os benefícios;
  • Como a doula irá trabalhar;
  • Como encontrar a doula certa;
  • Esse trabalho é reconhecido.

Vamos lá?

O que é uma doula?

Doula é uma pessoa que fornece apoio emocional e físico a mulher durante a gravidez e o parto

É importante ressaltar que as doulas não são profissionais médicos.

Ela é uma profissional certificada que fez um programa de treinamento e passou em um exame sobre como ajudar mulheres grávidas e suas famílias.

O que uma Doula faz?

O que uma Doula faz?

A maioria dos relacionamentos doula-cliente começa alguns meses antes do nascimento do bebê.

Durante esse período, elas desenvolvem um relacionamento. Sendo assim, a mãe se sente livre para fazer perguntas, expressar seus medos e preocupações e assumir um papel ativo no plano de parto. 

Aliás, doulas podem fornecer informações sobre massagem perineal e outras técnicas que podem ajudar a reduzir o estresse e os traumas experimentados durante o parto.

Assim sendo, durante o parto, as doulas estão em constante proximidade com a mãe. 

Elas podem proporcionar conforto com técnicas de alívio da dor, incluindo técnicas de respiração, técnicas de relaxamento, massagem e posições de trabalho. 

Em resumo, o objetivo de uma doula é ajudar a mãe a ter um parto positivo e seguro, seja um parto normal ou uma cesariana.

Além disso, após o nascimento, muitas doulas de parto passam um tempo ajudando as mães a iniciar o processo de amamentação.

Isto é incentivando o vínculo entre o novo bebê e outros membros da família.

O que não faz?

Uma doula não:

  • Realiza qualquer procedimento médico ou clínico como aferir pressão, toques vaginais, monitoração de batimentos cardíacos fetais, administração de medicamentos;
  • Não discute procedimentos com a equipe ou questiona decisões.
  • Nunca substitui os profissionais convencionais envolvidos na assistência ao parto;
  • Não substitui o acompanhante escolhido pela parturiente. Isto é, apenas orienta o pai ou acompanhante a ter uma participação mais ativa no processo, sugerindo formas de prestar apoio e dar conforto à mulher.

Quanto custa o atendimento?

Não há um preço tabelado. Isto é o custo de contratação varia conforme a cidade e a região do Brasil, mas em média pode custar de R$ 1 mil a R$ 2.500 mil. 

Em geral, mãe e doula fecham um pacote que pode incluir encontros pré-parto e pós-parto. Além do acompanhamento na hora do nascimento do bebê e orientação à gestante online para tirar dúvidas simples. 

Além disso, é importante entender também que o custo da contratação é sempre pago de modo particular, sem a opção de reembolso de convênio médico.

Ou seja, o plano de saúde não cobre o atendimento realizado pela doula.

Quais são os benefícios de ter uma doula?

Quais são os benefícios de ter uma doula?

Uma recente revisão da Cochrane mostrou um número muito alto de resultados positivos ao nascer quando uma doula estava presente.

Sendo assim, com seu apoio, as mulheres eram menos propensas a administrar medicamentos para alívio da dor e menos propensas a ter um parto cesáreo. 

Além disso, outros estudos mostraram que ter uma doula como membro da equipe de parto:

  • Diminui a taxa de cesariana geral em 50%;
  • A duração do trabalho de parto em 25%;
  • O uso de ocitocina em 40%; e
  • As solicitações de peridural em 60%. 

Como a doula irá trabalhar com você?

Antes do parto, uma doula de nascimento, em regra:

  • Encontre-se com você durante o segundo ou terceiro trimestre para se familiarizar;
  • Ensina habilidades de relaxamento e respiração;
  • Responde às suas perguntas sobre o processo de nascimento;
  • Ajuda a entender os procedimentos do parto e possíveis complicações;
  • Ajuda a desenvolver um plano de parto.

