Janeiro Branco Como você cuida da sua saúde mental

Janeiro Branco: Como você cuida da sua saúde mental?

Em tempos de pandemia, Janeiro Branco chega à 8.ª edição mobilizando a sociedade em prol de um grande pacto pela Saúde Mental ao longo do mês de janeiro de 2021.

Origem da Campanha Janeiro Branco

O Janeiro Branco é dedicado a colocar os temas da “Saúde Mental” em evidência na sociedade. Chamando a atenção dos indivíduos e das instituições sociais para os universos mentais, emocionais, sentimentais, comportamentais e subjetivos dos seres humanos.

Idealizada pelo psicólogo mineiro Leonardo Abrahão, a Campanha ganhou vida em Janeiro de 2014 quando psicólogos(as) de Uberlândia(MG) foram às ruas, às instituições e às mídias da cidade para falarem às pessoas sobre:

  • Saúde Mental
  • Saúde Emocional
  • Sentido de vida
  • Qualidade de vida
  • Harmonia nas relações humanas

Janeiro Branco 2021

A Campanha Janeiro Branco 2021 tem a sua importância redobrada e chega à sua 8.ª edição com uma missão fundamental em tempos de pandemia: inspirar indivíduos e instituições sociais a participarem de um grande pacto universal em defesa da Saúde Mental da humanidade.

Segundo Leonardo Abrahão, psicólogo idealizador da Campanha Janeiro Branco, “a humanidade precisa de um pacto pela Saúde Mental em que todas as pessoas se comprometam com a ideia de que ‘todo cuidado conta!’ quando o objetivo é a criação de condições para vidas mais saudáveis e melhores para todo mundo”.

Pandemia do COVID-19 agravou vários problemas relacionados à Saúde Mental

Estudos e pesquisas sobre os efeitos colaterais da pandemia do COVID-19 começaram a surgir e a mostrar os grandes desafios que a humanidade tem pela frente: além de vencer o novo Coronavírus, os indivíduos e as instituições sociais também deverão reunir esforços e desenvolver estratégias públicas e privadas para proteger, fortalecer e promover a Saúde Mental das pessoas.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a pandemia interrompeu serviços essenciais de Saúde Mental em 93% dos países do mundo e, ao mesmo tempo, intensificou a procura por esses mesmos serviços.

No Brasil — país que já é um dos recordistas mundiais em relação à depressão, à ansiedade e a números absolutos de suicídios —, a primeira fase de uma pesquisa realizada no final de 2020 pelo Ministério da Saúde
detectou ansiedade em 86,5% dos indivíduos pesquisados,
transtorno de estresse pós-traumático em 45,5% e depressão
grave em 16% dos participantes do estudo.

Outro estudo, realizado pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) com 12.000 pessoas de 33 países da América Latina e Caribe (30,8% eram brasileiros), revelou que 35% dos entrevistados relataram aumento na frequência do comportamento de beber de forma excessiva e em um curto período de tempo — situação que pode desencadear sérios problemas em relação à Saúde Mental dos envolvidos.

Além disso, também não faltam estudos sobre a ampliação das violências domésticas, do abuso infantil e do adoecimento emocional por parte de jovens e de idosos submetidos ao isolamento social.

Como afirma Abrahão, “2020 foi um ano de provas, de desafios e de revelações em relação à Saúde Mental de todas as pessoas do mundo”.

Janeiro Branco e o Plano de Saúde

No Brasil, em 2019, os beneficiários de planos de saúde realizaram cerca de 29 milhões de procedimentos relacionados ao cuidado em saúde mental – um crescimento de aproximadamente 167% em relação ao número realizado em 2011. Confira abaixo os dados extraídos do Mapa Assistencial da Saúde Suplementar

arquivo mapa assistencial

Esses dados demonstram a relevância de se ampliar o debate e as estratégias para enfrentamento desse panorama, sendo também um desafio para a saúde suplementar.

Fonte: Janeiro Branco e ANS
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Qual a importância da ginástica laboral 7 benefícios e um exemplo eficaz

Qual a importância da ginástica laboral? 7 benefícios e um exemplo eficaz

Você sabe qual é a importância da ginástica laboral? Algumas pessoas acreditam que é um exercício desnecessário e outras não fazem ideia do que seja. 

Lembro que por duas empresas em que passei havia a ginástica laboral. Em uma era obrigatória e todo mundo tinha que parar os atendimentos para esticar o corpo. Se não fizéssemos o supervisor chamava a nossa atenção. 

Na outra foi uma atitude de outra colaboradora e não era obrigatória. Ou seja, quase  ninguém parava o seu trabalho para dar um alívio para má postura no computador. 

Em ambas as situações, eu adorava fazer a ginástica laboral. Pois me ajudava a ficar concentrada o restante do expediente e diminuía muito minhas dores nas costas.

Por isso, vou te mostrar qual a importância da ginástica laboral. Antes de tudo, vou te mostrar o conceito desse exercício.

O que é ginástica laboral?

O que é ginástica laboral

Ginástica laboral é um exercício físico destinado a funcionários de empresas e executado no local de trabalho. 

Em princípio, essa atividade dura cerca de 5 a 10 minutos.

Sendo assim, ela tem como objetivo diminuir as dores e as chances de desenvolvimento de lesões por conta das atividades realizadas no local de trabalho.

De onde surgiu a ginástica laboral?

De acordo com os historiadores, o primeiro registro de ginástica laboral foi na Polônia no ano de 1925. 

Naquela época, o nome era Ginástica de Pausa, pois os trabalhadores pausavam a jornada de trabalho para a realização das atividades físicas leves. 

Essa metodologia só foi para os países da Europa e Japão em 1950, mas na época já estipularam como atividade obrigatória nos escritórios.

No entanto, no Brasil, a Ginástica Laboral chegou só nos anos 70. A Federação de Estabelecimento de Ensino Superior (FEEVALE), no Rio Grande do Sul, fez a publicação de uma proposta de exercícios baseados em análises biomecânicas.

Como funciona a ginástica laboral?

A ginástica laboral é realizada dentro do local de trabalho (fábricas, corporações, empresas…). 

Ela deve ser elaborada por um fisioterapeuta ou professor de educação física.

Sendo assim, o profissional vai até às fábricas, corporações ou empresas e aplicam exercícios como, por exemplo, alongamento, relaxamento muscular, entre outros.

Além disso, no caso dos colaboradores que ficam muito tempo sentados. Os profissionais também ajudam a corrigir problemas posturais e compensar o desgaste proveniente dos exercícios repetitivos.

O Conselho Federal de Educação Física (CONFEF) estabelece que a série de exercícios deve durar de 5 a 10 minutos diários.

 Enfim, cada exercício deve ser desenvolvido para cada tipo de atividade realizada pela equipe. Afinal, o objetivo é amenizar os desgastes exigidos pela função.

Quais os tipos de Ginástica Laboral que existem?

Há três tipos de práticas de ginástica laboral que devem ser realizadas dentro de sua empresa. São eles:

Ginástica laboral preparatória

Ginástica laboral preparatória são os exercícios realizados no início da jornada de trabalho.

O objetivo é aquecer os grupos musculares e preparar os colaboradores para as tarefas que serão realizadas. Por certo, tem duração de 10 a 20 minutos.

Além disso, ela é focada em exercícios que contemplem coordenação, equilíbrio, flexibilidade e resistência muscular.

Uma vez que o alongamento aumenta a circulação sanguínea, a viscosidade e lubrificação das articulações e tendões.

Ginástica laboral compensatória

A ginástica laboral compensatória é realizada no meio do expediente. Sendo assim, ela interrompe a monotonia operacional e tem como objetivo compensar os esforços repetitivos e as posições inadequadas dos postos de trabalho. 

Além disso, tem a mesma duração das anteriores e é focada em exercícios de correção de postura, flexibilidade e atividades respiratórias.

Uma vez que esse tipo de exercício ajuda a diminuir a fadiga e prevenir doenças ocupacionais crônicas.

Ginástica laboral de relaxamento

A ginástica laboral de relaxamento é realizada no final do expediente. O objetivo é evitar o acúmulo de ácido lático e prevenir possíveis lesões. Também tem duração de 10 a 20 minutos.

Além disso, nesse tipo ginástica podem aplicar automassagens e alongamentos e, até mesmo, estimular a meditação.

Uma vez que esses exercícios ajudam a oxigenar os músculos envolvidos nas tarefas repetitivas feitas ao longo do dia.

Quais os benefícios da ginástica laboral?

Quais os benefícios da ginástica laboral

Agora que você já sabe qual a importância da ginástica laboral, de onde ela surgiu, como funciona e quais são os tipos.

Vou te mostrar 7 benefícios da ginástica laboral para empresa e seus colaboradores.

1) Melhora a qualidade de vida

Um colaborador que tem menor índice de problemas relacionados as atividades de trabalho terá uma melhor qualidade de vida. 

Pois ajuda a diminuir as dores, alivia a tensão e o estresse.

2) Menor índice de doenças e afastamentos

Muitos dos exercícios da ginástica laboral são preventivos contra doenças que podem gerar afastamentos futuros. 

Ou seja, quando se aplica a ginástica laboral devidamente, os riscos de afastamento diminui e reduz o excesso de atestados médicos.

3) Maior produtividade

Funcionários que estejam na plenitude física para a execução das atividades tendem a ter uma maior produtividade. 

Além disso, por estarem mais relaxados, tendem a ter mais disposição para trabalhar e, consequentemente, suas tarefas rendem mais.

4) Redução do absenteísmo

A ginástica laboral ajuda a reduzir o absenteísmo, ou seja, menos dias de atestado médico e, consequente, menos faltas no trabalho.

