12 motivos para escolher Plano de Saúde Empresarial Bradesco

12 motivos para escolher Plano de Saúde Empresarial Bradesco

O Plano de Saúde Empresarial Bradesco possui ativos que você precisa conhecer agora para se decidir.

Poderia dizer na introdução todas as informações necessárias para você escolher logo o plano Bradesco.

Mas quero que você conheça de perto quais são os benefícios que você vai ter ao contratar esse plano.

 Enfim… Vamos lá?

1) Planos adaptados ao perfil de cada empresa

Planos adaptados ao perfil de cada empresa

Antes de tudo, você precisa saber que o Plano Bradesco possui três tipos de planos que podem se ajustar a sua empresa. Veja só:

  • SPG:
    • 3 (3 a 29 pessoas).
    • 30 (30 a 99 pessoas).
    • 100 (100 a 199 pessoas).

2) Há sete Linhas de Planos

Além disso, há 7 linhas de plano que o Bradesco possui. Elas são:

Premium

Esse plano é ideal para quem deseja a tranquilidade de ser bem cuidado com a vantagem de ser exclusivo.

Além disso, possui coberturas diferenciadas, tais como:

  • Check-up anual para Titulares e dependentes a partir de 29 anos;
  • Fisioterapia e consulta domiciliares, por reembolso, de acordo com os limites contratuais;
  • Cirurgia refrativa independente do grau de refração;
  • Escleroterapia sem limite de sessões;
  • Despesas do acompanhante de paciente de qualquer idade internado;
  • Benefícios do Bradesco Saúde Concierge.

Nacional Plus

O plano Nacional Plus possui um atendimento diferenciado, conforto e qualidade.

Ou seja, esse plano foi pensado para atender quem procura por uma Rede Referenciada exclusiva, disponível em todas as regiões do Brasil.

Afinal de contas, possui hospitais que são referência em serviços de saúde no País. 

Sendo assim, também possui flexibilidade na escolha de padrão de reembolso, que é válido para atendimento no Brasil e no exterior.

Além disso, contempla os serviços do Bradesco Saúde Concierge no caso de beneficiários residentes nas seguintes cidades:

  • Rio de Janeiro;
  • São Paulo;
  • Belo Horizonte; e
  • Salvador.

Nacional

Um de seus principais benefícios é o acesso às diversas opções de padrões de plano.

Ou seja, preveem diferentes múltiplos de reembolso para atendimentos realizados no Brasil e no exterior.

Nacional Flex

Da mesma forma, esse plano tem atendimento em todas as regiões do Brasil.

Os valores são acessíveis e através de uma rede integrada de serviços adequada às necessidades dos clientes.

Além disso, oferece reembolso em caso de atendimento no Brasil.

Preferencial Plus

Para a empresa que necessita de um plano com cobertura regional, essa pode ser a opção ideal.

Afinal de contas, o Preferencial Plus conta com atendimento nos principais municípios de São Paulo e Rio de Janeiro.

Efetivo

Com cobertura nacional, possui uma rede dimensionada para garantir:

  • Melhor equilíbrio entre disponibilidade;
  • Qualidade e eficiência a custos competitivos.

Além disso, oferece reembolso em caso de atendimento no Brasil.

Saúde Rio

Criado para atender empresas a partir de 3 pessoas, o Bradesco Saúde Rio oferece atendimento na cidade do Rio de Janeiro e em mais 12 municípios da Grande Rio.

Ou seja, tudo isso através de uma rede de alta qualidade e custo acessível. 

Além disso, disponibiliza aos clientes uma Central de Agendamento exclusiva para marcação de consultas e exames.

E também prevê reembolso de despesas realizadas em todo o território nacional, inclusive nos casos de urgência e emergência. 

3) Coparticipação com taxas variadas

Coparticipação com taxas variadas

Em princípio, a Coparticipação Ambulatorial é um mecanismo de regulação em que o cliente participa financeiramente no valor dos procedimentos cobertos relativos a pequeno risco.

Isto é o cliente pode optar por um dos seguintes percentuais:

  • 10%
  • 20%
  • 30%
  • Para consultas e exames simples

Além disso, lembre-se que a inclusão da coparticipação é opcional.

4) Grande rol de beneficiários

Uma das principais vantagens para escolher o Plano de Saúde Empresarial do Bradesco é que ele possui um grande rol de clientes. Isto é, o contratante pode adicionar ao seu plano diversas pessoas.

Sendo assim, vou mostrar agora a lista completa de quem é considerado beneficiário titular, beneficiário dependente e dependente agregado.

Beneficiário Titular

São considerados beneficiário titular:

  • Diretores estatutários, sócios com poderes de gestão e administradores;
  • Empregados;
  • Estagiários;
  • Menores Aprendizes com idade entre 14 e 24 anos;
  • Expatriados/Estrangeiros;
  • Afastados;
  • Demitidos e aposentados (conforme a Resolução Normativa n.o 195, da ANS).

Beneficiário Dependente

  • Cônjuge;
  • Companheiro(a): havendo união estável na forma da lei, sem concorrência com o cônjuge;
  • Filhos: solteiros (naturais, adotivos ou enteados) com até 39 anos, 11 meses e 29 dias;
  • Filhos inválidos de qualquer idade, assim considerados aqueles elegíveis para efeito da Declaração de Imposto de Renda do beneficiário titular.

Dependentes Agregados

Os dependentes agregados serão aceitos só na implantação.

Assim considerando a totalidade da fatura da congênere, com, no mínimo, 12 meses de permanência no plano anterior e mediante documentação comprobatória. Ou seja:

  • Em Contratos a partir de 3 pessoas, serão aceitos netos com até 17 anos, 11 meses e 29 dias;
  • A partir de 21 pessoas, serão aceitos pai, mãe, sogro e sogra do beneficiário titular;
  • De 3 a 29 pessoas, serão aceitos genro e nora do beneficiário titular.

5) Isenção de Carências para planos a partir de 10 vidas

De acordo com a modalidade de contratação escolhida, haverá isenção de carência conforme a seguinte tabela:

Plano de saúde Empresarial Bradesco

As isenções de carências são válidas para inclusão em até 30 dias da data de vigência do Contrato ou da admissão do cliente.  Ou seja, fora desse prazo, o beneficiário cumprirá carências normais.

Além disso, é importante lembrar que a Cobertura Parcial Temporária (CPT) para doenças ou lesões preexistentes será aplicada independente da redução/isenção de carências.

6) Livre Escolha de Prestadores

Com reembolso de procedimentos cobertos, o beneficiário pode solicitar o reembolso de despesas de consultas médicas, exames e terapias.

Aliás, devem ser respeitados a área de atuação e os limites contratados.

Basta acessar a área exclusiva do cliente no Portal da Bradesco Seguros e no aplicativo Bradesco Saúde.

7) Meu Doutor Bradesco Saúde

Em princípio é um serviço pioneiro e exclusivo da Bradesco Saúde.

Sendo assim, conta com profissionais selecionados que prezam pela qualidade do atendimento e o cuidado assistencial.

Além disso, o cliente pode acessar, pela área exclusiva do Portal da Bradesco Seguros, a agenda dos médicos e solicitar a marcação da consulta. É simples, rápido e seguro.

8) Segunda Opinião Médica

Segunda Opinião Médica

Trata-se de uma consulta, sem custo, com um profissional especialista com o objetivo de enriquecer o diagnóstico por meio de uma avaliação diferenciada. 

No Programa 2ª Opinião Médica, estão contemplados os seguintes casos com indicação cirúrgica, sendo respeitadas as coberturas contratadas:

  • Doenças Degenerativas da Coluna;
  • Escoliose;
  • Bucomaxilofacial; e
  • Dispositivos Cardíacos (Marca-passo).

9) Remissão

Em caso de falecimento do beneficiário titular, é garantida a isenção de pagamento ao(s) dependente(s) pelo período de até 2 (dois) anos.

No caso de filho(s) dependente(s), o benefício será garantido até os 17 anos, 11 meses e 29 dias.

Além disso, para os demais dependentes, inclusive filhos inválidos, não há limite de idade.

Dessa forma, essa opção está disponível para os planos:

  • Premium;
  • Nacional Plus;
  • Nacional;
  • Preferencial Plus.

10) Contratação Conjugada ao Plano Odontológico

Proporciona uma série de vantagens. Como, por exemplo, custos competitivos e movimentação cadastral integrada, em que o mesmo cartão é reconhecido tanto na rede médica quanto na odontológica.

11) Seguro Viagem Bradesco (Assistência em Viagem)

Disponível para os planos Premium, Nacional Plus, Nacional e Preferencial Plus.

Com ele é possível obter uma série de coberturas no caso de acidentes, acontecimentos imprevistos e doenças com manifestação súbita e aguda.

Isto é quando o cliente estiver em viagem no Brasil a mais de 100 km do município de sua residência, bem como em viagens ao exterior. 

12) Clube de Vantagens

O Clube de Vantagens Bradesco Seguros oferece, sem custo adicional, descontos em diversas categorias, como gastronomia, viagens, serviços de assistência, educação, vestuário, lazer e entretenimento. 

Ou seja, são mais de 300 ofertas cadastradas em estabelecimentos conveniados em todo o País.

Além disso, não é necessário acumular pontos para participar.

Conclusão

Em resumo, no artigo de hoje te mostrei 12 motivos para você contratar o Plano de Saúde Empresarial Bradesco.