Durante o trabalho de parto, a doula:

  • Fica com você para oferecer conforto e apoio;
  • Usa massagem e toque para ajudá-lo a relaxar e descansar;
  • Ajuda a entrar em posições confortáveis;
  • Auxilia a obter nutrição e líquidos adequados;
  • Ajuda a comunicar suas preferências a equipe médica;
  • Envolve e tranquilize o futuro pai.

Após o parto, uma doula pode:

  • Fornecer apoio e incentivo a você e ao pai depois de levar o bebê para casa;
  • Ensinar vocês dois como cuidar do bebê;
  • Auxiliar na educação sobre amamentação;
  • Ensinar o pai e outros irmãos em como eles podem ajudar;
  • Certificar de descansar bastante, comer regularmente, manter-se hidratada e confortável.

Encontrando a doula certa

Encontrando a doula certa

Você pode contratar uma doula em qualquer fase da gestação, mas o recomendado é que você começar sua busca no início do terceiro semestre. Isto é para ter bastante tempo para encontrar a doula certa para você.

A chave para escolher uma doula é encontrar uma pessoa com quem você se sinta confortável.

A maioria não cobra uma consulta inicial. Portanto, reserve um tempo para entrevistar o número necessário até encontrar uma boa correspondência.

Além disso, é importante também, ao procurar sua doula, que você faça as seguintes perguntas:

  • Que treinamento você já teve?
  • Quais os serviços que você oferece?
  • Quais são as suas taxas?
  • Você está disponível para minha data de vencimento?
  • O que fez você decidir se tornar uma doula?
  • Qual é a sua filosofia em relação ao parto?
  • Você estaria disponível para me encontrar antes do nascimento para discutir meu plano de parto?
  • O que acontece se, por algum motivo, você não estiver disponível no momento do parto?
  • Qual é a sua filosofia para apoiar mães e pais durante o parto?
  • Quais coisas você fará durante o parto?
  • Você tem um relacionamento de trabalho positivo com o hospital onde você planeja dar à luz?
  • Você estará disponível no dia previsto para o parto?
  • Qual é seu preço?

Aliás, você consegue encontrar uma doula em sites especializados no assunto. Como, por exemplo, Doulas do Brasil, pesquisando em listas de discussão de gestantes na internet e blogs que algumas profissionais mantêm.

O trabalho da doula é reconhecido?

A atuação da doula durante o parto é reconhecida e estimulada pelo Ministério da Saúde e pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Em muitos países, como Canadá e Estados Unidos, o acompanhamento das doulas é incentivado pelos médicos. 

No Brasil, as doulas foram incluídas na Classificação Brasileira de Ocupação e conquistam seus certificados em cursos de até 200 horas.

Assim sendo, elas ensinam, além da teoria sobre o parto e as práticas para a profissão, todos os cuidados a respeito da proteção individual e das gestantes em um ambiente hospitalar. 

Conclusão

Em resumo, no artigo de hoje te mostrei o que é uma doula, o que ela faz e o que ela não faz.

Antes de tudo, você viu também quanto custa o atendimento, quais são os benefícios e como a doula irá trabalhar.

Além disso, te mostrei também como você pode encontrar a doula certa e se o trabalho da doula é reconhecido no Brasil?

Gostou do artigo? Deixe um comentário! Assim vou fazer que posso trazer mais assuntos como este para o blog.

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O que é Escleroterapia o que você precisa saber antes do procedimento

O que é Escleroterapia: o que você precisa saber antes do procedimento

Para saber o que é escleroterapia você precisa ler esse artigo até o final. Pois separei para você as principais informações sobre o assunto. 

Sendo assim, nesse artigo, além de te explicar o que é escleroterapia, também vou te mostrar:

Vamos lá?

O que é escleroterapia?

Escleroterapia é um procedimento que trata varizes e veias da aranha.

Antes de tudo, ele é um minimamente invasivo. Ou seja, envolve a injeção de produtos químicos nas veias danificadas.

Além disso, também pode reduzir a dor ou os efeitos colaterais causados ​​por veias danificadas.

Quais as áreas que a escleroterapia pode tratar?