5) Melhora o clima organizacional

Por ser uma atividade fora da rotina, os exercícios laborais:

  • Tornam o ambiente mais leve;
  • Aproximam o empregado de seus colegas; e
  • Aumentam a satisfação com a empresa.

6) Reduz as taxas de turnover

Turnover é a alta rotatividade de profissionais dentro de uma empresa. Por isso, investir no bem-estar nos colaboradores mostra preocupação pelos funcionários e torna o ambiente mais agradável.

7) A ginástica laboral também…

  • Reduz o estresse laboral;
  • Promove a integração dos colaboradores;
  • Estimula o alongamento e relaxamento dos músculos;
  • Reduz tensões musculares;
  • Aumenta a produtividade;
  • Promove o bem-estar;
  • Preveni de lesões;
  • Minimiza possíveis dores das Lesões por Esforços Repetitivos (LER).
  • Preveni de Doenças Laborais;
  • Redução do sedentarismo;
  • Melhora o condicionamento físico;
  • Reduz a fadiga;
  • Combate tensões;
  • Melhora a autoestima;
  • Diminuição dos afastamentos;
  • Reduz o número de acidentes de trabalho.

Exemplo de ginástica laboral

Exemplo de ginástica laboral

Realiza-se a ginástica laboral com o apoio de um profissional qualificado. 

Mas se você está curioso para saber como ela funciona, separei para um exemplo de ginástica laboral. Veja só:

1.º Alongue pescoço

Em pé, com os braços relaxados deite a cabeça para a direita e depois para a esquerda e faça 4 vezes essa repetição.

Em seguida abaixe a cabeça para frente e para trás, também repita por 4 vezes. 

Por último, faça a rotação da cabeça por completo durante 10 segundos, ate sentir-se relaxado.

2.º Eleve os membros superiores

  1. Estique o braço para frente e entrelace os dedos;
  2. Leve-o acima da cabeça e estique para cima durante alguns segundos;
  3. Relaxe e depois leve seu braço para a direita e segure com a mão esquerda;
  4. Repita o procedimento para o outro braço.

3.º Alongue os membros inferiores

Em pé, com os pés unidos, fique na meia ponta dos pés. Depois volte com a sola do pé no chão, repita esse procedimento 4 vezes. Em seguida, dobre a perna direita para cima, segurando com uma mão e depois repita o mesmo procedimento com a perna esquerda.

4.º Alongue as costas

Para esse exercício necessita-se encontrar uma dupla. Um de costas para o outro com as mãos dadas, em seguida, um de cada vez irá se inclinar para baixo. 

5.º Relaxe os dedos

Estique os braços para frente e com os dedos para cima, com a outra mão, fazer força contra si trazendo os dedos para frente. Repita na outra mão também.   

Conclusão

Em resumo, no artigo de hoje te mostrei qual é a importância da ginástica laboral. Antes de tudo, você viu o que é e como funciona esse exercício.

Depois você viu 7 benefícios da ginástica laboral e um exemplo para você saber como ela é executada.

Tem alguma dúvida sobre esse assunto? Deixe um comentário! Estamos ansiosos para bater um papo com você.

O que é telemedicina: como funciona e quais são as vantagens
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O que é telemedicina como funciona e quais são as vantagens

O que é telemedicina: como funciona e quais são as vantagens

Saber o que é telemedicina é essencial na época que estamos vivendo. Pois o uso da tecnologia de informação agrega qualidade e velocidade na troca de conhecimento.

Além disso, também auxilia os médicos a tomar decisões com maior agilidade e precisão. 

Por isso, no artigo de hoje vou te mostrar também:

  • Como a telemedicina funciona;
  • A telemedicina no Brasil;
  • Quais são as frentes da telemedicina;
  • As vantagens da telemedicina.

Mas antes disso, preciso te explicar:

O que é telemedicina?

O que é telemedicina

“Tele”, vem do grego, significa distância. É o mesmo sentido em telefone e  televisão.

Dessa forma, telemedicina é a prática médica realizada à distância. Ela existe desde a década de 1950 e foi evoluindo com o tempo.

A troca de informações foi ampliada com o telefone fixo, depois com os celulares, e se tornou ainda mais rápida com a internet. 

Como a telemedicina funciona?

A telemedicina é presente na educação, consulta e assistência. O objetivo é capacitar e atualizar profissionais da área de saúde que se encontram afastados através de:

  • Aulas online;
  • Palestras;
  • Videoconferências;
  • Entre outros.

As consultas são realizadas por médicos para buscar assistência de um especialista.

Como, por exemplo, uma segunda opinião em um diagnóstico ou orientações sobre a realização de um procedimento.

Já a assistência é quando a médico se comunica com outros técnicos para obter mais de um parecer sobre uma cirurgia, um medicamento, exames, etc.

A telemedicina no Brasil

A telemedicina no Brasil teve início na década de 90. Mas nos últimos anos as instituições de saúde vem desenvolvendo mais programas de assistência e cooperação remota.

A aplicação da telemedicina é regulamentada pelas regras da Associação Americana de Telemedicina, sendo reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e pelas leis brasileiras.

No Brasil, as leis exigem que a empresa prestadora do serviço tenha um médico responsável técnico e também possua registro no Conselho Regional de Medicina.

A legislação diz também que os serviços prestados via telemedicina deverão ter a infraestrutura tecnológica apropriada e obedecer às normas técnicas do CFM pertinentes à:

  • Guarda;
  • Manuseio;
  • Transmissão de dados;
  • Confidencialidade;
  • Privacidade;
  • Garantia do sigilo profissional. 

Além disso, a Lei nº12.842/2013 inclui a emissão dos laudos de exames reforça que apenas médicos podem emitir o laudo à distância.

As frentes da telemedicina

As frentes da telemedicina

A telemedicina pode ser subdividida em 4 frentes: 

  1. Teleassistência;
  2. Teleconsulta;
  3. Teleducação; 
  4. Emissão de laudos à distância. 

Vou te mostrar cada um delas!

1) Teleassistência

A teleassistência tem o foco na comunicação com o paciente.

Ele é monitorado em seu próprio domicílio, em um centro de saúde local ou qualquer outro local.

Desde que o profissional de saúde se comunica com outros profissionais à distância. 

2) Teleconsulta

A teleconsulta pode ser feita entre médicos ou entre médicos e pacientes.

No primeiro caso, um clínico geral, por exemplo, pode buscar assistência de um especialista para uma segunda opinião sobre um diagnóstico.

Já no segundo cado, a teleconsulta acontece quando há a consulta online, feita entre médicos e pacientes.

No entanto, é importante lembrar que, no Brasil, a prática da teleconsulta entre médico e paciente ainda está sendo viabilizada.

E, por outro lado, por causa da pandemia alguns profissionais específicos foram autorizadas a realizar a consulta online.

3) Teleducação

A teleducação já é uma realidade em diversas áreas e com a pandemia isso foi ampliado para vários outros setores.

Ou seja, é possível realizar videoconferências, aulas, palestras e programas de reciclagem. 

Além disso, o principal objetivo na medicina é capacitar o profissional de saúde que está longe dos grandes centros.

Buscando assim atualizá-lo e prepará-lo para diversas situações da prática médica. 

4) Emissão de laudos à distância

Com o crescimento da tecnologia a emissão de laudos à distância é uma realidade em constante crescente.

Nesses casos, a telemedicina tem sido utilizada para:

  • Consulta e troca de informações entre instituições de saúde;
  • Informação de resultados de exames laboratoriais e de imagens;
  • Coleta de exames domiciliar;
  • Discussão de casos clínicos;
  • Cirurgia robótica;
  • Assistência a pacientes crônicos, gestantes de alto risco e idosos.

Vantagens da telemedicina

Vantagens da telemedicina

A telemedicina tem várias vantagens tanto para o profissional de saúde quanto para o paciente.

Por exemplo, com ela há uma redução na distância. Ou seja, mesmo os pacientes longes do centro urbano, possuem acesso à medicina de qualidade.

Além disso, as vantagens da tele medicina são:

  • Redução da procura por especialistas e hospitais logo no início do atendimento;
  • Maior troca de informações entre os serviços de saúde;
  • Chance de participar de programas educacionais de qualquer lugar do país;
  • Amplia o contato entre médicos e pacientes;
  • Acesso a especialistas e profissionais de referência;
  • Facilita a realização de exames, que podem ser feitos em clínicas e postos de saúde;
  • Melhora a qualidade dos laudos emitidos e agiliza a entrega;
  • Realização e interpretação de exames e entregas de laudos em:
    • Cardiologia;
    • Neurologia;
    • Pneumologia;
    • Radiologia Geral;
    • Oftalmologia.
  • Maior agilidade nos atendimentos, devido à sistematização do processo por meio de softwares de saúde online;
  • Segurança estrutural e sigilo de dados;
  • Ampliação da agenda clínica dos especialistas;
  • Envio de exames para laudo 24 horas.

Conclusão

Em resumo, no artigo de hoje te expliquei o que é telemedicina. Antes de tudo, você viu como ela funciona e quais são as suas vantagens. 

Além disso, também te mostrei como é  a telemedicina no Brasil e quais são as frentes da telemedicina.

Agora é a sua vez! Se tiver alguma dúvida sobre esse assunto, deixa um comentário! A nossa equipe fará possível para te ajudar.

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Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC): o que é e quais são os sintomas
Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) o que é e quais são os sintomas

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6 dicas de autoajuda para TOC

6 dicas de autoajuda para TOC

Você sabia que existem técnicas de autoajuda para TOC? No artigo de hoje vou te mostrar 6 dicas que vão te ajudar a controlar os sintomas de TOC.

TOC é a sigla para Transtorno Obsessivo Compulsivo, uma doença mental que causa obsessões ou compulsões.