Em primeiro lugar você viu quais são os tipos de planos disponíveis e quais são as linhas para sua empresa.

Além disso, te mostrei também que comparticipação possui três taxas variadas, quais são os dependentes disponíveis e os principais diferenciais como, por exemplo:

  • Programa Segunda Opinião Médica;
  • Seguro Viagem Bradesco; e
  • Clube de Vantagens.

Enfim… Agora é com você!

Se tiver qualquer dúvida sobre o assunto ou quer saber mais sobre o Plano de Saúde Empresarial Bradesco, entre em contato com a gente! A nossa equipe está disposta a te ajudar! 

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5 passos para escolher um plano de saúde ideal

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Se você estar querendo escolher um plano de saúde para você e sua família, significa que você é alguém que se preocupa com o futuro. 

Isso porque quem busca um plano de saúde não está pensando apenas no agora, mas também em ter um futuro prologando. 

Afinal de contas, quem não cuida da saúde, corre sérios riscos de receber diagnósticos tardios e não receber o tratamento no momento necessário. 

Pensando nisso, no artigo de hoje vou te mostrar como você pode escolher o plano de saúde ideal para você e sua família. 

Qual o plano de saúde ideal? 

Qual o plano de saúde ideal

Existem duas modalidades de plano de saúde disponíveis. São elas:

  1. Planos individuais (individual ou familiar);
  2. Planos coletivos (coletivo por adesão ou coletivo empresarial).

O plano de saúde individual é indicado para quem deseja um convênio para uma única pessoa ou para a família.

Já nos planos coletivos podem ser adicionadas mais de 2 a 30 pessoas e o preço é muito mais em conta. 

Antes de tudo, escolher o plano de saúde ideal é você optar por uma das modalidades.

Além disso, lembre-se em considerar o número de vidas que você deseja adicionar no plano. 

Sendo assim, após escolher entre as modalidades, você pode seguir o passo a passo a seguir. 

5 passos para escolher o plano de saúde ideal 

5 passos para escolher o plano de saúde ideal

Existem algumas informações que você precisa ponderar antes de assinar um contrato de plano de saúde.

Por isso, vou te mostrar agora um passo a passo para você seguir.

Passo 1: Verifique a cobertura

Cobertura é quais são os procedimentos que fazem parte do plano de saúde.

Por isso, antes de escolher uma operadora você precisa saber qual cobertura é ideal para as suas necessidades.

Sendo assim, você pode escolher entre as seguintes opções:

Plano de saúde ambulatorial

Plano de saúde ambulatorial é um convênio mais simples, com menos opções de serviços e cobertura médica. 

Os serviços oferecidos por um plano de saúde ambulatorial, em geral, inclui:

  • Consultas médicas ilimitadas;
  • Consultas de pré-natal;
  • Exames complementares;
  • Procedimentos clínicos
  • Atendimento de urgência e emergência nas primeiras 12 horas;
  • Hemoterapia ambulatorial;
  • Radioterapia;
  • Hemodiálise;
  • Diálise;
  • Exames complementares:
    • Solicitado por escrito pelo médico cooperado;
    • Autorizado pela operadora;
    • Serviços credenciados ou referenciados pela operadora.

Plano de saúde hospitalar

Plano de saúde hospitalar é uma modalidade de convênio que cobre apenas aos procedimentos hospitalares, ou seja, casos de internações, cirurgias, urgências e emergências.

De maneira geral, o plano de saúde hospitalar cobre:

  • Internação comum e internação em UTI em hospitais credenciados;
  • Consultas médicas e exames complementares que são realizados nos próprios hospitais;
  • Utilização de materiais hospitalares;
  • Tratamentos de radioterapia;
  • Tratamentos de quimioterapia;
  • Transfusão de sangue;
  • Utilização das salas de cirurgia;
  • Medicamentos para anestesia;
  • Acompanhamento pós-operatório completo para o caso de procedimentos cirúrgicos de transplante renal e de córneas;
  • Procedimentos de embolização e de radiologia intervencionista;
  • Fisioterapia.

Além disso, o plano de saúde hospitalar também cobre outros procedimentos específicos como, por exemplo: radioterapia, hemodiálise, diálise e hemoterapia ambulatorial.

Plano de saúde com obstetrícia

Plano de saúde com obstetrícia é uma classificação utilizada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para identificar quais coberturas terá o convênio médico.

Além das coberturas apresentadas antes também cobre:

  • Atendimento pré-natal com exames e tratamentos necessários este período;
  • Atenção ao parto; 
  • Assistência do recém-nascido natural por 30 dias ou adotivo durante o mesmo período; 
  • Consultas;
  • Exames;
  • Internações;
  • UTI neonatal;
  • E outras cirurgias.

Plano de saúde referência

Plano de Saúde Referência é uma assistência médico-ambulatorial e hospitalar com obstetrícia e acomodação em enfermaria. 

O plano de saúde referência cobre:

  • Atendimento em consultórios; 
  • Exames e tratamentos necessários para diagnosticar ou tratar o problema de saúde;
  • Internação em enfermaria, com direito a UTI e parto.

Passo 2: Verifique a rede referenciada

Rede credenciada é quais os hospitais e clínicas vão estar disponível no seu convênio.

Se você tem alguma preferência é importante listar para verificar com a operadora.

É importante verificar também a localização dos hospitais e clínicas que você deseja no seu plano.

Afinal de contas, não vai adiantar muito contratar um plano de saúde com excelentes hospitais. Se ficam em outra cidade ou a uma distância muito grande.

Veja as avaliações dos hospitais 

O site da Agência Nacional de Saúde disponibiliza alguns arquivos de avaliação dos hospitais e clinicas.

Veja algumas informações que você pode pesquisar com a ANS:

  • Consulta de dados e planos disponíveis pela operadora;
  • Qualidade de hospitais, clínicas e laboratórios;
  • Desempenho das operadoras;
  • Monitoramento da garantia de atendimento;
  • Índice de reclamações.

Além disso, você também pode dar uma olhada nas reclamações e filtrá-las.

Nem sempre os usuários têm razão, por isso seja crítico ao verificar as reclamações. 

Passo 3: Verifique as opções de reembolso e carência

É importante procurar por um plano de saúde que permita o reembolso e que esteja de acordo com as regras de carência.

O reembolso é para quando, por exemplo, ocorrer um acidente em outra cidade e precisar de um especialista que não é credenciado à rede você possa ser atendido da mesma forma.

Ou seja, o plano de saúde vai te reembolsar neste caso. Aliás, lembre-se de verificar se:

  • O processo de reembolso é fácil ou burocrático;
  • O valor do reembolso é coerente com os preços praticados na região.

Já a carência é o período, após a assinatura do contrato, em que o beneficiário não pode usar o plano.

Sendo assim, a ANS determina que o prazo máximo a ser aguardado depois de uma contratação é:

  • 24 horas para casos de urgência;
  • 300 dias para obstetrícia (partos prematuros e demais complicações se enquadram em circunstâncias emergenciais);
  • 24 meses para doenças que já eram do conhecimento da pessoa, antes de contratar o plano;
  • 180 dias para demais situações.

Além disso, as operadoras podem estipular um tempo menor ou até inexistente, porém, nunca maior que o estabelecido pela legislação.

Passo 4: Pensa na possibilidade de coparticipação

A coparticipação é quando você paga uma mensalidade mais baixa e paga uma porcentagem apenas quando for utilizar o serviço.

Essa modalidade é vantajosa para quem não realizar muitos procedimentos médicos durante o ano.

Aliás, para saber mais sobre plano de saúde com coparticipação clique aqui.

Passo 5: Veja as operadoras

Agora que você já tem todas as informações essenciais para escolher um plano de saúde ideal, está na hora de comparar as operadoras.

Você pode fazer isso por conta própria ou entrar em contato com uma seguradora especializada. 

Aqui na SmartCare os nossos profissionais são capacitados para te oferecer a melhor opção de acordo com o seu perfil. 

Além disso, se você deseja fazer uma cotação entre em contato com um dos nossos consultores aqui.

Conclusão

Em resumo, no artigo de hoje te mostrei como você pode escolher o plano de saúde ideal.

Antes de tudo, te mostrei em 5 passos as principais informações que você precisa verificar antes de assinar um contrato. 

Gostou do artigo?

Compartilhe o link nas redes sociais. Se tiver qualquer dúvida sobre o assunto deixa um comentário!

A nossa equipe fará o possível para te responder!

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Você está com dúvida sobre por que ter um plano de saúde? Fique tranquilo que no artigo de hoje vou te mostrar 12 motivos que vão te ajudar a fazer a melhor escolha. 

Vamos lá?

1) Tranquilidade no atendimento

Tranquilidade no atendimento

Você já teve que ir até um hospital público e voltar de lá sem atendimento? Acredito que sim. 

Por isso, que um dos principais motivos para ter um plano de saúde é a garantia de um atendimento. 

Aliás, é quase impossível você ir até um hospital credenciado no seu plano e você não receber atendimento.

2) Mais economia

Pode parecer antagônico, mas ter um plano de saúde gera mais economia para você.

Isso porque, a maioria das pessoas, quando não consegue atendimento no hospital público ou quando a consulta marcada pelo SUS vai demorar de dois a três, opta pela rede particular. 

Sendo assim, se você já tiver um plano, além de poupar o estresse também fará a consulta por um preço mais em conta. Aliás, principalmente, se o seu plano for com coparticipação. 