As áreas mais comuns para o desenvolvimento de varizes estão nas pernas e pés.

Além disso, dependendo do tamanho das veias danificadas, a escleroterapia pode ser usada para tratar as seguintes áreas:

  • Coxas;
  • Tornozelos;
  • Rosto (frequentemente os lados do nariz);
  • Ânus.

No entanto, é raro os casos em que a escleroterapia pode ser usada para tratar hemorroidas.

Por certo, é usada quando as hemorroidas são menores e externas, quando sangram ou quando você não pode arriscar um procedimento cirúrgico.

Quais são as condições tratadas?

escleroterapia

A escleroterapia é mais usada para tratar varizes. Elas ocorrem quando as veias incham devido às paredes fracas que, por sua vez, enfraquecem as válvulas.

Sendo assim, como resultado, o sangue acumula as veias, causando inchaço e aparência diferente.

Enfim, as varizes podem ser dolorosas e podem causar problemas de pele, incluindo erupções cutâneas.  Além disso, também é usada para tratar:

  • Vasos linfáticos malformados: são vasos que transportam líquido linfático ou linfa, o que ajuda o sistema imunológico a combater infecções.
  • Hemorroidas: ocorrem quando os vasos sanguíneos, ao redor do reto, incham e ficam irritados, causando dor e tornando desconfortáveis ​​os movimentos intestinais.
  • Hidroceles: desenvolvimento prejudicial do líquido na cavidade do corpo. Hidroceles são comuns nos testículos.

Quando considerar a escleroterapia?

Nem todo mundo pode considerar a escleroterapia. Sendo assim, o indicado é discutir os sintomas e opções de tratamento com seu médico.

Por certo, ela deve ser considerada quando:

  • As veias são dolorosas;
  • As pernas estão doloridas ou pesadas;
  • A pele das pernas ou pés está irregular, ou seca;
  • Há uma erupção cutânea perto das veias.

Como funciona a escleroterapia?

A escleroterapia requer uma consulta com um médico para avaliar a veia ou vaso linfático problemático. 

Após a confirmação, o médico vai marcar o procedimento que, por certo, não requer anestesia ou qualquer preparação especial. 

Durante o tratamento, a pessoa fica deitada de costas, com as pernas para cima. Enfim, um médico limpa a área e insere uma pequena agulha na veia. 

O médico injeta na veia uma solução e, quando a injeção estiver completa, ele massageará a área para impedir a entrada de sangue na veia. 

A solução inclui:

  • Polidocanol;
  • Sulfato de tetradecil de sódio;
  • Soluções salinas hipertônicas.

Dependendo da gravidade da condição, o tratamento de escleroterapia para problemas venosos pode levar de 15 minutos a uma hora. 

Além disso, dependendo da profundidade da veia danificada, o médico pode usar um ultrassom como parte do procedimento.

Quais os riscos?

quais-os-risco-escleroterapia

A escleroterapia é um procedimento seguro. Ou seja, é uma opção menos invasiva e arriscada que a cirurgia, pois não requer anestesia.

Pesquisas sugerem que ele remove efetivamente as veias em 75 a 90% dos casos, mas, por certo, requer vários tratamentos.

Por outro lado, quando não funciona, tratamentos adicionais, incluindo cirurgia, podem ser necessários.

As reações negativas mais comuns à escleroterapia incluem hematomas, vermelhidão e dor perto da veia injetada

Além disso, cerca de 1/3 das pessoas desenvolvem pequenos ramos de vasos sanguíneos ao redor da veia injetada. Esses vasos, por certo, desaparecem por conta própria.

Enfim, com menos frequência, um indivíduo pode experimentar reações alérgicas à solução, queimação na veia e alterações na cor da pele.

Pequenas bolhas de ar da agulha também podem entrar na corrente sanguínea, causando alterações na visão, dor de cabeça e náusea.

Sendo assim, de maneira geral, os efeitos colaterais comuns da escleroterapia incluem:

  • Hematomas;
  • Ardência;
  • Inchaço;
  • Descoloração da pele;
  • Desconforto.
  • Áreas vermelhas elevadas que aparecem ao redor dos locais de injeção.