Ou seja, o TOC não é sobre hábitos como roer as unhas ou ter pensamentos negativos. Todo mundo tem hábitos ou pensamentos que às vezes se repetem. No entanto, as pessoas com TOC têm pensamentos ou ações que:

  • Tome pelo menos uma hora por dia;
  • Estão além do seu controle;
  • Não são agradáveis;
  • Interferem no trabalho, na vida social ou em outra parte da vida.

Diante disso, vamos para as dicas que vão te ajudar a controlar os sintomas de TOC.

Dica 1: identifique os gatilhos

identifique os gatilhos

O primeiro passo para controlar seus sintomas de TOC é reconhecer os gatilhos (pensamentos ou situações) que provocam suas obsessões e compulsões. 

Sendo assim, registre uma lista dos gatilhos que você experimenta a cada dia e as obsessões que eles provocam. 

Você pode fazer isso avaliando a intensidade do medo ou da ansiedade que sentiu em cada situação. Em seguida, as compulsões ou estratégias mentais que usou para aliviar sua ansiedade. 

Por exemplo, se você tem medo de ser contaminado por germes. Tocar um corrimão no shopping pode gerar uma intensidade de medo de nível 3. Enquanto tocar o chão do banheiro no shopping pode gerar um 10 e exigir 15 minutos de lavagem das mãos para facilitar ansiedade.

Manter o controle de seus gatilhos pode ajudá-lo a antecipar seus impulsos. E, ao antecipar seus impulsos compulsivos antes que eles surjam, você pode ajudar a aliviá-los. 

Por exemplo, se o seu comportamento compulsivo envolve verificar se as portas estão trancadas, as janelas fechadas ou os aparelhos desligados, tente trancar a porta ou desligar o aparelho com atenção redobrada na primeira vez.

Sendo assim para identificar os gatilhos, você pode criar uma imagem mental sólida e fazer uma anotação mental. Diga a si mesmo: “A janela agora está fechada” ou “Estou vendo que o forno está desligado”.

Dica 2: aprenda a resistir às compulsões do TOC

Pode parecer inteligente evitar as situações que acionam seus pensamentos obsessivos, mas quanto mais você os evita, mais assustadores eles se sentem. 

Por outro lado, ao expor-se repetidamente aos gatilhos do TOC, você pode aprender a resistir ao impulso de completar seus rituais compulsivos. Isso é conhecido como prevenção de exposição e resposta (ERP) e é a base da terapia profissional para o TOC.

O ERP exige que você se exponha repetidamente à fonte de sua obsessão. E depois se abstenha do comportamento compulsivo que normalmente desempenharia para reduzir sua ansiedade. 

Se você é um lavador de mãos compulsivo, por exemplo, isso pode significar tocar na maçaneta de um banheiro público e não se permitir lavar as mãos. 

À medida que você se senta com a ansiedade, a necessidade de lavar as mãos gradualmente começa a desaparecer por si mesma. 

Dessa forma, você aprenderá que não precisa do ritual para se livrar da ansiedade e que tem algum controle sobre seus pensamentos obsessivos e comportamentos compulsivos.

Lidar com seus maiores medos de cara pode ser extremo demais, então os exercícios de ERP começam com você enfrentando medos menores e, em seguida, subindo na “escada do medo”. 

Ou seja, a ideia é enfrentar aquelas situações que geram uma intensidade de medo baixa e, uma vez que você seja capaz de tolerar a ansiedade, pode passar para o próximo desafio de exposição mais difícil.

Construindo sua escada do medo

  1. Pense no seu objetivo final (ser capaz de usar um banheiro público sem medo de contaminação, por exemplo, ou dirigir até o trabalho sem parar para verificar se atingiu algo).
  2. Em seguida, analise as etapas necessárias para atingir esse objetivo. 
  3. Usando as informações que você registrou para identificar seus gatilhos, faça uma lista de situações da menos assustadora à mais assustadora. 

Aliás, lembre-se que o primeiro passo deve deixá-lo um pouco ansioso, mas não tanto a ponto de ficar intimidado demais para tentar.

Exemplo de escada do medo

Objetivo: dirigir para o trabalho sem parar para verificar se você bateu em algo.

Intensidade do medoSituação
10Dirigir todo o caminho para o trabalho sem parar para verificar se bati em algo
8Não ligar para o cônjuge para saber se está trabalhando com segurança
6Sair de casa, trancar a porta da frente e ir embora sem verificar
4Desligar o fogão e sair da sala sem verificar
2Colocar o leite na geladeira sem verificar se a tampa está segura

Usando sua escada do medo

Comece com o primeiro passo (intensidade 2) e não siga em frente até começar a se sentir mais confortável para fazê-lo. 

Se possível, permaneça na situação o tempo suficiente para que sua ansiedade diminua. 

Quanto mais tempo você se expor ao gatilho do TOC, mais se acostumará com ele e menos ansioso se sentirá quando o enfrentar na próxima vez. 

Diante disso, depois de ter realizado a primeira etapa em várias ocasiões diferentes sem sentir muita ansiedade, você pode passar para a próxima etapa. 

No entanto, se uma etapa for muito difícil, divida-a em etapas menores ou vá mais devagar.

Além disso, é importante também, enquanto você está resistindo às suas compulsões, concentrar-se nos sentimentos de ansiedade. 

Ou seja, em vez de tentar se distrair, deixe-se sentir ansioso enquanto resiste ao impulso de se envolver em seu comportamento compulsivo. 

Você pode acreditar que o desconforto que está sentindo continuará até que você se envolva na compulsão. Mas se você persistir, as chances são que a ansiedade desaparecerá.

Aliás, quanto mais você praticar, mais rápido será seu progresso. Por outro lado, não se apresse. Vá em um ritmo que você possa controlar sem se sentir oprimido. 

E lembre-se: você se sentirá desconfortável e ansioso ao enfrentar seus medos, mas os sentimentos são apenas temporários. 

Isso porque cada vez que você se expõe ao seu gatilho, sua ansiedade deve diminuir e você começará a perceber que tem mais controle (e menos medo) do que pensava.

Dica 3: desafie os pensamentos obsessivos

desafie os pensamentos obsessivos

Todo mundo tem pensamentos ou preocupações perturbadores ocasionalmente. No entanto, o transtorno obsessivo-compulsivo faz com que o cérebro fique preso a um determinado pensamento que provoca ansiedade, fazendo com que ele fique repetidamente em sua cabeça. 

Diante disso, quanto mais desagradável ou angustiante for o pensamento, maior será a probabilidade de você tentar reprimi-lo. Mas reprimir pensamentos é quase impossível e tentar geralmente tem o efeito oposto, ou seja, faze com que o pensamento desagradável reapareça com mais frequência e se torne mais incômodo.

Assim como acontece com as compulsões de resistência, você pode superar pensamentos perturbadores e obsessivos aprendendo a tolerá-los por meio de exercícios de exposição e prevenção de respostas.

Dessa forma, vou te mostrar estratégias que podem ajudá-lo a ver seus pensamentos como eles são e a recuperar a sensação de controle sobre sua mente ansiosa.

Escreva seus pensamentos obsessivos 

Quando você começar a ficar obcecado, anote todos os seus pensamentos ou compulsões.

No entanto, anotar pensamentos é um trabalho muito mais difícil do que simplesmente pensá-los.

Por isso, continue escrevendo enquanto o TOC continua, com o objetivo de registrar exatamente o que você está pensando. Mesmo se estiver repetindo as mesmas frases ou os mesmos desejos indefinidamente.

Isso porque anotar tudo o ajudará a ver o quão repetitivas são suas obsessões. Já escrever a mesma frase ou impulso centenas de vezes o ajudará a perder seu poder.

Crie um período de preocupação com o TOC

Em vez de tentar suprimir obsessões ou compulsões, desenvolva o hábito de reagendá-las.

  • Escolha um ou dois “períodos de preocupação” de 10 minutos por dia, tempo que você pode dedicar à obsessão.
  • Durante o período de preocupação, concentre-se apenas nos pensamentos ou impulsos negativos. Não tente corrigi-los. No final do período de preocupação, respire algumas vezes para se acalmar, deixe os pensamentos obsessivos irem e volte às suas atividades normais. O resto do dia, entretanto, deve ser considerado livre de obsessões.
  • Quando os pensamentos vierem à sua cabeça durante o dia, escreva-os e “adie-os” para o período de preocupação.

Desafie seus pensamentos obsessivos

Use seu período de preocupação para desafiar pensamentos negativos ou intrusivos perguntando-se:

  • Qual é a evidência de que o pensamento é verdadeiro? Isso não é verdade? Eu confundi um pensamento com um fato?
  • Existe uma maneira mais positiva e realista de encarar a situação?
  • Qual é a probabilidade de que o que estou com medo realmente aconteça? Se a probabilidade for baixa, quais são alguns dos resultados mais prováveis?
  • O pensamento é útil? Como a obsessão por isso vai me ajudar e como isso vai me machucar?
  • O que eu diria a um amigo que teve esse pensamento?

Crie uma fita de suas obsessões com TOC ou pensamentos intrusivos

Concentre-se em um pensamento ou obsessão específica e grave-o em um gravador ou smartphone.

  • Reconte a frase, sentença ou história obsessiva exatamente como ela vier à sua mente.
  • Toque a fita para você mesmo, repetidamente por um período de 45 minutos todos os dias, até que ouvir a obsessão não o faça mais se sentir muito angustiado.

Ao confrontar continuamente sua preocupação ou obsessão, você se tornará gradualmente menos ansioso. Aliás, você pode repetir o exercício para uma obsessão diferente.

Dica 4: peça ajuda

O TOC pode piorar quando você se sente impotente e sozinho, por isso é importante construir um sistema de apoio forte. 