O plano com coparticipação é quando você paga uma mensalidade inferior e só quando for realizar algum procedimento faz o pagamento. Isso é, de acordo com a tabela disponibilizada pela operadora. 

No entanto, se você utiliza muito a rede hospitalar o indicado é fazer um plano de saúde tradicional. 

3) Prevenção

A gente não pode negar que raramente vamos ao médico para fazer uma consulta de rotina.

Isto é, com o plano de saúde você se sente na obrigação de fazer um check-up. 

Além disso, com o plano é mais fácil encontrar os profissionais de saúde que vão te acompanhar durante toda a realização dos exames.

Sendo assim, se houver algum problema, já pode iniciar o tratamento imediatamente.

4) Comodidade no agendamento

Outra vantagem de ter um plano de saúde é a comodidade no agendamento de consultas e exames. 

Aliás, a maioria, se não for todas, as operadoras possuem um atendimento online ou por telefone. 

5) Acesso aos melhores profissionais

Acesso aos melhores profissionais

Infelizmente agendar uma consulta com um especialista é uma das tarefas mais difíceis para quem utiliza o SUS.

Aliás, como te falei antes, dependendo da área você precisa esperar até 3 meses para conseguir um atendimento. 

Já com o plano de saúde você terá acesso aos melhores profissionais o mais rápido possível.

Isso porque o tempo de espera por uma consulta costuma ser bem menor.

6) Rapidez

O plano de saúde possui uma resposta rápida quando o assunto é marcar uma consulta, realizar exames e até mesmo na hora de uma emergência. 

Isso porque a rede privada consegue promover um atendimento imediato, te direcionando para os melhores hospitais e enviando ambulâncias com agilidade.

7) Segurança e qualidade de vida

É importante ter um plano de saúde porque ele é uma garantia de segurança e qualidade de vida para você e sua família. 

Por exemplo, se por acaso acontecer algum acidente ou alguém receber um diagnóstico de doença crônica.

Com o plano você já sabe que terá um atendimento qualificado e no tempo apropriado para cuidar da sua saúde.

8) Praticidade para realizar exames de saúde

Além disso, com o plano de saúde também é mais tranquilo realizar e agendar exames médicos.

Afinal de contas, você só precisa verificar a disponibilidade da sua cobertura. 

9) Coberturas nacionais

Aliás, o plano de saúde também te dá a oportunidade de ter uma cobertura nacional.

Ou seja, se você precisar viajar para outro estado você pode ficar tranquilo.

Afinal de contas, caso precise utilizar um serviço hospitalar você receberá o mesmo atendimento de qualidade. 

10) Infraestrutura de qualidade

Outra vantagem do plano de saúde é a qualidade da infraestrutura dos hospitais e clínicas ofertadas pela operadora. 

Ou seja, você terá acesso a materiais tecnológicos, acomodações confortáveis e profissionais qualificados para atendê-los.

11) Opções diversificadas de hospitais, clínicas e postos de atendimento

Os planos de saúde possuem uma variedade de hospitais, clínicas e postos de atendimento. 

Sendo assim, você pode escolher o seu plano de acordo com a cobertura de sua preferência. 

12) Várias opções de cobertura

O plano de saúde te permite várias opções de cobertura e vou te mostrar agora como cada um delas funciona.

Aliás, isso vai te ajudar a escolher qual é a melhor opção para você. Vamos lá?

O que é plano de saúde ambulatorial?

Plano de saúde ambulatorial é um convênio mais simples, com menos opções de serviços e cobertura médica.

A cobertura se dá apenas em ambulatórios, clínicas e consultórios. Ou seja, não inclui internação e o atendimento hospitalar é por até 12 horas.

Enfim… Os serviços oferecidos por um plano ambulatorial, em geral, inclui:

  • Consultas médicas ilimitadas;
  • Consultas de pré-natal;
  • Exames complementares;
  • Procedimentos clínicos
  • Atendimento de urgência e emergência nas primeiras 12 horas;
  • Hemoterapia ambulatorial;
  • Radioterapia;
  • Hemodiálise;
  • Diálise;
  • Exames complementares:
    • Solicitado por escrito pelo médico cooperado;
    • Autorizado pela operadora;
    • Serviços credenciados ou referenciados pela operadora.

O que é o plano de saúde hospitalar?

Plano de saúde hospitalar é uma modalidade de convênio que cobre apenas aos procedimentos hospitalares, ou seja, casos de internações, cirurgias, urgências e emergências.

Isto é, você irá usufruir das redes hospitalares credenciadas a ele e poderá ser atendido nas unidades que oferecem o serviço de urgência e de emergência.

Por isso que, normalmente, o plano hospitalar é contratado com o plano ambulatorial, pois um complementa o que falta no outro.

Enfim, de maneira geral, o plano de saúde hospitalar cobre:

  • Internação comum e internação em UTI em hospitais credenciados;
  • Consultas médicas e exames complementares que são realizados nos próprios hospitais;
  • Utilização de materiais hospitalares;
  • Tratamentos de radioterapia;
  • Tratamentos de quimioterapia;
  • Transfusão de sangue;
  • Utilização das salas de cirurgia;
  • Medicamentos para anestesia;
  • Acompanhamento pós-operatório completo para o caso de procedimentos cirúrgicos de transplante renal e de córneas;
  • Procedimentos de embolização e de radiologia intervencionista;
  • Fisioterapia.

Além disso, o plano hospitalar também cobre outros procedimentos específicos como, por exemplo: radioterapia, hemodiálise, diálise e hemoterapia ambulatorial.

O que é plano de saúde com obstetrícia?

Plano de saúde com obstetrícia é uma classificação utilizada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para identificar quais coberturas terá o convênio médico.

Por exemplo, no caso o plano com obstetrícia ele pode ser contratado na modalidade hospitalar ou na ambulatorial.

Ou seja, cada escolha de segmentação assistencial, disponibiliza coberturas e atendimentos específicos.

Sendo assim, além das coberturas apresentadas antes também cobre:

  • Atendimento pré-natal com exames e tratamentos necessários este período;
  • Atenção ao parto; 
  • Assistência do recém-nascido natural por 30 dias ou adotivo durante o mesmo período; 
  • Consultas;
  • Exames;
  • Internações;
  • UTI neonatal;
  • E outras cirurgias.

O que é plano de saúde referência?

Plano  de Saúde Referência é uma assistência médico-ambulatorial e hospitalar com obstetrícia e acomodação em enfermaria. 

Segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), sua cobertura mínima também deve ter o atendimento de urgência e emergência integral após as 24 horas da sua contratação.

Ou seja, ele é praticamente o plano padrão entre todos os planos de saúde oferecidos.

Assim sendo, o plano de referência cobre:

  • Atendimento em consultórios; 
  • Exames e tratamentos necessários para diagnosticar ou tratar o problema de saúde;
  • Internação em enfermaria, com direito a UTI e parto.

Conclusão

Em resumo, no artigo de hoje, te mostrei por que você precisa ter um plano de saúde.

Antes de tudo, te mostrei 12 motivos que vão te ajudar a tomar a melhor escolha. 

Você viu que com um plano de saúde você tem mais tranquilidade no atendimento, mais economia, prevenção, comodidade no agendamento, etc. 

Enfim… Ficou com algum dúvida? Deixe um comentário que a nossa equipe está disposta a te ajudar.

Se achar melhor entre em contato com um dos nossos consultores.

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Se você quer saber para quem é indicado o plano de saúde com coparticipação, provavelmente, você está considerado contratar esse tipo de serviço para você e sua família. 

De maneira bem direta, vou te explicar sobre isso e ainda te dar mais informações essenciais sobre o assunto.

Indica-se o plano de saúde com coparticipação para as pessoas que não possuem uma doença preexistente ou que costumam fazer poucas consultas e exames no ano. 

O que é doença preexistente?

De acordo com a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), “doenças ou Lesões Preexistentes (DLP) são aquelas que o beneficiário ou seu representante legal saiba ser portador ou sofredor, no momento da contratação ou adesão ao plano de saúde”.

Ou seja, doença preexistente é toda doença que o indivíduo já possui e sabe disso antes da contratação do serviço.

Alguns exemplos são:

  • Hipertensão arterial sistêmica;
  • Acidente vascular encefálico (derrame);
  • Diabetes mellitus tipo 2;
  • Infarto agudo do miocárdio;
  • Catarata;
  • Anemias;
  • Deficiência de vitaminas;
  • Doenças genéticas;
  • AIDS;
  • Doenças cardíacas;
  • Hérnias;
  • Câncer;
  • Doenças congênitas;
  • Pedra na vesícula ou nos rins.

E quando esse plano não é indicado?

E quando esse plano não é indicado

Não se indica o plano de saúde com coparticipação para quem tem uma doença preexistente, idosos, gestante ou quem planeja ter um filho.

Isso porque, geralmente, há grandes chances de agendamento de consultas e exames com frequência ao longo do mês.

Além disso, não indica para população idosa porque esse tipo de perfil requer maior atenção médica na maioria das vezes.

O quero te dizer é que nestes casos o plano completo é a melhor opção. Pois você pagará mensalmente o preço acordado no contrato e nenhum outro valor a mais para agendar as especialidades desejadas.

Ou seja, independentemente do número de procedimentos realizados mensalmente você pode usufruir de todos os benefícios sem se preocupar.