Já os efeitos colaterais mais graves podem ser:

  • Reação alérgica ao agente esclerosante;
  • Ulceração da pele ao redor do local da injeção;
  • Formação de coágulos sanguíneos nas veias tratadas;
  • Inflamação leve que pode causar desconforto ao redor do local da injeção.

Quais custos e cobertura de seguro na escleroterapia?

A cobertura pelo plano de saúde para escleroterapia depende de uma operadora julgar o procedimento como medicamento necessário.

No entanto, quando as veias são apenas uma preocupação estética, por certo, o seguro não cobre o procedimento. 

Além disso, algumas seguradoras podem exigir que as pessoas tentem outros procedimentos antes de tentar a escleroterapia.

Se você for buscar um atendimento particular, o custo médio de um único procedimento de escleroterapia fica entre R$ 200 a R$ 300.

Sendo assim, o custo total depende do tamanho e número de veias tratadas, bem como de onde você mora.

Quais as alternativas à escleroterapia?

As mudanças no estilo de vida podem impedir que as veias piorem e impedir o desenvolvimento de novas varizes.

Assim sendo, outras opções de tratamento inclui:

  • Crioterapia ou congelamento das veias;
  • Terapia a laser, usando luz para desbotar as veias;
  • Ablação venosa, usando calor em uma veia malformada;
  • Fechando a veia com cirurgia;
  • Remoção cirúrgica das veias em casos graves.

Conclusão

Em resumo, no artigo de hoje te mostrei o que é escleroterapia, quais as pode tratar e quais as condições para o tratamento.

Antes de tudo, você viu também quando considerar a escleroterapia, como ela funciona e quais os riscos do procedimento.

Além disso, te mostrei também quais os custos, quando o plano de saúde cobre e quais as alternativas à escleroterapia.

Gostou do artigo? Deixa um comentário e compartilhe nas redes sociais! Assim vou saber que posso trazer outros conteúdos como este aqui para o blog. 

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Como fazer pré-natal particular

Como fazer pré-natal particular?

Se você quer saber como fazer pré-natal particular. Talvez, você esteja em dúvida sobre qual a melhor opção para um acompanhamento seguro para o seu bebê. 

Se for o caso, fique tranquilo(a)!

Pois no artigo de hoje vou te mostrar:

  • O que é o pré-natal?
  • Quanto custa o pré-natal particular?
  • Quantas consultas de pré-natal é preciso fazer?
  • Quais exames serão solicitados no pré-natal;
  • Quais são as ultrassonografias realizadas?
  • Pré-natal no hospital particular ou pelo SUS?

Vamos lá?

O que é o pré-natal?

Pré-natal é o acompanhamento médico-obstétrico que deve se iniciado ainda antes da concepção e vai até o pós-parto. Isto é 45 dias após o nascimento do bebê.

Aliás, é durante o pré-natal que os pais recebem orientações gerais sobre a gravidez.

Como, por exemplo:

  • Desconfortos comuns da mudança hormonal;
  • Como ter uma alimentação saudável;
  • Quais são os primeiros cuidados com o recém-nascido;
  • A importância da amamentação;
  • Entre outros.

Além disso, o objetivo principal do pré-natal é avaliar a saúde prévia da mulher, conhecer seu histórico médico e acompanhar a evolução da gravidez.

Quanto custa fazer o pré-natal particular?

O pré-natal particular custa em torno de R$ 150 a R$ 350 por consulta.

No entanto, os pais têm a opção de fazer o acompanhamento pelo Sistema Único de Saúde (SUS) ou contratar um plano de saúde.

Nesse último caso, deve ser a cobertura Hospitalar com obstetrícia. Pois ela inclui pré-natal, parto, assistência ao recém-nascido, eventuais complicações pós-parto e cirurgias no geral.

Quantas consultas de pré-natal é preciso fazer?