Isso porque quanto mais conectado você estiver com outras pessoas, menos vulnerável se sentirá. E apenas conversar com uma pessoa compreensiva sobre suas preocupações e desejos pode torná-los menos ameaçadores.

Fique conectado com a família e amigos

Obsessões e compulsões podem consumir sua vida até o ponto de isolamento social. Por sua vez, o isolamento social agravará os sintomas de TOC. 

Por isso, é importante investir no relacionamento com a família e amigos. Falar cara a cara sobre suas preocupações e desejos pode fazer com que pareçam menos reais e menos ameaçadores.

Junte-se a um grupo de apoio ao TOC

Você não está sozinho em sua luta contra o TOC, e participar de um grupo de apoio pode ser um lembrete eficaz disso. 

Os grupos de apoio para TOC permitem que você compartilhe suas próprias experiências e aprenda com outras pessoas que estão enfrentando os mesmos problemas.

Dica 5: controle o estresse

controle o estresse

Embora o estresse não cause TOC, pode desencadear ou piorar os sintomas. O exercício físico e o contato direto com outra pessoa são duas maneiras muito eficazes de acalmar o sistema nervoso. 

Além disso, você também pode:

Acalmar-se rapidamente e alivia os sintomas de ansiedade

Você pode fazer isso usando um ou mais dos seus sentidos físicos (visão, olfato, audição, tato, paladar).

Por exemplo, você pode tentar ouvir uma música favorita, olhar uma foto apreciada, saborear uma xícara de chá ou acariciar um animal de estimação.

Pratique técnicas de relaxamento

A meditação consciente, a ioga, a respiração profunda e outras técnicas de relaxamento podem ajudar a reduzir o estresse geral e os níveis de tensão e ajudá-lo a controlar seus impulsos. 

Sendo assim, para obter melhores resultados, tente praticar uma técnica de relaxamento regularmente.

Dica 6: faça mudanças no estilo de vida para aliviar o TOC

Um estilo de vida saudável e equilibrado desempenha um grande papel no alívio da ansiedade e no controle das compulsões, medos e preocupações do TOC.

Exercite regularmente

O exercício é um tratamento anti-ansiedade natural e eficaz que ajuda a controlar os sintomas de TOC, reorientando sua mente quando surgem pensamentos obsessivos e compulsões. 

Para obter o máximo benefício, tente fazer 30 minutos ou mais de atividade aeróbica na maioria dos dias. Dez minutos várias vezes ao dia podem ser tão eficaz quanto um período mais longo, especialmente se você prestar atenção ao processo de movimento.

Durma o suficiente

A ansiedade e a preocupação podem não apenas causar insônia, mas a falta de sono também pode exacerbar pensamentos e sentimentos ansiosos. 

Isso porque quando você está bem descansado, é muito mais fácil manter o equilíbrio emocional. Um fator-chave para lidar com transtornos de ansiedade, como o TOC.

Evite álcool e nicotina

O álcool pode parecer que reduz temporariamente a ansiedade e a preocupação, mas, na verdade, causa sintomas de ansiedade à medida que passa. 

Da mesma forma, embora possa parecer que os cigarros são calmantes, a nicotina é, na verdade, um poderoso estimulante. 

Conclusão

No artigo de hoje te mostrei 6 dicas que vão te ajudar a controlar os sintomas de TOC.

Entre elas, identificar os gatilhos mentais, aprender a resistir as compulsões e pça ajuda. 

Se você sabe de alguém que merece ler esse artigo, envia o link pra ele. Qualquer dúvida é só enviar nos comentários. 

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8 maneiras de construir uma autoestima duradoura

8 maneiras de construir uma autoestima duradoura

Já parou para pensar como você pode construir uma autoestima duradoura?

Pode parecer algo inalcançável, mas a verdade é que é totalmente possível ficar bem consigo mesmo na maior parte do tempo.

Eu conheço pessoas que tem a autoestima elevada e nada faz derrubar e outras que não conseguem ver o potencial que elas tem. 

E sabe por que isso acontece?

Porque a primeira pessoa aprendeu a lidar consigo mesma e aceitar os seus defeitos e qualidades.

Enquanto a segunda, na maioria das vezes, foca só nos defeitos. 

Sendo assim, pensando nisso, separei para você 8 maneiras que podem te ajudar a construir uma autoestima duradoura. 

1) Reserve um tempo para esclarecer seus valores

 Reserve um tempo para esclarecer seus valores

A autoestima duradoura vem de viver sua vida de uma forma que se alinha com seus valores.

No entanto, se você habitualmente compromete seus valores na maneira de pensar e agir, está se preparando para baixa autoestima.

Ou seja, ter valores claros significa que você tem uma visão bem definida e convincente do que é mais importante para você.

O termo valores  inclui tudo, desde virtudes tradicionais (como honestidade e integridade) até compromissos (como manter sua saúde física por meio de exercícios ou passar bons momentos com amigos).

É claro que cumprir nossas melhores intenções e nossos compromissos não é fácil.

E um dos principais motivos pelos quais as pessoas lutam para fazer isso é porque seus valores não são claros e convincentes.

Diante disso, entende-se que quando nossos valores são vagos e obscuros, eles não exercem muita motivação sobre nós.

Mas quanto mais claros, específicos e convincentes são nossos valores, mais somos atraídos por eles.

Portanto, faça um plano para dedicar algum tempo regularmente ao esclarecimento e à elaboração de seus valores. Você pode fazer isso da seguinte maneira:

  1. Definia um compromisso semanal recorrente em sua agenda em um horário que seja conveniente e tranquilo;
  2. Pegue um bloco de notas, abra um Google Doc ou retire seu diário e comece a escrever sobre as coisas em sua vida que são mais importantes para você;
  3. Para cada valor que você identificar, tente ser o mais específico e gráfico possível ao descrever o que é e por que é importante. 
  4. Se comprometer a cumpri-los regularmente.

Depois de conhecer seus valores e começar a alinhar seus pensamentos e ações com eles, a alta autoestima não ficará muito atrás.

Além disso, provavelmente, você ficará muito mais motivado para cumprir seus compromissos e valores mais importantes. 

2) Mude seu foco de resultados para crescimento

Pessoas com autoestima duradoura, em geral, são orientadas para o processo.

Embora eles possam ter objetivos e resultados muito específicos que gostariam de alcançar, eles não gastam muito tempo e energia pensando sobre eles. 

Em vez disso, eles mantêm seu foco diretamente no processo de crescimento.

Ou seja, em pequenas coisas que precisam fazer regularmente para que se mantenham na direção certa.

Por exemplo, empreendedores de sucesso podem ter a meta de construir um negócio de um bilhão de dólares.

Mas, provavelmente, não perdem muito tempo e atenção imaginando como será atingir a marca de um bilhão de dólares.

Em vez disso, eles se concentram em contratar funcionários talentosos, desenvolver e refinar seus produtos, gerenciar bem seus funcionários, etc. 

Em outras palavras, eles se concentram em fazer sua empresa crescer um pouco mais a cada dia.

Dessa forma, se a tendência continuar, eles realmente atingirão seus objetivos.

Por outro lado, se você gastar a maior parte de sua energia pensando sobre o resultado, tudo o que sentirá é que ainda não chegou lá. Isso acaba se tornando desanimador e leva a uma baixa autoestima.

Diante disso, uma coisa prática que você pode fazer ter uma autoestima duradoura é mudar o foco para as pequenas rotinas e hábitos que, se realizados regularmente, levarão ao resultado. 

3) Elimine a conversa interna negativa

Elimine a conversa interna negativa

A conversa interna é quando falamos conosco mesmos em nossas cabeças.

Essa conversa tem um efeito profundo em como nos sentimos habitualmente, incluindo nossa autoestima.

Alguns exemplos de conversas internas negativas são:

  • Resmungar sobre como nossos colegas motoristas são irritantes na hora do pico: “Esses idiotas não sabem nada sobre dirigir!”
  • Racionalizar aquele comentário espontâneo que fizemos ao nosso marido e por que é bobo que ele esteja tão bravo: “Ele é muito sensível. Ele sempre foi. Eu estava apenas fazendo uma observação!”
  • Criticar nosso colega de trabalho por seu desempenho na reunião de vendas: “Essa deve ser a pior apresentação de vendas que já vi!”.

Mas não é apenas a conversa interna negativa sobre outras pessoas e coisas que é problema.

Pior ainda é nossa conversa interna negativa sobre nós mesmos:

  • “Deus, eu realmente estraguei tudo naquela conversa. Ela provavelmente pensa que sou um idiota agora”.
  • “Por que sou sempre tão preguiçoso? Todo mundo consegue ir à academia regularmente. Eu simplesmente não consigo me levantar do sofá à noite”.
  • “Não seja tão idiota! Eu sou tão crítico com as outras pessoas. Por que não posso ser mais compassivo com meus amigos?”

Quando nossa conversa interna é cronicamente negativa e autocrítica, pode fazer com que nos sintamos desencorajados, ansiosos, culpados e até deprimidos.

Sendo assim, se fizermos isso a nós mesmos por tempo suficiente, de forma consistente, nossa autoestima pode sofrer um golpe.

A boa notícia é que, simplesmente mudando sua conversa interna para ser um pouco menos negativa, podemos melhorarr a autoestima.

O primeiro passo é praticar estar mais ciente de sua própria conversa interna, especialmente se for excessivamente negativa e crítica sobre você mesmo.

Sendo assim, tente perceber quais situações ou contexto são gatilhos comuns para essa conversa interna e quais tipos de emoções tendem a surgir.

Além disso, você pode tentar pegar sua conversa interna negativa e mudá-la para ser menos dura, crítica e mais realista. 

4) Lembre-se de que todos cometem erros

Sei que às vezes pode parecer que s[o você comete erros. Mas a frase “erra é humano” não é apenas um ditado popular, ela realmente é real. 