Como funciona o plano de saúde com coparticipação?

O plano de saúde com coparticipação é uma alternativa para quem deseja ter as vantagens do plano de saúde e ainda sim pagar mais barato. 

Ou seja, ele assemelha-se com o plano de saúde tradicional. Mas a diferença é que o usuário paga (além da mensalidade) por cada serviço utilizado. 

Por exemplo, ao invés de pagar R$ 600 todo mês e raramente precisar ir a um consultório médico, você pode pagar uma mensalidade mais barata e custear um valor extra apenas quando for realizar uma consulta, exame, procedimento ou internações. 

 O importante é verificar com a operadora a taxa por cada procedimento na tabela das prestadoras pra saber se realmente vale a pena ou não. Geralmente, a taxa de uma consulta gira em torno de R$ 20 ou 20% do valor previsto na tabela. 

Segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), a operadora só está proibida de cobrar o valor integral do procedimento. Por isso, é importante ficar atento ao repasse dos valores e dos reajustes.

O que é cobrado no plano com coparticipação? 

Entre os serviços normalmente cobrados no plano de saúde com coparticipação, estão:

  • Consultas médicas: cobra-se individualmente, ou seja, a cada consulta;
  • Exames simples: o valor pago não será da única coleta, mas sim de todos os exames solicitados pelo médico;
  • Exames personalizados: cobra-se individualmente.
  • Internações: cobra-se referente ao evento. Ou seja, independente se for um dia ou dez dias, o valor será o mesmo. 

Além disso, não cobra na coparticipação os exames realizados em regime de internação.

Quais as vantagens do plano de saúde com coparticipação

Quais as vantagens do plano de saúde com coparticipação

As vantagens do plano de saúde com coparticipação se resume a:

  • Cobertura igual de um plano comum;
  • Mensalidade do plano de saúde mais em conta;
  • Ideal para quem não tem doenças crônicas, mas quer ter mais tranquilidade em relação à saúde;

Os planos com coparticipação significam uma maneira efetiva de economizar e ainda assim cuidar da saúde.

Afinal de contas as mensalidades mais em conta são um grande atrativo para quem não pode gastar tanto.

Outra vantagem dos planos com coparticipação é que eles têm um teto para cobrança das taxas ou percentuais sobre consultas e exames médicos.

Ou seja, você saberá o máximo que poderá gastar quando precisar de um atendimento. 

Além disso, as taxas e percentuais em coparticipação só são aplicam em consultas médicas e exames laboratoriais.

Isso que dizer que o beneficiário não vai pagar nada a mais por internações, tratamentos de quimioterapia, sessões de psicoterapia, demais terapias e cirurgias.

Como fazer a escolha certa?

Para fazer a escolha certa do plano de saúde com coparticipação, você deve estudar minuciosamente cada cláusula da proposta e verificar quanto você vai pagar por cada consulta. Depois, veja se é a melhor opção para o seu orçamento.

Além disso, é importante verificar também se o plano com coparticipação é o ideal para você. Para saber isso você pode faze uma suposição simples.

Por exemplo, se o plano tradicional custa R$ 400 e o plano com coparticipação custa R$ 250.

Se você optar pela opção aparentemente mais barata, você deve economizar, de forma bruta, R$150 por mês, ou, em um ano, R$ 1800.

Mas não é só isso que você deve levar em consideração, afinal de contas terá mês que você pode precisar realizar mais de uma consulta. 

Por isso, veja quanto é a taxa ou o teto para taxas de consultas, ou exames no plano de coparticipação.

Se, por consulta, você precisar gastar R$ 50, significa que se você fizer menos de 32 consultas em um ano (R$ 600), o plano de coparticipação deste ainda será a melhor opção.

É importante também levar em consideração eventuais emergências ou imprevistos que podem encarecer o plano ao longo do ano.

Conclusão

No artigo de hoje te mostrei para quem é indicado o plano de saúde com coparticipação. 

Você viu também o que é uma doença preexistente, quando um plano com coparticipação não é indicado e como ele funciona. 

Além disso, também te mostrei quais as vantagens desse tipo de plano e como você pode fazer a escolha certa.

Ficou com a dúvida sobre o plano de saúde com coparticipação? Deixe um comentário ou entre em contato com um dos nossos consultores.

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Como funciona plano de saúde com coparticipação

Como funciona plano de saúde com coparticipação

Você sabe como funciona plano de saúde com coparticipação? Essa é uma de várias opções para cuidar da sua saúde e da sua família. 

Aqui no blog já te dei várias dicas sobre o assunto, mas neste artigo vou te mostrar:

  • O que é e como funciona o plano de saúde com coparticipação;
  • Quais os procedimentos que não podem haver cobrança;
  • O que é e como é cobrado;
  • Quando vale a pena;
  • E o que é melhor: plano com ou sem coparticipação.

Enfim… Vamos começar por o que é plano de saúde com coparticipação.

O que é plano de saúde com coparticipação?

O que é plano de saúde com coparticipação

O plano de saúde com coparticipação é uma modalidade onde o usuário paga, além da mensalidade, uma parte das despesas pelo atendimento ou procedimentos.

Além disso, esse plano de saúde é mais em conta do que os planos de saúde tradicionais.

Como funciona o plano de saúde com coparticipação?

Cobram-se os valores de acordo com tipos de procedimentos.

Por exemplo, a operadora pode aplicar uma porcentagem nos atendimentos com nutricionistas, psicólogos, fisioterapeutas e outras terapias.

Além disso, em geral, o valor da contribuição não é pago direto ao prestador do serviço. Contabiliza-se o custo na fatura emitida pela operadora para o beneficiário.

Ou seja, quem repassa o valor para o profissional de saúde é a própria operadora. 

Quais os procedimentos em que NÃO pode haver cobrança de coparticipação?

Quais os procedimentos em que NÃO pode haver cobrança de coparticipação

Segundo a ANS, alguns procedimentos não podem haver cobrança de coparticipação. Isso inclui:

4 consultas por ano

Quatro consultas por ano (em consultório ou em domicílio) realizadas com médico generalista (pediatria, clínica geral, médico de família, geriatria, ginecologista). 

Exames preventivos

  • Mamografia em mulheres de 40 a 69 anos: 1 exame a cada 2 anos
  • Citologia oncótica cérvico-uterina em mulheres de 21 a 65 anos: 1 exame por ano
  • Sangue oculto nas fezes em adultos de 50 a 75 anos: 1 exame ao ano
  • Colonoscopia em adultos de 50 a 75 anos
  • Glicemia de jejum: 1 exame ao ano para pacientes acima 50 anos
  • Hemoglobina glicada: 2 exames ao ano para pacientes diabéticos
  • Lipidograma em homens acima de 35 anos e mulheres acima de 45 anos: 1 exame ao ano
  • Teste HIV e sífilis: 1 exame ao no

Tratamentos crônicos

Sem limite de número para hemodiálise, radioterapia e quimioterapia intravenosa e horal, hemoterapia crônica e imunobiológicas para doenças definidas nas Diretrizes de Utilização (DUTs).

Exames de pré-natal

  • Sorologia para sífilis, hepatites e HIV
  • Ferro sérico
  • Citologia cérico-uterina
  • Cultura de urina
  • Tipagem sanguínea (ABO) e RH
  • Pelo menos 3 exames  de ultrassonografia
  • EAS
  • Glicemia de jejum
  • Teste de COMBS direto
  • 10 consultas de obstetrícia
  • Toxoplasmose

Exames de triagem neonatal

Ou seja, teste do pezinho, orelhinha, olhinho e do coraçãozinho.

O que é cobrado no plano com coparticipação?

Em geral, entre os serviços cobrados no plano de saúde com coparticipação estão:

  • Consultas médicas: cobra-se o valor da consulta. Porém, não se cobra coparticipação no retorno dentro do prazo de 30 dias.
  • Exames simples: cobra-se por exame e não por coleta. Por exemplo, caso seja necessário fazer uma coleta de sangue o beneficiário irá pagar o valor referente a um exame.
  • Exames especializados: cobra-se individualmente. Por exemplo, se você precisar de uma ressonância magnética, cobra-se o valor referente a um exame especializado.
  • Internações: é o mesmo caso dos exames especializados. Cobra-se o valor da coparticipação referente à internação, ou seja, independente se a internação for de um dia ou dez dias.

Além disso, não se cobra coparticipação sobre os exames realizados em regime de internação.

Como é cobrada a coparticipação no plano de saúde?

Como é cobrada a coparticipação no plano de saúde

A Agência Nacional de Saúde Suplementar protege o consumidor. Ou seja, estabelece um percentual máximo a ser cobrado pela operadora para realização de procedimentos.

O valor máximo a ser pago pela coparticipação não pode ultrapassar o valor correspondente à própria mensalidade do consumidor e/ou a 12 mensalidades no ano.

Além disso, a ANS também permite que as operadoras ofereçam descontos, bônus ou outras vantagens aos consumidores que mantiverem bons hábitos de saúde. 

Um das opções, por exemplo, é a possibilidade de isenção de cobrança de coparticipação e franquia em mais de 250 procedimentos e eventos em saúde, tais como:

  • Consultas com médico generalista;
  • Exames preventivos e de pré-natal; e
  • Tratamentos crônicos. 

Quando um plano de saúde com coparticipação vale a pena?