De acordo com o Programa de Humanização no Pré-natal e Nascimento (PHPN) realiza-se, no mínimo, seis consultas de pré-natal. 

Sendo assim, de preferência, deve ser no mínimo: uma consulta no primeiro trimestre, duas no segundo trimestre e três no terceiro trimestre.

Por certo, após a confirmação da gravidez, realizam-se as consultas todo mês. 

Quais exames serão solicitados no pré-natal?

Assim sendo, os exames solicitados no pré-natal, em geral, são:

  • Hemograma completo;
  • Glicemia de jejum; 
  • Tipagem sanguínea e determinação do fator Rh;
  • Sorologias para hepatite B, Sífilis, HIV, toxoplasmose, citomegalovírus;
  •  Exame protoparasitológico de fezes, exame de urina e urocultura;
  • Papanicolau.
  • Exame para verificar a suspeita de doenças genéticas ou para gestantes de alto risco;
  • Teste para suspeita de diabetes gestacional;
  • Teste para suspeita de rompimento prematuro da bolsa;
  • Ecocardiograma fetal;
  • Teste de Coombs (solicitado todos os meses caso a mãe tenha o sangue Rh negativo e o pai Rh positivo). 

Quais são as ultrassonografias realizadas durante o pré-natal?

Por certo, solicita-se quatro ultrassonografias ao longo da gestação. Podendo ser obstétrica ou morfológica, dependendo da idade gestacional.

Além disso, é importante ultrapassar esse limite apenas se for indicado pelo médico. 

O primeiro ultrassom

O primeiro ultrassom acontece na primeira consulta. Ele é feito via transvaginal, de preferência, entre a 7.ª e a 8.ª semana da gestação.

Aliás, o objetivo desse primeiro ultrassom é confirmar a gravidez. Isto é saber se é uma gravidez única ou múltipla; e se a gravidez é tópica ou ectópica. 

Gravidez tópica é quando o embrião cresce dentro do útero, já a ectópica é quando saco gestacional está fora do útero, nas trompas.

Além disso, é no primeiro ultrassom que é verificado o tempo de gravidez, com auxílio da última menstruação informada pela mulher.

Sendo assim, é com essas informações que o médico pode prever a data para o parto. Isto é definido ao fim de 40 semanas, podendo se estender até a 42.ª semana.

O segundo ultrassom

Realiza-se o segundo ultrassom, de preferência, entre a 11.ª e a 14.ª semanas de gestação.

Assim sendo, o seu principal objetivo é avaliar algumas estruturas fetais, em especial um líquido que fica na região da nuca. 

Isso porque o volume alto desse líquido pode ser um indicativo de Síndrome de Down ou outras doenças cromossômicas. 

É nesse ultrassom também que verifica a presença do osso nasal e o ducto venoso do bebê. Isto é utilizam-se ambas estruturas para rastreio de malformações fetais.

Além disso, é possível ouvir os batimentos cardíacos do bebê e conferir a idade gestacional.

Portanto, é importante seguir o tempo recomendado para a realização do exame.

Afinal após a 14.ª semana o líquido que fica na região da nuca já não é mais visível nas imagens de ultrassom.

O terceiro ultrassom

O terceiro ultrassom é o morfológico. Ele é realizado entre a 20.ª e 24.ª semana da gravidez. 

Sendo assim, é nesse momento que é possível enxergar o bebê com mais detalhes. Aliás, permitindo avaliar se seu crescimento e aparência estão dentro dos padrões de normalidade.

Ou seja, avaliam-se órgãos internos e externos como estruturas cerebrais, coração, rins, pulmões, dedos dos pés e das mãos, etc.

Além disso, é através desse exame que se detectam malformações e avalia se as artérias estão dentro do esperado. 

Aliás, é nessa hora que você pode descobrir o sexo do bebê.

O quarto ultrassom

Por fim, o quarto ultrassom é feito no final da gestação, após a 35.ª semana.