Sendo assim, não se cobre tanto por errar. Todo mundo comete erros. Na verdade, o importante é você não permanecer no erro e buscar uma solução.

Aliás, você tem que cometer erros para aprender e crescer. Pensa comigo: quantas vezes um cientista erra até chegar a uma vacina? Centenas e, quem sabe, milhares de vezes. 

Por isso, não se martirize por ter errado. Levanta a cabeça e encontre novos caminhos.

5) Concentre-se no que você pode mudar

É fácil ficar preso a todas as coisas que estão fora de seu controle, mas com isso você não vai conseguir muito.

Em vez disso, tente concentrar sua energia em identificar as coisas que estão sob seu controle e ver o que você pode fazer a respeito. 

Você pode fazer isso escrevendo uma coisa com a qual você não está satisfeito e três maneiras de alterá-la.

Por exemplo, se você não gosta do seu ambiente de trabalho ou dos seus colegas, você pode mudar isso? Provavelmente não.

Nesse caso, você pode mudar as suas próprias atitudes, trocar de empregou ou, até mesmo, abrir o sue próprio negócio.

6) Faça o que te deixa feliz

Sei que a nossa vida é cheia de obrigações e que muitas vezes não gostamos do que fazemos.

No entanto, se você não pode mudar essa situação agora, reserve um tempo para fazer algo que te deixa feliz. 

Isto é, tente agendar um tempo para você todos os dias. Seja o tempo gasto lendo, cozinhando ou simplesmente dormindo um pouco no sofá.

Se você passar o tempo fazendo coisas de que gosta, é provável que pense positivamente. 

7) Pratique exercício físico regulamente

Muitos estudos mostraram uma correlação entre exercícios e aumento da autoestima, bem como melhora na saúde mental

Segundo Debbie Mandel, autor de Addicted to Stress, o exercício cria empoderamento físico e mental. Especialmente levantamento de peso, onde você pode calibrar as realizações.

Além disso, outras formas de autocuidado, como alimentação adequada e sono suficiente, também mostraram ter efeitos positivos na autopercepção de uma pessoa.

8) Peça perdão

Existe alguém em sua vida que você não perdoou? Um ex-parceiro? Um membro da família? Você mesmo? 

Ao nos agarrarmos a sentimentos de amargura ou ressentimento, nos mantemos presos em um ciclo de negatividade. Se não nos perdoamos, a vergonha nos manterá neste mesmo ciclo.

Perdoar a si mesmo e aos outros melhora a autoestima porque nos conecta com nossa natureza amorosa inata e promove a aceitação das pessoas, apesar de nossas falhas.

Conclusão

Em resumo, no artigo de hoje te  mostrei 8 maneiras de construir uma autoestima duradoura.

Em resumo, são técnicas que eu mesma coloco em prática no processo que estou vivendo hoje. 

Se você gostou do artigo e acredita que alguém merecer ler sobre esse assunto, deixa um cometário e compartilhe nas redes sociais.

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Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) o que é e quais são os sintomas

Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC): o que é e quais são os sintomas

Você sabe o que é transtorno obsessivo-compulsivo (TOC)? Muitas vezes usamos  a expressão “TOC” para rotular uma pessoa ou justificar uma mania que temos. 

Por exemplo, você tem algum sistema de organização por cores? Muitas pessoas gostam de organizar o guarda-roupa ou os livros dessa forma. 

Mas isso seria considerado TOC? Você vai ver nesse que o transtorno obsessivo-compulsivo é muito mais do que isso. 

Por isso, vou te mostrar neste artigo:

  • O que é transtorno obsessivo-compulsivo;
  • Quais os sinais e sintomas;
  • O que causa o TOC;
  • Como o TOC é tratado;
  • Quando procurar ajuda.

Vamos lá?

O que é transtorno obsessivo-compulsivo?

O que é transtorno obsessivo-compulsivo?

Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) é uma doença mental que causa obsessões ou compulsões.

Ou seja, o TOC não é sobre hábitos como roer as unhas ou ter pensamentos negativos.

Um pensamento obsessivo pode ser que certos números ou cores são “bons” ou “ruins”. 

Um hábito compulsivo pode ser lavar as mãos sete vezes depois de tocar em algo que pode estar sujo.

Embora você possa não querer pensar ou fazer essas coisas, você se sente impotente para parar.

O fato é que todo mundo tem hábitos ou pensamentos que às vezes se repetem.

No entanto, as pessoas com TOC têm pensamentos ou ações que:

  • Tome pelo menos uma hora por dia;
  • Estão além do seu controle;
  • Não são agradáveis;
  • Interferem no trabalho, na vida social ou em outra parte da vida.

Quais os sinais e sintomas?

Pessoas com TOC podem ter sintomas de obsessões, compulsões ou ambos. 

Obsessões

Obsessões são pensamentos, desejos ou imagens mentais repetidos que causam ansiedade. Os sintomas comuns incluem:

  • Medo de germes ou contaminação;
  • Pensamentos proibidos indesejados ou tabu envolvendo sexo, religião ou dano;
  • Pensamentos agressivos em relação aos outros ou a si mesmo;
  • Ter as coisas simétricas ou em perfeita ordem.

Compulsões

Já as compulsões são comportamentos repetitivos que uma pessoa com TOC sente vontade de fazer em resposta a um pensamento obsessivo. As compulsões comuns incluem:

  • Limpeza excessiva e/ou lavagem das mãos;
  • Ordenando e organizando as coisas de uma maneira particular e precisa;
  • Verificar as coisas repetidamente, como verificar repetidamente se a porta está trancada ou se o forno está desligado;
  • Contagem compulsiva.

Lembre-se que nem todos os rituais ou hábitos são compulsões. Todo mundo checa as coisas às vezes. Mas uma pessoa com TOC geralmente:

  • Não consegue controlar seus pensamentos ou comportamentos, mesmo quando esses pensamentos ou comportamentos são reconhecidos como excessivos;
  • Passa pelo menos 1 hora por dia nesses pensamentos ou comportamentos;
  • Não sente prazer ao realizar os comportamentos ou rituais, mas pode sentir um breve alívio da ansiedade que os pensamentos causam;
  • Experimenta problemas significativos em sua vida diária devido a esses pensamentos ou comportamentos;

Além disso, alguns indivíduos com TOC também têm tique nervoso. Os tiques motores são movimentos repentinos, breves e repetitivos. 

Como, por exemplo, piscar os olhos e outros movimentos oculares, caretas faciais, encolher de ombros e sacudir a cabeça ou ombros. Os tiques vocais comuns incluem sons repetitivos de pigarro, fungadela ou grunhidos.

Os sintomas podem ir e vir, diminuir com o tempo ou piorar. No entanto, alguns adultos e a maioria das crianças pode não perceber que seu comportamento é fora do comum. 

Se você acha que tem TOC, converse com seu médico sobre seus sintomas. Se não for tratado, o TOC pode interferir em todos os aspectos da vida.

O que causa o TOC?

O que causa o TOC

Os especialistas não entendem inteiramente porque algumas pessoas desenvolvem TOC.

Eles têm algumas teorias sobre as possíveis causas, incluindo:

História de família

É provável que você tenha TOC se um membro da família também tiver a doença.

Os especialistas acreditam ser possível que certos genes possam desempenhar um papel no desenvolvimento, mas eles ainda não descobriram nenhum gene específico que cause o TOC.

Além disso, nem todas as pessoas com TOC também têm um membro da família com a doença.

Causas biológicas

A química do cérebro também pode desempenhar um papel. Algumas pesquisas sugerem que a função prejudicada em certas partes do cérebro ou problemas com a transmissão de certas substâncias químicas do cérebro, como a serotonina e a norepinefrina, podem contribuir para o TOC.

Fatores Ambientais

Também é possível que trauma, abuso ou outros eventos estressantes possam desempenhar um papel no desenvolvimento de TOC e outras condições de saúde mental.

Além disso, outro fator ambiental relacionado ao TOC é PANDAS, que significa transtornos neuropsiquiátricos autoimunes pediátricos associados a infecções estreptocócicas.

Esse diagnóstico ocorre em crianças que contraem uma infecção por estreptococos e, de repente, desenvolvem sintomas de TOC ou apresentam sintomas de TOC agravados após uma infecção por estreptococos.

Fatores de risco

Fatores que podem aumentar o risco de desenvolver ou desencadear transtorno obsessivo-compulsivo incluem:

Eventos de vida estressantes 

Se você passou por eventos traumáticos ou estressantes, seu risco pode aumentar.

Além disso, essa reação pode, por algum motivo, desencadear os pensamentos intrusivos, rituais e sofrimento emocional característicos do TOC.

Outros transtornos de saúde mental

O TOC pode estar relacionado a outros transtornos de saúde mental, como transtornos de ansiedade, depressão, abuso de substâncias ou transtornos de tiques.

Como o TOC é tratado?

Os especialistas em saúde mental geralmente consideram a terapia e a medicação, ou uma combinação das duas, os mais benéficos no tratamento do TOC.

A prevenção de exposição e resposta, um tipo de terapia cognitivo-comportamental (TCC), é geralmente a abordagem recomendada.

Este tipo de tratamento o expõe gradualmente a temas de suas obsessões ou coisas que causam compulsões.

No espaço seguro da terapia, você pode aprender a lidar com o desconforto que sente sem agir de acordo com as compulsões.

Você provavelmente também passará algum tempo praticando essas habilidades em casa ou em outros ambientes fora da terapia.

Se você tiver sintomas graves de TOC, ou se seus sintomas não parecem responder apenas à terapia, seu provedor de saúde mental pode recomendar que converse com um psiquiatra sobre a medicação.

Você pode tomar medicamentos por um curto período de tempo, enquanto aprende como lidar com os sintomas na terapia.