Para saber se um plano de saúde com coparticipação vale a pena, você precisa comparar os preços com o plano tradicional.

Por exemplo, digamos que o plano com coparticipação tem mensalidade de R$ 200, e uma taxa de R$ 20 por consulta. Já o plano tradicional, da mesma operadora, tem custo de R$ 400, sem nenhuma outra taxa.

Nesse caso, vale mais a pena o plano com coparticipação? Depende. 

Digamos que você vai ao médico uma vez por mês, ou seja, realiza 12 consultas por ano. O custo mensal será em torno de R$ 220, totalizando R$ 2.640 por ano.

Já com o plano tradicional, do nosso exemplo, o total anual seria de R$ 4.800. Isso quer dizer que, neste caso, vale mais a pena contratar o plano de saúde com coparticipação. 

Mas como fazer essa escolha correta?

O fato é que quem vai a poucas consultas e realiza poucos exames anuais costuma ser mais vantajoso o plano de saúde com coparticipação.

Já indivíduos com doenças preexistentes, graves ou não, como o diabetes e a pressão alta, tem maior hábito de buscar um especialista. E nesse caso é melhor o plano de saúde tradicional.

Para idosos, crianças e gestantes o plano de saúde com coparticipação não costuma ser uma boa opção.

Sendo assim, converse com um dos nossos consultores da SmartCare para escolher o melhor plano de saúde para você e sua família.

Juntos, vocês poderão avaliar o plano de saúde com coparticipação e definir mais fácil a segmentação da assistência.

O que é melhor: plano de saúde com ou sem coparticipação?

Como te mostrei antes, vai depender do quanto você utiliza os serviços hospitalares. 

Isso porque em relação à cobertura e à qualidade dos serviços, o plano com coparticipação é igual ao plano sem coparticipação.

Ou seja, ambos os contratos oferecem o mesmo catálogo de médicos, clínicas e hospitais conveniados.

A diferença é que os planos de saúde com coparticipação, na maioria das vezes, trabalham com mensalidades menores do que os planos sem coparticipação.

Isso porque o cliente também paga um valor por cada serviço que utilizar.

Conclusão

Em resumo, no artigo de hoje te mostrei o que é plano de saúde com coparticipação e como ele funciona.

Antes de tudo, você viu quais os procedimentos que podem e que não podem haver cobrança.

Além disso, te mostrei quando vale a pena fazer um plano com coparticipação e o que é melhor: um plano com ou sem coparticipação.

Enfim… Tem alguma dúvida sobre este assunto? Deixa um comentário que a nossa equipe está preparada para te ajudar. 

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Quanto custa o plano de saúde para MEI

Quanto custa o plano de saúde para MEI?

Se você quer saber quanto custa o plano de saúde para MEI precisa ler este artigo até o final. 

Sei que pode parecer que ele é mais caro, mas você vai entender o por que dele ser mais conta do que o plano de saúde individual.

Além disso, no artigo vou te mostrar também:

  • O que é um plano de saúde para MEI;
  • Quem pode fazer um plano de saúde MEI;
  • O preço das mensalidades;
  • Como é a carência;
  • Se existe plano com coparticipação;
  • Como funciona a portabilidade;
  • As cautelas que você precisar tomar;
  • Como contratar um plano de saúde para MEI.

O que é um plano de saúde para MEI?

O que é um plano de saúde para MEI

O plano de saúde para MEI funciona como um plano de saúde coletivo empresarial. Até porque, para fazer a contratação, você precisa utilizar um CNPJ. 

O plano de saúde empresarial é similar o plano individual, a diferença é que para fazer a adesão, os beneficiários devem estar ligados à pessoa jurídica por relação empregatícia, estatutária ou familiar.

Além disso, o plano de saúde empresarial, geralmente, é bem mais barato do que o individual.

Quem pode fazer um plano de saúde para MEI?

Para fazer o plano de saúde o microempreendedor individual precisa ter mais de 6 meses de registro de MEI.

Ou seja, se você se registrar hoje, só daqui a 6 meses poderá contratar um plano de saúde desse tipo. 

Além disso, para fazer um plano de saúde para MEI, geralmente, você precisa de duas ou três pessoas. Sendo que pode ser um familiar ou colaborador.

O preço das mensalidades é mais baixo para MEI?

Geralmente, as mensalidades dos planos para MEI são menores do que as mensalidades dos planos individuais. 

Por exemplo, seguindo a Guia de Planos da ANS, para uma mulher de 29 anos as mensalidades com:

  • Cobertura Ambulatorial + Obstetrícia + Hospitalar
  • Abrangência nacional
  • Quarto Particular
  • Sem coparticipação

O plano individual ficaria um total de R$ 2.237,47, enquanto o empresarial um total de R$ 1.066,56. 

Vamos para outro exemplo:

  • Homem 31 anos
  • Cobertura Ambulatorial + Hospitalar
  • Abrangência municipal
  • Enfermaria
  • Com coparticipação

O plano individual ficaria uma mensalidade R$ 756,83, enquanto o empresarial R$ 537,58. 

Ou seja, é mais de mil reais de diferença.

Para saber exatamente quanto custa um plano de saúde ideal para você entre em contato com a nossa equipe de consultores.

Como é a carência no plano de saúde para MEI?

Como é a carência no plano de saúde para MEI

Pelo MEI ser uma empresa com menos de 30 funcionários, o período de carência é similar aos planos individuais:

  • 300 dias para partos;
  • 180 dias para procedimentos terapêuticos, exames complexos, cirurgias e internações;
  • 30 dias para consultas e exames básicos;
  • 24 horas para urgências e emergências.

Existe plano de saúde para MEI com coparticipação?

Sim, existe a possibilidade de fazer a adesão com coparticipação.

Plano de saúde com coparticipação significa que os serviços oferecidos serão os mesmos e com mesma qualidade só que as mensalidades costumam ter um valor menor.

Isso porque o beneficiário paga um valor específico no momento do atendimento no hospital ou na clínica.

Além disso, é importante verificar a tabela de preços com a operadora para saber se vale a pena ou não fazer um contrato com coparticipação.

Essa possibilidade é indicada para quem não utiliza o plano de saúde com tanta frequência.

Como funciona a portabilidade no plano de saúde empresarial?

De acordo com a ANS, os empresários têm o direito de realizar a portabilidade para outra operadora ou outro plano, sem necessidade de cumprir nova carência.

Mas antes de fazer o pedido de portabilidade, verifica com a sua operadora se não possui um tempo mínimo de permanência no plano de origem.

Geralmente, elas exigem pelo menos 2 anos de contrato antes da primeira portabilidade.

Cautelas com o Plano Empresarial

É importante frisar que os planos de saúde empresariais não seguem as normas de reajuste anual da ANS.

Ou seja, a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), reguladora dos planos de saúde, não define limite de reajuste dos preços nos planos de saúde coletivos (que incluem os empresariais). 

Então quando você contratar um plano de saúde coletivo o índice de reajuste é determinado a partir da negociação entre a pessoa jurídica contratante e a operadora de plano de saúde. 

Além disso, no plano de saúde coletivo é possível que a operadora cancele o contrato unilateralmente, se previsto em contrato. 

Como contratar um plano de saúde para MEI

Como contratar um plano de saúde para MEI

Para contratar um plano de saúde para MEI você pode entrar em contato direito com a operadora ou entrar em contato com uma seguradora da sua confiança, como a SmartCare. 

A vantagem é que a seguradora vai te mostrar todas as operadores que se encaixam perfeitamente com o seu perfil. 

Além disso, é importante lembrar também que na hora de contratar o plano de saúde MEI, você precisar estar com os seguintes documentos:

  • Inscrição no Órgão Competente, como a Junta Comercial;
  • Registro Ativo perante a Receita Federal;
  • Certificado do MEI (checar a data de abertura do MEI para a comprovação do tempo de atividade da empresa).
  • Outros documentos que a operadora considera necessário.

Conclusão

Em resumo, no artigo de hoje, te mostrei o que é um plano de saúde para MEI e quem pode fazer um plano de saúde MEI. 

Antes de tudo, você viu também o preço das mensalidades, como é a carência e se existe plano com coparticipação.

Além disso, te mostrei como funciona a portabilidade, quais as cautelas que você precisar tomar e como você pode contratar um plano de saúde para MEI.

Enfim… Ficou alguma dúvida? Deixe um comentário! A nossa equipe está preparada para conversar com você.

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9 dicas de finanças que todo MEI precisa saber

9 dicas de finanças que todo MEI precisa saber

Se tem um assunto que todo MEI precisa saber é sobre finanças, tanto pessoais quanto sobre o seu negócio. 

Provavelmente, você já é um microempreendedor individual ou está buscando informações para se tornar um. 

Por isso, é extremamente importante você sabe gerenciar as suas finanças. Não somente anotando o quanto você ganha e o quanto você recebe, precisa também determinar um valor para investimentos e retirar o pró-labore. 

Vou te explicar exatamente cada um desses itens na próxima linha. Vamos lá?

1) Crie um fundo de aposentadoria

Crie um fundo de aposentadoria

Criar um fundo de aposentadoria é uma dica básica. Você, como todos os outros trabalhadores, precisa estar preparado para a aposentadoria.

Você não precisa separar uma tonelada de dinheiro para o fundo, mas economizar agora ajudará a reduzir sua conta de impostos e aumentar os impostos diferidos até que você decida usar os fundos para a aposentadoria.