Aliás, é nesse momento que analisa:

  • A posição do bebê no útero;
  • A localização da placenta;
  • O volume do líquido amniótico;
  • O tônus muscular;
  • Respiração e movimentação do bebê;
  • Entre outros. 

Em suma, todos esses dados são de extrema importância para o planejamento do parto e para prever e evitar complicações.

Pré-natal no particular ou pelo SUS?

Acredito que essa seja a principal dúvida da maioria dos pais: devemos fazer o pré-natal no hospital particular ou pelo SUS?

Por isso, criei uma tabela que pode te ajudar a tomar essa decisão:

Pré-natal hospital particularPré-natal pelo SUS
Consultas revezadas entre médicos e enfermeiras Consultas realizadas sempre pelo mesmo profissional (ou seja, se você não gostar, pode trocar)
Exames agendados pelo postinhoExames realizados na flexibilidade de agenda
Cada exame realizado por um laboratório diferente (na maioria dos casos)Em geral, os exames são realizados tudo no mesmo laboratório
Todos os medicamentos (incluindo vitaminas) fornecidos pelo próprio postinhoA maioria dos medicamentos deve ser comprados
Em geral, tem direito a um ultrassomEm geral, todas as consultas são com ultrassom
Totalmente gratuitoVocê paga pelas consultas, exames e medicamentos. Ou pode incluir tudo isso no plano de saúde e diminuir o custo.

Além disso, converse com outros pais para saber a experiência deles em cada um dos casos.

Conclusão

Em resumo, no artigo de hoje te mostrei como fazer pré-natal particular.  Antes de tudo, você viu o que é o pré-natal e quanto custa o pré-natal particular.

Assim sendo, te mostrei também quantas consultas de pré-natal é preciso fazer e quais exames serão solicitados.

Além disso, você viu quais são as ultrassonografias realizadas e quadro comparativo entre fazer o pré-natal no hospital particular e pelo SUS.

Tem mais alguma dúvida sobre esse assunto? Deixe um comentário! Aliás, a nossa equipe fará o possível para te ajudar.

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Quanto custa parto particular

Quanto custa parto particular?

Se você não tem plano de saúde e pretende engravidar (ou já está grávida) uma das principais dúvidas é: quanto custa o parto particular? 

Essa dúvida é comum porque muitas mulheres têm receio de ganhar o seu filho em um hospital público sem recursos que garantem uma tranquilidade. 

No entanto, sem um plano de saúde, os custos para um parto particular podem sem bem altos. Vou te explicar. 

Qual é o valor do parto particular?

O preço para um parto particular deve estar dentro dos padrões referenciais mínimos determinados pela Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM)

Mas, de modo geral, um parto particular pode custar entre R$ 10 a R$ 15 mil. No entanto, esses valores dependem da região em que você mora, qual o hospital, tipo de acomodação e equipe médica. 

Por isso, para saber exatamente quanto custa um parto particular você precisa verificar quanto custa:

  • O atendimento (médico, anestesista, instrumentador);
  • A estrutura hospitalar (incluindo UTI);
  • A acomodação;
  • As taxas;
  • Os custos com acompanhantes; 
  • Entre outros.

Além disso, é importante verificar também os custos com testes e vacinas. Eles devem ser aplicados logo nas primeiras horas do recém-nascido como, por exemplo, teste da orelhinha e vacina BCG.

Qual é o mais caro parto normal ou cesárea?

Geralmente, o mais caro é o parto cesáreo. Isso porque tem o uso de materiais do centro cirúrgico, medicamentos, tempo de internação da paciente, honorários médicos, entre outros custos que envolvem a estrutura hospitalar.

Apesar de o parto normal trazer mais benefícios para a mãe e a criança Como, por exemplo, a rápida recuperação da mãe e melhora da respiração da criança.

O Brasil,  segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), possui elevada taxa no número de cesáreas (55,5%) e ocupa o segundo lugar no ranking mundial.

Isso pode ser por causa de inúmeros fatores como a falta de assistência ao parto normal, escassez da equipe de profissionais da saúde e médicos, baixa remuneração e até escolha pessoal da paciente.