Os medicamentos que podem ter benefícios para os sintomas de TOC incluem antidepressivos ou antipsicóticos.

Além disso, há também a estimulação cerebral profunda, um novo tipo de tratamento.

No entanto, este tratamento ainda não foi totalmente pesquisado. Isso significa que pode representar alguns riscos à saúde. 

Quando procurar ajuda para sintomas de TOC?

Quando procurar ajuda para sintomas de TOC

É hora de buscar ajuda para o TOC se:

  • As obsessões ou compulsões ocupam mais de uma hora do seu dia;
  • Os pensamentos intrusivos ou seus esforços para suprimi-los causam angústia;
  • Os sintomas de TOC:
    • incomodam, frustram ou causam outro sofrimento;
    • atrapalham as coisas que você precisa ou quer fazer;
    • afetam negativamente sua vida e seus relacionamentos.

O problema é que as pessoas com TOC geralmente relutam em procurar ajuda porque se sentem envergonhadas ou constrangidas.

Por isso, é importante lembrar que o TOC é uma condição de saúde como qualquer outra.

Então não há nada para se sentir envergonhado. Ter TOC não significa que você está “louco” e não é sua culpa que você o tenha.

Diante disso, existem duas maneiras principais de obter ajuda:

  • Encaminhar-se diretamente para um serviço de terapias psicológicas;
  • Consulte um médico: eles perguntarão sobre seus sintomas e podem encaminhá-lo para um serviço de terapia psicológica local, se necessário.

Além disso, se você acredita que um amigo ou membro da família pode ter TOC, tente conversar com ele sobre suas preocupações e sugira que busquem ajuda.

É improvável que o TOC melhore sem tratamento e suporte adequados.

Conclusão

Em resumo, no artigo de hoje te mostrei o que é transtorno obsessivo-compulsivo.

Antes de tudo, você viu quais os sinais e sintomas e o que causa o TOC.

Além disso, te mostrei também como o TOC é tratado e quando procurar ajuda.

Se você conhece alguém que precisa ler esse artigo compartilhe com ele. A informação é o primeiro passo para ajudar alguém!

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Plano de saúde cobre cirurgia plástica?

Plano de saúde cobre cirurgia plástica?

Se você quer saber se o plano de saúde cobre cirurgia plástica precisar ler esse artigo até o final. 

Isso porque no artigo de hoje vou te mostrar:

  • O que é cirurgia plástica;
  • Qual a diferença entre cirurgia reparadora  e estética;
  • Quais cirurgias plásticas que o plano de saúde cobre;
  • Quando o plano de saúde não cobre;
  • E como solicitar a sua operadora.

Enfim… Vamos lá?

O que é cirurgia plástica?

O que é cirurgia plástica

Cirurgia plástica é um procedimento médico que visa a reconstituição de uma parte do corpo humano por razões médicas ou estéticas.

Qual a diferença entre cirurgia plástica reparadora e cirurgia plástica estética?

A cirurgia plástica reparadora é aquela realizada por razões médicas. Ou seja, ela é feita para corrigir lesões deformantes, defeitos congênitos ou adquiridos.

Já a cirurgia plástica estética é feita pelo paciente com a intenção de alterar algum aspecto físico que não o agrado.

Quais cirurgias plásticas o plano de saúde cobre?

Em geral, os planos de saúde cobrem a cirurgia plástica reparadora. Segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), essas cirurgias são:

Retirada de excesso de pele

A cirurgia de retirada de excesso de pele ocorre quando o paciente passa pelo procedimento de redução do estômago (bariátrica ou gastroplastia).

Considera-se uma cirurgia reparadora porque o excesso de pele pode comprometer a saúde e o dia a dia do paciente. Ocasionando infecções e afetando o estado emocional.

Reconstrução da mama

Mulheres que fizeram mastectomia realizam a reconstrução da mama. Ou seja, em pacientes que receberam o diagnóstico de câncer de mama, lesões traumáticas e tumores em geral.

Isso inclui também a mastoplastia na mama oposta após reconstrução da contralateral, em casos de lesões traumáticas e tumores.

Além disso, é importante frisar que, casa uma mama esteja saudável, a cirurgia pode ser feita apenas em uma mama.

Redução de mamas

A redução da mama também pode ser chamada de cirurgia para redução dos seios ou mamoplastia redutora.

Procura-se o procedimento quando o tamanho e o peso da mama está acima das características anatômicas do tórax. Ou quando gera incômodo estético para o paciente.

Além disso, também indica-se para os casos de gigantomastia e para pacientes com mamas avantajadas quem passam a envergar a coluna para disfarçá-las.

No entanto, mesmo nesses casos a paciente precisa receber o diagnóstico de que pode haver problemas na coluna e na postura em determinadas situações.

Ou seja, o médico responsável pelo pedido deve elaborar um laudo médico. Dessa forma, o plano de saúde é OBRIGADO a custear a cirurgia de redução da mama. 

Queloides, cicatrizes hipertróficas e queimaduras

Apesar de parecer uma cirurgia plástica estética, em muitos casos as queloides, cicatrizes e queimaduras pode trazer consequências para a saúde do paciente.

Nesses casos, é importante verificar com o plano de saúde como será o procedimento. 

Blefaroplastia

A blefaroplastia ocorre quando a pálpebra está tão caída que interfere na visão.

Nesse caso também é necessária a indicação médica, bem como a entrada com um processo na operadora pedindo a realização do procedimento.

Órteses e próteses

Além disso, a cobertura de cirurgia plástica também é obrigatória no caso de órteses, próteses e seus apêndices associados à prática cirúrgica. 

Quando o plano de saúde não cobre cirurgia plástica?

Quando o plano de saúde não cobre cirurgia plástica

Como te disse antes, as operadoras de saúde não são obrigadas a cobrir cirurgias plásticas puramente estéticas. Aliás, essa é uma determinação da ANS.

Ou seja, se o beneficiário desejar realizar uma lipoaspiração só por estética, por exemplo, o plano de saúde não tem obrigação de cobrir. 

Como solicitar uma cirurgia plástica?

Para solicitar a cirurgia plástica para o seu plano de saúde, você: 

  • Deve agendar uma consulta;
  • Manifestar o interesse em fazer o procedimento;
  • Passar por avaliações e realizar os exames.

Além disso, é importante lembrar que esses tipos de procedimentos costumam exigir um prazo de carência.

Ou seja, você deve verificar antes, se é possível fazer a cirurgia plástica. Ou se o contrato estípula um período de vigência antes que ela possa ser realizada.

Por ouro lado, se for o caso de cirurgia emergencial, dependendo do seu contrato, você pode solicitar o reembolso parcial ou integral posteriormente.

Posso pedir reembolso para o plano de saúde?

Você pode pedir reembolso para o plano de saúde em duas situações:

  1. Se estiver previsto em contato; ou
  2. Se a rede credenciada não oferecer profissional que preste o atendimento.

Além disso, sem o reembolso previsto no contrato do plano, o beneficiário pode acionar a operadora e verificar se pode optar por um profissional particular.

Nesse caso, o próprio paciente paga pelas demais despesas. 

Tem carência para realizar a redução da mama?

Quando não há doença preexistente, segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar, o prazo de carência para cirurgias é de 180 dias. 

Caso a cirurgia precise ser realizada em caráter de urgência ou emergência, a carência é de 24 horas. Contados a partir da data de assinatura do contrato. 

Conclusão

Em geral, no artigo de hoje te mostrei o que é cirurgia plástica e qual a diferença entre cirurgia reparadora e estética.

Antes de tudo, você viu também quais cirurgias plásticas que o plano de saúde cobre e quando ele não cobre;

Além disso, te mostrei como solicitar você pode acionar a sua operadora.

Enfim… Gostou do artigo? Deixa um comentário e compartilhe o link nas redes sociais.

Se ficou algum dúvida sobre o assunto, entre em contato com um dos nossos consultores.

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Quando consultar um psicólogo?

Quando consultar um psicólogo?

Você sabe quando é o momento certo de consultar um psicólogo? 

Sei que a vida é cheia de desafios e que existem alguns que podem ser tão intensos que parece impossível seguir em frente.

Quer seja a morte de um ente querido ou sentimentos avassaladores de ansiedade.

Por ouro lado, é importante saber que há ajuda disponível para todos os problemas que a vida coloca em seu caminho.

Sei que às vezes pode parecer que você não precisa procurar um profissional.

Mas separei aqui para você os motivos comuns pelos quais você deve consultar um psicólogo.

Perda

A morte é uma parte inevitável da vida, mas isso não a torna mais fácil de lidar.

Aliás, cada pessoa lida com a perda de um ente querido, seja um pai ou um animal de estimação, de maneira diferente.

O problema é que evitar a realidade da perda pode levar a problemas mais longos e persistentes.

Por isso, um psicólogo pode ajudá-lo a encontrar maneiras adequadas de lidar com a morte de alguém próximo a você.

Estresse e ansiedade

Estresse e ansiedade

Certas situações da vida são estressantes e outras podem fazer com que você se sinta ansioso.

Além disso, o estresse e a ansiedade, se deixados para piorar, podem levar ao isolamento social, depressão e uma série de outros problemas.

Dessa forma, consultar um psicólogo pode ajudá-lo a controlar o estresse e a ansiedade.

Encontrando assim a fonte ou a causa de seus problemas, bem como as formas adequadas de superá-los.

Depressão

Sentimentos avassaladores de impotência ou desesperança são sinais comuns de depressão.

Embora algumas pessoas acreditem que você pode “sair” da depressão, isso raramente ocorre.

Isso porque a depressão é um transtorno mental comum. As pessoas perdem o interesse pelas coisas, pela experiência e, muitas vezes, têm problemas para controlar suas emoções.