2) Diversifique seus investimentos

Outra dica importante de finanças para MEI é diversificar seus investimentos.

Grande parte dos microempreendedores tendem a reinvestir seu capital pessoal totalmente em seus negócios.

Embora isso ajude a crescer, você não deve colocar todos os seus ativos pessoais em uma única aposta.

Por isso, procure investir também em negócios paralelos, investimentos alternativos ou simplesmente guardar dinheiro em uma conta poupança.

Tudo isso, caso você precise, fechar o seu negócio por algum motivo, nem todos os seus bens pessoais terão sido canalizados para um negócio falido.

3) Tenha um fundo de emergência

Esta é uma dica de finanças pessoais que MEI também precisa seguir.

Isso porque a probabilidade é os negócios não prosperem mês após mês e você, como proprietário de uma empresa, provavelmente, terá que lidar com ganhos de renda irregulares ao longo do ano.

Por isso, é importante fazer um orçamento para os meses de baixa. Certifique-se de ter economias de “emergência” suficientes em mãos para que possa resistir a quaisquer meses de negócios difíceis.

4) Mantenha suas finanças pessoais e comerciais separadas

Mantenha suas finanças pessoais e comerciais separadas

Quando você é MEI pode haver uma confusão entre quem é você e quem é a sua empresa. 

É normal, afinal de contas você está tão envolvido e conectado com seu negócio que pode parecer que você é o seu negócio e o seu negócio é você.

Embora isso realmente seja uma vantagem,  não deve se aplicar às suas finanças. Isso porque manter suas finanças pessoais e de negócios separadas te:

  • Salva da dor de cabeça durante a temporada de impostos, quando você está deduzindo suas despesas comerciais;
  • Dá ao seu negócio mais credibilidade e legitimidade;.
  • Elimina a responsabilidade pessoal quando algo negativo acontecer ao seu negócio no futuro.

Sendo assim, ao iniciar seu negócio, abra uma conta bancária comercial e solicite um cartão de crédito comercial para usar nas suas despesas comerciais. Este é um ótimo começo para separar suas contas comerciais e pessoais. 

5) Separe o pró-labore

Outra coisa que de finanças que todo MEI precisa saber é o que pró-labore.

Pró-labore nada mais é do que o seu salário como empresário. Um dos principais erros de microempreendedor individual é não se pagar. 

Apesar de você ser dono do seu próprio negócio, como te mostrei no tópico interior, você precisa separar as suas finanças e separar uma quantia para você tirar como salário.

Afinal de contas, você gastou tempo e tem um valor de hora que deve ser pago. 

6) Mantenha suas despesas baixas e siga um orçamento

Pode ser difícil gerenciar seus gastos pessoais do dia a dia quando é mais importante manter um orçamento para sua empresa.

Mas não deixe que o gerenciamento do seu próprio dinheiro seja perdido enquanto você se concentra no crescimento do seu negócio.

Por isso, tenha tudo anotado em uma planilha ou utilize um aplicativo que vá te ajudar nas suas finanças.

Saiba exatamente o quanto você vai gastar e não esquece de separar também aquela quantia para despesas avulsas. 

7) Cuida da sua saúde e economize tempo e dinheiro

Cuida da sua saúde e economize tempo e dinheiro

Se tem uma coisa que demanda tempo e dinheiro é a nossa saúde. Você como MEI, provavelmente, já pensou: “e se eu sofrer um acidente como minha empresa vai continuar”?

Essa é um pensamento extremamente normal e você deve colocá-lo no papel.

Afinal de contas você não sabe quando vai precisar ficar internado ou se vai precisar de uma cirurgia de emergência.

Por isso, a melhor opção é manter um plano de saúde empresarial. Além de todas as vantagens de um plano de saúde tradicional, você também os benefícios de uma empresa. 

Sem contar que sai muito mais em conta contratar um plano empresarial do que um individual ou familiar. 

Quer saber sobre esse assunto? Converse com um dos nossos consultores.  

8) Contrate um funcionário na hora certa

Um MEI pode ter um funcionário, mas isso não significa que você vai contratá-lo assim que iniciar o sue negócio. Afinal, um funcionário gera despesas para a empresa. 

Por isso, quando começar a expandir e conseguir manter um funcionário ocupado por 40 horas por semana, é hora de contratar um profissional. 

Esse investimento vale a pena quando você já sabe quanto vai precisar separar para manter aquela pessoa na sua empresa. 

Caso ainda não seja o momento, você pode contratar um profissional para realizar serviços esporadicamente. 

9) Resista ao impulso de procrastinar

Sei que pode não ser uma das coisas mais divertidas de se fazer, mas você precisa parar de procrastinar quando o assunto é cuidar das finanças do seu negócio como MEI. 

Sei que você tem um milhão de outras coisas para fazer que precisam de sua atenção total.

Embora isso seja certamente verdade, não deixe que isso se torne uma desculpa constante.

Acompanhar as finanças da sua empresa é extremamente importante e adiar essa tarefa pode trazer erros comerciais que poderiam ter sido facilmente evitados.

Conclusão

Em resumo, no artigo de hoje te mostrei 9 dicas de finanças que todo MEI precisa saber.

Entre elas, te mostrei a importância de criar um fundo para aposentadoria e fundo de emergência. 

Você viu também como diversificar os seus investimentos, separar suas finanças pessoais das comercias e o que é o pró-labore. 

Além disso, você viu também como é essencial manter as despesas baixas, cuidar da sua saúde, contratar um funcionário na hora certa e resistir ao impulso de procrastinar. 

Gostou do artigo? Deixa um comentário! Assim vou saber que posso trazer mais assuntos como este aqui para o blog. 

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Como trocar de plano de saúde sem cumprir carência

Como trocar de plano de saúde sem cumprir carência

Você sabia que você consegue trocar de plano de saúde sem cumprir carência?

Isso porque desde 2019 a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), atualizou os requisitos da portabilidade.

No entanto, muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre esse assunto. 

Por isso, no artigo de hoje vou te mostrar:

  • Quais são os requisitos;
  • Quem pode solicitar;
  • Como saber quais são os planos compatíveis;
  • Se é possível fazer a portabilidade para um plano de tipo diferente;
  • Quais os documentos são necessários.

Enfim… Vamos lá?

Quais são os requisitos para trocar de plano de saúde sem cumprir novas carências?

Antes de tudo, os prazos de carência máximos são determinados pela ANS.

No entanto, as operadoras são livres para determinar quanto tempo o contratante precisa aguardar para utilizar determinados serviços.

Isto é, desde que o prazo esteja dentro do permitido em lei. Veja a tabela:

SituaçãoTempo máximo para aguardar após a contratação do plano de saúde
Casos de urgência;
Acidentes pessoais ou complicações no processo gestacional, e emergência;
Risco imediato à vida ou lesões irreparáveis.
24 horas
Partos a termo, excluídos os partos prematuros300 dias
Demais situações180 dias

Enfim para trocar de plano de saúde sem precisar cumprir novas carências o plano atual deve estar ativo.

Ou seja, depois que você já estiver no novo plano, deve solicitar o cancelamento do plano anterior no prazo de cinco dias.

Por outro lado, se você não solicitar o cancelamento nesse prazo, estará sujeito a carências no novo plano por descumprimento das regras.

Além disso, deve estar em dia com o pagamentos mensais e cumprir o prazo mínimo de permanência no plano:

  • 1ª Portabilidade: 2 anos no plano de origem ou 3 anos se tiver cumprido CPT para uma Doença ou Lesão Preexistente;
  • 2ª Portabilidade: se já tiver feito para um plano antes. O prazo de permanência exigido é de pelo menos 1 ano ou de 2 anos. Isto é, caso tenha feito portabilidade para o plano atual com coberturas não previstas no plano anterior.

Aliás, o plano de destino deve ter preço compatível com o seu plano atual.

O que é Cobertura Parcial Temporária (CPT)?

Cobertura Parcial Temporária (CPT) é a suspensão da cobertura por um período contínuo de até 24 meses.

Envolve:

  • Procedimentos de alta complicação;
  • Leitos de alta tecnologia; e
  • Procedimentos cirúrgicos relacionados apenas às doenças ou lesões preexistentes (DLP).

Além disso, elas devem ser declaradas pelo beneficiário ou pelo seu representante legal no momento da contratação, ou adesão.

Quando pode ser solicitada a portabilidade de carências?

Após cumprido o prazo mínimo de permanência no plano que te mostrei no tópico anterior, a portabilidade pode ser solicitada a qualquer tempo.

No entanto, se o beneficiário estiver internado, só pode ser requerida após alta da internação.

Além disso, é importante frisar que a ANS não participa de forma direta da contratação de plano de saúde ou da portabilidade de carências.

Sendo assim, deverá se dirigir à operadora responsável pelo plano de destino, com todos os documentos necessários, e fazer a solicitação.

Como saber quais são os planos compatíveis para portabilidade?

Como saber quais são os planos compatíveis para portabilidade

Um plano compatível é quando a faixa de preço é igual ou menor que o plano atual (as faixas de preço são definidas pela ANS).

Além disso, para consultar os planos compatíveis com o seu plano atual, acesse o Guia ANS de Planos de Saúde. A ferramenta faz a comparação entre os planos de acordo com o valor mensal.