O importante é entender que, se a mãe nem o bebê correrem risco, a melhor opção é o parto normal. Por isso, a gestante deve conversar com o seu médico sobre essa opção ainda durante a gravidez. 

Como funciona o plano de saúde para o parto?

Agora que você já viu quanto custa um parto particular, vou te mostrar como o plano de saúde funciona quando a beneficiária está grávida. 

A primeira coisa que você precisa saber é que a melhor forma de usufruir de todos os benefícios do plano de saúde na gravidez é contratá-lo com antecedência. Ou seja, assim que estiver pensando em aumentar a família. 

Sei que nem sempre esse planejamento familiar é possível de ser seguido, mas mesmo depois de grávida ter um plano de saúde é essencial para a segurança e conforto da mamãe e do bebê.

Como escolher o plano de saúde?

Se você pretende contratar um plano de saúde por conta da gravidez, o primeiro passo que você deve tomar é escolher uma operadora que possua a opção de obstetrícia de acordo com a sua necessidade. 

Verifique quais são os hospitais que fazem parte da cobertura, se a acomodação é igual a que você deseja e qual o período de carência estabelecido. 

Qual a carência para o plano de saúde cobrir o parto?

Segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o tempo de carência máximo para o plano de saúde cobrir o parto é de 300 dias, ou seja, um pouco mais de 9 meses.

Esse prazo pode ser menor dependendo da operadora. Mas, normalmente, é melhor se guiar por esse período para fazer um planejamento familiar. 

Quais as vantagens de ter um plano de saúde durante a gravidez?

A principal vantagem de ter um plano de saúde antes mesmo da gravidez é que a beneficiária pode escolher um médico da rede credenciada que a acompanhe durante toda a gravidez até o momento do parto.

Além disso, pode escolher com antecedência o hospital da sua preferência sem se preocupar com localidade ou lotação dos quartos.

Outra vantagem é que de acordo com a cobertura escolhida, a gestante pode optar por um quarto particular. Garantindo assim a privacidade para esse momento tão importante para a família.

Sem contar que com o plano de saúde, o pré-natal e custos relacionados aos primeiros dias de vida do recém-nascido também pode fazer parte da cobertura do plano sem a necessidade de aumentar o valor.

Isso porque a inclusão do bebê no plano de saúde acontece automaticamente. Isto é sem custos extras, por um período de 30 dias, contados a partir do nascimento. Somente após esse prazo que o recém-nascido deve ser incluído como dependente.

Além disso, a gestante com plano de saúde também tem direito a:

  • Um acompanhante durante o trabalho de pré-parto, parto e pós-parto imediato;
  • Cobertura das despesas referentes à alimentação dos acompanhantes;
  • Cobertura de taxas relacionadas à permanência dos acompanhantes.     

O plano de saúde pode cobrar por fora?

É importante lembrar que ao contratar a operadora a beneficiária deve verificar se o contrato é com ou sem coparticipação.

Se for com comparticipação, a contratante fica responsável pelo pagamento de um percentual para cada procedimento (os valores são fixos no contrato). 

No entanto, se esse não for o caso, o plano de saúde nem os médicos credenciados podem cobrar qualquer outra taxa extra. 

De acordo com a ANS, a famosa “taxa de disponibilidade”, quando o profissional exige um honorário adicional para realizar o parto a qualquer hora, é INDEVIDA.

Se houver qualquer tipo de cobrança o beneficiário deve entrar em contato com a operadora ou com a ANS.

Conclusão

No artigo de hoje, te mostrei quanto custa um parto particular. Você viu a diferença entre o parto normal e o cesáreo e ainda te mostrei como funciona o plano de saúde nessa situação. 

Te expliquei como você pode escolher o melhor plano de saúde para você, quais as vantagens de contratar uma operadora e como funciona o período de carência. 

Se você tiver alguma dúvida sobre esse assunto, deixe um comentário. A nossa equipe fará o possível para te ajudar.

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