Por isso, consultar um psicólogo pode ajudá-lo a encontrar a fonte da depressão, além de ajudar nos processos de pensamento negativo.

Fobias

Alguns medos incomuns e infundados podem criar problemas substanciais em sua vida. Por exemplo, a sitofobia (medo de comer) pode levar a sérios problemas de saúde.

Problemas de família e relacionamento

Problemas de família e relacionamento

Os relacionamentos, sejam familiares, pessoais ou de trabalho, têm seus altos e baixos.

Embora os relacionamentos possam ser algumas das melhores coisas da vida, também podem ser uma fonte de estresse e problemas.

Consultar um psicólogo, sozinho ou em grupo, pode ajudar a eliminar as rugas que podem se formar até mesmo nos relacionamentos mais fortes.

Hábitos pouco saudáveis ​​e vícios

Alguns hábitos pouco saudáveis ​​(como fumar, beber e usar drogas) costumam ser usados ​​para escapar de problemas subjacentes maiores ou para se automedicar.

Embora o seu psicólogo o ajude a resolver esses problemas, ele também pode ajudá-lo a lidar com os problemas de saúde.

Tais como vícios, distúrbios alimentares, gerenciamento de estresse e problemas de sono.

Melhoria de performance

Algumas das pessoas mais bem-sucedidas alcançam seus objetivos visualizando-os primeiro.

Os atletas se preparam mentalmente para uma competição com tanta intensidade quanto treinam fisicamente seu corpo.

Outros usam essa técnica para se preparar proativamente para eventos desafiadores da vida.

Assim como você ensaia um discurso antes de dar, seu psicólogo pode ajudá-lo a se preparar para grandes eventos.

A ideia é que você tenha o melhor desempenho, seja uma Olimpíada ou uma entrevista de emprego.

Clareza mental

Clareza mental

Consultar um psicólogo pode ajudá-lo a melhorar sua clareza mental agindo como um par de ouvidos imparciais.

Frequentemente, as pessoas encontram suas próprias soluções apenas por se ouvirem falando em voz alta na terapia.

O simples fato de revelar seus problemas ajuda muitas pessoas a:

  • Melhorar sua clareza mental;
  • Ser mais capazes de se concentrar; e
  • Se tornarem mais orientadas para as tarefas.

Por isso, os psicólogos são treinados para serem grandes ouvintes.

Transtornos Mentais

Às vezes, vários sintomas são causados ​​por problemas maiores. Os Transtornos Mentais, por exemplo, podem se manifestar de várias maneiras.

Muitas vezes estão disfarçados de outra coisa e só podem ser descobertos com a ajuda de um profissional de saúde mental. Alguns transtornos mentais com sintomas variados incluem:

  • Transtorno bipolar;
  • Transtorno depressivo maior;
  • Esquizofrenia;
  • Transtorno de estresse pós-traumático.

Encontrar a ajuda certa

O primeiro passo é encontrar um psicólogo local e iniciar um relacionamento que seja aberto, comunicativo e próspero. Depois disso, é tudo uma questão de trabalhar juntos para maximizar sua saúde mental e ajudá-lo a viver uma vida melhor.

Ao ajudá-lo a manter a mente limpa e a controlar qualquer estresse, ansiedade, fobias e outros problemas que você enfrenta.

Um psicólogo pode ajudá-lo a obter o máximo da vida e a mantê-lo livre de sintomas de depressão e outros problemas de saúde mental.

Se você tem um plano de saúde, verifique quais profissionais estão qualificados e fazem parte da sua cobertura.

Conclusão

Em resumo, no artigo de hoje te mostrei quando você deve procurar um psicólogo.

Antes de tudo, re mostrei que importante se consultar um psicólogo quando você tem uma perda familiar, estresse, ansiedade e depressão. 

Também é essencial procurar um psicólogo quando tiver problemas familiares ou em relacionamento, hábitos pouco saudáveis e vícios. 

Além disso, o psicólogo também ajuda a melhorar performance, clareza mental e transtornos mentais.

Enfim… Gostou do artigo? Deixa um comentário e compartilhe com as pessoas que você sabe que merecem sabem mais sobre esse assunto.

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O que são doenças genéticas?

O que são doenças genéticas?

Você sabe o que são doenças genéticas? Provavelmente você conheça uma ou duas. Ou conhece alguém que tem. 

Mas se você está aqui neste artigo é porque precisa de mais informações sobre o assunto. 

Por isso, vou começar pelo conceito básico de gene. 

O que é um gene?

O que é um gene

Genes são seções ou segmentos de DNA que são carregados nos cromossomos e determinam características humanas específicas. Por exemplo, altura ou cor do cabelo.

Algumas características vêm de um único gene, enquanto outras vêm de combinações de genes.

Sendo assim, como cada pessoa tem cerca de 25 mil genes diferentes, há um número quase infinito de combinações possíveis.

Enfim, para entender como os genes funcionam, vou revisar alguns fundamentos da biologia. 

Fundamentos da biologia

A maioria dos organismos vivos é composta de células que contêm DNA.

O DNA tem quatro substâncias químicas (adenina, timina, citosina e guanina – A, T, C e G) que são amarradas em padrões em fitas finas enroladas na célula.

Os genes são feitos de DNA. E diferentes padrões de A, T, G e C codificam as instruções para fazer as coisas de que seu corpo precisa para funcionar.

Como, por exemplo, as enzimas para digerir os alimentos ou o pigmento que dá a cor aos seus olhos)

Sendo assim, à medida que suas células se duplicam, elas passam essa informação genética para as novas células.

Além disso, o DNA é agrupado para formar estruturas chamadas cromossomos. A maioria das células do corpo humano tem 23 pares de cromossomos, perfazendo um total de 46. 

Genes e Hereditariedade

Hereditariedade é a passagem de genes de uma geração para a outra. Como, por exemplo, você herdar os genes de seus pais. 

A hereditariedade ajuda a torná-lo a pessoa que você é hoje: baixo ou alto, com cabelo preto ou loiro, com olhos castanhos ou azuis.

Mas o que acontece se uma pessoa alterar (ou fazer uma mutação) em um gene?

Às vezes, as mudanças causam pequenas diferenças, como a cor do cabelo. No entanto, outras mudanças nos genes podem causar problemas de saúde.

Mutações em um gene acabam fazendo com que aquela cópia específica do gene não execute seu trabalho da maneira que deveria.

Como temos duas cópias de cada gene, normalmente ainda há uma cópia de trabalho “normal” do gene.

Nestes casos, normalmente nada de extraordinário acontece, uma vez que o corpo ainda pode fazer as tarefas de que necessita. Ou seja, este é um exemplo de traço autossômico recessivo.

Sendo assim, para alguém ter uma doença ou característica recessiva, a pessoa deve ter uma mutação genética em ambas as cópias do par de genes. Fazendo assim com que o corpo não tenha cópias funcionais desse gene específico.

Uma pessoa pode nascer com mutações genéticas ou podem ocorrer ao longo da vida.

As mutações podem ocorrer quando as células estão envelhecendo ou foram expostas a certos produtos químicos, ou radiação.

Felizmente, as células em geral reconhecem esses tipos de mutações e as reparam por si mesmas. Outras vezes, porém, podem causar doenças, como alguns tipos de câncer.

Além disso, se a mutação genética existe nos óvulos ou espermatozoides, as crianças podem herdar a mutação genética de seus pais.

Sendo assim, quando a mutação está em todas as células do corpo, o corpo não é capaz de “reparar” a mudança genética.

O que é uma doença genética?

O que é uma doença genética

Enfim, você já sabe o que é gene, agora fica fácil entender o que é uma doença genética.

Sendo assim, uma doença genética é qualquer doença causada por uma anormalidade na composição genética de um indivíduo. 

A anormalidade genética pode variar de minúscula a maior. Ou seja, de uma mutação discreta em uma única base no DNA de um único gene a uma anormalidade cromossômica bruta. Envolvendo assim a adição ou subtração de um cromossomo inteiro, ou conjunto de cromossomos. 

Algumas pessoas herdam doenças genéticas dos pais, enquanto mudanças adquiridas ou mutações em um gene, ou grupo de genes preexistente causam outras doenças genéticas.

Além disso, as mutações genéticas podem ocorrer aleatoriamente ou devido a alguma exposição ambiental.

Em média, as pessoas provavelmente carregam de 5 a 10 genes com mutações em cada uma de suas células.

Aliás, os problemas acontecem quando o gene específico é dominante. Ou quando uma mutação está presente em ambas as cópias de um par de genes recessivos.

Os problemas também podem acontecer quando vários genes variantes interagem uns com os outros (ou com o ambiente) para aumentar a suscetibilidade a doenças.

Por exemplo, às vezes, quando um óvulo e um espermatozoide se unem, a nova célula obtém muitos ou poucos cromossomos. O que pode causar problemas para a criança.

É o que acontece com a maioria das crianças nascidas com síndrome de Down, elas têm um cromossomo extra número 21.

Teste genético

Em alguns casos, as pessoas preocupadas com a possibilidade de serem portadores de certos genes variantes podem fazer o teste genético. Assim podem descobrir as chances de seus filhos herdarem uma doença.

Além disso, mulheres grávidas também podem fazer testes para ver se o feto que estão carregando pode ter certas doenças genéticas.

O teste genético, em geral, envolve a coleta de uma amostra do sangue, pele ou líquido amniótico.

Quais são os quatro tipos de doenças genéticas?

Quais são os quatro tipos de doenças genéticas

Existem vários tipos diferentes de doenças genéticas e incluem:

  1. Herança de gene único
  2. Herança multifatorial
  3. Anormalidades cromossômicas
  4. Herança mitocondrial

Vou te explicar sobre elas agora. 