Casos em que não é exigida a compatibilidade por faixa de preço: 

  • Quando o plano de origem tem formação de preço pós-estabelecida ou mista (plano que não tem valor fixo). 
  • Quando se realiza a portabilidade de um plano empresarial para outro plano empresarial.
  • Nas portabilidades especiais e extraordinárias. 
  • Nas situações específicas de portabilidade por extinção do vínculo do beneficiário (ver a seguir).

Além disso, fique atento também que o plano de destino pode ter coberturas não previstas no plano atual.

Enfim, neste caso, você poderá cumprir carência para as novas coberturas: 

  • 300 dias para parto; e 
  • 180 dias para as demais coberturas (internação, exames, consultas).

É possível fazer a portabilidade para um plano com tipo diferente de contratação?

Você pode mudar para um plano de saúde de tipo de contratação diferente do seu plano atual. Por exemplo: de um plano individual para um plano coletivo e vice- versa. 

Mas, ao solicitar a portabilidade para um plano coletivo, precisa observar se você está apto a fazer parte do contrato já em curso. Enfim… Veja as condições:

  • Planos coletivos por adesão: ter vínculo com a pessoa jurídica contratante do plano de saúde (associação de caráter profissional, classista ou setorial).
  • Planos coletivos empresariais: ter vínculo empregatício ou estatutário com a empresa contratante do plano de saúde.

Situações específicas de portabilidade:

Há casos em que o beneficiário fica dispensado de cumprir alguns requisitos para efetuar a portabilidade de carências previstos nas regras gerais. 

Nessas situações, solicita-se dentro de 60 dias contados do conhecimento do cancelamento do plano atual (plano de origem).

Sendo assim, confira abaixo os casos específicos:

  • O plano coletivo cancelado pela operadora ou pela pessoa jurídica contratante (empresa ou associação);
  • O titular do plano faleceu;
  • O titular desligado da empresa (por demissão com ou sem justa causa, exoneração, aposentadoria, ou pediu demissão);
  • O beneficiário perdeu a condição de dependente no plano do titular.

Portabilidade especial:

Quando uma operadora de planos de saúde está em fase de encerramento.

A ANS concede o direito de exercer a portabilidade especial de carências para plano de outra operadora. 

Nesses casos, não se aplica a regra de compatibilidade por faixa de preço.

Além disso, não é necessário ter cumprido prazo mínimo de permanência no plano de origem. 

Enfim a portabilidade especial também vale para quem teve o contrato cancelado até 60 dias antes da concessão dada pela ANS.

Quais documentos é preciso apresentar para realizar a portabilidade de carências?

Quais documentos é preciso apresentar para realizar a portabilidade de carências

Os documentos necessários para realizar a portabilidade de carências são:

  • Comprovante dos três últimos pagamentos ou das três últimas faturas;
    • A declaração deverá ser fornecida pela operadora do plano de origem no prazo de 10 dias.
  • Comprovante de prazo de permanência: proposta de adesão assinada ou contrato assinado. Ou declaração da operadora do plano de origem, ou do contratante do plano atual; 
    • A declaração deverá ser fornecida pela operadora do plano de origem no prazo de 10 dias.
  • Relatório de compatibilidade entre os planos de origem e destino ou n.º de protocolo, ambos emitidos pelo Guia ANS de Planos de Saúde; 
    • Esse relatório terá validade de 5 dias a partir da emissão do protocolo.
  • Se o plano de destino for coletivo, comprovante de que está apto para ingressar no plano. No caso de empresário individual, comprovante de atuação para contratação de plano empresarial.

Conclusão

Em resumo, no artigo de hoje te mostrei tudo o que você precisa saber para trocar de plano de saúde sem cumprir carências. 

Antes de tudo, você viu quais são os requisitos, quem pode solicitar e como saber quais são os planos compatíveis.

Além disso, te mostrei também se é possível fazer a portabilidade para um plano de tipo diferente e quais os documentos são necessários.

Enfim… Tem alguma dúvida sobre esse assunto? Deixa um comentário! A nossa equipe fará o possível para te responder.

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Plano de saúde para idoso: por que investir nesse serviço?

Investir em um plano de saúde para idoso é uma realidade que precisa ser colocada em pauta. 

Apesar de ser conhecida como a melhor idade, também é um dos momentos da vida que mais precisamos de cuidados extras com a saúde. 

Por isso, a melhor maneira de garantir essa segurança é contratando um plano de saúde para idosos.

Pensando nisso, vou te explicar por que é importante investir em um plano de saúde para idosos e ainda vou te mostrar:

  • Como escolher um plano de saúde para idosos;
  • Como funciona o reajuste;
  • Quais são as carências.

Vamos lá? 

Por que investir em um plano de saúde para idosos?

O primeiro motivo para investir em um plano de saúde para idosos é que nessa fase da vida o atendimento precisar ser rápido e eficiente. O que nem sempre acontece no Sistema Único de Saúde (SUS).

Por exemplo, lembro que uma vez tive que levar minha vó no hospital aqui da cidade. Ficamos mais de duas horas para receber atendimento, na época ela tinha 80 anos. 

Não lembro qual foi o motivo que levou a gente até lá. Mas me recordo do tempo de espera e dá falta de atenção que ela recebeu quando entrou no consultório. 

Além disso, o plano de saúde para idoso também tem:

Foco em medicina preventiva 

A maioria das operadoras de plano de saúde para idosos tem foco em medicina preventiva. 

Isto é, em geral, entre os serviços inclui também:

  • Check-up médico para prevenir doenças que surgem com a idade;
  • Consultas frequentes com um médico geriatra; e
  • Sessões com o fisioterapeuta.

Mensalidade sem reajuste após completar 59 anos

Segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), as operadoras só podem realizar o reajuste anual. Depois dos 59 anos, não é permitido os reajustes por mudança de faixa etária.

Além disso, em geral, as operadoras oferecem o plano de saúde para idoso com um preço fixo. Isso é importante para o beneficiário se planejar financeiramente. 

Desconto em drogarias

Além disso, outra vantagem de contratar um plano de saúde para idoso é a possibilidade de desconto em drogarias.

Isso porque a maioria das operadoras tem esse desconto incluso no plano. 

Como escolher um plano de saúde para idosos?

Como escolher um plano de saúde para idosos

Para escolher o plano de saúde para idosos análise as reais necessidades do contratante e verifique as possibilidades de orçamento.

É importante também observar qual o melhor tipo de acomodação (coletiva ou individual) e contratar um plano sem coparticipação.

Afinal de contas, como o idoso tem a tendência de usar mais as consultas médicas o plano com coparticipação pode sair mais caro. 

Além disso, para escolher um plano de saúde para idosos verifique também:

Atendimento personalizado

Veja se a operadora tem um atendimento personalizado para o público idoso.

Isso porque muitas operadoras apesar de oferecerem planos de saúde para maiores de 59 anos, nem sempre criam um atendimento personalizado.

Por isso, observe se tem a opção de coleta de exames domiciliar, cadeiras de rodas disponíveis, etc

Veja o que há de cobertura disponível

É importante também ver quais os serviços que estão no contrato do plano de saúde para não ocorrer uma decepção em momentos de necessidades. Veja se todos os exames, consultas e internação estão na cobertura. 

Além disso, veja também se a acomodação é na enfermaria ou quarto, se em casos de cirurgias os equipamentos necessários estão contemplados, etc.

Informe-se se a cobertura é nacional ou regional

Se o contratante é alguém que viaja muito é importante que a cobertura do plano de saúde seja nacional. 

Isso porque se for um plano regional, quando ele estiver fora da região não poderá utilizar os serviços do plano de saúde. 

Por isso, verifique qual das duas opções é a melhor para a realidade do idoso.

Saiba qual a rede credenciada e se há reembolso

Além disso, também é importante verificar quais são os hospitais e clínicas que fazem parte da rede credenciada no plano de saúde. 

Se tiver algum hospital de sua preferência, por exemplo, escolha o plano de saúde que tenha ele disponível.

Assim você pode realizar uma consulta ou fazer um exame no lugar que escolheu. 

Medicina preventiva

Como te disse antes, no caso do plano de saúde para idoso, também é importante verificar se investe em medicina preventiva. 

Ou seja, se ele tem todos os serviços necessários para cuida da saúde do beneficiário antes de mesmo de uma doença grave surgir. 

Isso inclui, por exemplo, fazer check up regularmente e consultas periódicas.

Opções existentes

Por último, análise mais de uma opção no mercado. Isto é compare as informações entre eles e só depois feche o contrato. 

Ao entrar em contato com uma seguradora ela vai saber quais planos são recomendados para idosos.

Foque também nessas informações

Além disso, ao escolher um plano de saúde para idosos observe também:

  • Valor da mensalidade;
  • Portabilidade para outras operadoras;
  • Tempo de carência para doenças ou lesões pré-existentes;
  • Tempo de carência normal;
  • Cobertura municipal, regional e nacional de médicos para consultas de rotina;
  • Programas de bem-estar específicos para a faixa etária.

Como funciona o reajuste nos planos para idosos?

Segundo a ANS, as operadoras podem realizar ajustes nos planos de saúde de acordo com as mudanças das seguintes faixa etárias:

  • 0-18 anos;
  • 19-23 anos;
  • 24-28 anos;
  • 29-33 anos;
  • 34-38 anos;
  • 54-58 anos;
  • 59 anos ou mais.

Ou seja, a partir de 59 anos não será mais aplicado o reajuste por mudança de faixa etária. 