Distúrbios de herança de gene único

A herança de um único gene também é chamada de herança mendeliana ou monogenética.

Alterações ou mutações que ocorrem na sequência de DNA de um único gene causam esse tipo de herança.

Existem milhares de doenças de um único gene conhecidas. No entanto, os distúrbios de um único gene têm diferentes padrões de herança genética, incluindo:

  • Herança autossômica dominante, na qual apenas uma cópia de um gene defeituoso (de um dos pais) é necessária para causar a doença;
  • Herança autossômica recessiva, na qual duas cópias de um gene defeituoso (uma de cada pai) são necessárias para causar a doença; e
  • Herança ligada ao X, em que o gene defeituoso está presente na mulher, ou cromossomo X. A herança ligada ao X pode ser dominante, ou recessiva.

Além disso, alguns exemplos de distúrbios de um único gene são:

  • Fibrose cística;
  • Alfa e beta talassemias;
  • Anemia falciforme;
  • Síndrome de Marfan;
  • Síndrome do X frágil;
  • Doença de Huntington;
  • Hemocromatose.

Distúrbios de herança genética multifatoriais comuns

A herança multifatorial também é chamada de herança complexa ou poligênica.

Os distúrbios de herança multifatorial são causados ​​por uma combinação de fatores ambientais e mutações em vários genes. 

Por exemplo, diferentes genes que influenciam a suscetibilidade ao câncer de mama foram encontrados nos cromossomos 6, 11, 13, 14, 15, 17 e 22. Algumas doenças crônicas comuns são distúrbios multifatoriais.

Exemplos de herança multifatorial são:

  • Doença cardíaca;
  • Pressão alta;
  • Doença de Alzheimer;
  • Artrite;
  • Diabetes;
  • Câncer;
  • Obesidade.

Além disso, a herança multifatorial também está associada a características hereditárias, como padrões de impressão digital, altura, cor dos olhos e cor da pele.

Anormalidades cromossômicas

Os cromossomos, estruturas distintas constituídas por DNA e proteínas, estão localizados no núcleo de cada célula.

Como os cromossomos são os portadores do material genético, anormalidades no número ou na estrutura dos cromossomos podem resultar em doenças.

Anormalidades cromossômicas, em geral, ocorrem devido a um problema com a divisão celular.

Por exemplo, a síndrome de Down ou trissomia do cromossomo 21 é uma doença genética comum. Ela ocorre quando uma pessoa tem três cópias do cromossomo 21. Existem outras anormalidades cromossômicas, incluindo:

  • Síndrome de Turner;
  • De Klinefelter (47, XXY);
  • De “choro do gato”.

Além disso, as doenças também podem ocorrer devido à translocação cromossômica, na qual partes de dois cromossomos são trocadas.

Distúrbios de herança genética mitocondrial

Este tipo de distúrbio genético é causado por mutações no DNA não nuclear da mitocôndria.

As mitocôndrias são pequenas organelas redondas ou em forma de bastão. Elas estão envolvidas na respiração celular e são encontradas no citoplasma de células vegetais e animais.

Além disso, cada mitocôndria pode conter 5 a 10 pedaços circulares de DNA. Como os óvulos, mantêm suas mitocôndrias durante a fertilização, o DNA mitocondrial é sempre herdado do pai feminino.

Exemplos de doença mitocondrial incluem:

  • Atrofia óptica hereditária de Leber (LHON), uma doença ocular;
  • Epilepsia mioclônica com fibras vermelhas irregulares (MERRF); e
  • Encefalopatia mitocondrial, acidose láctica e episódios como AVC.

Conclusão

Em resumo, no artigo de hoje te mostrei o que são doenças genéticas. Antes de tudo, te mostrei o que é um gene.

Além disso, te mostrei também quais são os quatro tipos de doenças genéticas.

Gostou do artigo? Compartilhe nas redes sociais! Tem alguma dúvida? Deixa um comentário! A nossa equipe fará o possivel para te responder.

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Saber como aumentar autoestima é essencial para você ter uma saúde mental saudável. 

No entanto, nem sempre é uma tarefa fácil. Por isso, neste artigo eu vou te mostrar 7 passos simples para você aumentar autoestima. 

Além disso, também vou te mostrar:

  • O que é autoestima;
  • O que causa baixa autoestima;
  • Como a baixa autoestima nos afeta;
  • Qual profissional procurar.

O que é autoestima?

O que é autoestima

Autoestima, de maneira bem simples, é a opinião que temos de nós mesmos.

Quando temos uma autoestima saudável, tendemos a nos sentir positivos a respeito de nós mesmos e da vida em geral. Isso nos torna mais capaz de lidar com os altos e baixos da vida.

Por outro lado, quando nossa autoestima está baixa, tendemos a ver a nós mesmos e nossa vida de uma maneira mais negativa e crítica.

Assim, também nos sentimos menos capazes de enfrentar os desafios que a vida nos lança.

O que causa baixa autoestima?

A baixa autoestima geralmente começa na infância. Isso acontece porque nossos professores, amigos, irmãos, pais e até mesmo a mídia nos enviam mensagens positivas e negativas sobre nós mesmos. 

A mensagem de que você não é bom o suficiente é a que fica com você, talvez você tenha achado difícil corresponder às expectativas das outras pessoas ou às suas próprias expectativas.

Além disso, a baixa autoestima também pode acontecer por causa do estresse e os eventos difíceis da vida, como uma doença grave ou uma perda.

A personalidade também pode desempenhar um papel. Algumas pessoas são mais propensas a pensamentos negativos, enquanto outras estabelecem padrões impossivelmente elevados para si mesmas.

Como a baixa autoestima nos afeta?

Se você tem baixa autoestima pode se esconder de situações sociais, parar de tentar coisas novas e evitar coisas que considera desafiadoras.

No curto prazo, evitar situações desafiadoras e difíceis pode fazer você se sentir seguro.

A longo prazo, isso pode sair pela culatra porque reforça suas dúvidas e medos.

Isso acontece porque você começa a acreditar que a única maneira de lidar com as situações desafiadoras é evitando-as.

Além disso, viver com baixa autoestima pode prejudicar sua saúde mental e levar a problemas como depressão e ansiedade.

Você também pode desenvolver hábitos prejudiciais, como fumar e beber demais, para lidar com a situação.

7 passos simples para melhorar a su autoestima

7 passos simples para melhorar a su autoestima

Agora que você já sabe o que é autoestima, o que causa e como a baixa autoestima nos afeta, vou te mostrar 7 passos simples que podem ajudá-lo a se sentir melhor consigo mesmo.

1) Identifique e desafie suas crenças negativas

O primeiro passo é identificar, e então desafiar, suas crenças negativas sobre si mesmo.

Observe seus pensamentos sobre você. Por exemplo, você pode se pegar pensando “Não sou inteligente o suficiente para fazer isso” ou “Não tenho amigos”.

Ao fazer isso, procure evidências que contradizem essas afirmações. Anote a afirmação e as evidências para se lembrar de que suas crenças negativas sobre você não são verdadeiras.

2) Reconheça no que você é bom 

Para aumentar autoestima, você precisa entender que todos somos bons em alguma coisa, seja cozinhar, cantar, resolver quebra-cabeças ou ser amigos.

Além disso, também tendemos a gostar de fazer as coisas em que somos bons, o que pode ajudar a melhorar o seu humor.

3) Construa relacionamentos positivos

Se você descobrir que certas pessoas tendem a deixá-lo para baixo, tente passar menos tempo com elas ou diga-lhes como você se sente a respeito de suas palavras ou ações.

Aliás, o ideal é tentar construir relacionamentos com pessoas positivas e que o apreciem.

4) Seja gentil com você mesmo

Ser gentil consigo mesmo significa eliminar ou diminuir a vontade de ser autocrítico.

Além disso, pense no que você diria a um amigo em uma situação semelhante. Frequentemente, damos conselhos muito melhores aos outros do que a nós mesmos.

5) Aprenda a ser assertivo

Outra forma de aumentar autoestima é você respeitar as opiniões e necessidades das outras pessoas e esperar o mesmo delas.

Um truque é olhar para outras pessoas que agem de forma assertiva e copiar o que fazem.

Não se trata de fingir que você é alguém que não é,  mas sim de pegar dicas e sugestões de pessoas que você admira.

6) Comece a dizer “não”

Pessoas com baixa autoestima muitas vezes sentem que têm que dizer sim para outras pessoas, mesmo quando, na verdade, não querem.

O risco é que você fique sobrecarregado, ressentido, zangado e deprimido.

Na maioria das vezes, dizer “não” não perturba os relacionamentos.

Pode ser útil continuar dizendo não, mas de maneiras diferentes, até que recebam a mensagem.

7) Dê a si mesmo um desafio

Todos nós nos sentimos nervosos ou com medo de fazer coisas às vezes.

Mas as pessoas com autoestima saudável não permitem que esses sentimentos as impeçam de tentar coisas novas ou de aceitar desafios.

Além disso, estabeleça uma meta para você, como participar de uma aula de ginástica ou ir a um evento social. Alcançar seus objetivos ajudarão a aumentar sua auto-estima.

Qual profissional procurar quando estiver com baica autoestima?

Você pode encontrar ajuda para baixa autoestima em terapias psicológicas como aconselhamento ou terapia cognitivo-comportamental (TCC).

Marque uma sessão com um psicologo e converse sobre ele como você está se sentido

Conclusão

Em resumo, no artigo de hoje te mostrei 6 passos simples para você melhorar a sua autoestima.

Antes de tudo, você viu o que é autoestima e o que causa baixa autoestima.

E também te mostrei como a baixa autoestima nos afeta e qual profissional você deve procurar.

Gostou do artigo? Deixa um comentário e vamos conversar mais sobre esse assunto. 

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