Lembre-se: o ajuste aplicado todos os anos permanecem. 

As carências dos planos para idosos são mais altas?

Não. As carências no plano de saúde para idosos não são mai alas do que nos demais planos. As regras são as mesmas:

  • 24 horas para urgência e emergência;
  • 180 dias para consultas exames e internações (é comum que as operadoras liberem consultas e exames após 30 dias);
  • 300 dias para parto.

Além disso, há também o prazo de 2 anos para condição pré-existente. Ou seja, deverá aguardar esse período para realizar qualquer procedimento de alta complexidade relacionado a esta condição.

Conclusão

Em resumo, no artigo de hoje você viu por que é importante investir em um plano de saúde para idosos.

Você viu também como funciona o reajuste e como são as carências nesse tipo de plano. 

Além disso, te mostrei também como escolher um plano de saúde ideal para esse público. 

Tem mais alguma dúvida? Deixe um comentário! A nossa equipe fará o possível para te responder!

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Como fazer um plano de saúde 10 dicas essenciais que você precisa saber

Como fazer um plano de saúde: 11 dicas essenciais que você precisa saber

Para saber como fazer um plano de saúde você precisa de papel, caneta e dedicação. 

Isso porque escolher o plano de saúde ideal para você e sua família deve ser uma tarefa realizada com planejamento.

Ou seja, não dá pra escolher qualquer plano que te oferecem antes de ter todas as informações essenciais para você se decidir. 

Por isso, fique atento a todas as dicas que vou te passar. Elas vão te dar a segurança que você precisa para contratar o plano de saúde perfeito para o seu perfil.

1) Realize pesquisas

Não recomendo você se decidir por um plano de saúde antes de fazer uma boa pesquisa.

Isso porque você precisa saber de todos os detalhes que vou te apresentar nesse artigo antes de se decidir. 

Já te adianto que essa pesquisa não deve ser apenas em relação ao preço. Afinal de contas, o barato nem sempre é o ideal para as suas necessidades e da sua família.

Sendo assim, faça uma pesquisa pelo Google e aqui no nosso site e anote todas as informações relevantes de cada operadora. 

Além disso, você também pode pedir indicação para amigos e familiares sobre os planos de saúde que eles usam ou já utilizaram. 

Mas nesse momento não se decida com base na experiência individual de uma única pessoa, observe e anote todas as informações com neutralidade.

Isso porque ainda não é hora de escolher o plano de saúde, mas sim colher informações.

Aliás, você também pode olhar o site oficial da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Ao acessar você pode verificar o índice que mede a satisfação dos consumidores e o nível dos serviços prestados (IDSS). 

2) Faça um mapeamento das suas necessidades

Responda as seguintes perguntas:

  • Para que você e sua família precisa de um plano de saúde?
  • Você quer mais segurança quando precisa de consultas médicas?
  • Quer começar as consultas para um planejamento familiar?

Ou seja, liste todas as necessidades que você e sua família precisa, desde as consultas até em caso de cirurgias. Assim você terá mais clareza de qual plano de saúde é a melhor opção. 

3) Faça um planejamento financeiro  

Faça um planejamento financeiro- como fazer um plano de saúde

Apesar de ainda não ter feito nenhuma cotação. Se você seguiu a primeira dica você já sabe mais ou menos quanto custa um plano de saúde.

Por isso, já anota esse custo na sua planilha de gastos financeiros. Além disso, verifique qual o valor máximo você pode contratar um plano de saúde sem comprometer outras contas.

4) Procure uma seguradora

Agora que você já fez uma pesquisa, um mapeamento das suas necessidades e um planejamento financeiro. É hora de procurar uma seguradora especializada em plano de saúde. 

Nela você vai encontrar profissionais capacitados para te orientar a fazer a melhor escolha de operadora para você e sua família. 

5) Solicite uma cotação e compare os preços 

Depois de escolher a seguradora é hora de solicitar uma cotação. Lembre-se de pedir mais de uma operadora, assim você vai conseguir comparar os preços e as vantagens de cada uma.

Além disso, nesse momento você também pode perguntar sobre as possibilidades de deixar aquela opção mais barata.

6) Entenda os termos

Entenda os termos - como fazer plano de saúde

Ao analisar as opções oferecidas você precisa entender  5 termos essenciais que vão te ajudar a se decidir.

Sendo assim, faça a seguinte análise ou pergunte para o seu corretor:

Qual o perfil do contrato? 

O contrato do plano de saúde é coletivo ou individual? É familiar ou empresarial?

Isto é essa informação define o valor que você vai pagar no plano de saúde. Por exemplo, é comum os  preços iniciais dos planos coletivos serem menores.

Como é feito o reajuste do plano? 

Os planos individuais e familiares têm dois tipos de reajuste: anual e por faixa etária.

Já os planos coletivos e empresariais têm três: anual, por faixa etária e por sinistralidade, que considera a frequência de uso dos serviços.

Por isso, informe-se sobre os índices para você ter ideia de quanto o seu plano de saúde vai aumentar ao longo dos anos.

Qual o tipo de cobertura? 

A cobertura é o rol de serviços que você tem no seu plano de saúde. Isto é, ele pode ser: ambulatorial, hospitalar com ou sem obstetrícia, referência ou odontológico. Veja só:

  • Plano de referência: é o plano mais completo. Cobre consultas, exames e tratamentos, além de cirurgias e transplantes;
  • Plano ambulatorial: é o plano mais básico. Pode cobrir consultas, procedimentos ambulatoriais, internação e cirurgias. No entanto, podem existir restrições de acordo com cada operadora.
  • Plano Hospitalar: além da cobertura básica, oferece internação hospitalar em quarto comum ou em UTI, sem limite de prazos. Também cobre médicos e enfermeiras durante a internação.
  • Hospitalar com obstetrícia: além da cobertura hospitalar, inclui pré-natal, parto, assistência ao recém-nascido, eventuais complicações pós-parto e cirurgias no geral.

Posso ser atendido em qualquer lugar? 

Outra informação importante é você saber quais são os hospitais que fazem parte da cobertura dos planos de saúde.

Sendo assim, se você tem um hospital de preferência já verifique se ele faz parte das opções apresentadas pela seguradora.

A partir de quando posso usar o plano? 

Lembre-se que a maioria dos planos de saúde tem períodos de carência. Por isso, verifique quais são elas no plano apresentados. 

Segundo a ANS, os prazos de carência máxima são:

  • 24 horas para urgência e emergência; 
  • 180 dias para internações, cirurgias e procedimentos de alta complexidade; 
  • e 300 dias para parto. 

A operadora pode exigir prazos menores, mas isso deve ser garantido por escrito.

7) Se puder, prefira contratar com um CNPJ

Se puder, prefira contratar com um CNPJ - como fazer plano de saude

O plano de saúde empresarial são até  35% mais barato do que os demais, são mais abrangentes e oferecem grupos de hospitais e laboratórios melhores.

Por isso, se você tiver um CNPJ faça a contação para esse tipo de plano de saúde. 

Além disso, não precisa ter uma empresa de grande porte. Você pode ter uma empresa de pequeno porte e até mesmo ser um microempreendedor individual (MEI).  

8) Faça sua escolha consciente

Agora sim você pode fazer uma escolha consciente do melhor plano de saúde para você e sua família. 

Portanto, converse com o seu corretor, tire todas as dúvidas necessárias e opte pela operadora que mais se encaixa a sua realidade. 

9) Envie a sua documentação

O próximo passo é enviar toda a sua documentação e dos demais beneficiários para o seu corretor.

Ele que vai enviar os seus documentos para a operadora aprovar e emitir o seu contrato. 

Por certo, os documentos solicitados nos planos de saúde individual ou familiar são:

  • Cópia do RG;
  • Cópia do CPF;
  • Comprovante de residência.

Já nos plano de saúde PME ou empresarial são:

  • Cópia do contrato social;
  • Número do CNPJ;
  • Guia de recolhimento do FGTS;
  • RG e CPF de todas as pessoas que vão aderir ao plano.

10) Pague o primeiro boleto

Pague o primeiro boleto - como fazer plano de saude

Contrato assinado, hora de pagar o primeiro boleto.  Por certo, o prazo para vencimento é de 60 dias.

Lembre-se que o seu plano de saúde só será implantado após o pagamento do primeiro boleto emitido pela empresa prestadora.

Por isso, quanto antes este pagamento for feito, mais cedo você terá acesso aos serviços do seu convênio.

11) Aguarde a sua carteirinha

Seja a carteirinha física ou a online, é a partir do recebimento dela que você terá acesso aos serviços.

Além disso, o período após a contratação e a chegada das carteirinhas depende de cada operadora, fique atento a essa informação também.

Conclusão

Em resumo, no artigo de hoje te mostrei como fazer um plano de saúde.

Antes de tudo, te dei 10 dicas essenciais que vão te ajudar a se decidir sobre a melhor opção para você e sua família.

Você viu que é importante fazer uma pesquisa, mapear as suas necessidades e fazer um planejamento financeiro antes de entrar em contato com uma seguradora. 

Depois te mostrei tudo o que você precisa conversar com o seu corretor. Ainda te expliquei quais são os passos que você precisa dar até conseguir utilizar os serviços do seu contrato. 

Tem mais alguma dúvida sobre esse assunto? Deixe um comentário! A nossa equipe fará o possível para te responder!

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